sábado, 15 de junho de 2013

AGLOMERADO DE GALÁXIAS GIGANTE POSSUI 800 TRILHÕES DE SÓIS

Astrônomos descobriram o maior aglomerado de galáxias já visto até hoje, a uma distância de 7 bilhões de anos-luz da Terra. Esse aglomerado, chamado de SPT-CL J0546-5345, suportaria cerca de 800 trilhões de sóis e centenas de galáxias.

Segundo os cientistas, aglomerados de galáxias como este podem ser usados para estudar como a matéria escura e a energia escura influenciaram o crescimento das estruturas cósmicas. Há muito tempo atrás, o universo era menor e mais compacto e a gravidade tinha maior influência.

Assim, era mais fácil para os aglomerados de galáxias crescerem, sobretudo em áreas em que eram mais densos do que os seus arredores. Conforme o universo se expandiu a um ritmo acelerado, devido à energia escura, cresceu mais difuso. A energia escura agora domina a força da gravidade e impede a formação de novos aglomerados de galáxias.

O aglomerado descoberto está entre os aglomerados mais maciços encontrados a esta distância. Localizado no sul da constelação de Pictor (O pintor), a distância de cerca de 7 bilhões de anos-luz significa que os seres humanos podem ver o aglomerado da forma como ele se parecia 7 bilhões de anos atrás, quando o universo tinha metade da idade que tem agora, e o nosso sistema solar ainda não existia.

Mesmo nessa idade, esse aglomerado era tão grande quanto o aglomerado de Coma, nas proximidades. Desde então, ele deve ter crescido cerca de quatro vezes. Se pudéssemos vê-lo como ele se apresenta hoje, seria um dos aglomerados mais massivos do universo.
Segundo os cientistas, esse aglomerado está cheio de galáxias “velhas”, o que significa que nasceu cedo na história do universo, nos primeiros dois bilhões de anos.

O objetivo principal da pesquisa é encontrar uma grande amostra de aglomerados de galáxias maciças a fim de medir a equação de estado da energia escura, o que caracteriza a inflação cósmica e a expansão acelerada do universo.

Outros objetivos incluem compreender a evolução do gás quente dentro dos aglomerados de galáxias, estudar a evolução das galáxias massivas nos aglomerados, e identificar galáxias distantes formadoras de estrelas.

A equipe do estudo espera encontrar muitos outros aglomerados de galáxias gigantes distantes da Terra, assim que a varredura por telescópio for concluída. 

ScienceDaily

ESTRELAS SÃO USINAS DE RECICLAGEM GALÁCTICA

Um longo mistério de como as estrelas agonizantes liberavam material para formar planetas agora parece estar resolvido. Os cientistas encontraram grãos de poeira com tamanho suficiente para serem expelidos com a luz dos corpos celestes.

A equipe de astrônomos da Austrália e da Europa analisou três estrelas gigantes vermelhas que foram um dia como o nosso sol, mas ficaram sem “combustível” de hidrogênio e cresceram até proporções enormes.

Essas estrelas liberam muito de sua massa na forma de gás ou grãos de minerais, até se tornarem anãs brancas.

O autor líder do estudo, Barnaby Norris, afirmou que as estrelas são “usinas de reciclagem galáctica” – o material que elas liberam “vai formar a próxima geração de estrelas e planetas”.

Disucussão polarizada
O que confundia os astrônomos era como o material era expelido. Modelos de computador sugeriam que as partículas que vinham das estrelas seriam tão pequenas que elas iriam simplesmente absorver a luz ao seu redor e aquecer.

A equipe refinou o método, usando diferentes polarizações de luz. Como resultado, eles conseguiram distinguir objetos separados por apenas bilionésimos de graus celestes.

Eles descobriram que a esfera de poeira que circundava as anãs vermelhas era menor do que muitos modelos sugeriam – cerca de duas vezes o raio da própria estrela.

