domingo, 9 de dezembro de 2012

LINHAS LEY E OS PORTAIS QUE LIGAM A TERRA E O SOL

Portais magnéticos se abrem a cada oito minutos para conectar o planeta Terra e o Sol. Quando esses portais se abrem, uma enorme quantidade de partículas muito energéticas viajam por até 150 milhões de km/h pela passagem.

O fenômeno foi denominado evento de transferência de fluxo, e há pouco tempo foram descobertos pelos cientistas, que antes disso, não faziam a ideia da existência desses portais, embora já acreditam que nosso planeta e o Sol estavam de alguma forma conectados. Partículas emitidas pelo vento solar seguem as linhas do campo magnético que conectam atmosfera solar com o escudo magnético que envolve a Terra.

A teoria mais provável para o fenômeno que é o lado do planeta iluminado pelo Sol pressiona o campo magnético terrestre contra o solar, e a cada 8 minutos, esses campos se conectam por entre 15 a 20 minutos, formando um portal onde partículas podem fluir. Os portais possuem a forma de um cilindro e possuem um tamanho 4 vezes maior que nosso planeta.

Os pesquisadores se basearam em simulações computadorizadas com dados obtidos e concluíram que esses portas tendem a se formar sobre a região equatorial do planeta até que em dezembro eles deslizam para o Pólo Norte, e em julho, para o Pólo Sul, mas não sabem ainda o motivo desses portais se abrirem a cada oito minutos.

Tal fenômeno também já foi observado no planeta Mercúrio, e por causa da maior proximidade com o Sol, a taxa de envio de partículas entre os dois astros é aproximadamente 10 vezes maior do que no caso da Terra.

Explosões dinâmicas
Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem amagnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.

Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.

Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).

O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.

Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes.

Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.

Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.

Estudos relacionados
As observações feitas por um grupo de cientistas da Universidade de Leicester, Reino Unido, confirmaram observações anteriores feitas pelo Projeto Themis, da Nasa, durante 2007 a 2008.

Com base nessas observações, abre a cada 8 minutos um portal liga magnética do sol com a terra e permitindo o fluxo contínuo de partículas energéticas entre o Sol ea magnetosfera da Terra.

O evento conhecido como ETI (Transferência de Fluxo de Eventos) ocorre no momento em que é gerado pela abertura do portal.

O cluster composto por cinco nós Themis, juntamente com as disposições da Agência Espacial Europeia, foram capazes de medir suas dimensões e do fluxo de partículas geradas FTE. O portal assume a forma de um cilindro magnético da largura da Terra.

Seria esse o propósito das Linhas de Ley?
Passando da Ciência para o Antigo e Místico, temos a Linhas de Ley. Você já deve ter lido ou visto algo sobre as linhas de Nazca, mas e as linhas de Ley, você já ouviu falar? Elas tem uma ligação com essa história de portais solares, há muito, ditas pelos ocultistas, o que torna isso interessante, já que, como um dos próprios cientista responsável pela pesquisa, David Sibeck, disse:


“Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”.

É estranho e fascinante cientistas comprovarem algo que há muito tempo é dito e desacreditado. Particularmente, vejo uma sutil ligação entre esses portais e as Linhas de Ley, essas que por sua vez, já são alvo dos místicos há muito tempo. São considerado por eles como Centros de poder ou magia são encontrados tanto na Terra quanto no corpo humano. Nos Ensinamentos Wiccanos, a própria Terra é uma criatura viva e consciente. Em outras palavras, é habitada por um ser espiritual, do mesmo modo que nossos corpos são habitados por uma alma. A Terra se alimenta da radiação de outros corpos planetários ao seu redor.

Sua natureza física é como a natureza física das criaturas que nela vivem. Está sujeita a doenças, envelhecimento e declínio. Hoje, os rios, córregos e oceanos (sistema sangüíneo) estão cheios de toxinas criadas pelos seres humanos (do mesmo modo como vírus e bactérias criam toxinas em nossos próprios corpos). A Terra está muito adoentada e pede para ser curada.

De acordo com os Ensinamentos Wiccanos, a Terra possui centros de chakra, exatamente como o corpo humano. Segue-se uma lista desses centros, como compiladas pelos Ocultistas Ocidentais:

1. A colina sagrada de Arunachala, no sul da Índia.
2. A região trans-himalaia do deserto de Gobi.
3. Cairo, Egito.
4. Glastonbury, na Inglaterra.
5. Antigo local da Suméria, no Baixo Eufrates.
6. Monte Shasta, na Califórnia.
7. Uma montanha a cerca de 100 milhas do litoral do Peru,
na região dos Andes, imediatamente oposta a Aranachala.

Linhas de Ley
A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museum of Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpidas em 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as otoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.
No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e 12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.
Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como a figura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (durante a Idade Média, diversas imagens como esta apareciam em textos de alquimia e ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (e egípcios e posteriormente os pitagóricos, alquimistas e templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão neste século, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.
Mas vamos direto para as Linhas de Ley. Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5 (tetraedro, cubo, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Pense nos dados de RPG. Porque apenas cinco? A resposta está nos cinco elementos do pentagrama usado na magia. Estes elementos estão também relacionados com sólidos geométricos, além das cores e símbolos tradicionais. Então temos: Fogo = tetraedro, Terra = cubo, Ar = octaedro, Água = Icosaedro e Espírito ou Prana = Dodecaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos. Como na figura abaixo.
Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano. Repetindo: “As above, so Below” (Tudo o que está em cima é igual ao que está embaixo).
Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, você leu direito: projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília (ok, Washington e Brasília são cidades novas, mas seus projetistas sabiam o que estavam fazendo – olhe direito a planta de Brasília… aquilo é mesmo um avião ou poderia ser um compasso?).

Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70.
Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”. O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta (que “coincidentemente” é o elemento Água na geometria pitagórica).
Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta, caminhos que as aves migratórias seguem, avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por ai vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável do estilo “acredite se quiser” e coloque-o sobre o mapa-mundi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes.

