domingo, 13 de julho de 2014

MAGNETOSFERA A BOLHA MAGNÉTICA QUE PROTEGE A TERRA

Costumamos imaginar a Terra girando ao redor do sol tranquilamente, sem grandes complicações. Contudo, as coisas são, na verdade, um pouco mais “dramáticas”: enquanto nosso planeta avança pelo espaço, é constantemente bombardeado por partículas solares energizadas. Felizmente, a Terra conta com a proteção da magnetosfera, uma espécie de “bolha” na qual boa parte dessas partículas bate e é desviada.

A imagem acima é uma representação do que a Terra enfrenta em seu trajeto. Na parte “dianteira” do planeta se forma uma região em que o conflito com as partículas solares é especialmente forte, chamada “bow shock” (que pode ser traduzido como “choque de proa” e é parecido com o que se forma na proa de um navio que se desloca pelo mar).

Analisando dados coletados pela espaçonave da NASA WIND (que já viajou 17 vezes até os limites da magnetosfera entre 1998 e 2002), cientistas não só conseguiram criar uma representação consistente do fenômeno, como também puderam começar a entender melhor esse cenário.

“A frente da magnetosfera fica bem na linha entre o Sol e a Terra, por isso é um lugar crucial para entendermos coisas pequenas que podem ter consequências grandes”, destaca o pesquisador David Sibeck, do Centro de Voo Espacial Goddard em Greenbelt (EUA). “O que acontece no campo magnético da Terra depende do que está acontecendo na frente, no choque de proa”.

De acordo com Sibeck, a maneira como as partículas e também ondas de energia atingem a magnetosfera interfere na quantidade delas que consegue atravessá-la. “Uma vez dentro da magnetosfera, podem criar poderosas tempestades solares e impactar comunicações e satélites de GPS do qual dependemos diariamente”

[Daily Mail UK, NASA]

GLACIARES DO HIMALAIA AUMENTAM DE ESPESSURA

Ao contrário do que vem sendo encontrado em maior parte do mundo, glaciares da região oeste do Himalaia aumentaram de espessura (Digital Vision/ThinkStock)

Um estudo publicado neste domingo na revista Nature Geoscience mostra que, ao contrário da tendência global, alguns glaciares das montanhas asiáticas Karakoram, localizadas na região oeste do Himalaia, estão se tornando mais espessos. O resultado foi encontrado por uma equipe francesa que analisou observações feitas por satélite entre 1999 e 2008. 

Os cientistas não sabem explicar quais são as razões que levaram a esse fenômeno. Essa região de glaciares ainda é pouco estudada, embora seja uma fonte vital de água para mais de 1 bilhão de pessoas. Grande parte da região é inacessível e existe um consenso geral de que é preciso avançar com as observações para esclarecer o que está acontecendo.

A resposta dos glaciares do Himalaia ao aquecimento global têm sido um ponto de discussão desde o relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) de 2007, que contém afirmações de que o gelo de maior parte dessa região poderia desaparecer em torno de 2035.

Para chegar aos resultados, cientistas franceses do Centro Nacional de Pesquisa Científica da Universidade de Grenoble compararam dois modelos de elevações da superfície terrestre obtidos por observações feitas por satélite entre 1999 a 2008.

O método foi usado anteriormente em outras faixas de montanhas, mas ele não é tão claro quanto parece ser. “Não está sendo usado mais porque esses modelos de elevação são difíceis de serem obtidos. É necessário ter condições de céu aberto e pouca cobertura de neve”, disse a pesquisadora principal, Julie Gardelle.

Outros fatores que podem mudar a altura da camada de gelo também foram levados em conta.

Após a realização desses cálculos, a equipe concluiu que entre 1999 e 2008 a massa dos glaciares nessa região de 5.615 km2 da cordilheira de Karakoram aumentou marginalmente, embora tenha havido grandes variações individuais entre os glaciares.