Como os grãos de poeira dividem a luz de maneira diferente, dependendo da cor que os atingem, a equipe conseguiu analisar dados de diferentes espectros e determinar um padrão de tamanho: não muito mais do que metade de um milionésimo de metro.

Isso é muito maior do que o antecipado, explica Norris. E suficiente para explicar como a poeira é expelida. “Os grãos de poeira são como várias velas pequenas no vento, que nesse caso é a luz estelar”.

“O mecanismo pelo qual a massa é transportada dessas estrelas é um dos maiores mistérios da astronomia estelar, e ajuda no entendimento de como os elementos pesados são espalhados pelo universo. Nosso estudo é uma pequena peça desse quebra-cabeça”, afirmaram os pesquisadores. 

BBC

BILL GATES CODEX LEICESTER REPRESENTA BUSCA CONSTANTE POR CONHECIMENTO

O presidente e cofundador da Microsoft, Bill Gates, revelou durante uma entrevista ao programa 60 Minutes, da rede americana CBS, que uma de suas maiores fontes de inspiração é um manuscrito de Leonardo da Vinci que comprou por 30,8 milhões de dólares em 1994.
"Da Vinci tinha um entendimento sobre a ciência que era muito mais avançado que o de qualquer outra pessoa nesse tempo", afirmou o empresário em um trecho da conversa com o apresentador Charlie Rose, que vai ao ar no próximo domingo. Para o cofundador da Microsoft, a obra representa a busca constante por conhecimento.
Elaborada pelo gênio renascentista italiano no início do século XVI, a obra adquirida por Gates é conhecida como o Codex Leicester, tem 72 páginas e guarda observações, desenhos e diagramas sobre diversos assuntos, entre eles as propriedades da água, do ar, das rochas e da Lua. O manuscrito é considerado o mais valioso do mundo e antes de ser comprado por Gates passou mais de dois séculos nas mãos dos descendentes do primeiro conde de Leicester, Thomas Coke.


Revista Veja
Codex Leicester ou Códice Hammer refere-se a uma compilação de textos e desenhos de Leonardo da Vinci que foram coletados entre 1508 e 1510. Trata-se de uma ampla variedade de tópicos, que incluem estudos de Astronomia, Meteorologia, Hidráulica, Cosmologia, Geologia, Paleontologia e entre outros estudos cientificos e técnicos. Algumas das escrituras apresentam textos autobiográficos e histórias de viagens apoiados por excelentes ilustrações e desenhos.1 A designação de Hammer reporta ao fato do documento possuir uma distinta importância artística e histórica, para além de outrora ter pertencido a uma família com o mesmo nome por vários anos. O códice foi posteriomente intítulado Conde de Leicester, por Thomas Coke que o havia comprado em 1717. Das 30 publicações científicas de Leonardo, o Codex é considerada a mais famosa de todas.2

Este códice havia sido adquirido por Bill Gates (fundador da Microsoft) no montante de 30802500 $, na casa de leilões Christie's, em Nova Iorque, a 11 de novembro de 1994. O documento esteve em exposição durante a EXPO´98, em Lisboa.

O manuscrito, conservado no Museu Britânico de Londres, inclui cadernos com diversos conteúdos, compilados por Leonardo na última fase da sua vida, regressando ao tema da água, tendo expressado mesmo a intenção de abordar o tema num volume a que pensava dar o título de "Primeiro Livro da Água".3

Apresenta-se na forma de 18 folhas duplas ou em 72 páginas no formato de 21,8 x 29,5 centímetros. O seu contéudo expõe uma visão geral acerca deste artísta, cientísta e pensador renascentista. É uma extraortinária representação da relação entre arte e ciência, bem como da criatividade no processo científico.

