domingo, 31 de outubro de 2010

CADEIA SETENÁRIA DE PLANETAS

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SETE NIVEIS OU CORPOS

De acordo com a milenar concepção setenária, originária da antiga tradição oriental, o agregado homem-espírito compõe-se de dois extratos distintos:

Tríade Divina ou Ternário Superior
ou ainda Individualidade ou Eu individualidade composta pelos níveis Átmico, Búdico e Mental Superior (ou Causal)

Quaternário Inferior ou Ego - Personalidade
composta pelos níveis Mental Inferior ou Concreto, Astral ou Emocional Corpo EtéricoDuplo Etérico ou Corpo Vital Corpo Físico ou Somático.

Os corpos, Físico e Etérico são corpos materiais, os demais são Espirituais e o ser os vai abandonando gradativamente na medida em que evolui até se tornar espírito puro.

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NUMERO 7 SEGREDO E MISTÉRIOS

Quem vê o título deste ensaio, "Segredos e mistérios do número 7", deve pensar que este título é, apenas um "chamariz", para despertar a atenção e a curiosidade dos que nos brindam com a sua leitura., Em parte, é verdade. Muitos pensarão que se trata de um ensaio sobre Numerologia. Mas não é. Claro que onde há número, a Numerologia está presente.

Na verdade, trata-se de um estudo sobre o "mundo" onde vivemos, que poderia ter um título como "Mundo subjetivo e Mundo objetivo: constituição setenária do Mundo". É o de que nós vamos tratar, falando sobre o sete dessa constituição setenária.

A Numerologia foi trazida, do Egito, para o Ocidente, pelo sábio grego Pitágoras. Ele não divulgou essa complexa ciência; apenas ensinou-a a seus discípulos, que prestavam um juramento de guardar absoluto segredo. Com o passar dos anos e dos séculos, muitos desses ensinamentos foram "vazando" e surgiram várias versões e interpretações, hoje correntes, sobre a Numerologia. Também a Aritmética e outros ramos da Matemática surgiram desses ensinamentos.

Para estudar-se o 7
seria preciso estudarmos todos os números chamados "dígitos".
Mas como este não é um ensaio sobre Numerologia,
vamos, apenas, apresentar o que mais nos interessa:

7
é uma combinação do 3 com o 4

3
representado por um triângulo, é o Espírito

4
representado por um quadrado, é a Matéria

7
podemos dizer que é Espírito, na Terra,
apoiado nos quatro Elementos,
ou a Matéria "iluminada pelo Espírito".
É a Alma servida pela Natureza,
também chamado o "setenário", é o número sagrado
em todas as teogonias, em todas as filosofias ,
em todas as religiões, desde a mais remota antigüidade.

Assim é que aparece, em todos os setores da atividade humana
7 dias da Criação
7 notas musicais
7 dias da semana
7 pecados capitais
7 maravilhas do mundo antigo
7 planetas da Astrologia exotérica
7 cores do espectro solar (Arco-íris)

A Bíblia cita o 7 em muitos dos seus versículos
"Os sete Espíritos aos pés do Senhor"
os 7 anos que Jacó teve que servir a Labão
quando pediu Raquel em casamento

Um físico, matemático e astrônomo alemão, chamado Gauss, descobriu que todos os fenômenos, sejam físicos ou psicológicos, acontecem, estatisticamente, conforme uma curva, que ficou conhecida como "a curva de Gauss" ou a "curva do sino" ou a "curva normal". Pois a "curva de Gauss" é a "cara" do número 7. Imaginem

uma subida de 3 degraus, a chegada a um patamar
e uma descida de 3 degraus;
os 3 degraus da subida são o 1, o 2 e o 3;
o patamar é o 4;
os três  degraus de descida são o 5, o 6 e o 7.

A Evolução também segue este esquema, em sentido contrário
a Vida ou Espírito
desce três degraus até chegar à Matéria mais densa
e sobe, depois, três degraus, para voltar à sua origem

Voltaremos a falar no 7,
 para separar o que, verdadeiramente, é místico e até "sagrado",
daquilo que não passa de superstições sem fundamento.

Vamos falar, agora, no tema principal deste ensaio:
O mundo em que vivemos, nós e os demais seres e coisas que,
conosco, existem em nosso planeta,
 tem sido estudado desde que surgiu a mente no ser humano.

Em todas as épocas, homens sábios desenvolveram as ciências para medir, contar, pesar, analisar efeitos e estabelecer causas, examinando seres e coisas. Assim, através das idades, o conhecimento do Homem, em relação ao mundo físico objetivo, o mundo onde existem os seres e as coisas, o mundo onde se verificam as mudanças de estado das coisas e dos seres, o mundo fenomênico, enfim, tem aumentado e continua crescendo, à medida em que as ciências descobrem novos instrumentos para observar, criam novas teorias para explicar, desenvolvem novos métodos e processos para investigar.

E o Homem tem verificado que, quanto mais aumentam seus conhecimentos sobre o mundo objetivo, maior se torna o seu desconhecimento sobre aquela parte dos seres e das coisas que não é mensurável; que existe, por que produz efeitos; mas que foge às leis estabelecidas.

Assim, há um mundo subjetivo, um lado oculto do mundo objetivo, que, sabidamente, coexiste com este. E é sobre esse mundo além do físico, que a ciência investiga com novos métodos e, assim, surgem novas ciências, como a metafísica, a parapsicologia, a metapsíquica etc.

Nós nos relacionamos com o mundo objetivo através dos nossos sentidos; eles são como cinco janelas, cinco vias de acesso para a nossa consciência. Nós sabemos que os nossos instrumentos de percepção não são perfeitos e que muito do que acontece, fenomenicamente, com as coisas e os seres, não são captadas pelos nossos sentidos e, por isso, não são conscientizados. Mas sabemos do mundo subjetivo, por experiência própria; podemos não conhecer a sua extensão, podemos nem imaginar que existam leis para esse mundo subjetivo, mas participamos desse mundo subjetivo com um equipamento apropriado, do mesmo modo que o nosso equipamento físico é apropriado para a nossa participação no mundo objetivo.

