quinta-feira, 20 de junho de 2013

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS 20 06 2013

  
Nebulosa da Chama
Localizada na Constelação de Órion é iluminada por uma estrela com 20 vezes a massa do Sol

domingo, 16 de junho de 2013

DEUS GEOMETRIZA

Prenda-te , diz o alquimista, “às quatro letras do tetragrama dispostas da seguinte maneira: As letras do nome inefável estão aí, embora não possas distingui-las de início. O axioma incomunicável está cabalisticamente nele encerrado, e é isso o que os mestres chamam de mágico.” O arcano - as quatro emanações do Âkasa, o princípio de VIDA, que é representado em sua terceira transmutação pelo Sol ardente, o olho do mundo, ou de Osíres, como os egípcios o chamavam. Um olho que vela ternamente a sua filha mais jovem, esposa, e irmã - Ísis, nossa mãe Terra. Vede o que Hermes, o mestre três vezes grande, diz a respeito dela: “Seu pai é o Sol, sua mãe é a Lua”. Ele a atrai e acaricia, e então a repele por uma força impulsora. Cabe ao estudante hermético observar seus movimentos, agarrar suas correntes sutis, guiar e dirigi-las com a ajuda do atanor, a alavanca de Arquimedes do alquimista. O que é este misterioso atanor? Pode o físico dizer-nos - ele que o vê e observa diariamente? Sim, ele o vê; mas compreende ele os caracteres secretamente cifrados traçados por um dedo divino sobre toda concha do mar na profundeza dos oceanos; sobre toda folha que treme na brisa; na estrela brilhante cujas linhas estelares não passam aos seus olhos de linhas mais ou menos luminosas de hidrogênio?

“Deus geometriza”, disse Platão. “As lei da Natureza são os pensamentos de Deus”, exclama Oërsted, há 2.000 anos. “Seus pensamentos são imutáveis”, repetia o estudante solitário da tradição hermética, “é por isso que devemos procurar a Verdade na harmonia e no equilíbrio perfeito de todas as coisas.” E assim, procedendo da unidade indivisível, ele descobre duas forças contrárias, que emanam dela, cada uma agindo sobre a outra e produzindo o equilíbrio, e as três são apenas uma, a Mônada Eterna Pitagórica. O ponto primordial é um círculo; o círculo, quadrando-se a partir dos quatro pontos cardiais, torna-se quaternário, o quadrado perfeito, tendo em cada um de seus quatro ângulos uma letra do nome mirífico, o Tetragrama sagrado. São os quatro Buddhas que vieram e passaram; a Tetraktys pitagórica - absorvida e transformada pelo único NÃO-SER eterno.

A tradição declara que sobre o cadáver de Hermes, em Hebron, um Isarim, um iniciado, descobriu a tábua conhecida como Smaragdine. Ela contém, em algumas sentenças, a essência da sabedoria hermética. Àquele que os lêem apenas com os olhos do corpo, os preceitos nada sugerirão de novo ou extraordinário, pois ela começa simplesmente por dizer que não fala de coisas fictícias, mas do que é verdadeiro e certo.

“O que está embaixo é igual ao que está em cima, e o que está em cima é semelhante ao que está embaixo para realizar os prodígios de uma coisa.

“Assim como todas as coisas foram produzidas pela mediação de um ser, de igual maneira todas as coisas foram produzidas a partir deste por adaptação.

“Seu pai é o Sol; sua mãe é a Lua.
“É a causa de toda perfeição por toda a Terra.
“Seu poder é perfeito, se ela se transforma em terra.
“Separai a terra do fogo, o sutil do grosseiro, agindo com prudência e bom senso.

“Subi com a maior sagacidade da Terra ao céu, e então descei novamente à Terra, e reuni o poder das coisas inferiores e superiores; possuireis assim a luz de todo o mundo, e toda obscuridade afastar-se-á de vós.

“Essa coisa tem mais força do que a própria força, porque ela dominará toda coisa sutil e penetrará toda coisa sólida.

“Por ela foi o mundo formado (...)”.

Essa coisa misteriosa é o agente universal, mágico, a Luz Astral, que, pela correlação de suas forças, fornece o alkahest, a pedra filosofal, e o elixir da vida a filosofia hermética chama-o Azoth, a alma do mundo, a virgem celeste, o grande Magnes, etc., etc. A ciência física conhece-a como “calor, luz, eletricidade e magnetismo”; mas ignorando as suas propriedades espirituais e o poder oculto contido no éter, rejeita tudo que ignora. Ela explica e retrata as formas cristalinas dos flocos de neve, suas modificações de um prisma hexagonal que produz uma infinidade de agulhas delicadas. Ela as estudou tão perfeitamente que calculou, com a mais extraordinária exatidão matemática, que todas essas agulhas divergem uma das outras por um ângulo de 60º. Pode ela dizer-nos a causa dessa “infinita variedade de formas estranhas”, cada uma das quais é um si uma figura geométrica perfeita? Essas corolas congeladas, semelhantes a estrelas e flores, podem ser, ao que supõe a ciência materialista, uma chuva de mensagens derramadas por mãos espirituais dos mundos superiores para os olhos espirituais inferiores lerem.