Wikipédia

LEONARDO DA VINCI CODEX LEICESTER

Codex Leicester ou Códice Hammer refere-se a uma compilação de textos e desenhos de Leonardo da Vinci que foram coletados entre 1508 e 1510. Trata-se de uma ampla variedade de tópicos, que incluem estudos de Astronomia, Meteorologia, Hidráulica, Cosmologia, Geologia, Paleontologia e entre outros estudos cientificos e técnicos. Algumas das escrituras apresentam textos autobiográficos e histórias de viagens apoiados por excelentes ilustrações e desenhos.1 A designação de Hammer reporta ao fato do documento possuir uma distinta importância artística e histórica, para além de outrora ter pertencido a uma família com o mesmo nome por vários anos. O códice foi posteriomente intítulado Conde de Leicester, por Thomas Coke que o havia comprado em 1717. Das 30 publicações científicas de Leonardo, o Codex é considerada a mais famosa de todas.2

Este códice havia sido adquirido por Bill Gates (fundador da Microsoft) no montante de 30802500 $, na casa de leilões Christie's, em Nova Iorque, a 11 de novembro de 1994. O documento esteve em exposição durante a EXPO´98, em Lisboa.

O manuscrito, conservado no Museu Britânico de Londres, inclui cadernos com diversos conteúdos, compilados por Leonardo na última fase da sua vida, regressando ao tema da água, tendo expressado mesmo a intenção de abordar o tema num volume a que pensava dar o título de "Primeiro Livro da Água".3

Apresenta-se na forma de 18 folhas duplas ou em 72 páginas no formato de 21,8 x 29,5 centímetros. O seu contéudo expõe uma visão geral acerca deste artísta, cientísta e pensador renascentista. É uma extraortinária representação da relação entre arte e ciência, bem como da criatividade no processo científico.


Wikipédia

ZECHARIA SITCHIN CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA

Você pertence a um pequeno numero de estudiosos que conseguem ler as tábulas de argila encontradas na Mesopotâmia. O que despertou seu interesse nelas?  Isso vem desde os meus dias de escola. Estávamos estudando a Bíblia (Antigo Testamento) em seu idioma original, o hebraico; chegamos ao capítulo 6 do Gênesis, a história do Dilúvio. O capitulo começa com vários versos enigmáticos, dizendo-nos que no tempo pouco ante do Dilúvio, "havia gigantes sobre a Terra", e eles se casaram com as Filhas do Homem e tiveram filhos delas. E eu levantei a mão e perguntei à professora: por que a senhora diz "gigantes" quando a palavra na Bíblia é Nefilim, que significa "aqueles que desceram", e não "gigantes"? Em vez de me elogiar por meu conhecimento de hebraico, ele me repreendeu. Não se questiona a Bíblia! E isso me magoou muito e me deixou pensando quem eram os Nefilim, e por que eles eram assim chamados. Com o tempo, eu descobri que aqueles versículos (assim como a história toda do Grande Dilúvio) se originava de um povo chamado sumério, que milhares de anos antes de a Bíblia ser composta, escreveu em tábulas de argila a história e a pré-história da Humanidade. Assim, esta foi a origem de meu interesse nas antigas tabulas da Mesopotâmia. 

E o que as tábulas diziam?  As tabulas diziam que de fato houve um Dilúvio que engolfou a terra habitada e que milhares de anos antes de ele acontecer os Anunnaki, que em sumério significa "aqueles que vieram do céu para a terra", vieram à Terra de seu planeta Nibiru, e foram os Elohim ("deuses") que disseram uns para os outros: Vamos criar Adão à nossa imagem evoluída na Terra ao nível do Homo Sapiens.

Outros concordam que era isto o que as tabulas diziam? 
Sim, é claro que outros estudiosos concordam que é isto o que as tabulas dizem, porque depois que elas foram encontradas por arqueólogos nos últimos 150 anos e decifradas e traduzidas (começando com George Smith, "The Chaldean Account of Genesis", em 1876, e L. W. King, "The Seven Tablets of Creation", em 1902), não havia como negar isso. Mas pelo fato de as histórias envolverem os chamados deuses dos povos antigos, eles foram considerados mitos -"mitologia'. Além disso, a idéia de seres com forma humana vindos para a Terra de outro planeta - astronautas antigos - era, é claro, impensável naquela época; assim, tinha de ser mitologia e não registros factuais. Mas quando eu comecei a pensar seriamente que não, aqueles eram registros de eventos que realmente aconteceram, estávamos no começo da Era Espacial, assim para mim fazia sentido; e quando li os textos antigos deste ponto de vista, tudo começou a ficar claro.