O homem comum sabe usar o seu corpo físico para agir e atuar no mundo físico objetivo; sabe, também, como deve usar seus instrumentos de percepção para captar os fenômenos deste mundo: se conserva os olhos fechados, não vê; se usa luvas, seu tato quase desaparece; se entope os ouvidos, quase não ouve; e assim por diante.

Entretanto o homem comum não sabe usar o equipamento de que dispõe para agir e atuar, conscientemente no mundo subjetivo; apenas começa a vislumbrar a possibilidade de captar, fenomenicamente, o mundo subjetivo, sensibilizando-se diferentemente na imediata proximidade de diferentes pessoas ou de diferentes ambientes.

Também, buscando conscientemente o agradável, o desejável e a emoção que enleva, o pensamento que deleita, o homem comum revela, ainda que nem se dê conta disso, que está usando os seus "sentidos" subjetivos.

Já o homem incomum obtém, pelo adestramento e pelo conhecimento, vários níveis de comandamento e controle sobre o seu equipamento subjetivo. O conhecimento e o adestramento conseqüente, têm permitido, ao homem comum, tornar-se incomum, por que o capacita, diferentemente de outros homens, a uma captação conscientemente dirigida para o mundo fenomênico subjetivo e, também, para ser conscientemente ativo nesse mundo.

Todos os sistemas religiosos, sem exceção, desde o mais perfeitamente elaborado, como o Budismo, o xristianismo, o Judaísmo, até as religiões denominadas primitivas pelo conhecimento moderno, invariavelmente têm dividido o mundo em duas áreas: uma objetiva e perceptível pelos sentidos físicos, outra subjetiva, invisível.

Deus, a Hierarquia dos Anjos, as Almas dos Homens Santos, as Almas dos homens encarnados, vários planos ou diferentes níveis de existência superior espiritual, evoluções em curso de seres desprovidos de corpos físicos, espíritos que personificam forças da Natureza, tudo isso tem uma existência proclamada, há milênios, pelas escrituras religiosas.

O Homem nunca pôde aceitar a idéia do aniquilamento total. Muitas coisas se opunham, no íntimo do ser humano, à aceitação de que a cessação da vida representava o fim de tudo. Sempre persistia, no homem vivo, muitos vestígios dos: suas imagens perduravam, suas idéias e seus pensamentos não desapareciam e os sentimentos que provocaram permaneciam longo tempo ainda atuantes.

É impossível determinar as origens dos ensinamentos esotéricos,  mas os ecos dessas instruções chegam de muitas partes e o homem pode ouvir que a vida visível, terrestre, a vida observável é, somente uma fração de uma existência maior que lhe cabe viver.

O nosso mundo físico é, apenas uma pequena parte de um todo absolutamente real, por que também é constituído de matéria, ainda que essa matéria seja diferente daquela que conhecemos no mundo físico, nos estados sólido, líquido e gasoso. A diferença é que é muito menos densa, variando sua leveza em graus crescentes, à medida em que se afasta do mundo físico; também é diferente em qualidades próprias.

A matéria que nos envolve é dividida em sete níveis
de densidade denominados, modernamente:

Plano Divino
o mais sutil de todos, dividido, por sua vez,
em sete sub-planos de densidades decrescentes

Plano Monádico
de densidade maior que o primeiro,
e também dividido em sete sub-planos

Plano Espiritual
cuja densidade é maior que a do segundo,
sendo ,também dividido em sete sub-planos

Plano Intuicional
com densidade maior que a do terceiro,
também dividido em sete sub-planos

Plano Mental
dividido em duas áreas com propriedades distintas:
uma, com três sub-planos, chamada mental abstrato ou superior
outra, com quatro sub-planos, chamada mental concreto ou inferior

Plano Emocional ou Astral
também dividido em sete sub-planos

Plano Físico
 também dividido em duas áreas distintas:
uma, com quatro sub-planos de matéria sutil, chamada físico etérico
outra, com três sub-planos, chamada físico denso
que são os estados gasoso, líquido e sólido.

Disso tudo, tiramos a seguinte conclusão:
dos 49 sub-planos ou 49 estados de matéria,
só podemos captar 3, com nossos sentidos físicos.
Os outros fazem parte do mundo subjetivo.

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NÚMERO 7 CONCEITOS E VALORES

No alfabeto Hebraico
o sete corresponde à letra "zain" = Imaculado

No Mundo Angélico, 7 é Eloim = enviado de Deus
No Mundo Elemental, o 7 é o Reino mineral

No Mundo Astrológico, 7 é Mikhael,
a inteligência soberana do 9º céu, que é a Lua.

O 7º nome divino é IEVE TSEVAOTH,
que significa
 "O DEUS DOS EXÉRCITOS"
ou, antes, Deus das Ordens Cósmicas;
a Lei Divina que rege os mundos.

Na Kabalah, a 7ª sephirah é NETSACH = Vitória sobre a Morte.
O 7º caminho é a Inteligência oculta;
ela envolve, com esplendor, todas as virtudes intelectuais.