Se quisermos brincar um pouco mais, basta pegar cidades importantes do ponto de vista religioso ou político, como Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Karthoum (cidade mais importante do antigo Sudão), Ile Ife (cidade mais importante para os antigos Yorubás) e as ruínas do Grande Zimbabwe e perceberemos que elas se encaixam em um padrão peculiar (os pontos que estão faltando são sítios arqueológicos que foram centros religiosos em um passado distante). Quem já está familiarizado com a Kabbalah vai achar no mínimo intrigante esta “coincidência”. Podem, inclusive reparar que Jerusalém está sobre a sephira Da´ath (ok, eu sei que a maioria não vai entender essa… )
Na Europa não é diferente. Se conectarmos todas as linhas básicas descritas por Platão e Pitágoras, os cruzamentos principais destas linhas cairão em cidades importantes como Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos e trocentas outras. Cidades que surgiram ao redor de oráculos, círculos de pedra (que foram substituídos por catedrais por causa da Igreja Católica e ai entra a importância dos pedreiros livres para a preservação desta geometria sagrada) ou monumentos antigos.

Por que TODOS os oráculos gregos, círculos de pedra e pirâmides estão localizados sobre estes nodos? Que relação temos entre “comunicação com os deuses”, “centros religiosos”, “eventos bizarros” e as linhas de Ley? Coincidências? 4.862 coincidências então.

E estas linhas e pontos podem ser divididos múltiplas vezes, em grades menores, até chegar a parcelas bem pequenas, suficientes para envolver quarteirões ou mesmo casas. Os chineses, gregos, egípcios e os antigos já conheciam a respeito destas linhas e chamam isso de Feng Shui/Geometria sagrada (mas esqueçam estas coisas estranhas que aparecem nas revistinhas de decoração hoje em dia, estou falando do verdadeiro conhecimento por trás do Feng Shui).

despertardanovaconsciencia.blogspot.com

LINHAS LEY E GEOMANCIA

Existe uma teoria ou técnica famosa chamada Geomancia. Segundo a teoria, a terra inteira possui linhas padronizadas que estão localizadas em pontos estratégicos de energia no globo. E apoiada pela teoria do World Grid, que é a teoria de que diversos locais do planeta possuem locais de concentração de energia. Então seguindo a Geomancia, e construindo nos pontos exatos, a construção receberia esta energia de uma forma muito mais intensa.

Segundo teóricos os deuses quem os guiava para estes pontos, ou seja, os seres do espaço.

São pontos parecidos com os utilizados no nosso corpo durante a acupultura.
Podemos ver diversos lugares como Pirâmides do Egito, Stonehenge, Ilha de Páscoa, Palenque entre outros.


Geomancia também ajudava a ligar todos estes pontos, assim como uma acupuntura pelo planeta.
Na Europa existe uma famosa linha que cruza todo o continente, as Linhas Ley ou Ley lines. Monumentos e construções megalíticas de diferentes períodos da história em uma linha única cruzando a Europa. Saindo da Inglaterra, passando por França, Suíça e Itália. Um ponto interessante destas linhas chamada de Ley, é que ela cruza 23 cidades que possuem a mesma raiz no nome. E por mais impressionante que possa parecer, as 23 cidades com nomes parecidos possuem estrela como nome de origem. Além de nenhuma ter sido feita por conta da outra, não há relações conhecidas.
Não pode existir coincidência em algo tão incrível como esta linha. Alguém realmente os ordenou a construir as obras naqueles lugares. Mas quem os ordenou? Não teriam sido seus deuses? Os deuses não seriam extraterrestres que pediram para que estas linhas fossem feitas?

imensidao-oculta.blogspot.com

LINHAS LEY SÃO O SISTEMA NERVOSO DE GAIA

As linhas ley existem em diversas formas, com diferentes graus de refinamento de várias formas de energia, são padrões energéticos que correm tanto em cima como embaixo da Terra.

Elas circunavegam a Terra numa variedade de caminhos baseados em leis matemáticas, leis geométricas, essência vibracional, força geológica e campos eletromagnéticos e mineralógicos.

Elas mudam e se movem, e têm sido utilizadas numa infinidade de modos através de éons do espaço-tempo. Nas eras de maior entendimento, épocas de maior tecnologia, elas foram percorridas como auto-estradas, utilizando-se a intensificação de energias muito refinadas. Através de tal entendimento, as linhas ley tinham a capacidade de ser usadas como condutores de transferência de energia e para comunicação.

Desde a queda da Atlântica, sua utilização amplificada cessou, e perdeu-se a capacidade de sustentar este modo de uso. Como resultado, a rede refinada não está mais intacta, de modo que as linhas ley estão partidas em algumas áreas, rasgadas em outras, e as auto-estradas e caminhos parecem não fazer sentido. Elas não se conectam mais completamente através do globo.

A essência básica das linhas ley decorre de uma fonte natural. Elas são correntes de energia telúrica. À medida que elas se refinaram, algumas foram codificadas e construídas em novos paradigmas, os quais chamam-se de quinta e sexta dimensão. Estas substituíram as antigas, mas nem todos as descobriram ainda. E isto é apropriado.

Pode-se dizer que o sistema de linhas ley atua como o sistema nervoso do planeta vivo. O planeta também possui o que pode ser chamado de linhas axiotonais, meridianos e chacras.

As linhas ley não são constantes, muitos fatores podem causar sua mudança. Muitos fatores se somam ao seu complexo conteúdo energético, ou à falta dele. Pressão tectônica, magma, energia solar, ocorrência natural de campos eletromagnéticos postos em ação por minerais como o quartzo e até a decomposição de matéria orgânica, tudo isto cria calor e carga elétrica. Estas energias se acumulam e fluem através dos caminhos de condutividade da Terra, tanto sobre a crosta terrestre quanto ligeiramente acima ou embaixo dela. As regiões e locais da Terra, ricos em metal natural ou em teor de mineral condutivo, atraem a corrente destes fluxos eletromagnéticos. Quase todos os templos de geometria sagrada construídos pelos asiáticos, romanos, gregos, egípcios e maias têm linhas ley passando por eles. Algumas dessas estruturas foram construídas sobre as linhas ley, outras atraíram-nas para si. Muitos pontos nas linhas ley formam vórtices espirais.

Os vórtices se formam por várias razões. Geralmente se entende que a causa é a intersecção de linhas ley. Eles também ocorrem em pontos de pressão tectônica, em vulcões, ao redor de montanhas íngremes e piramidais, ao redor de estruturas construídas pelo homem com base na [geometria sagrada]. Vórtices ocorrem naturalmente em grandes depósitos minerais, leitos basálticos, batólitos graníticos, confluência de rios, e em quedas d'água. Tudo isto projeta plasma subatômico, íons carregados e campos eletromagnéticos. Esta construção natural de energia começa a girar por natureza e assim forma-se um vórtice.