Mas agora que sabemos que as viagens espaciais são possíveis, por que os outros ainda acham que esses eventos são mitologia?  Por causa de Nibiru, planeta deles, 
e a aceitação da idéia de que não estamos sós.

O senhor pode explicar? Sim, eu posso tentar explicar. Mesmo aqueles que aceitam a probabilidade de vida inteligente em outros lugares do universo, dizem que o sistema estelar mais próximo com possibilidade de ter planetas com vida está tão distante que ninguém daqui conseguiria ir lá e certamente não poderia ir e vir, para lá e para cá, como faziam os Anunnaki. Mas concluí que o planeta deles pertence a nosso sistema solar, com um período orbital de cerca de 3.600 anos, portanto, essa viagem espacial de lá para a Terra é muito exeqüível durante tais órbitas. Isso justifica chamar os Anunnaki pelo nome tabu de "extraterrestres". Que é usado por pessoas que acreditam em OVNI, etc., mas é tabu para os acadêmicos do establishment.

Algum planeta, hoje pertencente a nosso sistema solar, foi descoberto?  Durante muitas décadas, muitos astrônomos estavam convencidos de que há mais um planeta além de Plutão. Eles o chamam de "Planeta X", significando desconhecido bem como "décimo planeta" (Eu me refiro a Nibiru como o décimo segundo planeta, porque os sumérios contavam o sol e a lua e 10 planetas para um sistema solar de 12 elementos). Uma pessoa que procurou o planeta foi o Dr. Robert Harrington do Observatório Naval dos Estados Unidos (que faz parte do Departamento de defesa americano), que concordou com minha teoria sobre os sumérios. (o desenho que ele me mandou está em meu livro Gênesis Revisitado). Perturbações nas órbitas de Netuno e Plutão indicam a existência de força gravitacional de outro planeta. A nave espacial Pioneer 10 mostra indicações semelhantes desde que o planeta grande e distante também nas fronteiras do sistema solar. Em 1983, a nave espacial IRAS descobriu que tal corpo celeste estava de fato se movendo em direção a nossa parte do sistema solar - como Nibiru faria. Mas todas essas descobertas, mesmo quando relatadas, são logo negadas e tratadas como algo que seria melhor ignorar. 

Por quê? Porque reconhecer a existência de mais um planeta é confirmar o conhecimento que os sumérios tinham de Nibiru; e uma vez que tal conhecimento (sem telescópios e veículos espaciais) só poderia vir dos Anunnaki, isso significa confirmar a palavra tabu "extraterrestres". 

Então, o problema é de aceitação científica? A comunidade científica começa a perceber que muitas das últimas descobertas - no espaço, na astronomia, na biologia/genética, na geologia - corroboram minha abordagem quanto aos textos sumérios. Eu dediquei um livro à comparação do conhecimento dos antigos com as descobertas modernas (Genesis Revisited), e estou atualizando este aspecto em meu site de internet SITCHIN.Com. Mas existem, é claro, outras razões para a não-aceitação, por exemplo, fundamentalistas que insistem que o Céu e a Terra foram criados em apenas seis dias. 

Estas atitudes estão mudando?  Sim, estão. Um de meus maiores fãs é um padre católico na Califórnia que disse que a compreensão de que os deuses antigos eram apenas emissários de Deus, com D maiúsculo, reforçou a crença dele em um Criador Universal. No ano passado, em uma conferência na Itália, tive um diálogo em público com um teólogo do Vaticano, Monsenhor Balducci, que admirava minha pesquisa e concordou comigo de que (a) pode haver seres inteligentes em outro planeta e (b) que visitas de extraterrestres à Terra são possíveis. Eu relato o diálogo em meu site de Internet. 

