terça-feira, 5 de abril de 2011

NASA RECEBE MENSAGENS DO CENTRO DA TERRA


Há vários anos atrás foi publicado um artigo num jornal com o titulo em destaque que acima utilizo, tendo sido revelado na altura que durante vários meses foram recebidos sinais de rádio que provinham do centro da Terra. Depois de os analisar, os cientistas concluiram que se tratava de mensagens cifradas embora não tenham conseguido a chave para as interpretar. Também não sabem quem envia as mensagens mas garantem que são feitas e comunicadas por vida inteligente.

“Está claro que alguém ou algo de dentro (da Terra) está a comunicar-se conosco e de modo inexplicável tem tecnologia necessária para atravessar centenas de milhares de toneladas de terra e rochas”... declarava um alto funcionário da NASA na altura que manteve seu anonimato por motivos óbvios.

Os especialistas detectaram os primeiros sinais com a ajuda de aparelhagem sofisticada (outros nem precisam isso para se comunicar com os Intraterrenos) e desde então repetiram-se as transmissões de maneira intermitente com intervalos regulares em que um técnico da NASA explicou que as ondas seguem um complexo código matemático que aos poucos tem sido decifrado, tendo-se obtido assim as primeiras mensagens que falam da Humanidade da superficie que está correndo riscos de destruição por causa de sua famigerada forma de civilização. Isto mesmo sabem as pessoas que não são cientistas mas formulam há muito seus vários pontos de vistas.

Nessas mensagens que a NASA possui sabe-se que “são tão catastróficas que não vamos torná-las públicas e não queremos alarmar ninguém”, dizia o entrevistado ao jornal que publicou o artigo onde se concluia o seguinte:

“Durante muito tempo pensámos que o Espaço era a última fronteira e agora descobrimos que no nosso próprio Planeta há um território inexplorado que poderá esclarecer muitas coisas acerca do nosso futuro, pois está claro que eles sabem muito mais de nós, do que nós próprios e deles”...

Desde a última parte do século XIX e principalmente na segunda metade do século XX que têm sido feitas muitas tentativas de comprovar a existência da "Terra Oca", tal como o tinha demonstrado o Almirante Richard Byrd nas suas expedições aos Polos (Norte e Sul) onde penetrou pelos mesmos, respectivamente 2.730 e 3.690 Km numa extensão para o interior da Terra onde viu não gelo nem neve, mas sim vastas áreas de montanhas, florestas, vegetação, lagos e rios numa "Terra de Eterno Mistério" como dizia. Nas suas expedições feitas, respectivamente, nos anos de 1947 e 1956 ao Ártico e Antártica, Byrd teria penetrado assim (ou adentrado) um total de 6.420 Km pelas concavidades polares que se estendem para o interior da Terra.

Dado que por razões geográficas é impossível voar uma extensão de 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água ou gelo, parece lógico que o vice-almirante Byrd deve ter voado adentrando o Planeta por enormes cavidades convexas dos pólos.

Era para provar tudo isto que estava preparada uma nova expedição conjunta ao Polo Norte no ano de 2007, chefiada por norte-americanos mas com russos fazendo parte da equipa.

A viagem estava preparada para o dia 4 de Julho a partir de Murmansk na Rússia, por mar, com retorno previsto para o dia 17 do mesmo mês, mas acabou por ficar adiada para 2008 por não terem sido reunidas as verbas necessárias para o efeito ou por outras razões. De resto nunca poderá ser bem sucedida se as intenções não forem de ordem espiritual, pois os dois paises em questão têm ambições desmedidas, mais de ordem material, havendo já disputas por causa do petróleo debaixo daquelas regiões geladas onde o Canadá também reclama seus direitos territoriais...

Enfim, já em 2006 a viagem tinha sido anulada pela morte repentina de um dos seus organizadores, o famoso expedicionista Steve Currey (EUA) no dia 26 de Julho desse ano.

Agora a equipe expedicionária seria constituida por 100 pessoas, abrangendo geólogos, geofísicos, geógrafos e biólogos, organizada pela Phoenix Science Foundation o Estado de Kentucky (EUA), e a North Pole Inner Earth Expedition - NPIEE, que utilizaria o navio nuclear russo quebra-gelos, de nome Yamal, fretado para essa mesma finalidade.
"Acreditamos que esta possa ser a maior expedição geológica da História do Mundo", dizia o Presidente Brooks Agnew, da Phoenix, quando foi entrevistado sobre o assunto, acrescentando ainda que :Chegámos ao fim de todos os dados conhecidos sobre a estrutura do planeta e ainda assim persiste a teoria de que os plan: «etas são esferas ocas... Estaremos formando uma equipa de cientistas e engenheiros para reunir e registar dados nunca vistos antes».