É preciso esclarecer que vórtices não são portais e que não evoluem para portais, embora do seu ponto de vista possa parecer que sim, porque todos os portais atraem um vórtice para si. Os vórtices podem se tornar motores de distribuição da essência diamantina chamada akasha, e de energias de dimensões mais elevadas recebidas através dos portais. Nem todos os vórtices abrigam um portal, mas todos os portais têm um vórtice.

Seu termo "Ley" é uma palavra relativamente recente criada para descrever simplesmente uma linha reta que conecta dois pontos, mas tem um significado muito mais amplo. Define-se linhas ley como o aspecto cristalino consciente do fluxo eletromagnético – linhas e correntes que cruzam o planeta em forma de rede. Linhas ley são fluxos "treinados" de energia eletromagnética e, para fins de comparação, pode-se dizer que elas atuam como o sistema nervoso de Gaia. Na sua linguagem, as correntes que passam pelo solo são chamadas de linhas do dragão. Como tanto as linhas ley quanto as linhas do dragão são de natureza elétrica, elas correm por caminhos de condutores elétricos naturais.

A eletricidade ocorre naturalmente na Terra de diversas fontes. Água em movimento – como cachoeiras, chuva e ondas quando quebram – produz cargas, da mesma forma que a decomposição de matéria orgânica, pressão tectônica, vulcões, aquecimento solar e ventos. A própria crosta da superfície da Terra – com seus gases condutores de eletricidade, metais, cristais minerais semicondutores, matéria orgânica molhada e eletrólitos – oferece um excelente meio de se manter e produzir correntes elétricas. A mineralogia da camada abaixo da superfície realiza esse serviço. Íons carregados são atraídos para o solo e esta concentração iônica aumenta a intensidade das correntes telúricas através do efeito eletrodo.

Assim como todas as formas de energia consciente, esta corrente elétrica pode ser direcionada. Os primeiros a fazer isto foram os sacerdotes cientistas de Atlântica, cuja origem é as Plêiades. Os padrões de energia telúrica, ou linhas do dragão, foram cientificamente detectados e mapeados, inspirados esotericamente e dotados de vontade consciente para correr em rotas específicas.

O sacerdote cientista Atla-Ra descobriu que se fizesse estas energias correr pelos seus cristais e transdutores magnéticos Arcturianos, estes poderiam ser amplificados, refinados e separados em formas de freqüências cristal-elétricas trançadas e polarizadas, capazes de criar campos antigravitacionais quando girassem em vórtices contrabalançados. Na tecnologia da Idade Dourada da Atlântida, estas linhas cristal-elétricas conscientes tornaram-se tão refinadas tecnicamente, que eram usadas para construir um labirinto de túneis para comunicação e transporte, e cruzadas para formar campos de energias para vários propósitos.

Elas foram ajustadas para correr dentro de fábricas para energizar a força de trabalho e nos campos agrícolas para estimular o crescimento das plantas e das plantações. Isto se conseguia, fazendo-se com que elas caminhassem por dutos transmitidos e amplificados por estações de força cristalina e geradores telúricos naturais, como a ilha Skellig Michael. No primeiro caso, elas eram usadas para ajudar na transmissão de ondas elétricas cristalinas para a utilização em casas de força.

Os antepassados da seita que chamam-se Druidas eram descendente do Atla-Ra. Estes sacerdotes cientistas da Era Dourada da Atlântida eram homens e mulheres devotos e sábios que compreendiam a necessidade de conciliar a lei científica com a energia do divino. Isto era chamado de A Lei do Um e é semelhante ao que hoje denominam-se de Campo Unificado, embora o entendimento atual do mesmo não inclua o sagrado. Alé disso, a ciência integral não deve, não pode omitir o sagrado!

O Atla-Ra aprendeu que algumas das energias ley cristal-refinadas eram capazes de manter uma intenção e campo de percepção. Uma rede global desta categoria de energia ley foi instalada quando o sacerdote-cientista descobriu como usar os nós naturais de força como estações de transmissão e amplificação desta energia para conservar uma suficiência autogerada. Quando essas ley se integraram com pontos ápice de infinidade, o aspecto divino impregnou-se na consciência da sua energia. Este Atla-Ra, com a ajuda dos Mestres pleiadianos, arcturianos e os de Sírius B, criou rotas específicas de energia ley divina conectando os principais pontos de chacras do planeta. Estas podiam ser programadas com freqüências de som e cor, para aumentar a tranqüilidade e o bem-estar dos templos. Elas podiam se cruzar para criar vórtices de energia sagrada. Skellig Michael é uma dessas áreas, e embora seja uma sombra remanescente da sua capacidade original de multi-ley, ela se mantém a mais intacta nos tempos atuais.

Então, na verdade havia muitos tipos de sistemas de linhas ley na Atlântida. Alguns eram totalmente utilizados para força cristal-elétrica de várias formas; outros – aqueles que ainda funcionam, embora em fragmentos – eram as linhas ley de consciência divina.

Realmente, os sobreviventes mais resistentes deste sistema são as linhas ley. Na verdade, o fato de se manterem assim intactas deve-se, em grande parte, ao trabalho dos Druidas que fugiram da Atlântida, antes da sua extinção, indo para mosteiros existentes na Grã-Bretanha, Europa, Egito e Og. As mais prolíficas foram as seitas da Grã-Bretanha e da França, que usavam aspectos antigravitacionais das linhas ley e som para ajudar na formação de círculos de pedras.

A linha ley sobreviveu por uma infinidade de razões. Ela foi amplificada por círculos de pedra e pelas próprias catedrais que foram construídas no seu caminho, com base na geometria sagrada. No começo ela não era chamada de linha ley Miguel. Era conhecida como Linha Atlas na Atlântida, e Linha Toth no Egito e em Og. Seu nome pagão foi mudado para Miguel e Maria pelas sociedades secretas de sábios para protegê-la da Igreja. Os Franco-Maçons, que construíram catedrais capazes de amplificar a energia ley, utilizavam sempre a geometria sagrada. Quase todas as Catedrais e Monumentos Gregos foram construídos na base phi, o segmento áureo, diretamente nos nós de força ao longo das linhas ley.

