sábado, 16 de fevereiro de 2013

INTERFACE DO HUMANO COM A MALHA PLANETÁRIA

Quando se compreender a Terra como uma harmônica cristalina receptora e transmissora e uma faceta a ressoar na harmônica cristalina solar, uma nota na oitava solar, então precisaremos de uma ciência que propicie programação e unificação para nos orientarmos nesta totalidade de Malha.

A ciência exata da astrologia é o Guia do Espectador contendo a programação diária da Malha. As Efemérides são o Guia da TV da Malha. A que programas assistiremos enquanto o mundo gira? De que novelas sentimentais participaremos quando nosso Rei Sol nos ligar a Seu melodrama diário?

A astrologia cosmica calibra milimetricamente os ciclos horários, diários, semanais, mensais, anuais dos planetas — os movimentos de nossa orquestra. Através de um olhar astrologicamente afinado, que nada mais é que desenvolver o aspecto interpretativo da astronomia, podemos entender nossas vidas, nosso mundo, nossas emoções, nossos movimentos, nossas razões, hábitos, dificuldades e exaltações, de acordo com esta "teia de cruel necessidade," esta dança de energia elementar rodopiante de nossa psique humana/solar entrelaçada.
A Malha Cristalina Poliédrica é como o chip mestre cristalino que recebe, por meio de suas 120 placas receptoras triangulares lisas, a miríade de canalizações, porém matematicamente racionais e orquestradas, de energia/consciência/Som de nossos disc-jóqueis biopsíquicos. Dessa forma, as Efemérides, com suas tabelas concretas de números e graus, quando corretamente aplicadas, representam o livro de códigos do Engenheiro de Malha que lhe permite prever, avaliar, corrigir, interpretar e transmutar estes elementos estáveis e determinantes recebidos da estação de rádio solar.

Podemos mudar o canal se quisermos, abaixar o volume, sintonizar a faixa de rádio específica. O Engenheiro de Malha tem potencial para transmutar (liberando a energia inerente, libertando-a de sua submissão à forma) as energias solares/celestiais por meio da interface inteligente com a Malha 1746 Eletromagnética, usando qualquer um dos 144 hologramas planetários da Távola Redonda, ou Zodíacos terrestre residentes na Terra.

Esta Malha, não podemos esquecer, é a Taça Alquímica Dourada de diferenciação eletromagnética, e o destilador potencial de nossa transfiguração, por meio da qual passaremos de humanos presas da gravidade a Humanos de Luz. Só porque o Rei Sol, nosso habitual disc-jóquei, toca suas melodias favoritas em sua estação de rádio, não significa que temos sempre de dançar nesse ritmo.

A introdução da realidade das aulas práticas sobre Zodíaco local leva-nos ao ponto crucial da possível interação entre o humano e a Malha. É aí que o Engenheiro de Malha e o Cavaleiro do Santo Graal se tornam um. Esta unificação na busca do Graal e no serviço à Malha é encenada no teatro geomítico local do Zodíaco da paisagem. Geomítico significa "o mito vivo da paisagem" e nosso envolvimento direto nesta simbologia terrestre por meio da interação de consciência intensificada dentro de um complexo de Zodíaco local.Nosso modelo conceitual de Zodíaco novamente opera como uma série interdependente de sistemas dimensionais homólogos e harmônicos, ou seja, Zodíacos dentro de Zodíacos. Começamos com a Távola Redonda Solar Mestra da eclíptica Terra/Sol por meio das doze Casas do Zodíaco — a cada ano, a cada 2.160 anos, a cada 25, 920 anos.

Aqui temos tanto o Rei Sol como o planeta Terra circundando o Castelo do Graal celestial de 12 portões como intrépidos e dedicados Cavaleiros do Graal. Este giro amplo, e essa busca, são transmitidos, de forma correspondente, à Terra, primeiro, por intermédio de Avebury, na função de painel de controle da Malha e maestro do concerto, o ponto mestre das 12 Linhas de Zodíaco Oroboros, e, em segundo lugar, por meio da vasta distribuição planetária dessas 12 Linhas de Dragão, dessa forma transformando em Távola Redonda tanto o Círculo de Avebury (condensado) como o todo planeta Terra (expandido).