A cruz filosófica, as duas linhas que correm em direção opostas, a horizontal e a perpendicular, a altura e a largura, que a Divindade geometrizante divide um ponto de interseção, e que forma tanto o quaternário mágico quanto o científico, quando é inscrito no quadrado perfeito, é a base do ocultista. Em seu recinto místico repousa a chave mestra que abra a porta de toda ciência, tanto física como espiritual. Ela simboliza nossa existência humana, pois o círculo da vida circunscreve os quatro pontos da cruz, que representa sucessivamente o nascimento, a vida, a morte e a IMORTALIDADE. Tudo neste mundo é uma trindade completada pelo quaternário, e todo elemento é divisível segundo este mesmo princípio. A Filosofia pode dividir o homem ad infinitum, assim como a ciência física dividiu os quatro elementos primeiros e principais em várias dezenas de outros; ela não conseguirá modificar nenhum. Nascimento, vida e morte serão uma trindade completa apenas ao fim do ciclo. Mesmo que a ciência consiga modificar a imortalidade desejada em aniquilação, ela sempre será uma quaternário, pois Deus “geometriza”!

É um axioma hermético o de que “a causa do esplendor e da variedade das cores mergulha profundamente nas afinidades da Natureza; existe uma aliança singular e misteriosa entre as cores e sons”. Os cabalistas põem a sua “natureza média” em relação direta com a Luz; e o raio verdade ocupa o ponto central entre outros, sendo colocado no meio do espectro. Os sacerdotes egípcios cantavam as sete vogais com um hino dirigido a Serapis; e ao som da sétima vogal, e ao “sétimo raio” do Sol levante, a estátua de Memnon respondia. As recentes descobertas demonstram as maravilhosas propriedades da luz azul-violeta - o sétimo raio do espectro prismático, quimicamente o mais poderoso de todos, que corresponde à nota mais alta da escala musical. A teoria Rosa-cruz de que todo o universo é um instrumento musical é a doutrina pitagórica da música das esferas. Os sons e as cores são números espirituais; assim como os sete raios prismáticos procedem de um ponto do céu, do mesmo modo os sete poderes da Natureza, cada um deles um número, são as sete radiações da Unidade, o Sol espiritual central.

“Feliz aquele que compreende os números espirituais e que percebe a sua poderosa influência!”, exclama Platão. E feliz, podemos acrescentar, aquele que, percorrendo o labirinto da correlação de forças, não esquece de remontá-las ao Sol invisível!.

H P Blavatsky


www.teosofico.com 

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA Procissão de Velas 360º


Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima (Portugal)


Geraldo Teixeira - Maria da Guia A. Santos

GENOMA DO LÓTUS SAGRADO PODERÁ REVELAR SEGREDOS DA VIDA ETERNA

Não é apenas pela beleza que a flor de lótus é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo.                       
A flor de lótus é conhecida mundialmente como um símbolo de pureza espiritual e longevidade.
O que poucos sabem é que ela é conhecida também pelos biólogos por uma quase "vida eterna".
Segredos genéticos do lótus sagradoO lótus sagrado já foi documento no registro geológico de 135 milhões de anos atrás, quando os dinossauros ainda viviam na Terra.
E existem casos documentados de sementes de lótus que sobreviveram e continuaram viáveis por 1.300 anos.
Ou seja, não é apenas pela beleza da flor de lótus que esta planta é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo.
Por isso, uma equipe de 70 cientistas dos EUA, China, Austrália e Japão dispuseram-se a partir em busca dos segredos sagrados do lótus - biologicamente falando.
Para isso, eles sequenciaram seu genoma completo. Os cientistas acreditam que o  chamado lótus sagrado tenha um sistema genético capaz de consertar defeitos genéticos induzidos ambientalmente, podendo conter segredos sobre como envelhecer com saúde.
A equipe sequenciou cerca de 86% dos cerca de 27 mil genes da planta, cujo nome científico é Nelumbo nucifera.
O lótus e vida eterna biológica. "O genoma do lótus é muito antigo, e agora conhecemos seu ABC," disse Jane Shen-Miller, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). "Os biólogos moleculares agora poderão estudar mais facilmente a forma como os seus genes são ligados e desligados durante períodos de estresse, e porque as sementes desta planta podem viver por 1.300 anos. Este é um passo para aprender o segredo anti-envelhecimento que o lótus sagrado pode nos revelar."
A Dra Shen-Miller afirma que os mecanismos de reparo genéticos do lótus podem ser muito úteis se puderem ser transferidos para os seres humanos ou para culturas - como arroz, milho e trigo -, cujas sementes têm períodos de poucos anos de vida.
"Se os nossos genes pudessem reparar doenças, assim como os genes do lótus, poderíamos ter um envelhecimento saudável. Precisamos aprender sobre seus mecanismos de reparação, e sobre as suas propriedades bioquímicas, fisiológicas e moleculares, e o genoma do lótus agora está aberto a todos."
A genética incomum do lótus sagrado lhe dá algumas habilidades de sobrevivência únicas. Suas folhas repelem a sujeira e a água, suas flores geram calor para atrair polinizadores e o revestimento do fruto do lótus possui antibióticos e cera que asseguram a viabilidade da semente que ele contém.
Redação do Diário da Saúde 07/06/2013  

MEMÓRIA EM DNA 700 TERABYTES EM APENAS UM GRAMA

Um novo estudo da Universidade de Harvard (EUA) armazenou 5,5 petabits de dados – cerca de 700 terabytes – em um único grama de DNA com sucesso.

O feito quebra o recorde anterior de armazenamento em DNA por milhares de vezes. O bioengenheiro e geneticista George Church e Kosuri Lanka conseguiram a façanha tratando o DNA como um dispositivo de armazenamento digital qualquer.
Eles armazenaram dados binários codificados em fitas de DNA, ao invés de regiões magnéticas de um disco rígido. Em cada fita de DNA, 96 bits são sintetizados. As bases TGAC do DNA representam valores binários (T e G = 1, A e C = 0).