As linhas ley não são constantes. Com o tempo elas mudam e se alteram. E então, aquilo que antes era um sistema resistente, agora está bem diminuído e fragmentado. Atualmente, o sistema de linhas ley é uma simples sombra do que era antigamente, e não circunavega mais o planeta. Entretanto, a corrente telúrica o faz, e muitas partes dela são realmente linhas ley em sua natureza, e atualmente este sistema está sendo reparado, especialmente pelos seres de Sirius B e por muitos de vocês, nos seus aspectos multidimensionais. Assim como nós de força inseridos em locais sagrados, as linhas do dragão também são capazes de ser imbuídas com energias da espécie humana e de locais sagrados, e se transformar em linhas ley refinadas.

Falando em termos gerais, o padrão de fluxo das linhas ley é bem específico. Elas sobem as montanhas abobadadas acima do Equador espiralando no sentido anti-horário, e descem no sentido horário. Elas correm para cima em linhas retas, em montanhas de forma piramidal. E sobem de forma espiralada os picos cônicos. É por isto que os picos das montanhas contêm freqüências muito altas.
Quando estas correntes passam através de estruturas construídas com base na geometria sagrada, ou através daquilo que chamam-se de locais sagrados, as correntes absorvem e irradiam luz mais elevada. Quando isto acontece, as linhas ley assumem uma natureza de consciência refinada, com capacidade para memória codificada. Os pontos de força das linhas ley conectam-se energeticamente com o sistema de grade e formam uma matriz geométrica que, por sua vez, pode atrair para si energias de dimensões mais elevadas. Estas se transformam em pontos de meridianos e, em alguns casos, em chacras da consciência viva da Terra.

Cada linha ley, cada lugar sagrado, pode afetar e afeta o campo eletromagnético humano. Além disto, os arcos e ângulos de luz dos planetas e estrelas alimentam e influenciam as áreas de concentração de energia telúrica (que são chamandos de vórtices elétricos ou externos) e, dependendo do alinhamento deles, podem realmente criar portais que atraem para dentro, ou aberturas que recebem luz-energia de fótons de luz estelar e solar, bem como das malhas de rede planetárias e de dimensões mais elevadas.

Se aceitarmos o postulado de que certos pontos de energia mais elevada existem neste planeta, e que eles realmente têm uma matriz cristalizada que projeta um padrão geométrico específico, então também podemos entender que estas fontes vivas de energia se comunicam através de oscilações harmônicas de energia. Por exemplo, se tivermos um diapasão na clave de Dó e tocarmos uma nota Dó num piano, a vibração musical desse piano também vai criar uma vibração nesse diapasão, por causa da lei que os cientistas chamam de oscilação harmônica. As oscilações harmônicas entre pontos de força da Terra e das dimensões mais elevadas também estão "afinadas" assim, de modo a ressoar aos harmônicos compatíveis.

Assim como o corpo humano tem sistemas sensoriais e órgãos que mantêm a saúde do corpo físico, o mesmo acontece com as linhas ley. As linhas ley mantêm a saúde da Terra física. Acima dos órgãos do corpo, têm linhas de meridianos que secionam o corpo e, ao fazerem isto, contribuem para o bem-estar do ser, que então transmite essa energia em diferentes formas, alimentando os órgãos, alimentando os sentidos e a consciência. Da mesma forma que o corpo humano passa por mudanças, assim também a Terra se diversifica e muda. O sistema de linhas ley muda e se adapta em características. Com a anunciada Ascensão planetária já em curso, e a chegada da "formatura" da Terra, não só o sistema de sensitividade da Terra, mas também o do ser humano vão se ajustar.
Acima do sistema de meridianos do corpo humano, está o que chamamos de linhas axiotonais. As linhas axiotonais são linhas distintas que conectam o corpo emocional, o corpo mental, o corpo causal, etc… ao corpo ascendido. E assim acontece com a Terra.

A Terra também tem linhas axiotonais definidas por qualidades espirituais e celestiais, mais uma vez baseadas na matemática sagrada. Estas tocam certas áreas das linhas ley – tocam mas não se apóiam sobre delas. Mas intersecionam. Especialmente nos lugares em que as linhas ley estão rasgadas, partidas e desconectadas, as linhas axiotonais agem como pontes, pontes de uma dimensão para outra, para vencer abismos no conhecimento, para vencer abismos na história, para vencer os vazios da energia que se esgotou ou se desfez.

Quando visita-se uma conjunção de energia ley, ou um local sagrado, ou um complexo de vórtices, absorve-se sua mensagem única, sua geometria única. Cada um carrega em seu campo a energia de cada lugar sagrado, de cada ponto de força e de cada ponto da grade em cada continente que visitou. E têm a capacidade de conectar essas energias a si mesmos e uns aos outros. Aqueles chamados Guardiões da Terra, que foram levados a visitar tais lugares, podem se visualizar conectando-os com a Grade 144, e desta forma ajudar a conectá-los com a grade em evolução. E, neste processo, conectam e ativam a si mesmos.

O segmento de linha ley foi impregnado de luz divina e atraído a pontos de força e a pontos de alinhamento cósmico há cerca de 18.000 anos atrás. Como mensionado antes, a Linha Ley era chamada originalmente de Cinto de Atlas, antes de lhe ser dado um nome judaico-cristão. Mas a fonte de energia é a mesma. Ah, mas houve sabedoria Divina na mudança de nome! Quantas Catedrais Cristãs, construídas com pura geometria sagrada exatamente sobre os vetores e pontos de alinhamento cósmico desta corrente transcendental, teriam sido construídas desta forma, se essa linha ley fosse considerada pagã? Com certeza a igreja controladora teria proibido isto. E agora, apesar do seu controle, existem templos incríveis nos locais perfeitos para amplificar as energias de dimensões superiores, energias que não são presas a nenhum dogma religioso, a não ser ao puro Amor celestial.

A oscilação harmônica, permite que tais harmônicos mineralógicos sejam a fonte da conexão vibracional entre esses lugares. Esses harmônicos ocorrem não só na mineralogia, mas também por meio da geometria e do quociente de luz.

