sábado, 15 de outubro de 2011

PIRÂMIDE TETRACTYS REPRESENTAÇÃO PITAGÓRICA DO UNIVERSO

A figura acima demonstrada é a pirâmide Tetractis, representação pitagórica do universo. Ela é fundamentada na teoria do número. Como se sabe, Pitágoras [570 – 461 a.C], imaginava um universo regido por números. Dessa forma, toda a filosofia estudada em sua Academia visava descobrir as propriedades dos números, pois para ele o número era sinônimo de harmonia. Assim, os números pares e ímpares e suas somas expressavam as relações do universo que se encontram em permanente processo de mutação , por isso o número era considerado como a essência das coisas, o símbolo mais representativo do processo criativo do universo.

Para os adeptos do pitagórismo, o cosmo é regido por relações matemáticas. Esse pressuposto lhes foi sugerido a partir da observação dos astros. Dessa observação eles tiveram a intuição de que há uma ordem na estrutura do universo e que ela seria demonstrável em termos matemáticos e geométricos. A alternância entre dia e noite, as estações do ano e o movimento circular e perfeito das estrelas eram uma clara evidência desse pressuposto. Com isso eles cunharam o termo cosmos, para mostrar o universo regido por essa ordem númerica/geométrica. Cosmos, portanto, é um termo pitagórico que integra as idéias de ordem, harmonia e beleza. Uma das conclusões extraídas dessas especulações foi que a matéria universal era granular, e, em consequência, a sua forma seria esférica. Dessa forma, todos os corpos celestes também seriam esféricos.

Nessa cosmovisão também concluíram que a Terra também era esférica e que ela girava ao redor de um centro. Alguns pitagóricos chegaram até a intuir a rotação da Terra em volta de um eixo, mas o esoterismo que se atribuia ao pitagorismo impediu que suas idéias a respeito da astrologia fossem levadas a sério.

A maior influência da escola pitagórica deu-se no domínio da geometria e se refere às relações entre os lados do triângulo retângulo. Essas descobertas, até hoje estudadas na maioria dos curriculos escolares, foi enunciada no famoso teorema de Pitágoras.

Pitágoras afirmava que o número é o princípio fundamental que demonstra a essência do universo. Ele não distingue forma, lei e substância nos elementos. Considera o número o elo que liga todos elementos.

Para os pitagóricos existiam quatro elementos na natureza: terra, água, ar e fogo, todos com suas correspondências numéricas.

Apesar da exatidão com que os pitagóricos trataram a matemática e a geometria, sua filosofia sempre foi classificada como esotérica. A concepção pitagórica é de que todas as coisas são números, e que o processo de libertação da alma seria resultante de um esforço feito basicamente do indivíduo. Os pitagóricos afirmavam também que a purificação da alma era resultado de um trabalho intelectual, que se dava através do estudo da estrutura numérica das coisas. Esse conhecimento faria da alma uma unidade harmônica com os demais padrões energéticos do universo, porque punha a descoberto os verdadeiros valores que se deve cultivar para a obtenção da chamada iluminação. Isso colocava o processo de salvação da alma nas mãos do próprio homem.

Um dos números mais importante na cosmogonia pitagórica era o 10, que eles consideravam triangular. Esse número era chamado por eles de Tetraktys, ou, em português, a tétrada. A Tetractys era uma espécie de pirâmide, ou triângulo onde se inscrevia os primeiros numerais, base de toda numeração ordinal, dando como resultado um número místico, representativo dos quatro elementos base da natureza: fogo, água, ar e terra: ou numericamente : 10=1 + 2 + 3 + 4, série que servia de representação para a totalidade do universo. Assim, a série 1,2,3,4, representaria individualmente a mônada, a dualidade, a trindade e o sólido, que equivalem, de per si, ás quatro fases de manifestações de Deus no mundo da Cabala.
α
α α
α α α
α α α α

Assim, a tétrada, que sempre era desenhada com um alfa em cima, dois alfas abaixo deste, depois três alfas e por fim quatro alfas na base da piramide, era o principal símbolo do conhecimento, segundo a filosofia pitagórica.

A Tetractys é também uma representação do sistema solar. Pitágoras deduziu conhecimentos astrológicos extremamente exatos, só comprovados pela astronomia moderna, embora no seu tempo apenas sete corpos celestes fossem conhecidos: saturno, júpiter, marte,sol, vênus, mercúrio e lua.

Para Pitágoras, todos o números tinham propriedades e identidades próprias que se relacionavam, não só à forças da natureza, mas principalmente a valores morais. Numa escala de 1 a 12, que seria a escala própria do universo, partindo do princípio de que haveria 12 regiões cósmicas [os 12 signos do zodíaco], os pitagóricos chegaram a interessantes concepções, muito semelhantes àquelas deduzidas pelos cultores da Cabala numérica. Assim temos que:

A Tetractys simboliza os quatro elementos — terra, ar, fogo e água. A seqüência 1,2,3,4 simbolizam a harmonia das esferas cóssmicas. A soma dos números perfaz 10, que é o número perfeito da mais alta ordem. Dez é também o número das Séfiras que estruturam a árvore da Vida.

A Tetractys também é uma representação do espaço cósmico, onde a primeira linha do primeiro ponto é a dimensão zero. Na Cabala essa é dimensão da Existência Negativa, ou seja , o plano da divindade ainda não manifestada. Numericamente é representada pelo zero. Na Árvore da Vida é Kether, a coroa.

A segunda linha, com dois pontos, representa a primeira dimensão. Na Árvore Sefirótica ela representa Chokmah, a manifestação positiva da divindade. Numericamente ela é o 1 e geometricamente uma linha paralela.