Muitos séculos depois da morte de Pitágoras,
em escavações procedidas no antigo local de sua Academia,
foi encontrada uma placa de ouro, com um número gravado.
Esse número, que ficou conhecido como o
"Número Áureo de Pitágoras" era 1 4 2 8 5 7

Não se sabia o que significava, mas descobriram-se
várias coisas interessantes a respeito desse número:

multiplicado por 2, é como se se pegassem
os dois primeiros algarismos e passassem para o fim  2 8 5 7 1 4

multiplicado por 3, é como se se pegasse
o primeiro algarismo e passassem para o fim 4 2 8 5 7 1

multiplicado por 4, é como se de pegassem
os dois últimos algarismos e passassem para a frente 5 7 1 4 2 8

multiplicado por 5, é como se se pegasse
o último algarismo e passassem para a frente 7 1 4 2 8 5

multiplicado por 6, é como se mudasse o equilíbrio
trocasse os três primeiros algarismos pelos três últimos: 8 5 7 1 4 2

multiplicado por 7,
é como se tivesse havido um desarranjo na máquina: 9 9 9 9 9 9

Com este último resultado, tiveram uma idéia
como 999999 arredondado é 1, dividiram 1 por 7.
O resultado foi 0,142857142857142857.....
ou seja: uma dízima periódica, cujo período é 1 4 2 8 5 7

Concluíram os místicos
o Número Áureo representa as Energias Divinas
distribuídas (divididas) pelos seus sete Regentes planetários

Em escavações mais recentes, no local onde situava-se o
Templo de Salomão,
foi encontrado um medalhão de ouro com a figura conhecida por
"Estrela de Davi"
e que é considerada o símbolo do Judaísmo e do Estado de Israel.
Em cada vértice dessa estrela de seis pontas,
havia uma letra do alfabeto hebraico:
eram as letras ALEF, BET, DALET, HÉ, ZAIN e HET.

Os pesquisadores procuraram ler o que seria uma palavra :
ou um grupo de palavras;
tentaram ler em todos os sentidos e não conseguiram nada.
De repente, um dos pesquisadores lembrou que
as letras hebraicas são, também, números: os números 1, 2, 4, 5, 7 e 8.
E estavam arrumados, na figura, da seguinte maneira:

o algarismo 1
no vértice superior

o algarismo 8
no vértice inferior

os algarismos 4 e 2
nos vértices da esquerda

os algarismos 7 e 5
nos vértices da direita

Como a escrita hebraica é lida da direita para a esquerda
e, no caso da figura, no sentido anti-horário,
 os algarismos formavam o número 1 4 2 8 5 7.
Verificaram, então, que os múltiplos
surgiam da seguinte maneira interessante:

Qual o segundo número, em ordem crescente? o 2
Lendo, a partir do 2, sempre no sentido anti-horário,
o resultado é o da multiplicação por 22 8 5 7 1 4

Qual o terceiro número, em ordem crescente? o 4
Lendo, a partir do 4, no sentido anti-horário,
tem-se o resultado da multiplicação por 3: 4 2 8 5 7 1

E, assim, sucessivamente: quarto número: 5
1 4 2 8 5 7 X 4 = 5 7 1 4 2 8

Quinto número: 7
1 4 2 8 5 7 X 5 = 7 1 4 2 8 5

Sexto número: 8
1 4 2 8 5 7 X 6 = 8 5 7 1 4 2

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

72 LETRAS HEBRAICAS NOMES DE DEUS E AS JANELAS DA ALMA ...


As palavras do alfabeto hebraico são lidas da direita para a esquerda, e as letras também são números. Assim, o Alef, a primeira letra, corresponde também ao número 1. Isso, por si só, implica numa linguagem universal de significado matemático, que serve a todos.

Os cabalistas da Idade Média e do começo da Renascença entenderam a energia das letras e acreditaram que deviam divulgá-las para toda a humanidade, pois não eram propriedade de um povo apenas. De fato, não devemos encarar essas letras como os outros alfabetos, pois existe uma diferença enorme. Elas falam diretamente à nossa alma... a forma evoca forças poderosas, que existem no interior de todos nós. O DNA da Criação.

Em cada ser humano, quatro letras comuns (A, C, G, T) representam as bases químicas que compõem nosso código genético, e formam os “degraus” das moléculas espiraladas em forma de escada que conhecemos como DNA. As seqüências dessas letras combinam-se para criar o conjunto de instruções que constrói o ser humano, em todos os seus aspectos. Isso é o que ensina a genética, uma ciência relativamente recente.

Os cabalistas nos ensinam que cada uma das 22 letras hebraicas representa uma força de energia particular, semelhante ao DNA. De acordo com a Cabalá, assim como cada ser humano é constituído do alfabeto genético de quatro letras, encontrado em nosso DNA, o Universo também é construído por um alfabeto de 22 letras, encontrados nas letras hebraicas. Não apenas os seres humanos, mas toda a matéria física é formada por esse DNA espiritual.

“As letras do Alef-Beit (alfabeto hebraico) são os tijolos e a argassa de nosso Universo, e dos indivíduos, com suas habilidades pessoais.”

Da mesma forma que um prisma divide a luz solar em sete cores básicas, cada uma bem diferente da luz branca que a originou, e ao mesmo tempo fazendo parte dela, as letras aramaicas são como 22 “cores” diferentes, através das quais podemos perceber a divindade em nosso mundo material. Formam os tijolos da criação, através dos quais tudo foi formado.

Assim, o Pentateuco [Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio] escrito por Moisés, não é uma coleção de histórias, nem um documento da história humana, mas um projeto genético que esquematiza as forças espirituais da vida. Usando a Cabalá como chave, podemos penetrar no nível genético do Pentateuco [Torá].

“As vinte e duas letras sagradas são forças espirituais, profundas e primitivas. São, na verdade, a matéria prima da Criação. Quando o Eterno as combinou em palavras, frases e ordens, elas produziram a Criação, traduzindo a vontade do Criador em realidade.” “Cada rearranjo da ordem das mesmas letras resulta numa mistura diferente das forças cósmicas espirituais representadas por elas, assim como cada rearranjo dos átomos conhecidos, tais como hidrogênio e oxigênio, pode produzir água potável ou água oxigenada. Existe um número infinito de combinações possíveis, tanto nos átomos quanto nas letras.”