A verdade tem um meio de evoluir nos corações de todos que bucam, apesar das limitações do patriarcado ou de qualquer outro dogma restritivo. Todos somos a família do homem.

fontesdeluz.blogspot.com/2012/02/as-linhas-ley.html

PIRÂMIDES NA ANTÁRTIDA

Uma equipe de pesquisadores alega ter descoberto três antigas pirâmides no continente coberto de gelo da Antártida. Não há detalhes exatos mas foram liberadas três imagens intrigantes da descoberta.

A equipe internacional compreende pesquisadores dos Estados Unidos e de vários países europeus. Duas das grandes estruturas piramidais foram encontradas cerca de 10 milhas para o interior, a terceira não muito longe da costa, claramente visível a partir do oceano.

A equipe está atualmente planejando uma expedição para alcançar uma das pirâmides para descobrir se ela é natural ou uma estrutura artificial. Nenhum detalhe adicional foi relatado pela equipe desde 29 agosto de 2012.
Publicado por luxcuritiba em outubro 26, 2012

PIRÂMIDE DE GIZÉ E O MISTÉRIO DE ÓRION

Quando foi erguida, a Grande Pirâmide tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54′. Sua base é um quadrado com 229 m de lado. Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito – o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, algo em torno de 2 cm, o que é incrivelmente pequeno.

A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra, cada um pesando de duas a 20 toneladas.   Na face norte fica a entrada da pirâmide. Um número de corredores e galerias leva ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no “coração” da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a construção progredia, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.   São cálculos assombrosos.

Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número pi (3,14159…) até o décimo quinto dígito. As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o pi havia sido calculado só até o quarto dígito.   E isso é só o começo. A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola – assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.  

Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.  

Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra – ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.  

Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual. Será? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano.

Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de operários 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.   Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da empreitada, ao lado de Quéops. O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.  

Para surpresa geral, as pedras foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu, apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento do know-how da época, que teve de ir sendo desvendado na base da tentativa e erro. O que frustou o sucesso da empreitada foi o tempo. Não deu. Se a equipe dispusesse de alguns dias a mais, além dos 45 dias determinados, teria construído uma Grande Pirâmide em escala.   Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronômico sobre as pirâmides. Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro The Orion Mystery, editado pela Heinemann.

Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto. Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foi aceitando.

Alinhamento dos dutos de ventilação da pirâmide de Quéops com a constelação de Órion.

Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os “respiradouros” da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o “cinturão” de Órion. A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.
As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval. Ele é um engenheiro egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria), e passou a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio. Por muitos anos ponderou sobre o significado de Sah, a constelação de Órion e sua ligação com as pirâmides.

Bauval sabia que a aparentemente inconsistente disposição das três pirâmides em Gizé não era acidental. O problema há muito ocupava sua cabeça e a de seus amigos engenheiros. Muitos concordavam que o alinhamento, embora incomum não era um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios tinham.

Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto. Num desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também era astrônomo amador, apontou para a constelação de Órion, que se levantava atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formam o cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta. Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo. Enquanto o amigo explicava, Bauval ia vendo a luz – o alinhamento das três estrelas correspondia perfeitamente ao das pirâmides de Gizé !

Inicialmente Bauval usou o programa de astonomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 A.C. O software foi suficiente para clarear a mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta. O programa Skyglobe também pode colocar a Via-Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria. Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a “oeste” da Via-láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo.
Alinhamento das tres principais pirâmides do Egito corresponde ao alinhamento das tres principais estrelas da constelação de Órion.

Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro, elas mudaram em declinação – antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.

A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação de Bauval. Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é conhecido pleno nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis. Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.

Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço – elas têm o que se chama de movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.

A mudança da posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de sua distância do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz da Terra. Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes. Mas elas retêm sua forma característica por causa da distância.

É muito importante entender que o céu era diferente no tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e constrir sua teoria.

As relações que tal descoberta implica são fascinantes. Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte – causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento – e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat. Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio.

A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar, centrada na adoração de Ra. O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice de uma religião estelar ainda mais antiga. Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu objetivo final.

A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide : “Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion, que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com Osíris…”

O rei era muito importante por ser o elo entre os deuses e os homens, e era tratado com enorme respeito na vida e na morte. Desde o momento de seu nascimento era educado e treinado para seu retorno às estrelas. Cada aspecto da sua vida estava associado com sua jornada. Ele aprendia as rezas e encantamentos (muitos foram colocados nos Livro dos Mortos), que lhe garantiria uma jornada segura. Seu objetivo na vida era um retorno bem-sucedido, e a pirâmide, longe de ser uma tumba ou um memorial, era um ponto de partida dessa grande jornada.

Publicado por luxcuritiba em agosto 25, 2012

A MISSÃO KEPLER, OSÍRIS E AS PIRÂMIDES DE GIZÉ CONSTELAÇÃO CYGNUS E ÓRION

Collin Andrew fez uma descoberta um tanto surpreendente em 2008. Foi surpreendente tanto para os egiptólogos ortodoxos quanto para a comunidade alternativa.

Há muito tempo egiptólogos e pensadores alternativos acreditam que o posicionamento do Platô de Giza corresponde às três grandes estrelas do Cinturão de Orion [ou, popularmente, as Três Marias]. Documentários com essa afirmativa foram produzidos, livros foram escritos sobre o assunto e até Ph.D.s foram ganhos baseados neste fato. Na verdade não era, de fato, um fato.

O posicionamento das três pirâmides no Platô de Giza realmente se parece com o Cinturão de Orion, mas Collin Andrews descobriu que eles não se encaixam exatamente. Na verdade, quando um mapa celeste de Orion é sobreposto a uma foto aérea das três pirâmides, uma preocupante discrepância fica evidente. Duas das estrelas repousam diretamente sobre o topo de duas das pirâmides, mas a terceira estrela fica de fora. Ela não repousa sobre a pirâmide de forma alguma.

Com a tremenda precisão (inigualada pela maioria das contruções modernas) que essas pirâmides foram contruídas no Platô, pareceu ao Sr. Andrews ser inconcebível que os construtores pudessem ter errado no correta localização da terceira pirâmide. Então, ele se perguntou se havia alguma outra constelação que igualava o posicionamento das pirâmides com precisão. Ele não teve que procurar muito. Ele descobriu que a constelação de Cygnus se igualava perfeitamente com o Platô de Giza.
Repare a diferença entre a sobreposição
das duas constelações e as pirâmides

Na foto acima, as estrelas de Orion são mostradas pelos círculos verdes. As estrelas de Cygnus são mostradas pelos círculos vermelhos. Você pode ver claramente que o padrão de Orion não se encaixa precisamente com as pirâmides, enquanto que o padrão de Cygnus se encaixa.