Como um Cavaleiro do Graal sozinho voluntária e conscientemente experimenta essa imensa Távola Redonda planetária? E como o Engenheiro de Malha realiza ajustes inteligentes, compassivos e oportunos na teia geomântica desta vasta távola solar giratória situada na Terra? Por intermédio do holograma do Zodíaco local.

Neste modelo do Zodíaco, a sobreposição da Árvore da Vida da Cabala à imagem mítica da Távola Redonda/Zodíaco é muito esclarecedora. A Terra é uma das 12 esferas ressonantes, um dos 12 integrantes da Távola Redonda, uma das 12 Notas da oitava solar, da Árvore Solar da Vida. Dessa maneira, podemos imaginar estas relações em termos da Árvore ou da Távola Redonda, essencialmente intercambiáveis nesta explanação. Nosso Corpo do Sol é expresso na forma de uma Árvore da Vida de 12 esferas, com 12 Cavaleiros, ou 12 Notas; a Terra é Malkuth, a 10a Sephiroth, representando, adequadamente, a Terra; a 7a Sephiroth, Hod, por exemplo, representa Mercúrio).
A seguir, e de forma análoga, o Corpo da Terra é expressado como uma Árvore da Vida, e aqui o monte Shasta é Malkuth e o chakra da Raiz. A Árvore de Gaia apresenta 12 esferas que, em termos da Malha, são 12 Vórtices do Zodíaco, domínios de Zodíaco planetários principais que correspondem, segundo a lenda, aos acampamentos das 12 Tribos de Israel. Eles são setores geomânticos primários cada qual organizado formando um importante complexo de Zodíaco de 12 templos de sub-Zodíaco.

A unificação desses 12 Vórtices do Zodíaco é a Távola Redonda planetária, ou Árvore, apresentando toda a família de Jacó (que era Israel). A seguir, cada um desses 12 Vórtices do Zodíaco apresenta um subsistema de 12 Cúpulas de Zodíaco, num total de 144 templos de holograma do Zodíaco no planeta (embora nem todos estejam sempre disponíveis em determinado momento em razão das condições geológicas/meteorológicas variáveis). Cada um dos 12 subsistemas de Cúpula de Zodíaco consiste de uma Távola Redonda de Vórtice do Zodíaco das quais há 12 espalhadas pelo mundo.

A Távola Redonda Hiperbórea ocupa uma área aproximada que começa nas ilhas Orkney no norte da Escócia, passando pela Irlanda, País de Gales e Inglaterra, até Brittainy e sudoeste da França. Essa Távola Redonda do Zodíaco Cupulada inclui 12 sistemas de Zodíaco locais interdependentes. Cada qual apresenta um Logos de sistema de mito dominante, contudo, todos constelam principalmente ao redor do Rei Artur e do Graal. Um desses 12 Zodíacos locais, que goza de certa notoriedade, é a "Távola Redonda das Estrelas" de Glastonbury/Somerset, como é com freqüência chamado, ou mais poeticamente, Região das Estrelas de Verão (que inclui a famosa e mística Avalon). Cada Zodíaco local (que pode medir 16 quilômetros de diâmetro, 32-48 quilômetros de circunferência) apresenta uma imensa Cúpula de Zodíaco que o energiza.

www.eurooscar.com/amz/amaluz112.htm

MESTRE MOOJI A CANÇÃO DO AVADHUT ESSÊNCIA UNA

ESTRELA É CAPAZ DE CRIAR 50 PLANETAS DO TAMANHO DE JUPITER

A TW Hydrae, uma estrela de 10 milhões de anos, é capaz de criar 50 planetas do tamanho de Júpiter, divulgou a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). A descoberta foi feita após astrônomos do observatório Herschel conseguirem medir com precisão o disco protoplanetário deste astro da Constelação de Hydra, a 176 anos-luz de distância da Terra. O disco que rodeia a estrela é formado por hidrogênio gasoso molecular frio, um dos principais "ingredientes" para a construção de planetas.