“A combinação das letras, conforme formuladas pelos mestres espirituais que compuseram as orações, possui o poder de elevar forças espirituais além de nossa imaginação.”

Isso tudo foi uma introdução para apresentar a idéia de “escanear” as letras hebraicas, uma das ferramentas mais importantes da Cabalá. A palavra escanear aqui é usada com seu significado habitual, da informática: deixamos que nossos olhos “varram” as letras, da direita para a esquerda, linha após linha, como um scanner ou “leitor óptico”, desses usado em supermercados. E assim como um scanner, não precisamos entender o que lemos para obter os benefícios. É uma energia suprarracional.

Os olhos são as janelas da alma... Através deles, a energia das letras passa ao nosso interior, diretamente para a alma, sem que seja necessário o entendimento das palavras. A velocidade não importa, nesse caso, pode ser bem rápido, com ou sem o dedo indicador para guiar.

Quando passamos os olhos pelo texto da Torá, ou de alguma bênção, ou dos 72 Nomes, obtemos o efeito espiritual sem necessidade de raciocínio ou entendimento, [não é necessário saber hebraico].

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

SEGREDO POR DETRÁS DA MATÉRIA

Este fato é tão definitivo que alarma alguns cientistas materialistas que pensam ser a matéria o absoluto. No livro O Universo e Einstein que "Em concordância com a afirmação dos filósofos de redução de toda a realidade objetiva a um mundo paralelo de percepções, os cientistas começaram a se conscientizar da alarmante limitação dos sentidos humanos."

Todos estes fatos nos conduzem a uma importante e significativa pergunta. Se as coisas que aceitamos ser o mundo material são na realidade formadas por percepções, transmitidas ao nosso espírito então qual a fonte destas percepções?

Respondendo esta pergunta, devemos considerar o fato de que a matéria não tem apenas uma existência autônoma porem é uma percepção. Assim, esta percepção deve ter sido causada por algum outro poder. O que significa que tem que ter sido criada. Mais ainda, esta criação tem que ser continua. Se não fosse uma criação continua e consistente então o que nós denominamos "matéria" desapareceria e seria perdida. Isto pode ser parecido a uma televisão onde uma imagem é mostrada enquanto o sinal da antena é continuo. Se a transmissão interrompe a imagem na tela também desaparece.

Então, quem faz nosso espírito ver o planeta terra, corpos, plantas, nossos corpos, e tudo o mais que vemos? É muito evidente que existe um criador superior, que criou todo o universo material. Esta é a soma de todas as percepções e continua sua criação sem interrupção. Desde que este criador mostra uma tal magnífica criação ele seguramente tem o poder e direitos eternos. Todas as percepções que ele cria são criadas por sua vontade e ele domina a tudo que criou em qualquer instante. Este criador é Deus, o Senhor dos céus e da terra. O único ser absoluto é Deus. Tudo afora Ele, são sombras de seres que Ele criou. Esta realidade é explicada da seguinte maneira pelo grande estudioso islâmico Iman Rabani: "Deus... A substancia dos seres que Ele criou é o inexistente.. Ele criou tudo no âmbito dos sentidos e ilusões... A existência do universo é no âmbito dos sentidos e ilusões, e não é material... Na realidade nada existe fora com exceção de Glorioso Ser que é Deus."[

Nos quatro cantos deste universo, formado por percepções, esta Deus o único ser real. Assim o ser mais próximo ao homem é Deus. Isto é explicado no Alcorão com o verso "Nós criamos o homem e nós estamos mais próximo a ele do que sua veia jugular". Aonde quer que estivermos Deus estará conosco. Enquanto você vê este filme o ser mais próximo a você é Deus que cria tudo o que você vê em todos os instantes. Enquanto Deus nos fizer ver imagens e nos provê com sensações relacionadas a este mundo, continuaremos a viver neste mundo.

O raciocínio é sofístico. O 'ergo sum' cartesiano foi devidamente criticado por Nietzsche e, de forma mais interessante, por Hume. Acrescento que qualquer idéia de 'espírito imaterial' só pode derivar da idéia de 'matéria', que por sua vez deriva dos fenômenos perceptíveis. Não saímos da estaca zero.

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domingo, 24 de outubro de 2010

ARCANJO MICKAEL JESUS CRISTO MARIA MADALENA BRASIL

ARCANJO MICKAEL É O CORPO DO BRASIL

JESUS CRISTO MARIA MADALENA
"CONVERSA COM NOSSO PAI" BRASIL
 QUE ESTÁ EM POSTURA NAMASTÊ
[IMAGEM AVERMELHADA]
LADO DIREITO DO MAPA DO BRASIL

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domingo, 17 de outubro de 2010

A LUZ INFORMACIONAL DE UMA ESTRÊLA ADENTRANDO CÉREBROS PODE ALTERAR O COMPORTAMENTO COLETIVO DA HUMANIDADE


90% do DNA intriga e tira o sono de pensadores como eu a muito tempo. Considerado DNA-Lixo, essa quase totalidade do DNA parece não ter utilidade alguma, pois parece que nada produzem em têrmos de proteínas ou enzimas, é composto de longas repetições de mesmas bases (AAAAAAAAA… ou, GGGGGGGGGGG…) e isso aparentemente não contem nenhuma mensagem, não codificam para nada.

Porque a Natureza teima em não descartar essa região por desuso, que vem passando de geração a geração, de espécie a espécie, por três ou mais bilhões de anos?! Mas esta visão de DNA-Lixo é própria da Teoria Biológica Acadêmica, pois na Teoria da Matriz/DNA os modêlos sugerem uma explicação do que é, para o que decodifica, qual a mensagem inscrita ali, e que portanto não pode ser descartada de maneira alguma.

