sábado, 29 de janeiro de 2011

CONSTELAÇÃO DE ÓRION MATERNIDADE ESTELAR


Esta nebulosa, além de bela, propicia aos astrônomos a oportunidade de observar de perto uma região de formação de estrelas gigantes, de grande massa.

A nova imagem da Nebulosa de Órion foi obtida pelo telescópio do ESO (Observatório Europeu do Sul), de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla, no Chile.

Os dados utilizados para compor esta imagem foram selecionados por Igor Chekalin, da Rússia, que participou do concurso de astrofotografia "Tesouros Escondidos do ESO 2010".

A Nebulosa de Órion, também conhecida como Messier 42, é um dos objetos celestes mais facilmente reconhecidos e melhor estudados. Trata-se de um enorme complexo de gás e poeira onde se formam estrelas de grande massa. É a região deste tipo mais próxima da Terra. O gás brilha tão intensamente que pode ser visto da Terra a olho nu, adquirindo contornos fascinantes quando observado através de um telescópio.

Apesar da sua proximidade e familiaridade, ainda temos muito a aprender sobre esta maternidade estelar. Por exemplo, foi apenas em 2007 que se concluiu que a nebulosa se encontra mais próxima da Terra do que anteriormente se pensava: 1.350 anos-luz, em vez de cerca de 1.500 anos-luz.

Os astrônomos utilizaram o instrumento Wide Field Imager (câmera de campo largo) para observar as estrelas no interior da Messier 42. Eles descobriram que as estrelas anãs vermelhas de fraca luminosidade associadas ao gás brilhante liberam muito mais radiação do que o que se pensava anteriormente, o que nos fornece informação complementar sobre este famoso objeto e as estrelas que ele abriga.

Os dados compilados para este projeto científico, sem uma intenção original de produzir uma imagem a cores, foram agora reutilizados para criar esta imagem ricamente detalhada da Nebulosa de Órion.

A imagem é composta por várias exposições obtidas através de um total de cinco filtros diferentes. A radiação que atravessou o filtro vermelho e o filtro que mostra o gás de hidrogênio brilhante, aparece em vermelho. A radiação vinda da região amarela-verde do espectro aparece como verde, a radiação azul aparece como azul mesmo e a radiação que passou através do filtro ultravioleta foi convertida para violeta. Os tempos de exposição foram cerca de 52 minutos para cada filtro.

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CONSTELAÇÃO DE ÓRION ESTRELA BETEGEUSE EM BREVE PODEREMOS TER DOIS SÓIS

CONSTELAÇÃO DE ÓRION
ESTRELA BETEGEUSE
sognifica
PORTA DA CASA DE DEUS

Não bastasse o calor que vem fazendo ultimamente, agora um cientista americano está afirmando que, em breve, poderemos ter dois sóis. Não, você não leu errado.

Brad Carter, professor da Universidade de Queensland do Sul, afirmou que Betelgeuse, uma das estrelas mais brilhantes do universo (100 vezes mais brilhante que o Sol), está prestes a entrar em supernova.

Isso significa que, quando isso acontecer, Betelgeuse irá brilhar tanto quanto
o Sol. E aí, durante algumas semanas, veremos no céu duas grandes estrelas.
Além disso, em alguns locais da Terra poderá não haver noite durante esse
tempo. E isso está próximo de acontecer. Segundo o professor, isso pode
rolar antes de 2012.

Marcelo Azambuja, enviou esta Mensagem

BEIJA-FLOR CÓSMICO

A colisão de três galáxias está produzindo um espetáculo raro a 650 milhões de anos-luz da Terra. O evento, de proporções sobre-humanas, gerou a imagem de um beija-flor cósmico, flutuando serenamente contra o céu escuro.

A galáxia ESO 593-IG 008 foi fotografada por um dos instrumentos do Telescópio VLT ("Very Large Telescope"). Até agora imaginava-se que a colisão estava acontecendo entre duas galáxias apenas. Mas o instrumento chamado NACO utilizou seu mecanismo de óptica adaptativa para gerar uma imagem de maior resolução e permitir que os astrônomos vissem que são três galáxias que estão se chocando.

Devido à sua semelhança com um pássaro, os astrônomos passaram a chamar a galáxia tripla de Bird. Apenas o "rabo" do pássaro cósmico mede mais de 100.000 anos luz de comprimento, o tamanho de toda a nossa Via Láctea.

A resolução final da imagem é de um décimo de arco-segundo - algo como o ângulo de uma moeda de 2 centímetros de diâmetro visto de uma distância de 40 km. Isto é cerca de 600 vezes mais do que o olho humano consegue distinguir.


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