UOL Notícias

UMA DAS MAIORES ESTRELAS DESCOBERTAS


Por razões desconhecidas, essa nebulosa, a NGC 6357, está formando uma das maiores estrelas massivas já vistas pelo homem. Você pode vê-la bem ao centro dessa imagem, em uma espécie de “casulo estelar” de gás e poeira espacial.

Essas estruturas apresentadas pela nebulosa são formadas pelas complexas interações entre ventos interestelares, pressurização causada pela radiação, campos magnéticos e gravidade. O brilho da nebulosa é resultado da emissão de hidrogênio ionizado.

A nebulosa abriga o aglomerado de estrelas Pismis 24 que, por sua vez, abriga inúmeras estrelas gigantes e azuis. O centro da nebulosa, mostrado na foto, tem cerca de 10 anos-luz de comprimento e fica a 8 mil anos luz de distância da Terra, na direção da constelação de Escorpião.

Nasa

BERÇÁRIO ESTELAR VIZINHO À VIA LÁCTEA

Esta linda imagem mostra em detalhes o maior berçário estelar na nossa vizinhança intergaláctica. Este agrupamento estelar, chamado de R136, tem poucos milhões de anos de idade, e reside na Nebulosa de Tarântula, uma galáxia-satélite da Via Láctea.

Cientistas não conhecem nenhuma outra região com formações estelares tão grandes quanto as desta nebulosa. Muitas das estrelas azuladas mostradas na imagem são algumas das maiores estrelas conhecidas. Várias delas são mais de 100 vezes maiores que o Sol, e têm como destino a explosão como supernovas daqui a alguns milhões de anos.

Esta incrível foto foi tirada entre 20 e 27 de outubro deste ano pela câmera Wide Field 3, do telescópio Hubble, da agência estadunidense de exploração espacial, a Nasa. As luzes azuis são provenientes destas enormes estrelas, e a luz vermelha é de gases de hidrogênio. Não deixe de conferir a foto em altíssima resolução (12 Mb) e em detalhes. Eu estou usando como papel de parede aqui no meu PC.

hypescience.com

CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR NEBULOSA ELMO DE THOR

Rosto materializado
Nebulosa Elmo de Thor é captada pelo telescópio
terrestre mais avançado do mundo ESO/Divulgação

A Nebulosa Elmo de Thor foi observada pelo supertelescópio óptico mais avançado do mundo, o Very Large Telescope (VLT), que fica em Cerro Paranal, no norte do Chile. O objeto, também conhecido pela sigla NGC 2359, está a 15 mil anos-luz da Terra, na constelação do Cão Maior.

Essa grande bolha de poeira cósmica em forma de capacete se desloca à medida que sopra o vento em volta da estrela brilhante no centro da imagem. O gás contido na nebulosa também é aquecido pela radiação emitida por esse astro. Cada cor simboliza um elemento diferente do gás.

As fotos da NGC 2359 foram divulgadas no dia do aniversário de 50 anos do Observatório Europeu do Sul (ESO), que opera o VLT e é considerado o observatório astronômico terrestre mais produtivo do mundo, do qual fazem parte 15 estados-membros.

Na manhã desta quinta, foram feitas observações a pedido do público, que olhou o céu pelo espelho principal de 8,2 metros de diâmetro do telescópio. A vencedora de um concurso de aniversário do ESO, Brigitte Bailleul, escolheu admirar a Nebulosa Elmo de Thor, e as imagens foram transmitidas ao vivo pela internet.
Vista de um campo amplo do céu em torno da nebulosa,
que fica a 15 mil anos-luz  ESO/Divulgação

Além da unidade em Cerro Paranal, o ESO opera nas localidades de La Silla e no Planalto de Chajnantor, também na região do deserto do Atacama. Nesse último lugar, está sendo construído um telescópio que promete revolucionar a astronomia, chamado Atacama Large Millimeter/Submillimeter Array (Alma).

Esse novo projeto é uma parceria entre a Europa, a América do Norte e o Leste Asiático, em cooperação com o Chile. O Alma deve ter 66 antenas de alta precisão, e a construção deve terminar em 2013.