Além disso, Andrews notou que em cada lugar onde existe uma estrela de Cygnus no esquema, havia algum tipo de grande estrutura. Isto é, exceto pela estrela Deneb. Onde Deneb bate no esquema do Platô de Giza não havia nada. Nem pirâmide, nem templo, nem construção de tipo algum. Então, ele pensou que deveria haver algo grande que estava enterrado.

Em 2010, o Dr. Zahi Hawass, Ministro de Antiguidades do Egito, anunciou que descobriu o túmulo de Osíris. Osíris foi um grande deus do antigo Egito até a época em que o cristianismo começou a tomar o Egito. Ele era o deus do subterrâneo e o deus da ressurreição e nova vida.

Isso sempre foi um ponto a ser debatido entre acadêmicos, os temas sobre mitologia. Alguns assumem que a mitologia era ficção. Outros assumem que há um núcleo de verdade nas mitologias. [N.T. - Realmente, fortes evidências apontam para a realidade, ainda que incríveis, de que alguns mitos representam literalmente a história passada.] Em outras palavras, alguns acadêmicos irão se agarrar ao fato de que, apesar de muita ficção sobre Osíris, provavelmente uma pessoa chamada Osíris realmente existiu. Será?

Hawass descobriu o túmulo de Osíris, encontrando um sarcófago de cerca de 3 metros de comprimento. Interessantemente, há fotos que mostram os trabalhadores levantando o sarcófago de um nível mais baixo onde ele se encontrava até um nível mais alto onde os trabalhadores estavam. Existem fotos que os mostram se preparando para levantar a tampa do sarcófago. Mas, aparentemente, nenhuma foto que mostra o interior do sarcófago depois que sua tampa foi removida foi publicada. Há uma foto que mostra o interior do sarcófago mais tarde, mas não no momento logo após a retirada da tampa. Por quê?

O Dr. Hawass disse depois que o sarcófago estava vazio quando a tampa saiu. Mas será que estava? Isso não é uma tentativa de implicar que Hawass estivesse mentindo, mas é algo muito estranho existirem fotos de todo o processo de manuseio do sarcófago, inclusive das tentativas de retirada da tampa, mas nenhuma foto do que havia dentro depois que a tampa foi retirada.

Isso, é claro, deixa aberta a possibilidade de que a múmia de Osíris (a primeira múmia de que se tem notícia) estava lá dentro. Desde que os antigos que primeiro escreveram sobre Osíris afirmaram que ele teve um nascimento divino e não era deste planeta, a possibilidade de que a múmia de Osíris possa provar ser a de um ser extraterrestre ainda está em aberto. É claro, isso não seria algo para ser alardeado. Então, de acordo com esta teoria, o público não pode ver as fotos de dentro do sarcófago no instante da remoção da tampa, e esta história de sarcófago vazio foi então contada.

Isso seria apenas teorização fantástica se não existissem algumas evidências de suporte. Então, há? Talvez. A evidência é muito circunstancial, mas também muito sugestiva.

Em 7 de março de 2009, a NASA lançou o telescópio espacial Kepler em uma órbita logo atrás da Terra. Ele segue a Terra em sua órbita ao redor do Sol. O custo de sua missão de 3-5 anos é estimado em 600 milhões de dólares. Sua missão é a de procurar por planetas parecidos com a Terra e identificar os que parecem habitáveis.

Já que sua missão é a de procurar por outras Terras, você assumiria a necessidade de olhar por todo o espaço, pois quanto maior a área celeste que você cobre, mais chances de sucesso terá – certo? Bem, isso parece ser a idéia mais acertada – a não ser que você já soubesse onde se encontra uma porção desses planetas. Se você já soubesse de um lugar onde provavelmente teria sucesso de encontrar algum planeta desses, você iria mirar e deixar o telescópio apontado para lá.

Adivinhe só? Isso é exatamente o que os controladores da missão Kepler fizeram. Eles miraram o telescópio, como se fosse um laser, para a constelação de Cygnus! Por quê?

A explicação oficial é a de que ao mirar Cygnus, eles não precisam se preocupar com o Sol obscurecendo o telescópio com sua luz. Mas o Kepler é direcionável e pode ser reposicionado para evitar esse tipo de problema com o Sol. Então, ele realmente poderia ser usado para procurar por todo o espaço por outras Terras. Mas não foi. Ele focou bem em cima de Cygnus, e só em cima de Cygnus.
Constelação de Cygnus

Nos primeiros 6 meses da operação, o Kepler encontrou uma adicional de 1.235 planetas extra-solares. Nós já conhecíamos alguns 500 desses planetas, mas o Kepler acrescentou mais 1.235 à lista. Desse número, 408 estão em sistemas solares como o nosso, com múltiplos planetas. Na verdade, o Kepler localizou 170 desses sistemas solares em Cygnus. Daqueles 408 planetas, Kepler descobriu que uns 50 são habitáveis!

Oficialmente, essas descobertas são chamadas de planetas candidatos. Esse termo é usado pelos negadores para diminuir a importância dessas descobertas. Planetas candidatos significam que são descobertas reais, mas precisam da verificação de outros cientistas. Mas não deixam de ser descobertas reais. Então, o descobrimento de 50 planetas habitáveis aconteceu. Os dados ainda serão revisados por outros cientistas para devida verificação, mas as descobertas aconteceram.

Os antigos Egípcios escreveram sobre seus antecessores e diziam que esses eram canibais, bárbaros, não-civilizados, não-estudados. Eles eram governados por um deus chamado Ra, ná época. Ra construiu poderosas estruturas, mas não fez nada para melhorar esses selvagens. Quando Ra ficou velho, ele deixou a Terra e retornou aos céus. Osíris (cujos pais não eram humanos) ascendeu ao trono. Osíris, o deus de pele verde, era grandemente encomodado pela completa falta de civilização e aprendizado desses humanos, e iniciou o estabelecimento de uma civilização.