DNA como armazenamento essa ideia não é nova. E, se for ver, faz muito sentido: o
nosso DNA já serve mesmo para armazenar nossas informações, além de coordenar
o desenvolvimento e funcionamento das células. Ou seja, ele contém todas as
instruções que nosso corpo precisa.

O DNA como um meio de armazenamento potencial já é discutido faz um longo tempo. Os cientistas apontam três boas razões para usá-lo como “memória”: é incrivelmente denso (pode armazenar um bit por base, e uma base é do tamanho de apenas alguns átomos), é volumétrico em vez de plano (como o disco rígido), e incrivelmente estável (enquanto outros meios de armazenamento precisam ser mantidos em temperaturas abaixo de zero e no vácuo, o DNA pode sobreviver por centenas de milhares de anos em uma caixa na sua garagem, por exemplo).

Pense nisso: um grama de DNA pode armazenar 700 terabytes de dados. Isso é 14.000 discos Blu-ray de 50 gigabytes em uma gota de DNA que cabe na ponta de seu dedo mindinho. Para armazenar o mesmo tipo de dados em discos rígidos – o meio mais denso de armazenamento em uso hoje – você precisaria de 233 unidades de 3TB, com um peso total de 151 quilos.

Para ler os dados armazenados no DNA, os cientistas simplesmente os sequenciam,
como se estivessem sequenciamento o genoma humano, convertendo cada uma das
bases TGAC em valores binários.

Os DNAs podem ser sequenciados fora da ordem, já que possuem “endereços” de
bits que permitem que as informações sejam decodificadas em dados utilizáveis.

Só com os recentes avanços na microfluídica e nos chips que a síntese e
sequenciamento de DNA tornaram-se tarefas diárias. Apesar de ter demorado anos
para que pudéssemos analisar um único genoma humano (cerca de 3 bilhões de
pares de bases do DNA), equipamentos de laboratório modernos com chips
microfluídicos podem fazer a mesma tarefa em uma hora.

Isso não quer dizer que o armazenamento em DNA seja rápido; mas é rápido o
suficiente para arquivamento a longo prazo.

Para o futuro, os pesquisadores preveem um mundo onde o armazenamento
biológico nos permitirá gravar tudo e qualquer coisa. Hoje, nem sonhamos em cobrir
cada metro quadrado da Terra com câmeras, porque não temos a capacidade de
armazenamento para tanto. Mais tarde, no entanto, a totalidade do conhecimento
humano poderá ser armazenada em algumas centenas de quilos de DNA.

ExtremeTech, LimboTEch, UOL, Terra

VOCÊ NÃO É DONO DOS PRÓPRIOS GENES

O alerta foi dado por um estudo publicado em 25 de março no periódico Genome Medicine: mais de 40.000 patentes foram concedidas sobre trechos de DNA longos e curtos, virtualmente dando o controle comercial de todo nosso genoma às empresas que as registraram.

O estudo se concentrou em dois tipos de sequências de DNA patenteadas: fragmentos longos e curtos. Foi descoberto que 41% de todo o genoma humano é coberto por patentes de DNA longo, cobrindo geralmente genes inteiros.

Além disso, como os genes compartilham estruturas similares dentro de sua estrutura genética, se todas as patentes de sequências curtas forem agregadas, podem cobrir 100% do genoma. O seu médico não vai poder examinar o seu DNA sem violar patentes.
O problema está chegando à Suprema Corte dos Estados Unidos, que vai revisar os direitos de patentes genômicas em uma audiência no dia 15 de abril. A decisão da Corte vai influenciar diretamente os direitos de companhias de diagnóstico molecular de patentear não um, mas dois genes de câncer do seio e do ovário, BRCA1 e BRCA2, e também qualquer sequência menor dentro de BRCA1, incluindo uma patente para apenas 15 nucleotídeos.

E não é só estes dois genes que a empresa patenteou: ela tem pelo menos outros 689 genes humanos patenteados, relacionados a outros 9 cânceres, além do desenvolvimento do cérebro e funcionamento do coração.
Na prática, significa que nenhum médico ou pesquisador poderá estudar o DNA destes genes de seus pacientes, e nenhuma droga de diagnóstico ou tratamento poderá ser desenvolvida baseada nestes genes, sem violar as patentes – a não ser que a droga seja desenvolvida pela empresa.

A empresa que tem as patentes do BRCA1 e BRCA2 oferecem serviços de diagnósticos de câncer ao custo de US$3.000 por teste (cerca de R$6.000,00), um valor que, graças à proteção das patentes, tem que ser pago, mesmo que outros laboratórios tenham condições de oferecer o mesmo teste a preços mais baixos.

E não é só o diagnóstico e tratamento que encarecem – a própria pesquisa genética também fica mais cara, já que é praticamente impossível trabalhar com genética sem tropeçar em um gene patenteado por dia. E, se considerarmos as sequências pequenas, que se repetem em todo o genoma, é impossível trabalhar com o genoma humano sem lidar com genes patenteados.

Para quem tem dinheiro e quer trabalhar com os genes patenteados, outro problema: determinar quais patentes cobrem um determinado gene. As patentes de sequências curtas se sobrepõe e diferentes patentes podem ser aplicadas sobre um mesmo gene, como o BRCA1, por exemplo.

Como se esta confusão não fosse suficiente, ainda há o problema das patentes de DNA que cruzam a barreira das espécies. Uma empresa que patenteou genes referentes à criação de vacas acabou tendo direitos sobre 84% do genoma humano.