Isso tudo é só sobre o passado? O senhor disse que os Anunnaki estavam indo e vindo. Eles estão ainda hoje indo e vindo?  Meus escritos, como você apontou, são baseados em fontes da Antigüidade, desde os sumérios e depois outras fontes. Mesmo o Novo Testamento nos deixa a alguns 2000 anos atrás. Assim, discutir o que aconteceu depois disso requer uma mudança de enfoque, lidar com novas evidências - talvez menos com escritos claros e mais com a interpretação das evidências físicas, o que pode ser controvertido. 

O senhor pode explicar o que quer dizer com "mudança de enfoque"? Com relação a registros escritos do Oriente Próximo antigo eu sinto uma grande certeza, uma vez que posso ler as tábulas eu mesmo e consigo ler o Antigo Testamento em hebraico. Sei o que dizem e aceito o que dizem como informação factual. Depois que deixamos essa região e aquela época, mesmo começando com o Egito antigo, temos de confiar na compreensão e em evidências datadas de natureza física, tais como as pirâmides no Egito, pinturas em cavernas como no Brasil, estruturas enigmáticas como em Tiwanaku (Peru) ou nas Linhas de Nazca, e ter a ajuda de reminiscências orais, que são chamadas de "lendas", em vez de escritas.

O senhor trata disso em seu livro Os Reinos Perdidos, então acredita que esses lugares e suas lendas dão continuidade à mesma história? Sim. Eu mostro que a principal divindade da Meso-América, Qetzalcoatl (A Serpente Alada) era o deus egípcio Thoth, que era o deus sumério Ningishzidda, e eu então explico não apenas a semelhança das pirâmides, mas também a aparição dos Olmecs - um povo de descendência africana que inexplicavelmente veio para o México em cerca de 3100 AC e trouxeram a Mãe Civilização aos nativos. O mesmo ocorre com outras divindades da Antigüidade. Quando se estudam as "mitologias" de toda parte, parece haver panteões diferentes com muitos deuses diferentes. Mas quando se constata que os nomes diferentes têm o mesmo significado nas diferentes línguas, percebe-se que todos estão falando sobre os Anunnaki dos sumérios. Assim, o pai de Qetzacoalt /Thoth/Ningishzidda era Enki, a quem os egípcios chamavam Ptah. Ele era também o pai do deus egípcio Ra, conhecido por outros como Marduk.

Uma mudança na arena do drama de deuses e homens? Uma mudança de enfoque, uma mudança nas evidencias. Um novo capítulo, mas no mesmo livro. Ao tratar o que aconteceu no Novo Mundo como parte da história que começou no Velho Mundo, é possível entender melhor as evidências físicas e levar mais a sério as "lendas". 

O senhor está convencido de que "eles" estiveram aqui... Eles ainda estão aqui? Isso nos afasta do que eu considero fato - sim, eles estiveram aqui - e vai para a especulação, que também significa profecia. Porque a questão é, antes que alguém pergunte se eles ainda estão aqui: eles foram embora? E se foram embora, vão voltar? Não quero especular se eles estão aqui, porque isso leva a conversas sobre conspirações, etc. - com que eu não tenho absolutamente nenhuma ligação. Prefiro não especular. 

Mas o senhor disse em suas palestras e vídeos que "o passado é o futuro", então o senhor deve acreditar em algo? É verdade, porque se alguém considera as fontes bíblicas como os legado de tempos mais remotos, então devemos trocar a palavra "especulação" por "profecia". É a propria bíblia - que eu considero um documento histórico em vez de teológico - que no final do primeiro milênio AC mudou de (a) história da criação, (b) as ações dos Anunnaki no período que antecedeu o Dilúvio, (c) as civilizações humanas pós-Dilúvio, os tempos históricos; para (d) previsões de coisas por acontecer, que são chamadas "profecias". E ela diz repetidamente: "os últimos serão os primeiros", ou no Livro da revelação: "Eu sou o Alfa e o Omega, eu sou o primeiro e o último." 