Dúvidas —  Não se sabe ao certo porque esse fenômeno tem acontecido, ainda que estudos realizados em outras partes do mundo tenham mostrado que a mudança climática pode criar precipitação extra em regiões geladas que, se estiverem frias o suficiente, sofrem aumento em suas massas de gelo.

Em entrevista à BBC, a autora principal do estudo, Julie Gardelle, afirmou: “Nós realmente não sabemos a razão. Nós acreditamos que isso poderia ser causado por um clima específico de Karakoram porque medições metereológicas mostraram que houve aumento da precipitação no inverno, mas isso é apenas uma hipótese”.


Revista Veja

EXTRATERRESTRES ANTIGOS VIVENDO NO HIMALAIA


Na fronteira da China com o Tibete está as montanhas Bayankara-Ula. Em cima dessas montanhas tem uma série de cavernas interligadas.

A equipe da expedição do Dr. Chi Pu Twi descobriu esqueletos enterrados nas cavernas no qual achava que eram dos macacos. No entanto, mais tarde, concluiu que era impossível para os gorilas enterrarem uns aos outros.

Após a investigação das cavernas, eles também descobriram pictogramas dos céus mostrando o sol, a lua, as estrelas e a Terra esculpida em todas as paredes da caverna e tetos.Cada pictograma foi conectado por uma série de pontos que pareciam um mapa do espaço exterior.

Esqueletos e pictogramas foram as principais descobertas até que a equipe encontrou um disco de pedra semi-enterrados no chão da caverna. Mais tarde, eles encontraram outros discos de pedra na qual mais tarde foram conhecidos como pedras Dropa.
As pedras Dropa estiveram longe dos holofotes durante 20 anos, porque os especialistas não têm a capacidade de traduzir os hieróglifos nos discos. Mas em 1962, Dr. Tsum Um Nui quebrou o código e publicou suas descobertas.

O  resultado da decodificação dos hieróglifos revelou que uma raça alienígena conhecida como Dropa caiu nas montanhas do Himalaia. Os membros da tribo Han pensarem a intenção do Dropa era fazer mal a eles, então acabaram matando alguns dos aliens. Mas depois da tribo Han percebeu que os alienígenas tinham intenções pacíficas. Os Dropas, no entanto, não conseguiram reparar sua nave e passaram a viver com a tribo Han para sobreviver.

Hoje, os Dropas e as tribos da etnia han estão vivendo na região montanhosa e isolada do Himalaia .Os cientistas ainda não conseguiram encontrar uma prova de que essas pessoas pertencem a raça conhecida na Terra. Eles não são ascendência chinesa ou tibetana.

Sua altura atinge apenas 1 metro, no máximo, e não pesam mais de 52 quilos. Sua aparência física tem as mesmas características dos restos de esqueletos encontrados nas cavernas em 1938.

Os Dropas têm características únicas, que são extremamente finas, suas cabeças não tem a mesma proporção de seus corpos e apresentam pouco cabelo em seus corpos. Embora eles vivam na Ásia, possuem olhos grandes e íris azuis.

DISCOS DE DROPA

Muitos mistérios ainda envolvem a humanidade em seu passado, cercando a nossa existência bem como o mundo que conhecemos em uma cortina de mistérios, já falei anteriormente sobre a construção das pirâmides, como tema do passado e sobre o Echelon como tema moderno, mas agora vamos novamente nos voltar aos mistérios do passado, mistério este que atende pelo nome de Discos de Dropa.