Os pesquisadores apontam que são a favor do sistema de patentes, mas é preciso equilibrar essa proteção aos inventores com o bem da medicina, o investimento em pesquisa e a inovação. Mais que isso: os indivíduos têm que ter direitos sobre seu próprio genoma, e permitir que médicos o examinem da mesma forma que examinam pulmões e rins.

MedicalXpress

sábado, 15 de junho de 2013

AGLOMERADO DE GALÁXIAS GIGANTE POSSUI 800 TRILHÕES DE SÓIS

Astrônomos descobriram o maior aglomerado de galáxias já visto até hoje, a uma distância de 7 bilhões de anos-luz da Terra. Esse aglomerado, chamado de SPT-CL J0546-5345, suportaria cerca de 800 trilhões de sóis e centenas de galáxias.

Segundo os cientistas, aglomerados de galáxias como este podem ser usados para estudar como a matéria escura e a energia escura influenciaram o crescimento das estruturas cósmicas. Há muito tempo atrás, o universo era menor e mais compacto e a gravidade tinha maior influência.

Assim, era mais fácil para os aglomerados de galáxias crescerem, sobretudo em áreas em que eram mais densos do que os seus arredores. Conforme o universo se expandiu a um ritmo acelerado, devido à energia escura, cresceu mais difuso. A energia escura agora domina a força da gravidade e impede a formação de novos aglomerados de galáxias.

O aglomerado descoberto está entre os aglomerados mais maciços encontrados a esta distância. Localizado no sul da constelação de Pictor (O pintor), a distância de cerca de 7 bilhões de anos-luz significa que os seres humanos podem ver o aglomerado da forma como ele se parecia 7 bilhões de anos atrás, quando o universo tinha metade da idade que tem agora, e o nosso sistema solar ainda não existia.

Mesmo nessa idade, esse aglomerado era tão grande quanto o aglomerado de Coma, nas proximidades. Desde então, ele deve ter crescido cerca de quatro vezes. Se pudéssemos vê-lo como ele se apresenta hoje, seria um dos aglomerados mais massivos do universo.
Segundo os cientistas, esse aglomerado está cheio de galáxias “velhas”, o que significa que nasceu cedo na história do universo, nos primeiros dois bilhões de anos.

O objetivo principal da pesquisa é encontrar uma grande amostra de aglomerados de galáxias maciças a fim de medir a equação de estado da energia escura, o que caracteriza a inflação cósmica e a expansão acelerada do universo.

Outros objetivos incluem compreender a evolução do gás quente dentro dos aglomerados de galáxias, estudar a evolução das galáxias massivas nos aglomerados, e identificar galáxias distantes formadoras de estrelas.

A equipe do estudo espera encontrar muitos outros aglomerados de galáxias gigantes distantes da Terra, assim que a varredura por telescópio for concluída. 

ScienceDaily

ESTRELAS SÃO USINAS DE RECICLAGEM GALÁCTICA

Um longo mistério de como as estrelas agonizantes liberavam material para formar planetas agora parece estar resolvido. Os cientistas encontraram grãos de poeira com tamanho suficiente para serem expelidos com a luz dos corpos celestes.

A equipe de astrônomos da Austrália e da Europa analisou três estrelas gigantes vermelhas que foram um dia como o nosso sol, mas ficaram sem “combustível” de hidrogênio e cresceram até proporções enormes.

Essas estrelas liberam muito de sua massa na forma de gás ou grãos de minerais, até se tornarem anãs brancas.

O autor líder do estudo, Barnaby Norris, afirmou que as estrelas são “usinas de reciclagem galáctica” – o material que elas liberam “vai formar a próxima geração de estrelas e planetas”.

Disucussão polarizada
O que confundia os astrônomos era como o material era expelido. Modelos de computador sugeriam que as partículas que vinham das estrelas seriam tão pequenas que elas iriam simplesmente absorver a luz ao seu redor e aquecer.

A equipe refinou o método, usando diferentes polarizações de luz. Como resultado, eles conseguiram distinguir objetos separados por apenas bilionésimos de graus celestes.

Eles descobriram que a esfera de poeira que circundava as anãs vermelhas era menor do que muitos modelos sugeriam – cerca de duas vezes o raio da própria estrela.

Como os grãos de poeira dividem a luz de maneira diferente, dependendo da cor que os atingem, a equipe conseguiu analisar dados de diferentes espectros e determinar um padrão de tamanho: não muito mais do que metade de um milionésimo de metro.

Isso é muito maior do que o antecipado, explica Norris. E suficiente para explicar como a poeira é expelida. “Os grãos de poeira são como várias velas pequenas no vento, que nesse caso é a luz estelar”.

“O mecanismo pelo qual a massa é transportada dessas estrelas é um dos maiores mistérios da astronomia estelar, e ajuda no entendimento de como os elementos pesados são espalhados pelo universo. Nosso estudo é uma pequena peça desse quebra-cabeça”, afirmaram os pesquisadores. 

BBC

BILL GATES CODEX LEICESTER REPRESENTA BUSCA CONSTANTE POR CONHECIMENTO

O presidente e cofundador da Microsoft, Bill Gates, revelou durante uma entrevista ao programa 60 Minutes, da rede americana CBS, que uma de suas maiores fontes de inspiração é um manuscrito de Leonardo da Vinci que comprou por 30,8 milhões de dólares em 1994.
"Da Vinci tinha um entendimento sobre a ciência que era muito mais avançado que o de qualquer outra pessoa nesse tempo", afirmou o empresário em um trecho da conversa com o apresentador Charlie Rose, que vai ao ar no próximo domingo. Para o cofundador da Microsoft, a obra representa a busca constante por conhecimento.
Elaborada pelo gênio renascentista italiano no início do século XVI, a obra adquirida por Gates é conhecida como o Codex Leicester, tem 72 páginas e guarda observações, desenhos e diagramas sobre diversos assuntos, entre eles as propriedades da água, do ar, das rochas e da Lua. O manuscrito é considerado o mais valioso do mundo e antes de ser comprado por Gates passou mais de dois séculos nas mãos dos descendentes do primeiro conde de Leicester, Thomas Coke.


