domingo, 17 de outubro de 2010

A LUZ INFORMACIONAL DE UMA ESTRÊLA ADENTRANDO CÉREBROS PODE ALTERAR O COMPORTAMENTO COLETIVO DA HUMANIDADE


90% do DNA intriga e tira o sono de pensadores como eu a muito tempo. Considerado DNA-Lixo, essa quase totalidade do DNA parece não ter utilidade alguma, pois parece que nada produzem em têrmos de proteínas ou enzimas, é composto de longas repetições de mesmas bases (AAAAAAAAA… ou, GGGGGGGGGGG…) e isso aparentemente não contem nenhuma mensagem, não codificam para nada.

Porque a Natureza teima em não descartar essa região por desuso, que vem passando de geração a geração, de espécie a espécie, por três ou mais bilhões de anos?! Mas esta visão de DNA-Lixo é própria da Teoria Biológica Acadêmica, pois na Teoria da Matriz/DNA os modêlos sugerem uma explicação do que é, para o que decodifica, qual a mensagem inscrita ali, e que portanto não pode ser descartada de maneira alguma.

No período de desenvolvimento desde um óvulo fecundado até o embrião pronto para nascer, o corpo humano passa por formas inacreditáveis, como a mórula que se vista por um micróbio existindo dentro dela pareceria o universo cheio de galaxias espalhadas no espaço, e depois a grosso modo recapitula as formas de todas as espécies ancestrais vivas, de répteis a peixes a mamíferos inferiores.

Quando vamos construir uma segunda casa já tendo construído uma primeira, não podemos começar do solo para cima, e sim temos que fincar alicerces raízes na profundeza do solo para dar firmeza ao edificio, repetir as mesmas operações anteriores. Uma grande árvore jamais existiria sem suas raízes ocultas no solo. Seria justificável considerar as raízes como “lixo”?

Desde que nossos modêlos foram encontrar as origens do DNA tempos antes do Big Bang quando descobriu que vórtices semi-materiais apresentariam sete forças brutas que se tornaram com a evolução nas sete propriedades vitais que alimentam nossos corpos humanos, o nosso DNA de repente se revelou como apenas uma mera forma temporária de uma Matriz Universal que existe a pelo menos 13,7 bilhões de anos e vem evoluindo sistemáticamente.

Nós hoje somos o real universo que adquiriu pernas, caminha, e através de nós começa a ter os primeiros lampejos de auto-consciência de sua existência; o resto que está lá fora, esse imenso céu estrelado que vemos nas noites iluminadas, são os corpos e fósseis de nossos ancestrais, dos quais emergimos como vírus internos ( nós terrestres e outros mais irmãos genes nossos que devem existir em muitos lugares).

Então, pelos modêlos da Matriz, os 90% do DNA registrariam tôdos os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica, a qual se extende nas profundezas do tempo e espaço como raízes profundas sem as quais nossos corpos e nosso DNA não poderiam existir. As longas repetições de mesmas bases registrariam os espaços do tempo em que os acontecimentos da matéria astronômica na sua escala de tempo astronomico e na sua forma de hardware, estiveram quase paralizados, flutuando como nebulosas de átomos ou galáxias, esperando que suas recentes evoluções fossem assimiladas e incorporadas no seu aspecto de software o qual se constitui naquele invisivel comando de instruções dos códigos no DNA e mais tarde se constituiu nessa nossa invisivel mente.

É preciso aqui conhecer como a evolução se dá por ondas como as marés que vai e vem, e quando retornam quase ao centro do oceano vão buscar fôrças para uma nova onda, quando parece que o tempo retorna do futuro em direção ao passado, mas que se explica por exemplo como a evolução parou no dinossauro improdutivo para retornar ao menor réptil e daí retornar com a forma do mamifero. Êsse retorno que parece involutivo tem que ser registrado na História pois ele consumiu um tempo que é necessario ser registrado para imprimir uma sequencia gradual racional e lógica de causas e evfeitos da evolução.

Bem, agora deparamos com a divulgação de um assunto que eu nunca tivera conhecimento antes, que parece fantasioso, mas que parece fazer sentido e de repente lançou uma nova luz na cosmovisão da Matriz. Desde que a luz ou energia que possa alcançar a Terra vinda de galaxias ou estrelas distantes demora o tempo necessario para sua viagem até aqui, entendemos que quando ela chega aqui ela partiu de lá numa época muito remota. Ou seja, essa luz ou energia vem do nosso passado, do corpo de um nosso antiquíssimo ancestral. E considerando-se que o nosso DNA deve conter registrado nêle a existencia dêsse ancestral, o que deveria na lógica acontecer, quando os fótons que registram a imagem do viajante se encontrarem com o próprio viajante?! 

A luz da estrêla nossa ancestral, que vindo na forma de bits-informação do corpo da estrela (na forma de fótons, que são fantasmas de luz que adentram toda a matéria e podem passear em nossos corpos livremente), vêm visitar nosso DNA. Como se fôsse um telespectador assistindo uma história. E de repente encontra-se a si própria, e não apenas à sua imagem que foi incorporada à fita do DNA.

O que poderia acontecer? Senão uma rápida fusão num só evento dentro de um ponto no espaço-tempo? Se você fosse um astronauta saindo agora da Terra viajando por 50 anos do tempo terrestre e retornasse com o mesmo corpo ã Terra no ano de 2060? Seu corpo se existisse estaria velhinho mas o DNA seria o mesmo, ou seja um sósia perfeito seu. Não vamos nem tentar imaginar o que aconteceria entre o velhinho e você mas supomos que em algo iria influir na vida do velhinho.

luz de um astro celeste emitida quando ele se transformou numa supernova chegou agora á Terra, adentrou o nosso cérebro e parece estar fazendo, em algumas pessoas mais sensíveis a ela, a glandula pineal vibrar ou emitir manifestações incomuns, parecendo que está alterando algo no DNA.

Será que fotons iguais se fundem? Será que se colam como sósias? Será que se auto-anulam como acontece quando uma particula material se encontra com sua antimatéria? Infelizmente o reino ou dimensão dos fotons ainda está muito distante do alcance de nossos instrumentos cientificos e não conseguimos captar o que acontece nessa dimensão. Dada a possibilidade de que nossa vida, nossa saúde e comportamento, estejam sendo influenciados pelas intimas dimensões das particulas que são os tijolinhos basilares do nosso corpo, seria burrice ignorar-mos essa possibilidade e eliminar-mos o estudo dela. 

 theuniversalmatrix.com/pt-br

DNA E AS EMOÇÕES

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico. Nessa experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição desses fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro desse recipiente. Esse era o resultado esperado. Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Dessa vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA.

Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos. Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA.

A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.

O segundo experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em um local e submetido a "estímulos emocionais" provenientes de videoclipes que geravam emoções ao doador.

O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas) o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isso?

Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!) Esse experimento relaciona-se diretamente com a situação com o antrax (doença infecciosa).

Nesse experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais prístina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podia medir suas alterações. 28 amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e SENTIR sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.

Você já se sentiu alguma vez "descarregado" por emoções negativas? Agora já
sabe por que seu corpo também se descarrega! Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles. Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor.

Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço, essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Essa energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos. Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA.

A que estão conectadas as partículas de luz?  Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.