No período de desenvolvimento desde um óvulo fecundado até o embrião pronto para nascer, o corpo humano passa por formas inacreditáveis, como a mórula que se vista por um micróbio existindo dentro dela pareceria o universo cheio de galaxias espalhadas no espaço, e depois a grosso modo recapitula as formas de todas as espécies ancestrais vivas, de répteis a peixes a mamíferos inferiores.

Quando vamos construir uma segunda casa já tendo construído uma primeira, não podemos começar do solo para cima, e sim temos que fincar alicerces raízes na profundeza do solo para dar firmeza ao edificio, repetir as mesmas operações anteriores. Uma grande árvore jamais existiria sem suas raízes ocultas no solo. Seria justificável considerar as raízes como “lixo”?

Desde que nossos modêlos foram encontrar as origens do DNA tempos antes do Big Bang quando descobriu que vórtices semi-materiais apresentariam sete forças brutas que se tornaram com a evolução nas sete propriedades vitais que alimentam nossos corpos humanos, o nosso DNA de repente se revelou como apenas uma mera forma temporária de uma Matriz Universal que existe a pelo menos 13,7 bilhões de anos e vem evoluindo sistemáticamente.

Nós hoje somos o real universo que adquiriu pernas, caminha, e através de nós começa a ter os primeiros lampejos de auto-consciência de sua existência; o resto que está lá fora, esse imenso céu estrelado que vemos nas noites iluminadas, são os corpos e fósseis de nossos ancestrais, dos quais emergimos como vírus internos ( nós terrestres e outros mais irmãos genes nossos que devem existir em muitos lugares).

Então, pelos modêlos da Matriz, os 90% do DNA registrariam tôdos os 10 bilhões de anos da Evolução Cosmológica, a qual se extende nas profundezas do tempo e espaço como raízes profundas sem as quais nossos corpos e nosso DNA não poderiam existir. As longas repetições de mesmas bases registrariam os espaços do tempo em que os acontecimentos da matéria astronômica na sua escala de tempo astronomico e na sua forma de hardware, estiveram quase paralizados, flutuando como nebulosas de átomos ou galáxias, esperando que suas recentes evoluções fossem assimiladas e incorporadas no seu aspecto de software o qual se constitui naquele invisivel comando de instruções dos códigos no DNA e mais tarde se constituiu nessa nossa invisivel mente.

É preciso aqui conhecer como a evolução se dá por ondas como as marés que vai e vem, e quando retornam quase ao centro do oceano vão buscar fôrças para uma nova onda, quando parece que o tempo retorna do futuro em direção ao passado, mas que se explica por exemplo como a evolução parou no dinossauro improdutivo para retornar ao menor réptil e daí retornar com a forma do mamifero. Êsse retorno que parece involutivo tem que ser registrado na História pois ele consumiu um tempo que é necessario ser registrado para imprimir uma sequencia gradual racional e lógica de causas e evfeitos da evolução.

Bem, agora deparamos com a divulgação de um assunto que eu nunca tivera conhecimento antes, que parece fantasioso, mas que parece fazer sentido e de repente lançou uma nova luz na cosmovisão da Matriz. Desde que a luz ou energia que possa alcançar a Terra vinda de galaxias ou estrelas distantes demora o tempo necessario para sua viagem até aqui, entendemos que quando ela chega aqui ela partiu de lá numa época muito remota. Ou seja, essa luz ou energia vem do nosso passado, do corpo de um nosso antiquíssimo ancestral. E considerando-se que o nosso DNA deve conter registrado nêle a existencia dêsse ancestral, o que deveria na lógica acontecer, quando os fótons que registram a imagem do viajante se encontrarem com o próprio viajante?! 

A luz da estrêla nossa ancestral, que vindo na forma de bits-informação do corpo da estrela (na forma de fótons, que são fantasmas de luz que adentram toda a matéria e podem passear em nossos corpos livremente), vêm visitar nosso DNA. Como se fôsse um telespectador assistindo uma história. E de repente encontra-se a si própria, e não apenas à sua imagem que foi incorporada à fita do DNA.

O que poderia acontecer? Senão uma rápida fusão num só evento dentro de um ponto no espaço-tempo? Se você fosse um astronauta saindo agora da Terra viajando por 50 anos do tempo terrestre e retornasse com o mesmo corpo ã Terra no ano de 2060? Seu corpo se existisse estaria velhinho mas o DNA seria o mesmo, ou seja um sósia perfeito seu. Não vamos nem tentar imaginar o que aconteceria entre o velhinho e você mas supomos que em algo iria influir na vida do velhinho.

luz de um astro celeste emitida quando ele se transformou numa supernova chegou agora á Terra, adentrou o nosso cérebro e parece estar fazendo, em algumas pessoas mais sensíveis a ela, a glandula pineal vibrar ou emitir manifestações incomuns, parecendo que está alterando algo no DNA.

Será que fotons iguais se fundem? Será que se colam como sósias? Será que se auto-anulam como acontece quando uma particula material se encontra com sua antimatéria? Infelizmente o reino ou dimensão dos fotons ainda está muito distante do alcance de nossos instrumentos cientificos e não conseguimos captar o que acontece nessa dimensão. Dada a possibilidade de que nossa vida, nossa saúde e comportamento, estejam sendo influenciados pelas intimas dimensões das particulas que são os tijolinhos basilares do nosso corpo, seria burrice ignorar-mos essa possibilidade e eliminar-mos o estudo dela. 

 theuniversalmatrix.com/pt-br

DNA E AS EMOÇÕES

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, um biólogo quântico. Nessa experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição desses fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro desse recipiente. Esse era o resultado esperado. Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Dessa vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA.

Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos. Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA.

A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.

O segundo experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Essas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nessa experiência, o doador era colocado em um local e submetido a "estímulos emocionais" provenientes de videoclipes que geravam emoções ao doador.

O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício. Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas) o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 quilômetros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão. O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isso?