Revista Veja
Codex Leicester ou Códice Hammer refere-se a uma compilação de textos e desenhos de Leonardo da Vinci que foram coletados entre 1508 e 1510. Trata-se de uma ampla variedade de tópicos, que incluem estudos de Astronomia, Meteorologia, Hidráulica, Cosmologia, Geologia, Paleontologia e entre outros estudos cientificos e técnicos. Algumas das escrituras apresentam textos autobiográficos e histórias de viagens apoiados por excelentes ilustrações e desenhos.1 A designação de Hammer reporta ao fato do documento possuir uma distinta importância artística e histórica, para além de outrora ter pertencido a uma família com o mesmo nome por vários anos. O códice foi posteriomente intítulado Conde de Leicester, por Thomas Coke que o havia comprado em 1717. Das 30 publicações científicas de Leonardo, o Codex é considerada a mais famosa de todas.2

Este códice havia sido adquirido por Bill Gates (fundador da Microsoft) no montante de 30802500 $, na casa de leilões Christie's, em Nova Iorque, a 11 de novembro de 1994. O documento esteve em exposição durante a EXPO´98, em Lisboa.

O manuscrito, conservado no Museu Britânico de Londres, inclui cadernos com diversos conteúdos, compilados por Leonardo na última fase da sua vida, regressando ao tema da água, tendo expressado mesmo a intenção de abordar o tema num volume a que pensava dar o título de "Primeiro Livro da Água".3

Apresenta-se na forma de 18 folhas duplas ou em 72 páginas no formato de 21,8 x 29,5 centímetros. O seu contéudo expõe uma visão geral acerca deste artísta, cientísta e pensador renascentista. É uma extraortinária representação da relação entre arte e ciência, bem como da criatividade no processo científico.

Wikipédia

LEONARDO DA VINCI CODEX LEICESTER

Codex Leicester ou Códice Hammer refere-se a uma compilação de textos e desenhos de Leonardo da Vinci que foram coletados entre 1508 e 1510. Trata-se de uma ampla variedade de tópicos, que incluem estudos de Astronomia, Meteorologia, Hidráulica, Cosmologia, Geologia, Paleontologia e entre outros estudos cientificos e técnicos. Algumas das escrituras apresentam textos autobiográficos e histórias de viagens apoiados por excelentes ilustrações e desenhos.1 A designação de Hammer reporta ao fato do documento possuir uma distinta importância artística e histórica, para além de outrora ter pertencido a uma família com o mesmo nome por vários anos. O códice foi posteriomente intítulado Conde de Leicester, por Thomas Coke que o havia comprado em 1717. Das 30 publicações científicas de Leonardo, o Codex é considerada a mais famosa de todas.2

Este códice havia sido adquirido por Bill Gates (fundador da Microsoft) no montante de 30802500 $, na casa de leilões Christie's, em Nova Iorque, a 11 de novembro de 1994. O documento esteve em exposição durante a EXPO´98, em Lisboa.

O manuscrito, conservado no Museu Britânico de Londres, inclui cadernos com diversos conteúdos, compilados por Leonardo na última fase da sua vida, regressando ao tema da água, tendo expressado mesmo a intenção de abordar o tema num volume a que pensava dar o título de "Primeiro Livro da Água".3

Apresenta-se na forma de 18 folhas duplas ou em 72 páginas no formato de 21,8 x 29,5 centímetros. O seu contéudo expõe uma visão geral acerca deste artísta, cientísta e pensador renascentista. É uma extraortinária representação da relação entre arte e ciência, bem como da criatividade no processo científico.


Wikipédia

ZECHARIA SITCHIN CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA

Você pertence a um pequeno numero de estudiosos que conseguem ler as tábulas de argila encontradas na Mesopotâmia. O que despertou seu interesse nelas?  Isso vem desde os meus dias de escola. Estávamos estudando a Bíblia (Antigo Testamento) em seu idioma original, o hebraico; chegamos ao capítulo 6 do Gênesis, a história do Dilúvio. O capitulo começa com vários versos enigmáticos, dizendo-nos que no tempo pouco ante do Dilúvio, "havia gigantes sobre a Terra", e eles se casaram com as Filhas do Homem e tiveram filhos delas. E eu levantei a mão e perguntei à professora: por que a senhora diz "gigantes" quando a palavra na Bíblia é Nefilim, que significa "aqueles que desceram", e não "gigantes"? Em vez de me elogiar por meu conhecimento de hebraico, ele me repreendeu. Não se questiona a Bíblia! E isso me magoou muito e me deixou pensando quem eram os Nefilim, e por que eles eram assim chamados. Com o tempo, eu descobri que aqueles versículos (assim como a história toda do Grande Dilúvio) se originava de um povo chamado sumério, que milhares de anos antes de a Bíblia ser composta, escreveu em tábulas de argila a história e a pré-história da Humanidade. Assim, esta foi a origem de meu interesse nas antigas tabulas da Mesopotâmia. 

E o que as tábulas diziam?  As tabulas diziam que de fato houve um Dilúvio que engolfou a terra habitada e que milhares de anos antes de ele acontecer os Anunnaki, que em sumério significa "aqueles que vieram do céu para a terra", vieram à Terra de seu planeta Nibiru, e foram os Elohim ("deuses") que disseram uns para os outros: Vamos criar Adão à nossa imagem evoluída na Terra ao nível do Homo Sapiens.