Em 1939, um pesquisador chinês de nome Chi Pu Tei, acompanhado de seus alunos iniciou uma exploração em uma remota cadeia de montanhas do Tibet, conhecida como Bayan Kara Ula, lá estando localizaram um conjunto de grutas, mas com
algumas características pouco usuais, estas se dividiam conforme se avançava em muitas cavernas subterrâneas, que por fim novamente se cruzavam, contudo quanto mais eles exploravam, percebiam que não se tratavam de simples cavernas, criadas pela própria natureza, mas de cavernas geradas artificialmente, um dos fatores que levaram estes pesquisadores esta conclusão foi o modo de como foi concebida a forma dada a estas cavernas, todas tinham por parâmetro a forma quadrada e cristalizada, já para aquela época com a tecnologia existente, era impossível gerar aquele tipo de estrutura artificial, pois para se gerar os cortes retos e a própria cristalização se fazia necessária a aplicação de grande quantidade de calor no caso pela composição mineral daquela região gera em torno de 1.200 graus célsius.
Localização de Bayan Kara Ula
Ainda intrigados com a descoberta os pesquisadores ao adentrarem mais a fundo no sistema de cavernas descobriram pictogramas identificados como sol nascente, montanhas, lua, o planeta Terra, as estrelas, com pontos e linhas se conectando entre si. Em seguida foi encontrada semi enterrada um disco de 22,7 cm de diâmetro. No início não havia se dado importância, pois estava no meio da terra e poeira. Então a desenterraram por completo e limparam. 
Os pictogramas representavam coisas que foram rapidamente identificados como sol nascente, montanhas, lua, o planeta Terra, as estrelas, com pontos e linhas se conectando entre si. Em seguida foi encontrada semi enterrada um disco de 22,7 cm de diâmetro. No início não havia se dado importância, pois estava no meio da terra e poeira. Então a desenterraram por completo e limparam.
Um dos Discos de Dropa, ao todo são em torno de 716 discos de diversos tamanhos.
Assim perceberam que realmente alguém muito inteligente teria feito o disco de pedra. Parece ser uma espécie de registro histórico feito por alguém que desejava deixar registrado algo histórico. O sulco era muito perfeito para ter sido feito por um ser de pouca inteligência. A datação posterior do disco de pedra surpreendeu a todos, pois mostra ser bem mais antigo do que se imaginava. Tem entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade. Isso surpreende um pouco e aumenta mais ainda seu mistério, pois torna essas pedras mais antigas do que as pirâmides do antigo Egito que tantas especulações e teorias mirabolantes trazem sobre si. Mas essa foi apenas o primeiro dos discos.
Continuando a exploração, outro disco foi encontrado com inscrições de uma pictografia estranha e nunca antes vista. Esses caracteres são de uma escrita estranha e de significado ignorado. Os caracteres gravados são quase microscópicos
e impossíveis terem sido feitos riscando se uma pedra na outra. Mesmo hoje em dia seria preciso o uso de ferramentas especiais. Os discos tinham corte perfeito, e isso há quase 12.000 anos atrás. 
Com certeza possuíam algum significado muito importante para aqueles que fizeram. No meio da maioria dos discos tem um orifício circular. Que tipo de ferramenta permitiu uma circunferência tão exata? Depois foi encontrado outro disco com outros caracteres diferentes, também indecifráveis, depois outro, e mais outro. No final foi contabilizado um total de 716 pratos. Todos eles com inscrições de estranhos caracteres. A maioria com 30 cm de diâmetro e orifício de no mínimo 20 mm Cada disco tem inscrito sulcos finos em espiral desde o centro ate a borda.·.
Os discos foram limpos, recolhidos e etiquetados. E juntos com os restos mortais dos estranhos seres foram encaminhados para Beijing (Pequim) na China. Ficaram então guardados no Museu de Pequim para posteriores pesquisas.
Era uma quantidade muito grande de discos de pedra, uma biblioteca. Precisavam guardar até que pudesse ser traduzido o significado das inscrições microscópicas. 