Gregg Braden diz que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Essa energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Essa não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!) Esse experimento relaciona-se diretamente com a situação com o antrax (doença infecciosa).

Nesse experimento tomou-se o DNA de placenta humana (a forma mais prístina de DNA) e colocou-se em um recipiente onde se podia medir suas alterações. 28 amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e SENTIR sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.

Você já se sentiu alguma vez "descarregado" por emoções negativas? Agora já
sabe por que seu corpo também se descarrega! Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Essa experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo. Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles. Assim, temos aqui uma resposta que nos pode auxiliar a permanecer com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor.

Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço, essas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentir amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isso ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Essa energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente essa rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos. Depois disso, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA.

A que estão conectadas as partículas de luz?  Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade de que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio desse campo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

MAAT PALAVRA DA VERDADE

A verdade não é uma invenção moderna. Tal como a conhecemos, ela existe onde há consciência; uma está envolvida na outra. Mas de onde vem a verdade, a retidão e a justiça, e o que podemos chamar de código de ética? Parece que nossa civilização e nossa cultura têm uma dívida para com o Egito Antigo. De todas as culturas ou países conhecidos, o Egito tem os mais antigos registros históricos, remontando a mais de cinco mil anos.

Em egípcio, a palavra para verdade é Maat.  O uso do Maat surgiu na Era das Pirâmides, iniciada por volta de 2700 a. C. No começo, Maat estava associado ao deus-sol Ra, ao faraó, à administração do país, ao homem comum, aos rituais dos templos.

Além disso, Maat eventualmente passou a ser associado a Osíris, o deus do outro mundo. Para os egípcios antigos, a palavra Maat significava não só verdade mas também retidão e justiça. Seu símbolo do Maat era a pluma de avestruz. A pluma, como símbolo, é encontrada em toda parte do Egito.  nas paredes e colunas dos templos. A pluma pretende transmitir a idéia de que "a verdade existirá". A pluma era transportada nas cerimônias egípcias, muitas vezes sobre um cajado. Ela aparece como fazendo parte do toucado da deusa.

Para os egípcios que viviam na Era das Pirâmides, discernia-se o Maat como algo praticado pelo indivíduo. Era também uma realidade social e governamental existente, bem como uma ordem moral identificada com o governo do faraó. Durante toda a história do Egito Antigo, o Maat foi o que o faraó personificou e aplicou. Maat era a concepção egípcia de justiça; era justiça como a ordem divina da sociedade. Era também a ordem divina da natureza conforme estabelecida no momento da criação. O conceito tanto fazia parte da cosmologia quanto da ética.

Nos textos das pirâmides do Antigo Reino, está dito que Ra surgiu no local da criação: "... Depois ele pôs ordem, Maat, no lugar do caos... sua majestade expulsou a desordem, a falsidade, das duas terras para que a ordem e a verdade fossem ali novamente estabelecidas". A verdade e a ordem foram colocadas no lugar da desordem e da falsidade pelo criador. O faraó, sucessor do criador, repetia este ato importante na sua subida ao trono, quando das suas vitórias, ao terminar a renovação de um templo e em conexão com outros acontecimentos importantes.

Um dos textos das pirâmides diz: "O céu está satisfeito e a terra regozija-se quando ouvem que o Rei Pépi II pôs Maat no lugar da falsidade e da desordem". Os historiadores modernos concluem que a justiça era a essência do governo, inseparável do rei e, portanto, o objetivo reconhecido da preocupação de um funcionário. Ele não só estava envolvido na concepção de justiça como também na ética. Dizia-se que os inúmeros deuses dos egípcios viviam pelo Maat. Isto quer dizer que os poderes encontrados na natureza funcionavam de acordo com a ordem da criação.

Para o povo, o faraó estava com os deuses em sua relação com Maat, como se evidencia por esta citação: "Tornei clara a verdade, Maat, que Ra ama. Sei que ele vive de acordo com ela. Ela também é meu alimento. Eu também como do seu brilho". Assim, o rei ou faraó vivia pelo Maat.

Esperava-se que os funcionários dirigidos pelo faraó vivessem de acordo com o
Maat,conforme o sugere esta citação: "Se és líder e diriges os assuntos de uma multidão, esforça-te por alcançar toda virtude até que não haja mais falhas em tua natureza. Maat é bom e sua obra é duradoura. Ele não foi perturbado desde o dia do seu criador. Aquele que transgride seus decretos é punido. Ele se estende como um caminho à frente até mesmo daquele que nada sabe. A má ação até hoje nunca levou seu empreendimento a termo". O significado aqui é evidente. Ele pede honestidade. Honestidade era sempre o tema.

Os funcionários do faraó devem esforçar-se por alcançar toda virtude, e sempre imparciais, verdadeiros e justos em seu trabalho. Era crença egípcia que a ordem divina foi estabelecida na criação e que esta não só se manifestava na natureza, mas também na sociedade como justiça, e na vida da pessoa como verdade. Maat era esta ordem, a essência da virtude.

O conceito de Maat confirma a antiga crença egípcia de que o universo é imutável, e que todos os opostos aparentes devem manter-se mutuamente num estado de equilíbrio. Ele subentende vigorosamente uma permanência; estimula o homem a esforçar-se por alcançar a virtude até que não tenha mais falhas. A harmonia e a ordem estabelecida de Maat, assim como a permanência, estão subentendidas nisso.

Um homem só teria êxito na vida, se vivesse harmoniosamente de acordo com o conceito de Maat e em sintonia com a sociedade e a natureza. A retidão produzia alegria; o contrário trazia o infortúnio. Este era um conceito profundo para os egípcios antigos, um conceito que ultrapassava o âmbito da ética, poderíamos dizer, e que na verdade afetava a existência do homem e seu relacionamento com a sociedade e a natureza.