G1 Ciência e Saúde

CORRENTES DE GÁS DE ESTRELA DÃO PISTAS SOBRE FORMAÇÃO DE PLANETAS


Concepção artística mostra correntes de gás e poeira cósmica ao redor da HD 142527, estrela a 450 anos-luz da Terra. Teoria de um grupo internacional de astrônomos afirma que essa ponte de sujeira cósmica foi formada por um planeta gigante que "engole" material na órbita da jovem estrela ESO  

Uma equipe internacional de astrônomos detectou, pela primeira vez, correntes densas de gás saindo da jovem estrela HD 142527, desenhando um enorme disco de poeira cósmica ao seu redor. Segundo estudo publicado na revista Nature, o fenômeno nunca antes observado parece ser uma etapa fundamental no nascimento de grandes planetas.  

O grupo diz que o espaço formado por prováveis planetas gasosos e gigantes em volta da estrela que está a 450 anos-luz da Terra pode ter esculpido a divisão dos "discos empoeirados" (interior e exterior). De acordo com a teoria, os planetas crescem à medida que capturam o material do lado de fora do disco, formando uma ponte densa de gás que atravessa o espaço vazio até na parte de dentro do disco – como se eles estivessem "limpando" suas órbitas enquanto rondam a HD 142527.  

Usando o telescópio Alma, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), a equipe liderada por Simon Casassus, da Universidade do Chile, descobriu que a dimensão entre o disco interior e a estrela é similar à órbita de Saturno no Sistema Solar e também que disco exterior não circunda uniformemente o corpo celeste (o estudo o descreve como uma ferradura).  

Segundo o autor, essas são duas fortes evidências de que há um planeta na órbita da estrela. Não só devido ao espaço vazio, já que outra estrela teria "limpado" melhor o local sem deixar um rastro de poeira cósmica, mas também pelo formato irregular do disco externo, que pode ser causado pelo campo gravitacional do objeto não encontrado.  

"Nós acreditamos que há um planeta gigante escondido ali que dá origem a estas duas correntes. Os planetas crescem ao capturar gás do disco exterior, mas eles são ‘porcalhões’: o resto de gás que eles jogam alimenta o disco interior que se situa em volta da estrela", conclui Sebastián Pérez, também da Universidade do Chile. 

 UOL Notícias

CONSTELAÇÃO DE ÓRION NUVENS ATRAVESSAM A NEBULOSA


Viajando a centenas de quilômetros por segundo, “balas” (na verdade, densas nuvens de partículas, que aparecem em azul na imagem) atravessam a Nebulosa de Órion, localizada a cerca de 1,5 mil anos-luz da Terra. Cada uma tem, em média, dez vezes o tamanho da órbita de Plutão e foi “disparada” por estrelas em formação. Os rastros alaranjados (que têm cerca de 0,2 ano-luz) são resultados do choque entre as “balas” e as nuvens de hidrogênio da nebulosa.


A imagem (infravermelha) foi obtida com o telescópio Gemini South, localizado no Chile. Graças a um sistema óptico acoplado ao telescópio, os cientistas conseguiram capturar um retrato bastante nítido da região (cinco lasers serviram de guia para compensar as interferências da atmosfera terrestre).

Nasa

MAIOR ESTRUTURA JÁ VISTA NO ESPAÇO


Astrônomos descobriram a maior estrutura já vista no espaço: um grupo tão gigantesco de quasares que a luz demoraria 4 bilhões de anos para atravessar sua dimensão - um quasar, normalmente, atinge 10 milhões de anos-luz. Ele é tão grande que desafia o Princípio Cosmológico, teoria de Albert Einstein que sugere que a noção do Universo em grande escala parece a mesma, não importa a direção e a localidade de onde você o observa. Segundo artigo no 'Monthly Notices da Royal Astronomical Society', a estrutura celeste abrange 1.600 vezes a distância entre as galáxias Via Láctea e Andrômeda

ESO/M. Kornmesser

EXPANSÃO DO UNIVERSO

Concepção artística mostra escada em que
 corpos celestes são como 'degraus'  Nasa/JPL

Astrônomos estão melhorando a escala de distância cósmica para medir o tamanho, a idade e a taxa de expansão do Universo, por meio de dados de luz infravermelha captados pelo Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa.