Osíris ensinou às pessoas o que comer (e o que não comer), ensinou a elas a agricultura, a escrita, como adorar aos deuses e estabeleceu as leis. Em um tempo relativamente curto, ele estabeleceu a primeira civilização Egípcia e o povo prosperou.

Agora: se Osíris tinha origem entre esses selvagens, alguém deve se perguntar como ele era a única pessoa entre esses selvagens canibais a possuir tais conhecimentos. Mas lembre-se de que os antigos Egípcios que contavam sobre Osíris o colocavam em um grupo diferente dos humanos. Eles o reconheciam como um ser outro, não humano.

É no mínimo interessante que o túmulo de Osíris estava localizado diretamente sob a estrela Deneb (da constelação de Cygnus). É interessante porque é uma grande indicação de que o fato do Platô de Giza e a constelação de Cygnus terem a mesma configuração não é um acidente. Além, a configuração das pirâmides marcam precisamente o lugar onde o túmulo de Osíris estava enterrado.

E se os antigos Egípcios estavam corretos sobre o que escreveram sobre a origem de Osíris? E se ele não fosse daqui, mas dos céus? E se a NASA soubesse já a algum tempo que o Platô de Giza tinha sua configuração igual à Cygnus e não Orion? E se a NASA já algum tempo já soubesse que as histórias sobre Osíris eram reais?

Isso indicaria que a NASA presumiu que já que Osíris não era da Terra, mas viveu na Terra, ele deve ter vindo de um planeta parecido com o nosso. Isso também indicaria que já que houve um Osíris de lá, então outros também poderiam ter suas origens no espaço (sua esposa Isis, Thoth, Set). Mas que lugar é esse? A resposta a essa questão estava marcada no Platô de Giza na forma de um mapa espacial de sua terra natal, Cygnus

Por que a NASA apontou o telescópio Kepler exatamente para Cygnus, planejando deixá-lo apontado para lá nos próximos anos? O que os levaram a decidir isso? A história que contaram sobre evitar interferência solar não faz sentido quando sabe-se que o Kepler pode ser reposicionado a qualquer momento desejado. A missão Kepler visava Cygnus muito antes de ter sido iniciada. Por quê? O Platô de Giza parece nos providenciar uma interessante e possível resposta.

tradução do texto original por Hiperdimensão

hiperdimensao.wordpress.com

LEVITAÇÃO USANDO FREQUÊNCIAS DE SOM, TÉCNICA UTILIZADA NA CONSTRUÇÃO DAS PIRÂMIDES.

"Os imensos blocos de rocha usados na construção das pirâmides eram tornados sem peso pela anulação/cancelamento do campo gravitacional do planeta Terra sobre a sua massa. Usando uma frequência chave de som, o equilíbrio gravitacional da molécula central na massa total do bloco de rocha era cancelado.   A molécula central de uma dada massa é a única molécula que esta cercada por uma quantidade igual do peso da massa em todas as direções.   A sua influencia então é transmitida às demais moléculas próximas quando então elas se movem devido à energia cinética da massa total.   Quando uma determinada molécula central se move de sua posição,a molécula que se move para ocupar o seu espaço se transforma na nova molécula central.  

A chave da frequência de som produz duas coisas:  

a) ela suspende o movimento de todas as moléculas dentro da massa total, permitindo que uma molécula específica seja estabelecida como o centro de massa, a nova molécula central.  

b) O nódulo positivo da molécula central se estica como em uma tira de borracha/elástico enquanto os seus nódulos negativos faz a molécula se contrair.   Essa contração e expansão da molécula central cancela às outras moléculas na massa o ponto central de referência e orientação.  

Assim elas começam a se expandir e contrair e a girar em uma taxa específica.   As moléculas também giram em um ângulo específico sobre seus eixos relativos à pulsação da molécula central (isso se chama ressonância simpática). Devido ao giro e ao consistente eixo do ângulo de rotação das moléculas totais que compõe a massa total do bloco de rocha, as linhas de forças gravitacionais geradas pela sua massa se tornam fora de fase com aquelas geradas pela massa e o campo gravitacional do planeta, assim o bloco de rocha se torna sem peso.  

As pirâmides de GIZÉ, no Egito, construídas por mão de obra de habitantes de PARN/Calisto, um planetoide de Júpiter, e habitantes de SÍRIUS, com projetos, tecnologia e o conhecimento da GEOMETRIA SAGRADA dos habitantes do planeta GRACYEA, os gracianos.   Uma pequena criança poderia jogar longe um enorme bloco de rocha nessas condições, como se ele fosse uma bola de praia.  

A frequência chave de som que causa a ausência de peso é a nota recíproca da frequência de som usada para determinar as fraturas de um bloco de seu leito original de rocha.
Havia (e ainda existe) dois modos conhecidos de afetar uma molécula central de qualquer massa, retirando o peso de ‘’QUALQUER OBJETO’’.


1) Usando uma específica frequência de SOM e;
2) Tocar no bloco três vezes com uma vara VRIL carregada com a energia VRIL (A mais elevada forma de energia – e mais sagrada, feminina – do Universo. A BASE DE TUDO QUE É MATERIAL) enquanto entoava/cantava certos números e palavras na direção do bloco.

Os sacerdotes e sacerdotisas de Gracyea realizavam esta forma de levitação com muita facilidade.

A levitação usando frequências de som também eram empregadas junto às pedreiras para transportar enormes blocos de rocha prontos em barcaças fluviais através do rio Nilo.

Cada bloco de rocha cortado e finalizado tinha UM LUGAR ESPECÍFICO em uma das três pirâmides. Embora os carros aéreos pudessem levantar apenas um ou dois blocos de rocha cortados (dependendo do seu tamanho e peso), eles poderiam por centenas de blocos de cada vez nas barcaças para cima ou para baixo no rio.

No local de recepção dos blocos prontos, nas barrancas às margens do rio Nilo, abaixo do platô de construção das pirâmides, barcaças especialmente desenhadas eram colocadas diretamente no carregamento em monotrilhos, que transportavam os blocos até o platô na base das pirâmides em construção.

Esse transporte em monotrilho era propelido por eletromagnetismo (semelhante aos trens balas do Japão de hoje).

Os mesmos engenheiros gracianos que construíram as Pirâmides foram quem montaram esses transportadores em monotrilho entre o local de desembarque das rochas no rio e a base de construção sobre o platô.