O Maat predominava por toda a terra. O camponês insistia que mesmo o mais pobre tinha direitos inerentes. Achava-se que o deus criador fizera todo homem igual ao seu irmão; a existência era curta para quem praticava a inverdade, a falsidade e a desordem, os opostos de Maat  Isto tornava impossível a vida. A eficiência de Maat não podia estar presente quando a pessoa praticava a desonestidade.

Todos os deuses do panteão egípcio agiam de acordo com a ordem estabelecida de Maat. O egípcio acreditava que o Maat da ordem divina seria o mediador entre ele e os deuses. De acordo com essa crença, quando um homem errava não cometia crime contra um deus, mas atingia diretamente a ordem estabelecida. Um ou outro deus providenciaria para que a ordem fosse vingada.

Nas pinturas que se vêem nas paredes dos templos aparece exibindo Maat aos outros deuses diariamente. Assim, o faraó estava cumprindo sua função divina de acordo com a ordem de Maat em nome dos deuses. Vemos aqui também a inferência de permanência, que Maat era eterno e inalterável. Este era a verdade .uma verdade que não era suscetível de verificação ou comprovação. A verdade sempre estava em seu lugar certo na ordem criada e mantida pelos deuses. Era um direito criado e herdado que a tradição dos egípcios antigos transformou num conceito de estabilidade organizada.

A lei da terra era a palavra do faraó, pronunciada por ele de acordo com o conceito de Maat. Como o próprio faraó era um deus, ele era o intérprete terreno de Maat. Em conseqüência, também estava sujeito ao controle de Maat dentro dos limites da sua consciência. Se qualquer egípcio quisesse experimentar a felicidade eterna, esperava-se que fosse moralmente circunspecto. O caráter pessoal era mais importante que a riqueza material.

Segundo a crença do Antigo Reino, Ra era o deus do mundo dos vivos, havendo referências feitas "àquela balança de Ra onde ele pesa Maat. O conceito era que Maat perdurava passando à eternidade.

Para conseguir um lugar na vida futura, um egípcio precisava confessar que não cometera erra algum; portanto, ele fazia uma verdadeira declaração de inocência, que é o inverso de uma confissão. Os egiptólogos e historiadores contemporâneos acham que o termo confissão é errôneo.

Os textos estão escritos em papiros e falam do tribunal para o egípcio. O juiz é Osíris, ajudado por quarenta e dois deuses que se sentam com ele para julgar. Os deuses representavam os quarentas e dois nomos, ou distritos administrativos, do Egito.

O egípcio não devia incorrer jamais no desagrado da sua divindade e do Maat. O conceito do julgamento sem dúvida causava impressão profunda nos egípcios vivos. O drama envolvendo Osíris é vívido e descreve o julgamento tal como afetado pela balança.

Um certo papiro, de excelente feitura e arte, mostra Osíris sentado num trono numa extremidade da sala do tribunal, com Ísis e Néftis de pé atrás dele. Num dos lados da sala estão dispostos os nove deuses da Novena Heliopolitana dirigida pelo deus-sol. No centro está a balança de Ra onde ele pesa a verdade.

Na 18.ª Dinastia, Amenhotep IV desalojou Osíris e os muitos deuses. Ele deu evidência e reenfatizou Maat como o símbolo da verdade, da justiça e da retidão. O disco solar tornou-se Aton. Amenhotep anexava regularmente o símbolo de Maat à forma oficial do seu nome verdadeiro. Em todos os seus monumentos de estado vêem-se escritas as palavras Vivendo na Verdade, ou Maat.

Em conformidade com este fato, Amenhotep chamou sua nova capital de
AquetatonHorizonte de Aton e O Centro da Verdade. Esta última referência é encontrada num breve hino atribuído à Amenhotep quando, com sua rainha
Nefertiti, ele transferiu sua residência para Aquetaton e adotou o nome de
Akhenaton, que significa aquele que é benéfico a Aton.

Os seguidores do conceito monoteísta de Akhenaton estavam plenamente cientes das convicções do faraó sobre Maat . Com freqüência encontramos as pessoas da sua corte glorificando Maat, ou a verdade. Em sua revolução, Aton, o deus único, era o criador e mantenedor da verdade e da retidão. Maat  ou a verdade, era a força cósmica da harmonia, da ordem, da estabilidade e da segurança.

Na Era das Pirâmides, Ptah-hotep apresentou o conceito de que o coração era o centro da responsabilidade e da orientação. No tempo de Tutmosis III, na 18.ª Dinastia, declarou-se que "O coração de um homem é seu próprio deus, e meu coração está satisfeito com meus atos".

Pensava-se que esta fosse a voz interior do coração e, com surpreendente percepção, chegou a ser chamada de o deus de um homem. O egípcio tornara-se mais sensível, mais discriminador na sua aprovação ou reprovação da conduta de um homem. O coração assumiu o equivalente ao significado da nossa palavra consciência.

James Henry Breasted escreveu que da verdade, da retidão, do conceito de justiça de Maat veio a consciência e o caráter. Akhenaton destacou repetidamente o conceito de retidão de Maat. Ele desenvolveu o reconhecimento da supremacia de Maat como retidão e justiça numa ordem moral nacional sob um único deus.

O conceito de Maat do Egito Antigo prevaleceu intensamente até o Reino do Meio ou começo do Período Imperial. Durante algum tempo ele esteve relativamente ignorado, mas recuperou sua força no período de toda a 18.ª Dinastia, especialmente durante o tempo de Akhenaton.

Havia a ineficiência governamental, a indiferença, a fuga da responsabilidade e a desonestidade. A consciência social, o interesse de grupo e a integridade pessoal deixavam de existir. Já não havia mais um homem justo, vivendo em harmonia com a ordem divina de Maat. Deixara de existir o conceito de caráter, de dignidade humana e decência. Quando a ordem estabelecida de Maat  sobre a qual se apoiava o modo de vida egípcio, foi descartada, a vida perdeu o significado. A antiga verdade, Maat, que predominara por uns dois mil anos, deixara de se impor.