Então, o que aconteceu vai acontecer novamente? Um ciclo de eventos como os calendários maias? Sim, como os calendários maias que estão atrelados às crenças mesopotâmicas de que o Grande Deus Qetzalcoatl, "a Serpente Alada", que se foi, mas prometeu retornar. Assim o calendário está atrelado ao Retorno esperado. A conclusão inevitável é que, com base em profecias bíblicas, atém mesmo em crenças mesopotâmicas, um Retorno - o que os judeus chama de tempos messiânicos, e os cristãos chamam de a Segunda Vinda - vai acontecer. 

Seria esta data o ano de 2012, que alguns atribuem ao calendário maia?  Esta data (ou um pouco depois dela, dependendo de como se conta) surgiu de uma suposição de que o grande ciclo dos maias seria concluído com 13 grandes ciclos, mas por que não 14 ou 15? Estou mais inclinado a basear minha pesquisa no calendário introduzido pelos próprios Anunnaki - o calendário zodiacal. 

E o que o senhor vê no calendário zodiacal?  
Os dados apontam para a Era de Peixes como a época do aparecimento da espaçonave deles entre Marte e a Terra, e nós ainda temos de esperar o século XXI, este século, para chegar em Peixes...

Isso é bastante especifico para alguém que não gosta de especular... Então, que tal deixarmos as coisas assim? 

Uma última pergunta: O senhor escreveu oito livros; há mais a caminho?  É claro... Ainda há muito mais a contar. De fato, o novo livro, que sai em alguns meses, vai reapresentar as Memórias e Profecias de Enki.

Enki, aquele que chegou aqui como o primeiro líder, o Forjador da Humanidade? Sim..

Os livros de Zecharia Sitchin estão sendo publicados no Brasil em português EDITORA NOVA CULTURAL
Rua Paes Leme, 425 - Pinheiros - SP 
CEP: 0524-010 - tel: (11) 816-5667 - Fax: (11) 872-3220.
Os títulos dos livros são:
· O décimo Segundo Planeta (The 12th Planet )
· A Escada para o Céu (The Stairway do Heaven)
· Guerras de Deuses e Homens (The Wars of Gods and Men)
· Os Reinos Perdidos (The Lost Realms)
· Gênesis Revisitado (Genesis Revisited)
· When Time Began : a ser lançado
· Divine Encounters : a ser lançado
· The Cosmic Code : a ser lançado

NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de Enlil com o IAHWEW biblico.Outros autores, porem, pensam assim, Neil Freer, por exemplo.

www.jornalinfinito.com.br/

SETE FATOS SURPREENDENTES DO UNIVERSO

A cada dia, novas descobertas assustam e deixam os astrônomos perplexos. Muitas coisas que sabemos sobre o universo ainda não têm explicação. Confira algumas das coisas mais interessantes sobre o universo em que vivemos:
O universo é (muito) antigo. O universo começou com o Big Bang. Os cientistas estimam que ele tenha cerca de 13,7 bilhões de anos (para mais ou menos 130 milhões de anos).

Os astrônomos fizeram esse cálculo através da medição da composição da matéria e densidade de energia no universo, o que lhes permitiu determinar quão rápido o universo expandiu-se no passado. Como resultado, eles poderiam “voltar no tempo” e identificar quando o Big Bang ocorreu. O tempo entre a explosão e agora compõe a idade do universo.
Na década de 1920, o astrônomo Edwin Hubble fez a descoberta revolucionária de que o universo não é estático, mas sim está se expandindo.
Por muito tempo se pensou que a gravidade da matéria no universo tornaria essa expansão lenta, ou até mesmo faria com que ela se contraísse.