Um estudo sobre o tema, liderado pela pesquisadora Wendy Freedman, dos Observatórios do Instituto Carnegie para a Ciência, em Pasadena, no estado americano da Califórnia, será publicado na revista "Astrophysical Journal", mas já está disponível na internet.

Na concepção artística abaixo, a "escada" simboliza uma série de estrelas e outros objetos celestes dentro de galáxias cuja distância em relação à Terra já é conhecida.

Ao combinar essas medidas com a velocidade com que os corpos estão se afastando de nós, os cientistas podem calcular a taxa de ampliação do Universo, também chamada de constante de Hubble – nome dado em homenagem ao astrônomo Edwin P. Hubble, que surpreendeu o mundo em 1920 ao confirmar que o Universo tem crescido desde a explosão do Big Bang, há 13,7 bilhões de anos.

Como o Spitzer consegue ver através da poeira cósmica, percebe o brilho e, portanto, a distância das estrelas com maior precisão. Dessa forma, o nível de expansão do Universo pode ser calculado de uma forma mais certeira.

No fim dos anos 1990, os cientistas descobriram que a ampliação do cosmos está se acelerando com o passar do tempo, e compreender isso é fundamental para saber a idade e o tamanho do Universo. No ano passado, esse achado rendeu o prêmio Nobel de Física para três pesquisadores americanos.

Algumas estrelas pulsantes, chamadas de Cefeidas, são "degraus" vitais da escada cósmica. Isso porque a distância delas em relação ao nosso planeta pode ser facilmente medida. Desta vez, o telescópio da Nasa observou dez Cefeidas na Via Láctea e outras 80 em uma galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães.

Ao contrário do Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, que observa o Universo em luz visível, o Spitzer usa ondas infravermelhas para a medição e, assim, baixa os níveis de incerteza para 3%, o que os astrônomos consideram um salto de precisão.

Os atuais resultados também foram combinados com informações sobre matéria escura publicadas pela sonda Wilkinson Microwave Anisotropy, da Nasa.

G1

FAIXA NO ESPAÇO DEZ VEZES MAIS COMETAS QUE CINTURIÃO DE KUIPER


Astrônomos detectaram um grande cinturão de cometas ao redor de dois sistemas planetários que têm super-Terras (massas entre duas e dezoito vezes maiores que a da Terra). O observatório Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), detectou tantos sinais de poeira fria nessas regiões (a 200 graus Celsius negativos) que elas podem ter pelo menos dez vezes mais cometas que o Cinturão de Kuiper, que fica no nosso Sistema Solar.   O sistema GJ 581 tem ao redor de uma estrela anã ao menos quatro planetas – inclusive um que está na zona habitável, chamada de zona Goldilocks, a uma distância do Sol que permite ser encontrada água líquida em sua superfície – e o 61 Vir possui outros dois planetas na órbita de uma estrela um pouco menor que o nosso Sol.   Os dois sistemas, no entanto, não hospedam planetas gigantes, o que pode explicar densidade dessa faixa. Segundo os cientistas, a interação gravitacional entre Júpiter e Saturno, os maiores do nosso Sistema Solar, pode ter sido responsável por forçar, há bilhões de anos, um dilúvio de cometas do Cinturão de Kuiper, reduzindo a quantidade desses corpos celestes na região de uma só vez.   “As novas observações nos dão pista de que é possível ter um cinturão de cometas e planetas gigantes no mesmo sistema, mas, diante de um sistema com apenas planetas de massas menores, o cinturão fica mais denso [de cometas]”, explica Mark Wyatt, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que liderou o estudo. “Nós acreditamos que a ausência de um planeta como Júpiter nesses sistemas evita que ocorra um ‘bombardeamento’ no céu, e que tenham um evento gradual de chuva de cometas por bilhões de anos.”   UOL Notícias