Outros concordam que era isto o que as tabulas diziam? 
Sim, é claro que outros estudiosos concordam que é isto o que as tabulas dizem, porque depois que elas foram encontradas por arqueólogos nos últimos 150 anos e decifradas e traduzidas (começando com George Smith, "The Chaldean Account of Genesis", em 1876, e L. W. King, "The Seven Tablets of Creation", em 1902), não havia como negar isso. Mas pelo fato de as histórias envolverem os chamados deuses dos povos antigos, eles foram considerados mitos -"mitologia'. Além disso, a idéia de seres com forma humana vindos para a Terra de outro planeta - astronautas antigos - era, é claro, impensável naquela época; assim, tinha de ser mitologia e não registros factuais. Mas quando eu comecei a pensar seriamente que não, aqueles eram registros de eventos que realmente aconteceram, estávamos no começo da Era Espacial, assim para mim fazia sentido; e quando li os textos antigos deste ponto de vista, tudo começou a ficar claro.

Mas agora que sabemos que as viagens espaciais são possíveis, por que os outros ainda acham que esses eventos são mitologia?  Por causa de Nibiru, planeta deles, 
e a aceitação da idéia de que não estamos sós.

O senhor pode explicar? Sim, eu posso tentar explicar. Mesmo aqueles que aceitam a probabilidade de vida inteligente em outros lugares do universo, dizem que o sistema estelar mais próximo com possibilidade de ter planetas com vida está tão distante que ninguém daqui conseguiria ir lá e certamente não poderia ir e vir, para lá e para cá, como faziam os Anunnaki. Mas concluí que o planeta deles pertence a nosso sistema solar, com um período orbital de cerca de 3.600 anos, portanto, essa viagem espacial de lá para a Terra é muito exeqüível durante tais órbitas. Isso justifica chamar os Anunnaki pelo nome tabu de "extraterrestres". Que é usado por pessoas que acreditam em OVNI, etc., mas é tabu para os acadêmicos do establishment.

Algum planeta, hoje pertencente a nosso sistema solar, foi descoberto?  Durante muitas décadas, muitos astrônomos estavam convencidos de que há mais um planeta além de Plutão. Eles o chamam de "Planeta X", significando desconhecido bem como "décimo planeta" (Eu me refiro a Nibiru como o décimo segundo planeta, porque os sumérios contavam o sol e a lua e 10 planetas para um sistema solar de 12 elementos). Uma pessoa que procurou o planeta foi o Dr. Robert Harrington do Observatório Naval dos Estados Unidos (que faz parte do Departamento de defesa americano), que concordou com minha teoria sobre os sumérios. (o desenho que ele me mandou está em meu livro Gênesis Revisitado). Perturbações nas órbitas de Netuno e Plutão indicam a existência de força gravitacional de outro planeta. A nave espacial Pioneer 10 mostra indicações semelhantes desde que o planeta grande e distante também nas fronteiras do sistema solar. Em 1983, a nave espacial IRAS descobriu que tal corpo celeste estava de fato se movendo em direção a nossa parte do sistema solar - como Nibiru faria. Mas todas essas descobertas, mesmo quando relatadas, são logo negadas e tratadas como algo que seria melhor ignorar. 

Por quê? Porque reconhecer a existência de mais um planeta é confirmar o conhecimento que os sumérios tinham de Nibiru; e uma vez que tal conhecimento (sem telescópios e veículos espaciais) só poderia vir dos Anunnaki, isso significa confirmar a palavra tabu "extraterrestres". 

Então, o problema é de aceitação científica? A comunidade científica começa a perceber que muitas das últimas descobertas - no espaço, na astronomia, na biologia/genética, na geologia - corroboram minha abordagem quanto aos textos sumérios. Eu dediquei um livro à comparação do conhecimento dos antigos com as descobertas modernas (Genesis Revisited), e estou atualizando este aspecto em meu site de internet SITCHIN.Com. Mas existem, é claro, outras razões para a não-aceitação, por exemplo, fundamentalistas que insistem que o Céu e a Terra foram criados em apenas seis dias. 

Estas atitudes estão mudando?  Sim, estão. Um de meus maiores fãs é um padre católico na Califórnia que disse que a compreensão de que os deuses antigos eram apenas emissários de Deus, com D maiúsculo, reforçou a crença dele em um Criador Universal. No ano passado, em uma conferência na Itália, tive um diálogo em público com um teólogo do Vaticano, Monsenhor Balducci, que admirava minha pesquisa e concordou comigo de que (a) pode haver seres inteligentes em outro planeta e (b) que visitas de extraterrestres à Terra são possíveis. Eu relato o diálogo em meu site de Internet. 

Isso tudo é só sobre o passado? O senhor disse que os Anunnaki estavam indo e vindo. Eles estão ainda hoje indo e vindo?  Meus escritos, como você apontou, são baseados em fontes da Antigüidade, desde os sumérios e depois outras fontes. Mesmo o Novo Testamento nos deixa a alguns 2000 anos atrás. Assim, discutir o que aconteceu depois disso requer uma mudança de enfoque, lidar com novas evidências - talvez menos com escritos claros e mais com a interpretação das evidências físicas, o que pode ser controvertido. 