Durante mais de 20 anos houve várias tentativas frustradas de decifrarem o que estava escrito nos pratos, mas sem resultado positivo. Mais de 20 anos depois, exatamente em 1962, apareceu um professor Tsum Um Nui que ficou fascinado com  a história e se propôs a gastar o seu tempo tentando decifrar o significado das gravações feitas na pedra. Com alguns colegas, constatou que os sulcos em espirais em cada um dos discos não eram riscos a esmo, mas sim uma espécie de escrita muito bem estruturada, mas desconhecida para nós. E que antes de tentar decifrar, precisaria transcrever todo o conteúdo para o papel. Assim começou o árduo trabalho de identificação dos caracteres. Foi necessário o uso de lupas para observar os caracteres e copia-los para os blocos de anotações. E assim, os discos, um a um foram analisados à lupa, para a cópia minuciosa do que estava escrito para papel. Isso facilitaria na tentativa de tradução.
Como os discos tem quase 12.000 anos de antiguidade, essa escrita seria a mais antiga já feita dentro do planeta Terra. Mesmo que desconhecida, era um sistema de escrita totalmente desconhecido da civilização atual. Conforme ia estudando os discos de pedra, o professor anotava também certas perguntas como: “como pode um povo primitivo fabricar discos tão exatos na medida?”, “como a escrita quase microscópica pode ser feitas na pedra?”, “Por que foram feitos?”, “Para que fizeram tantos discos?” e “Quem eram os seres que fizeram as pedras?” Depois de tudo copiado para papel, a equipe do professor Tsum Um Nui juntaram tudo numa espécie de livro para depois tentarem traduzir o significado da estranha escrita. Foi uma tarefa muito difícil, uma vez que os símbolos não se parecem com nenhuma forma de escrita conhecida. E muitas das inscrições estavam apagadas pela erosão, o que tornava mais difícil. E precisava colocar em ordem as pedras para poder ter certo sentido. Foi um processo demorado e nada fácil. Por fim, com muita dificuldade, fazendo suposições e imaginando significados, transformando alguns desenhos em palavras inteiras, ou mesmo frases completas, uma parte acabou formando uma suposta tradução plausível e lógica. Assim uma parte pode ser decifrada. Toda a tradução reunida pela equipe foi então traduzida para a escrita chinesa. Mas apenas uma pequena parte foi traduzida, a maior parte continua sem significado, na verdade ficou incoerente. A parte que pode ser traduzida é tão assombrosa que assusta pelo conteúdo. Tão assustadora que depois de traduzida foi recusada pela Universidade que se recusava a aceitar seu conteúdo. Recusaram-se a publicar suas pesquisas. A Universidade de Pequim analisou suas pesquisas, mas estimaram que os critérios de interpretação carecessem de argumentação cientifica. Frustrado pela recusa de publicação, Tsum Ui Nui se exilou no Japão até sua morte, pouco depois.·.
Somente três anos depois, em 1965, foi publicado não na China, mas na Alemanha pela revista “Das Vegetarische Universum”, escrito pelo filósofo Vyacheslav Saizev. E também na revista anglo-russa “Sputinik”, sobre a descoberta dos discos, seu conteúdo e a tradução feita pelo professor Tsum Ui Nui. Segundo a publicação, os discos e as escritas somente poderiam ser feitos por meio mecânico e jamais poderiam sido feitos a mão devido a sua grande precisão. E isso há 10.000 a 12.000 anos atrás. O maior disco tinha 3 metros de diâmetro e o mais leve tinha 400 gramas.
Após essas publicações, os cientistas chineses mostraram fotos dos discos Dropa que haviam sido feitos eram similares aos discos Bi, que foram encontrados aos milhares em várias regiões da China, principalmente na região sudeste. O governo sempre evitou a divulgação da descoberta de descobertas deste tipo, por isso pouco se ouvia falar sobre isso. Hoje em dia ao se visitar a China, pode se ver e fotografar as pedras Dropa e pedras Bi em Museus. A diferença é que os discos Bi são pequenos, feitos de jade ou nefrita, com um pequeno orifício redondo ou quadrado no centro, e não tem hierógrafos como os discos Dropa. As maiorias dos discos Bi são do período Neolítico (século XXX A.C.) e foram encontrados antes do período da dinastia Shang. Já os discos Bi datado depois da dinastia Shang tinham inscrições de dragões, peixes e serpentes e usados em cerimônias rituais. Já os discos Bi encontrados no período Neolítico estavam em tumbas, enterrados debaixo das cabeças ou pés dos defuntos. Nenhum disco Bi tem caracteres, nem sulcos em espiral como os discos Dropa.·.