Esses transportadores eram controlados remotamente (não havia operadores à bordo) e poderiiam atingir velocidades de várias centenas de quilômetros por hora, mas usualmente eles viajavam à uma velocidade de 50 quilômetros por hora entre as duas estações existentes, uma no local de desembarque das rochas das barcaças no rio e a outra na base de construção, no platô.

Os gracianos eram telepáticos e usavam esse modo de se comunicar para notificar as pedreiras qual o tamanho e tipos de blocos que eles queriam que fossem cortados e acabados e embarcados para o local da construção de cada uma das três pirâmides. Se o bloco de rocha que tivesse sido pedido não chegasse ao local de construção dentro de duas horas, era admitido que algo no sistema deveria ter terrivelmente funcionado mal.

Após chegar à base de construção das três pirâmides, os imensos blocos de rocha eram levitados pelos sacerdotes Stolfas e posto em uma plataforma elevadora suspensa magneticamente entre duas hastes verticais que se erguiam a mais de 800 pés (245 metros) céu acima.

Essas plataformas elevadoras funcionavam no mesmo princípio magnético utilizado no transportador monotrilho.

As hastes de suporte (guias) tinham apenas cerca de uma polegada (2,5 centímetros) de diâmetro, mas jogar um carro aéreo sobre elas à velocidade de 3.200 quilômetros por hora não conseguiria move-las um milímetro sequer.

Estas hastes eram capazes de se inclinar em qualquer ângulo e travar em qualquer abertura vazia de uma plataforma em um nível incompleto da pirâmide.

A plataforma de elevação/elevador, carregando um bloco de rocha poderia automaticamente se mover sobre a plataforma de recepção e vir a pousar sobre ela. Então um sacerdote Stolfa levitaria o bloco de rocha e trabalhadores como eu mesmo, empurrariam a pedra para o seu local designado na pirâmide.

Os trabalhadores que tinham essa incumbência deveriam saber exatamente onde o bloco deveria ser assentado na pirâmide, porque o sacerdote (ou sacerdotisa) Stolfa Graciano tinha que manter a sua concentração mental no processo de levitação do bloco de rocha e não poderia, de modo algum, se distrair.

Qualquer distração nesse momento poderia resultar na queda e provável quebra do bloco de rocha, ou a queda sobre um trabalhador.

A principal razão para que os blocos de pedra tivessem que ser levitados pelos sacerdotes Stolfas e não por um gerador de frequência de som era de que depois que o bloco de rocha era finalizado com argamassa em seu local específico na Pirâmide, ele se tornava parte da massa total de todos os blocos ao qual ele estava ligado em suas extremidades pela argamassa. E essa massa total crescia diariamente em proporção ao número de blocos que eram adicionados a pirâmide.

Se fosse utilizado o gerador de frequência de som a massa total em alguns casos poderia absorver ou refletir a energia da frequência de som usada, e nenhum bloco poderia mais permanecer sem peso nessas condições.

Depois que um bloco de rocha era posto em seu devido lugar, um dispositivo semelhante a um diapasão de afinação era usado na pedra.

A vibração do diapasão era lida e gravado por um dispositivo eletrônico.

Qualquer pequena distorção encontrada com relação à vibração desejada poderia ser corrigida ajustando a massa de um ou mais dos próximos blocos de pedras que iria ser afixado com argamassa mais tarde ao bloco que precisava de correção.

Finalmente, qualquer distorção vibracional acumulada no final da construção seria finalmente corrigida quando a PEDRA DE TOPO, feita de CRISTAL ASTRASTONE (um super cristal feito com a substância mais dura jamais encontrada em todo o universo) fosse cortada, lapidada e posta no seu lugar no TOPO DA GRANDE PIRÂMIDE.

Somente a Grande Pirâmide tinha a Pedra de Topo feita de Cristal Astrastone.

Os gracianos chamavam a pedra de topo de “SPIEL”. Eu aprendi que a segunda e terceiras pirâmides (conhecidas como de Quéfrem-Khufu e Miquerinos-Menkaure) foram construídas pelas seguintes razões:

a) como dispositivos de PONTARIA;

b) Para absorver e dispersar algum tipo de energia de retorno que poderia ser transmitida pela Grande Pirâmide quando realizando algum tipo de função dinâmica apenas conhecida pelos maldequianos naquele momento.

Foi especulado que a terceira pirâmide (a menor de todas as três-Miquerinos) poderia mesmo vibrar até se desfazer em poeira quando a Grande Pirâmide estivesse dinamicamente funcionando (estivesse em uso total).  PORQUE MALDEK EXPLODIU AO INVÉS DA TERCEIRA PIRÂMIDE. Nisto reside a resposta de porque MALDEK EXPLODIU.

A terceira Pirâmide (a menor das três, chamada de Miquerinos) de MIR/GIZÉ/EGITO foi feita para agir como um fusível em um circuito elétrico e se desintegrar antes que qualquer desastre acontecesse com a Grande Pirâmide quando ela foi utilizada pela enviar a ENERGIA VRIL de reserva DO PLANETA TERRA para o planeta MALDEK. Consequentemente MALDEK EXPLODIU, e não a terceira pirâmide.
Como recentemente foi percebido no planeta Terra, as três pirâmides de GIZÉ/EGITO foram projetadas, dimensionadas e POSICIONADAS no platô de Gizé para representar com exatidão milimétrica as TRÊS ESTRELAS centrais da CONSTELAÇÃO DE ÓRION, chamadas pelos astrônomos de O CINTURÃO DE ÓRION:
Como recentemente foi percebido no planeta Terra, as três pirâmides de GIZÉ/EGITO foram projetadas, dimensionadas e POSICIONADAS no platô de Gizé para representar com exatidão milimétrica as TRÊS ESTRELAS centrais da CONSTELAÇÃO DE ÓRION, chamadas pelos astrônomos de O CINTURÃO DE ÓRION: são elas MINTAKA, ALNILAN E ALNITAK (No BRASIL elas são popularmente conhecidas como AS TRÊS MARIAS).

As três pirâmides no Egito foram construídas para estarem DIRETAMENTE alinhadas com a CONSTELAÇÃO DE ÓRION no Solstício de Verão (em JUNHO, no hemisfério norte), quando elas então estão posicionadas ao norte do equador da Terra."

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