A expedição contaria com 100 lugares no barco distribuidos do seguinte modo: 33 cientistas e engenheiros (é curioso o número pois é hermético); 15 cineastas e fotógrafos; 5 peritos de comunicação e técnicos em lincagem com satélite; 23 instrutores de Exopolítica e Embaixadores (para estabelecer que tipo de relações diplomáticas e com quem); e 24 membros da equipa original.

Tudo isto induz a tirar três conclusões óbvias:

1º - Que o governo dos EUA sabe, sempre soube, da existência da "Terra Oca" e do Mistério dos Polos e da verdade dos MUNDOS SUBTERRÂNEOS, como também os demais sabem (Rússia, França, Irão, Israel, Inglaterra, India, China, etc.) inclusive Portugal onde nos anos de 1978-80 uma equipa científica franco-americana apetrechada com o melhor material técnico de então, esteve na Serra de SINTRA (lugar de profundos mistérios e enigmas de Portugal) tentando estabelecer contacto a adentrar a "Terra Oca", sabendo-se de fonte segura que houve contacto e que o resultado de tudo isso quase redundou em tragédia para os participantes que, da noite para o dia, subitamente abandonaram o projecto saindo às pressas do país. «Sabemos o que aconteceu, mas não relataremos aqui. Tão-só adian tamos que "Não se penetra impunemente em casa alheia sem ser convidado"», diz a Directoria da revista "PAX" da C.T.P. (Comunidade Teúrgica Portuguesa), de cuja autoria é a maior parte das revelações deste artigo;

2º - Que o interesse da Fundação Phoenix e seus patrocinadores é (ou pode ser apenas) exclusivamente COMERCIAL, pelo que a tentativa de descobrir a "Terra Oca" a partir do Polo Norte terá um único motivo de conquistar ou usurpar talvez suas riquezas e recursos naturais. Por isso se vê quão louca está a América do Norte, dona imperial do Mundo conhecido, pretender agora também ter domínio próprio do mundo desconhecido. Se puder claro!;

3º - O Dr. Brooks não foi sincero na sua entrevista quando afirmou que "nunca houve dados de fonte alguma colectados desta área do nosso planeta". Certamente sabe a verdade mas profere uma mentira consciente, impedido ou não de dizer claramente aquilo que seria um reconhecimento público sobre o assunto que o governo dos EUA não quer que se saiba, como de resto outras coisas que tem escondido em relação aos OVNIS e suas origens (ou parte delas).

Doutro modo, foi em 1947 que o próprio Richard Byrd começou a escrever suas memórias num Diário que conservou secreto até à sua morte (em 1958), impedido de falar sobre o assunto pelo próprio governo norte-americano que o forçou a fazer voto de sigilo. Esse Diário, porém, foi descoberto e publicado em 1992, sendo que nele se descreve o encontro do Almirante com tripulantes de naves, homens altos, louros, de olhos azuis, pertencentes a um povo altamente evoluido do Mundo Interno, conhecido há milhares de anos como o povo de Agharta.
Richard Byrd
escreveria no diário, mesmo no dia 11 de Março de 1947, o seguinte:

«Acabo de participar de uma reunião no Pentágono. Relatei integralmente o que descobri e a Mensagem que trouxe para os governantes do Mundo exterior. Tudo foi devidamente gravado. O Presidente dos EUA foi avisado. Fui detido por várias horas (seis horas e trinta e nove minutos para ser exacto). Fui exaustivamente interrogado pelas Forças de Segurança Máxima e por uma equipa médica. Foi uma grande provação! Fui colocado sob estrita vigilância pelo Serviço de Segurança e ordenaram-me que permanecesse em silêncio quanto a tudo o que descobri. E lembraram-me de que sou um militar e que devo obedecer ás ordens».