Já os discos Dropa têm propriedades exclusivas com alta concentração de cobalto e outros materiais que conferem às pedras uma dureza maior do que normal. Mais uma peculiaridade que os torna tão especiais. Os discos Dropa são mais resistentes do que granito, indicam uma tecnologia avançada em um tempo tão remoto. Isso reforça ainda a teoria de que para gravar as pedras eram necessários maquinário e tecnologia que não existia há 12.000 anos. Mais uma vez a única explicação seria equipamentos que teria sido trazida na espaçonave dos Dropa. E mais ainda pelo reduzido tamanho em que foram escritos. A parte ordenada e decodificada conta a história de uma máquina de viagem intergaláctica (nave espacial) que foi obrigada a pousar neste planeta, justamente nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes interplanetários eram os Dropa (Na língua chinesa, no dialeto Mandarim se pronuncia Djo-Pah). Provenientes de um universo distante e também tendo seu transporte sido danificado, tiveram que fazer uma aterrisagem forçada. O local da aterrisagem foi exatamente perto das montanhas, e com a nave estragada, não podiam mais voltar. Sua máquina voadora estava danificada demais e não podia mais levantar voo e não encontraram aqui material para concerto. Teriam de ficar no planeta e tentar sobreviver. Parecia que não podiam se comunicar com o planeta de origem.·.
Assim os Dropa resolveram se refugiar nas montanhas. Havia machos, fêmeas e crianças. E viveram nas grutas e fizeram as galerias das cavernas, onde fizeram as inscrições na parede e fizeram os discos de pedra contando o ocorrido. Suas
intenções eram pacíficas. Tentaram contato com os habitantes do planeta, mas não foram compreendidos. Os humanos que os viram os confundiram com demônios inimigos e armados de lanças os caçaram e mataram a maioria deles. Pois a
aparência dos Dropa era feia e repugnante. E causava temor aos humanos. Pois nunca haviam visto seres com aquela aparência e não compreendiam sua linguagem.
Os confundiam com demônios das antigas crenças religiosas. Os humanos que os Dropa tentaram contatar eram os nativos da tribo Han, que também habitavam em cavernas. Mas em cavernas das montanhas vizinhas. Os Han os consideravam
inimigos que estariam tentando invadir o seu território. Depois de varias tentativas, finalmente os Han compreenderam através de desenhos feitos pelos Dropa e enviados para eles sem que vissem. Por fim, após diversas tentativas de comunicação, os Han conseguiram entender as finalidades pacíficas dos Dropa. Foram admitidos pelos Han e convidados ao seu território. Assim os Dropa sobreviventes puderam viver juntamente com os Han até que todos morreram e foram enterrados nas cavernas onde viveram. Seja qual for à verdade por trás das pedras Dropa, os estudiosos e pesquisadores continuam fascinados com sua existência. A alta concentração de cobalto e a alta dureza delas aumentam o mistério acerca destes objetos. Arqueólogos e Antropólogos continuam tentando saber mais do seu significado. A sua origem continua desconhecida.·.
A maioria dos especialistas, não aceita a tradução feita por Tsum Um Nui, acreditando que ele foi influenciado por um dos diversos mitos que é sempre contado na China, onde contam que os antigos povos vieram de outras estrelas. Alguns mitos simplesmente contam que navios vindos das estrelas trazendo estranhos seres de barba branca e longa (é bom lembrar que os chineses não têm barba, no máximo tem barbicha e bigode), carecas e de olhos grandes vieram a terra e ensinaram a escrita, o cultivo do bicho da seda, as técnicas de cultivo, a utilização do fogo, o uso de ervas
curativas e criação de animais. Depois voltaram para seus navios e voltaram para as estrelas de onde tinham vindo. Tsum Um Nui é a tradução para o chinês de um nome em japonês. Outros continuam afirmando que as pedras dropas são a prova que os extraterrestes possam ter influenciado o progresso da civilização terráquea. Outros que a Terra era habitada por seres extraterrestres e sua cultura influenciou os humanos. E que as pedras Dropa seriam a primeira evidencia da sua presença no planeta.
Ainda o povo Dropa, teria se mesclado com os estranhos seres, conforme se pode visualizar na foto abaixo.
W. Saitsew, cientista russo em 1968 conduziu pesquisas nas pedras que revelaram certas peculiares. Foi ele quem descobriu a alta concentração de cobalto, e outros materiais. Estranhou que com a dureza do material conseguiram fazer inscrições sobre a pedra. Outro fato interessante foi ao verificar com osciloscópio, ficou num ritmo oscilante. A conclusão é que essas pedras são condutoras de eletricidade.
Os Dropa são citados também como Djopa (a língua encosta no céu da boca para pronunciar). Também de Drok Pa, ou Dio Pah.