O senhor pode explicar o que quer dizer com "mudança de enfoque"? Com relação a registros escritos do Oriente Próximo antigo eu sinto uma grande certeza, uma vez que posso ler as tábulas eu mesmo e consigo ler o Antigo Testamento em hebraico. Sei o que dizem e aceito o que dizem como informação factual. Depois que deixamos essa região e aquela época, mesmo começando com o Egito antigo, temos de confiar na compreensão e em evidências datadas de natureza física, tais como as pirâmides no Egito, pinturas em cavernas como no Brasil, estruturas enigmáticas como em Tiwanaku (Peru) ou nas Linhas de Nazca, e ter a ajuda de reminiscências orais, que são chamadas de "lendas", em vez de escritas.

O senhor trata disso em seu livro Os Reinos Perdidos, então acredita que esses lugares e suas lendas dão continuidade à mesma história? Sim. Eu mostro que a principal divindade da Meso-América, Qetzalcoatl (A Serpente Alada) era o deus egípcio Thoth, que era o deus sumério Ningishzidda, e eu então explico não apenas a semelhança das pirâmides, mas também a aparição dos Olmecs - um povo de descendência africana que inexplicavelmente veio para o México em cerca de 3100 AC e trouxeram a Mãe Civilização aos nativos. O mesmo ocorre com outras divindades da Antigüidade. Quando se estudam as "mitologias" de toda parte, parece haver panteões diferentes com muitos deuses diferentes. Mas quando se constata que os nomes diferentes têm o mesmo significado nas diferentes línguas, percebe-se que todos estão falando sobre os Anunnaki dos sumérios. Assim, o pai de Qetzacoalt /Thoth/Ningishzidda era Enki, a quem os egípcios chamavam Ptah. Ele era também o pai do deus egípcio Ra, conhecido por outros como Marduk.

Uma mudança na arena do drama de deuses e homens? Uma mudança de enfoque, uma mudança nas evidencias. Um novo capítulo, mas no mesmo livro. Ao tratar o que aconteceu no Novo Mundo como parte da história que começou no Velho Mundo, é possível entender melhor as evidências físicas e levar mais a sério as "lendas". 

O senhor está convencido de que "eles" estiveram aqui... Eles ainda estão aqui? Isso nos afasta do que eu considero fato - sim, eles estiveram aqui - e vai para a especulação, que também significa profecia. Porque a questão é, antes que alguém pergunte se eles ainda estão aqui: eles foram embora? E se foram embora, vão voltar? Não quero especular se eles estão aqui, porque isso leva a conversas sobre conspirações, etc. - com que eu não tenho absolutamente nenhuma ligação. Prefiro não especular. 

Mas o senhor disse em suas palestras e vídeos que "o passado é o futuro", então o senhor deve acreditar em algo? É verdade, porque se alguém considera as fontes bíblicas como os legado de tempos mais remotos, então devemos trocar a palavra "especulação" por "profecia". É a propria bíblia - que eu considero um documento histórico em vez de teológico - que no final do primeiro milênio AC mudou de (a) história da criação, (b) as ações dos Anunnaki no período que antecedeu o Dilúvio, (c) as civilizações humanas pós-Dilúvio, os tempos históricos; para (d) previsões de coisas por acontecer, que são chamadas "profecias". E ela diz repetidamente: "os últimos serão os primeiros", ou no Livro da revelação: "Eu sou o Alfa e o Omega, eu sou o primeiro e o último." 

Então, o que aconteceu vai acontecer novamente? Um ciclo de eventos como os calendários maias? Sim, como os calendários maias que estão atrelados às crenças mesopotâmicas de que o Grande Deus Qetzalcoatl, "a Serpente Alada", que se foi, mas prometeu retornar. Assim o calendário está atrelado ao Retorno esperado. A conclusão inevitável é que, com base em profecias bíblicas, atém mesmo em crenças mesopotâmicas, um Retorno - o que os judeus chama de tempos messiânicos, e os cristãos chamam de a Segunda Vinda - vai acontecer. 

Seria esta data o ano de 2012, que alguns atribuem ao calendário maia?  Esta data (ou um pouco depois dela, dependendo de como se conta) surgiu de uma suposição de que o grande ciclo dos maias seria concluído com 13 grandes ciclos, mas por que não 14 ou 15? Estou mais inclinado a basear minha pesquisa no calendário introduzido pelos próprios Anunnaki - o calendário zodiacal. 

E o que o senhor vê no calendário zodiacal?  
Os dados apontam para a Era de Peixes como a época do aparecimento da espaçonave deles entre Marte e a Terra, e nós ainda temos de esperar o século XXI, este século, para chegar em Peixes...

Isso é bastante especifico para alguém que não gosta de especular... Então, que tal deixarmos as coisas assim? 

Uma última pergunta: O senhor escreveu oito livros; há mais a caminho?  É claro... Ainda há muito mais a contar. De fato, o novo livro, que sai em alguns meses, vai reapresentar as Memórias e Profecias de Enki.

Enki, aquele que chegou aqui como o primeiro líder, o Forjador da Humanidade? Sim..

Os livros de Zecharia Sitchin estão sendo publicados no Brasil em português EDITORA NOVA CULTURAL
Rua Paes Leme, 425 - Pinheiros - SP 
CEP: 0524-010 - tel: (11) 816-5667 - Fax: (11) 872-3220.
Os títulos dos livros são:
· O décimo Segundo Planeta (The 12th Planet )
· A Escada para o Céu (The Stairway do Heaven)
· Guerras de Deuses e Homens (The Wars of Gods and Men)
· Os Reinos Perdidos (The Lost Realms)
· Gênesis Revisitado (Genesis Revisited)
· When Time Began : a ser lançado
· Divine Encounters : a ser lançado
· The Cosmic Code : a ser lançado

NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de Enlil com o IAHWEW biblico.Outros autores, porem, pensam assim, Neil Freer, por exemplo.

www.jornalinfinito.com.br/

SETE FATOS SURPREENDENTES DO UNIVERSO

A cada dia, novas descobertas assustam e deixam os astrônomos perplexos. Muitas coisas que sabemos sobre o universo ainda não têm explicação. Confira algumas das coisas mais interessantes sobre o universo em que vivemos:
O universo é (muito) antigo. O universo começou com o Big Bang. Os cientistas estimam que ele tenha cerca de 13,7 bilhões de anos (para mais ou menos 130 milhões de anos).