 Richard Byrd
No dia 30-12-1956,  faz sua última anotação, escrevendo no Diário o seguinte:

«Os últimos anos que passaram desde 1947 não foram bons... Faço agora a minha última anotação neste diário singular. Terminando, devo declarar que, fielmente, mantive o assunto em segredo, conforme ordenado, por todos estes anos. Foi completamente contra os meus princípios morais, mas agora parece-me pressentir a chegada da longa noite e esse segredo não morrerá comigo, mas, como deve ser com tudo o que é verdade, deverá esta triunfar. Ele poderá ser a única esperança para a Espécie Humana. Eu vi a Verdade e ela vivificou o meu espírito e me libertou! Cumpri com o meu dever para com o monstruoso complexo militar. Agora, a longa noite começa a aparecer mas não será um fim. Quando a longa noite do Ártico terminar, o Sol brilhante da Verdade voltará... e os que foram da escuridão cairão com a sua Luz... Pois eu vi aquela Terra além do Polo, aquele Centro do Grande Desconhecido».

Na verdade, muitos são os autores (ver aqui) que falam de uma civilização avançada no interior da Terra desde o tempo da lendária Atlântida. O próprio herói babilônio Gilgamesh teria visitado seu antepassado Utnapishtim nas entranhas da Terra. Na mitologia grega diz-se que Orfeu teria resgatado Eurídice desse mundo subterrâneo e os faraós do Egipto comunicavam-se com o mundo interior, onde desciam através de túneis secretos ocultos nas pirâmides. Os lamas tibetanos ou hindus budistas acreditam ainda que milhões de pessoas vivem em Agharta, um paraíso subterrâneo governado pelo Rei do Mundo.

Maria Tereza Cordeiro, enviou esta Mensagem

GREGG BRADEN QUANDO UM MUNDO ACABA E OUTRO COMEÇA

Descobertas científicas de finais do séc. XX revelaram que até as coisas mais complexas da natureza são na verdade simples padrões [fractais] que se repetem de forma previsível. Aplicando estas novas leis dos fractais às antigas ondas do tempo, o autor propõe que tudo, desde a forma como envelhecemos até às guerras entre nações, são simplesmente as ondas que regressam do nosso passado, carregando cada uma delas uma versão mais poderosa e amplificada de si própria. O grande segredo do nosso momento na história e aquilo que poderemos esperar, já que o fim do ciclo de 5.000 anos revelado pelos antigos Maias chegará a 31.12.2012.

O tempo propaga-se em ondas. Descreve loops e ciclos, tal como os eventos que acontecem no tempo, que se repetem como uma pedra deixada cair sobre a superfície de um lago. Ao contrário das ondas de um lago, os padrões do espaço-tempo aumentam de dimensão a cada repetição, acumulando a energia de todos os ciclos anteriores.

Este permanente fluxo e refluxo do tempo foi observado por muitas culturas antigas, particularmente - e de forma mais aprofundada - pelos Maias, que criaram um calendário cuja incrível precisão permanece até mesmo nos nossos dias. Através da observação das estrelas, desenvolveram uma compreensão dos padrões da história, e das eras da humanidade, chegando mesmo a calcular datas exatas nas quais começariam novas eras mundiais. O início da próxima era ocorrerá a 21 de Dezembro de 2012.

Gregg Braden analisa a forma como o fluxo rítmico do tempo se espalha nos fractais, loops elaborados e indefinidos da natureza. Através do tempo fractal, examina a forma como as sequências de história, tanto dos indivíduos como do mundo, reflectem os padrões da natureza. Pela compreensão da forma como as nossas ações constituem repetições das que ocorreram no passado, o autor mostra-nos uma forma de dar sentido às rápidas — e muitas vezes dramáticas — mudanças do presente, demonstrando indubitavelmente que a chave do nosso futuro reside na sabedoria do nosso passado.

Autor de bestsellers do New York Times, Gregg Braden foi designer de sistemas informáticos. Ao longo de mais de 20 anos realizou investigações nos mosteiros remotos do Egito, Peru e Tibete, em busca dos segredos providenciadores da vida codificados na linguagem das nossas tradições.

Considerado pioneiro na construção de uma ponte entre a espiritualidade e a ciência, o autor é convidado assíduo em inúmeras conferências internacionais, estando as suas obras publicadas em inúmeros países.

«Gregg Braden é uma mistura rara de cientista, visionário e estudioso, com a capacidade de falar às nossas mentes, enquanto toca a sabedoria dos nossos corações.» Deepak Chopra.

«Brilhante e perspicaz… Considero Gregg Braden um dos nossos grandes visionários.» Wayne Dyer

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