Temos de reconhecer pela monumental evidência que, para os egípcios antigos, o conceito de Maat criou uma grande sociedade humana onde havia justiça na pessoa humana e social.

sábado, 9 de outubro de 2010

MAAT "GLÓRIA A TI Ó GRANDE DEUS MESTRE DE TODA A VERDADE"

Glória a Ti, Ó Grande Deus, Mestre de toda Verdade!
Venho à Tua presença, Ó meu Deus,
para diante de Ti tomar consciência de Teus decretos.

Eu Te conheço e comungo contigo e com Tuas Quarenta e Duas leis
que habitam contigo nesta Câmara de Maat ...

E nessa verdade que venho comungar contigo, e
Maat está em meu pensamento e em minha alma.

Por ti destruí a maldade.
Não fiz nenhum mal à humanidade.
Não oprimi os membros de minha família.
Não forjei o mal em lugar da Justiça e da Verdade.
Não convivi com homens indignos.
Não pedi para ser considerado o primeiro.
Não obriguei pessoa alguma a um trabalho excessivo em meu favor.
Não apresentei meu nome para ser objeto de honrarias.
Não espoliei os pobres tomando seus bens.
Não fiz homem algum passar fome.
Não fiz ninguém chorar.
Não infligi qualquer sofrimento a um homem ou animal.
Não espoliei nenhum templo de suas oblações.
Não adulterei nenhum padrão de medida.
Não invadi os terrenos de outros.
Não roubei terras.
Não adulterei os pesos da balança para enganar o vendedor.
Não falsifiquei a indicação do ponteiro para enganar o comprador.
Não tirei o leite da boca das crianças.
Não desviei a água de onde ela devia correr.
Não apaguei a chama quando ela devia queimar.
Não repeli Deus em Suas manifestações.
Sou puro! Sou puro! Sou puro!
Minha pureza é a pureza da Divindade do Templo Sagrado.

Por isso o mal não me acometerá neste mundo,
eis que conheço as leis de Deus que são Deus.

MAAT FORÇA PERMANENTE AO LADO DO FARAÓ

Algumas vezes, Maat era representada infundindo o hálito da vida nos faraós. Para tanto, suspendia um ankh contra o seu nariz. Hator e outros deuses e deusas também se representavam da mesma maneira, porém só Maat infundia o alento da vida sobre o começo de todas as coisas

Como princípio divino e como divindade do Equilíbrio Cósmico, Maat era uma força permanente ao lado do faraó aprovado e escolhido pelos deuses. Em última instância, o funcionamento regular e a própria existência e continuidade do farao nato como instituição fulcral da vida egípcia dependiam da atuação de Maat

Em complemento, a função real devia estar conforme aos desígnios universais que a própria Deusa perseguia, ou seja, a promoção e a manutenção da fecundidade, da prosperidade, da solidariedade e da abastança das Duas Terras, sob todos os aspectos. O faraó devia honrar a Justiça, a Eqüidade, a Verdade, a Retidão, isto é, a Deusa Maat.

Sentado em seu trono, o faraó trazia em sua mão uma figura da Deusa, diminuta como uma boneca, também sentada, que se oferecia aos deuses como sinal de que o rei representava a ordem divina que não havia sido perturbada desde o dia de sua criação. De forma similar, os juízes levavam sobre o peito um emblema lapis-lázuli que representava Maat. Assim, a ordem social era um reflexo da ordem divina e o governo de cada dia representava o tempo primordial em que Rá, o Sol, pôs a ordem (Maat) em lugar do caos.

Nessa linha de idéias, é compreensível que uma representação recorrente no âmbito da ideologia e da iconografia real seja a oferta de uma estatueta da Deusa Maat feita pelo faraó aos deuses. O rei assume e compromete-se perante as divindades mais elevadas do panteão a zelar maaticamente pela marcha harmoniosa do país, pelo estabelecimento e funcionamento da Justiça, da Paz, do Equilíbrio e da Solidariedade, nas suas vertentes social, ética e cósmica.

"A oferenda de Maat " resume-se, portanto, numa imagem carregada de significado: é o símbolo máximo da atividade litúrgica, que consiste, no fundo, numa sólida relação interativa entre o oficiante e o oficiado. A esfera humana, terrestre, reconhecendo a fragilidade da sua posição no Cosmos, louva e honra os deuses, a esfera divina, deles guardando, em resposta, a proteção, o auxílio, a benção. A Deusa Maat é, assim, a medida de toda a conduta humana. Sem ter culto local específico, ocupava um papel fundamental na vida dos egípcios.

Schwaller de Lubicz escreve a respeito

"O princípio da harmonia é uma lei cósmica, a voz de Deus. Seja qual seja a desordem que o homem ou os acidentes naturais fortuitos possam provocar, a natureza, por si só, voltará à colocá-la em ordem através das afinidades (a consciência que habita em todas as coisas). A harmonia é a lei a priori escrita em toda a natureza: se impõe a nossa inteligência, porém em si mesma resulta incompreensível."

Portanto, Maat era a Deusa através da qual se faziam visíveis as leis fundamentais do universo. Encarna a verdade, a ordem justa, a legalidade e a justiça. Em certo sentido não está separada dos outros deuses e deusas, senão que, como divindade, é o princípio que nos leva à chegar em todos eles.

A Deusa como estado de existência parece abstrair-se da figura da própria Deusa; o que ocorre realmente é que esta distinção (entre Deusa e a idéia) não existem para os egípcios, como tampouco a distinção entre ética e metafísica, nem na vida, nem na morte.

Como se vê, os deuses egípcios não eram pessoas imortais para serem adoradas, mas sim ideais e qualidades para serem honradas e praticadas.

luaquariana.multiply.com/journal