Os astrônomos fizeram esse cálculo através da medição da composição da matéria e densidade de energia no universo, o que lhes permitiu determinar quão rápido o universo expandiu-se no passado. Como resultado, eles poderiam “voltar no tempo” e identificar quando o Big Bang ocorreu. O tempo entre a explosão e agora compõe a idade do universo.
Na década de 1920, o astrônomo Edwin Hubble fez a descoberta revolucionária de que o universo não é estático, mas sim está se expandindo.
Por muito tempo se pensou que a gravidade da matéria no universo tornaria essa expansão lenta, ou até mesmo faria com que ela se contraísse.

Em 1998, o Telescópio Espacial Hubble estudou supernovas muito distantes e concluiu que, há muito tempo, o universo estava se expandindo mais lentamente do que acontece hoje. Esta descoberta intrigante sugeriu que uma força inexplicável, chamada energia escura, é o motor da expansão acelerada do universo.
Enquanto a energia escura pode ser a força estranha que está puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores, ela continua a ser um dos maiores mistérios da ciência, já que sua detecção permanece indefinida.
O universo está acelerando. A misteriosa energia escura não só pode ser a condução da expansão do universo, como parece estar puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores. Em 1998, duas equipes de astrônomos anunciaram que não o universo não estava apenas em expansão, mas acelerando também.

Segundo os pesquisadores, quanto mais longe uma galáxia está da Terra, mais rápido ela está se afastando. A aceleração do universo também confirma a teoria de Albert Einstein da relatividade geral, e, ultimamente, os cientistas têm revivido a constante cosmológica de Einstein para explicar a estranha energia escura que parece neutralizar a gravidade e fazer com que o universo se expanda a um ritmo acelerado.

Três cientistas ganharam o Prêmio Nobel 2011 de Física por sua descoberta de 1998 de que a expansão do universo estava se acelerando.
O universo pode ser plano. A forma do universo é influenciada pela luta entre a força da gravidade (com base na densidade da matéria no universo) e sua taxa de expansão.

Se a densidade do universo exceder um certo valor crítico, então o universo seria “fechado”, como a superfície de uma esfera. Isto implica que o universo não é infinito, mas não tem fim. Neste caso, o universo eventualmente irá parar de se expandir e começar a colapsar sobre si mesmo, em um evento conhecido como “Big Crunch”.

Se a densidade do universo for menor que o valor de densidade crítica, então a forma do universo seria “aberta”, como a superfície de uma sela. Neste caso, o universo não tem limites e vai continuar a se expandir para sempre.

No entanto, se a densidade do universo for exatamente igual à sua densidade crítica, então a geometria do universo é “plana”, como uma folha de papel. Nesse caso, o universo não tem limites e se expandirá para sempre, mas a taxa de expansão irá gradualmente se aproximar de zero depois de uma quantidade infinita de tempo. Medições recentes sugerem que o universo é plano, com uma margem de cerca de 2% de erro.
O universo está cheio de coisas invisíveis, é majoritariamente composto de coisas que não podem ser vistas. Na verdade, as estrelas, planetas e galáxias que podem ser detectadas representam apenas 4% do universo. Os outros 96% são substâncias que não podem ser vistas ou facilmente compreendidas.
Estas substâncias elusivas, chamada de energia escura e matéria escura, ainda não foram detectadas, mas os astrônomos baseiam sua existência na influência gravitacional que ambas exercem sobre a matéria normal, as partes do universo que podem ser vistas.
O universo tem ecos de seu nascimento. A radiação cósmica de fundo do universo é composta por ecos de luz que sobraram do Big Bang que criou o universo, 13,7 bilhões de anos de atrás. Esta relíquia da explosão coloca um véu de radiação em torno do universo.

Uma missão da Agência Espacial Europeia mapeou o céu inteiro à luz de micro-ondas para revelar novas pistas sobre como o universo começou. Essas observações são os pontos de vista mais precisos da radiação cósmica de fundo já obtidos.

Os cientistas esperam usar os dados da missão para resolver algumas das questões mais debatidas no campo da cosmologia, como o que aconteceu imediatamente depois que o universo foi formado.
Pode haver mais de um universo. A ideia de que vivemos em um multiverso, que nosso universo é um dos muitos, vem de uma teoria chamada inflação eterna, que
sugere que logo após o Big Bang, o espaço-tempo se expandiu a taxas diferentes em lugares diferentes.

Segundo a teoria, isso deu origem a “universos bolha” que poderiam funcionar com as suas próprias leis da física. O conceito é polêmico e era meramente hipotético, até que estudos recentes procuraram marcadores físicos da teoria do multiverso no fundo cósmico de micro-ondas, que é uma relíquia do Big Bang.

Pesquisadores buscaram as melhores observações disponíveis do fundo cósmico de micro-ondas para detectar sinais de colisões, mas não encontraram nada de conclusivo. Se dois universos se colidiram, os pesquisadores afirmam que isso teria deixado um padrão circular para trás na radiação cósmica de fundo.

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