Em 1998, o Telescópio Espacial Hubble estudou supernovas muito distantes e concluiu que, há muito tempo, o universo estava se expandindo mais lentamente do que acontece hoje. Esta descoberta intrigante sugeriu que uma força inexplicável, chamada energia escura, é o motor da expansão acelerada do universo.
Enquanto a energia escura pode ser a força estranha que está puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores, ela continua a ser um dos maiores mistérios da ciência, já que sua detecção permanece indefinida.
O universo está acelerando. A misteriosa energia escura não só pode ser a condução da expansão do universo, como parece estar puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores. Em 1998, duas equipes de astrônomos anunciaram que não o universo não estava apenas em expansão, mas acelerando também.

Segundo os pesquisadores, quanto mais longe uma galáxia está da Terra, mais rápido ela está se afastando. A aceleração do universo também confirma a teoria de Albert Einstein da relatividade geral, e, ultimamente, os cientistas têm revivido a constante cosmológica de Einstein para explicar a estranha energia escura que parece neutralizar a gravidade e fazer com que o universo se expanda a um ritmo acelerado.

Três cientistas ganharam o Prêmio Nobel 2011 de Física por sua descoberta de 1998 de que a expansão do universo estava se acelerando.
O universo pode ser plano. A forma do universo é influenciada pela luta entre a força da gravidade (com base na densidade da matéria no universo) e sua taxa de expansão.

Se a densidade do universo exceder um certo valor crítico, então o universo seria “fechado”, como a superfície de uma esfera. Isto implica que o universo não é infinito, mas não tem fim. Neste caso, o universo eventualmente irá parar de se expandir e começar a colapsar sobre si mesmo, em um evento conhecido como “Big Crunch”.

Se a densidade do universo for menor que o valor de densidade crítica, então a forma do universo seria “aberta”, como a superfície de uma sela. Neste caso, o universo não tem limites e vai continuar a se expandir para sempre.

No entanto, se a densidade do universo for exatamente igual à sua densidade crítica, então a geometria do universo é “plana”, como uma folha de papel. Nesse caso, o universo não tem limites e se expandirá para sempre, mas a taxa de expansão irá gradualmente se aproximar de zero depois de uma quantidade infinita de tempo. Medições recentes sugerem que o universo é plano, com uma margem de cerca de 2% de erro.
O universo está cheio de coisas invisíveis, é majoritariamente composto de coisas que não podem ser vistas. Na verdade, as estrelas, planetas e galáxias que podem ser detectadas representam apenas 4% do universo. Os outros 96% são substâncias que não podem ser vistas ou facilmente compreendidas.
Estas substâncias elusivas, chamada de energia escura e matéria escura, ainda não foram detectadas, mas os astrônomos baseiam sua existência na influência gravitacional que ambas exercem sobre a matéria normal, as partes do universo que podem ser vistas.
O universo tem ecos de seu nascimento. A radiação cósmica de fundo do universo é composta por ecos de luz que sobraram do Big Bang que criou o universo, 13,7 bilhões de anos de atrás. Esta relíquia da explosão coloca um véu de radiação em torno do universo.

Uma missão da Agência Espacial Europeia mapeou o céu inteiro à luz de micro-ondas para revelar novas pistas sobre como o universo começou. Essas observações são os pontos de vista mais precisos da radiação cósmica de fundo já obtidos.

Os cientistas esperam usar os dados da missão para resolver algumas das questões mais debatidas no campo da cosmologia, como o que aconteceu imediatamente depois que o universo foi formado.
Pode haver mais de um universo. A ideia de que vivemos em um multiverso, que nosso universo é um dos muitos, vem de uma teoria chamada inflação eterna, que
sugere que logo após o Big Bang, o espaço-tempo se expandiu a taxas diferentes em lugares diferentes.

Segundo a teoria, isso deu origem a “universos bolha” que poderiam funcionar com as suas próprias leis da física. O conceito é polêmico e era meramente hipotético, até que estudos recentes procuraram marcadores físicos da teoria do multiverso no fundo cósmico de micro-ondas, que é uma relíquia do Big Bang.

Pesquisadores buscaram as melhores observações disponíveis do fundo cósmico de micro-ondas para detectar sinais de colisões, mas não encontraram nada de conclusivo. Se dois universos se colidiram, os pesquisadores afirmam que isso teria deixado um padrão circular para trás na radiação cósmica de fundo.