CIENTISTAS DESCOBREM GENE EM TIBETANOS QUE REMOTA A ANCESTRAIS DOS HUMANOS

Moradores do "teto do mundo", tibetanos têm gene capaz de 
adaptar humanos a altitudes elevadas Diptendu Dutta / AFP

RIO - Viver nas alturas não é fácil. A falta de oxigênio e o cansaço físico, sintomas decorrentes do ar rarefeito, são bem conhecidos por pessoas não acostumadas a altitudes elevadas. Mas esse não é o caso dos tibetanos, conhecidos pela desenvoltura e estilo simples de vida no lugar batizado como o "teto do mundo", os Himalaias. Embora muitos achem que isso seja questão de adaptação, um artigo publicado nesta semana na revista Nature mostrou que o fenômeno também pode ser explicado pela descoberta de um gene inerente ao povo dos monges que remonta a ancestrais dos seres humanos.
Quando a maioria dos seres humanos são expostos à atmosfera com baixos índices de oxigênio, o corpo começar a produzir glóbulos vermelhos extras para circular mais ar ao redor do corpo. No entanto, isso cria sangue mais espesso que é mais difícil de bombear, elevando o risco de uma série de problemas como hipertensão e acidentes vasculares cerebrais.
Chamado de EPAS-1, a alteração genética encontrada nos tibetanos ajuda a regular as respostas do corpo para o baixo índice de oxigénio na atmosfera, interrompendo essa "reação exagerada" dos glóbulos vermelhos e aproximando a produção a um nível ótimo de equilíbrio.
Se essa condição permite alguns seres humanos a se destacarem e terem um melhor desempenho em determinados esportes com treinos intensivos de exercícios aeróbicos, para os tibetanos, ela é apenas uma parte de uma parte normal da sua composição genética.
Mas por que só os monges têm esse gene? O estudo da Universidade de Berkeley sugere que ele vem das Denisovans - um ancestral dos primeiros humanos e que só foi descoberto há quatro anos, quando cientistas sequenciaram o DNA de um osso do dedo encontrado em uma caverna siberiana.
O denisovan surgiu na Terra milhares de anos antes do seres humanos modernos e mais próximos de nós. Quando as duas espécies se cruzaram, alguns dos nossos antepassados ​​herdaram o EPAS-1 e foram capazes de prosperar no planalto tibetano. Esse caminho de adaptação ao ambiente é considerado muito mais rápido do que a longa espera pela evolução.

COMO OS EGÍPCIOS MOVERAM PEDRAS GIGANTES PARA FORMAR AS PIRÂMIDES

Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo.

Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.

Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.

A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.
Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:

Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.

Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua.

Agora podemos finalmente declarar o fim desta caçada científica. O estudo foi publicado na Physical Review Letters. [Universidade de Amsterdã via Phys.org via Gizmodo en Español]
I
magens por wmedien/Shutterstock; Al-Ahram Weekly, 5-11 de agosto de 2004, edição 702; Universidade de Amsterdã

Hypescience