Space

CRISTAIS IMPOSSÍVEIS NA NATUREZA PODEM TER VINDO DO ESPAÇO

Segundo um novo estudo, um cristal que se pensava ser impossível na natureza pode ter vindo do espaço.

Os quasicristais têm uma estrutura incomum, diferente de cristais e vidros. Até dois anos atrás, quasicristais só haviam sido criados em laboratório, até que geólogos os encontraram em rochas das montanhas Koryak, na Rússia.
A equipe diz que a química dos cristais russos sugere que eles chegaram até lá em meteoritos.

Os quasicristais foram descritos pela primeira vez na década de 1980, pelo pesquisador israelense Daniel Schechtman, que recebeu ano passado o Prêmio Nobel de Química pela descoberta.

Schechtman inicialmente foi tratado com dúvida ou desprezo por alguns de seus colegas, que achavam que as estruturas eram “impossíveis”. Os quasicristais quebram algumas das regras de simetria que se aplicam a estruturas cristalinas convencionais. Eles também apresentam diferentes propriedades físicas e elétricas.

Em 2009, Luca Bindi, da Universidade de Florença, na Itália, e seus colegas relataram a descoberta de quasicristais em amostras de minerais das montanhas Koryak, no Extremo Oriente da Rússia.

O mineral – uma liga de alumínio, cobre e ferro – mostrou que quasicristais poderiam se formar e permanecer estáveis em condições naturais. Mas o processo natural que criou as estruturas permanece uma questão em aberto.

Agora, o Dr. Bindi, o cientista da Universidade de Princeton Paul Steinhardt, e outros afirmam que testes apontam para uma origem extraterrestre dos minerais russos.

Os pesquisadores utilizaram a técnica de espectrometria de massa para medir as diferentes formas – ou isótopos – de oxigênio contidas em algumas partes da amostra de rocha.

O padrão de isótopos de oxigênio era diferente de qualquer mineral conhecido que se originou na Terra, e estava mais perto do que às vezes é encontrado em um tipo de meteorito conhecido como condrito carbonáceo.

As amostras também continham um tipo de sílica que só é criada a pressões muito altas. Isso sugere que o objeto foi formado no manto da Terra, ou em um impacto de alta velocidade, como o que ocorre quando um meteorito atinge a superfície da Terra.


Sendo assim, os dados da pesquisa indicam que os quasicristais podem formar-se naturalmente em condições astrofísicas e permanecerem estáveis em escalas de tempo cósmicas.

BBC

OCEANO PODE TER VINDO DO ESPAÇO

O mistério sobre como se formaram os nossos oceanos encontrou mais uma tentativa de explicação. A água pode ter vindo para o planeta em forma de gelo, retido em um ou mais asteróides gigantescos durante o nosso período de formação planetária.

A teoria foi formulada por dois grupos de pesquisadores da Universidade da Flórida Central, que publicaram seus resultados na revista Nature, no último dia 28. A novidade é justamente o fato de haver gelo sobre um asteroide, o chamado Themis 24. Pensava-se que, por serem muito quentes, não era possível que houvesse gelo sobre eles.
 
A ideia sugere que a nossa água tenha surgido há quatro bilhões de anos. Primeiro, houve uma pesada colisão entre a Terra e outro corpo celestial, que deu origem à Lua. Com essa colisão, a Terra ficou completamente desidratada. No período que se seguiu, poucos milhões de anos depois, a Terra passou a ser bombardeada por uma grande variedade de asteroides, e o gelo que trouxeram com eles se tornaria a nossa fonte de água.

A água na Terra, no entanto, não é a única que tem interessado os astrônomos atualmente. Nos últimos anos, foi também descoberto gelo no pólo norte da Lua, bem como abaixo da superfície de Marte. A forma como surgiram continua sendo uma incógnita para os cientistas. 

Gizmodo