A Terceira linha, com três pontos, representa a segunda dimensão, que numericamente é o 2, a Séfira Binah, um plano definido por um triângulo de três pontos. A quarta linha representa a Terceira dimensão. Numericamente ela é o três e geometricamente um tetraedro, ou um cubo.

Para os pitagóricos a Tetractys era um símbolo divino Tanto que os iniciados tinham até uma oração que costumavam fazer em frente a ela. Essa oração dizia o seguinte:

"Abençoa-nos, divino número, tu que dás geração aos homens e aos deuses! Ó divina, divina Tectractys, tu que conténs as raízes da vida e mantém a criação fluindo eternamente! Tu começas com a profunda e pura unidade e chegas ao sagrado quaternário. Então tu te tornas a mãe de tudo, o que comporta, que engrandece, o primeiro nascido, o que nunca desaparece, o fundamental e sagrado número dez, que tudo integra."

As escolas pitagóricas eram uma espécie de sociedade secreta. Assim, os iniciados deviam fazer um juramento à Tetractys. Depois disso serviam como aprendizes, em silêncio, durante três anos.

Os pitagóricos sustentavam que existiam 2 quaternários de números, sendo o primeiro obtido por adição e o segundo por multiplicação. Esses quaternários integrariam a música, a geometria e a aritmética, disciplinas segundo as quais a harmonia do universo estava estabelecida. O primeiro quaternário era formado pela seqüência 1,2,3,4. No total o universo comportaria 11 quaternários. E o mundo que deles resultava era geométrica e harmoniosamente estruturado.

Há muita influência do pitagorismo na tradição da Cabala. A Árvore Sefirótica da Cabala, embora não tenha forma triangular, não obstante, é semelhante à Tetractys em sua conformação filosófica. Da mesma forma que as dez séfiras da Árvore da Vida da Cabala, os dez números da Tetractys também se referem às fases de emanação da essência divina no mundo real, e cada fase do quaternário corresponde a cada um dos mundos de emanação da Cabala.

recantodasletras.uol.com.br

O CENTRO INTERNO DE EQUILÍBRIO

O círculo com um ponto no meio simboliza o centro da vida universal

A matemática e a geometria têm dimensões sagradas, o texto a seguir
estimula uma visão geométrica da vida. A partir de uma percepção da
unidade de cada indivíduo com o planeta Terra, mostra a relação direta
inevitável que há entre três fatores:

obtenção de um verdadeiro autoconhecimento;
O desenvolvimento de uma visão planetária e impessoal da vida;
O cumprimento individual do dever ético.

O texto é um guia para meditação, e estádiretamente ligado às primeiras páginas do Proêmio da obra “A Doutrina Secreta”, de Helena P. Blavatsky.

“O Centro Interno de Equilíbrio” foi publicado pela primeira vez, sem nome de autor, na revista “Theosophy”,  de Los Angeles, em maio de 1922, p. 221. Uma análise
do seu conteúdo e estilo indica que foi escrito por John Garrigues (1868-1944). Título Original: “A View-Point”.

Exatamente no centro da Terra há um ponto de perfeito equilíbrio. Vacilar a partir dele em qualquer direção provoca uma perda de equilíbrio e coloca em ação forças instáveis. Este é um fato multidimensional.

Cada esfera, desde um átomo até o sistema solar, tem o seu ponto de equilíbrio. É nele que todas as forças têm igual influência e a harmonia reina suprema.
É nele que podemos encontrar o nosso lugar, num plano que não é demasiado elevado, nem demasiado baixo. Este é o ponto que podemos considerar realmente nosso. Ele não é nosso no sentido de posse pessoal, mas no sentido de que nele encontramos o lugar próprio para aquilo que é Supremo.

Uma vez que encontramos o ponto de equilíbrio em nós próprios, reconhecemos que ele está em toda parte, e o vemos como Aquilo sobre o qual todos os mundos se apóiam. Não chegamos ao ponto de equilíbrio indo para um ou outro lugar, mas simplesmente reconhecendo-o.

Quando isso acontece, podemos observar com clareza a ação das forças que fluem do mundo interno para o mundo externo, e do mundo externo para o interno. Os pares de opostos da vida podem ser vistos então como simples linhas de energia, divergentes, vibrantes, espalhando-se desde o centro para a circunferência ilimitada do círculo, e vindo de volta para o centro, passando pela sombra externa que rodeia o eu superior.

Expressões como “uma meta estável”, ou “meditação de uma vida inteira” só fazem sentido quando vemos que uma coisa é agir em qualquer direção a partir deste centro, e outra coisa, muito diferente, é deixar que a consciência siga esta ou aquela linha de força, até que a consciência fique identificada com tempo, lugar e condição. A identificação com o que é agradável ou desagradável, com dor e prazer ou esperança e desânimo, é o resultado desta perda de equilíbrio.

Este lugar não é um “lugar” situado no espaço e no tempo. Quando ele é percebido pelo sentimento e pela compreensão, então nós vemos que o nosso dever mais elevado consiste em esforçar-nos com uma firme determinação para permanecer em paz e em contato com o centro de equilíbrio, sem perturbar-nos por coisa alguma que possa acontecer. Nosso dever consiste em agir desde este centro para equilibrar gradualmente todas as causas e efeitos dentro da nossa esfera de ação. O chamado mito da “música das esferas” não é um mito, mas uma realidade transcendental.

Deste ponto de vista, parece simplesmente absurdo que alguma vez tenhamos desejado cumprir um dever que não era o nosso, ou ocupar o lugar de outra pessoa, por mais agradável que ele pudesse parecer quando comparado com a desarmonia e as limitações que nos rodeiam.

Cada ser humano deve fazer os ajustes adequados dentro da sua própria esfera. Ao fazê-los, ele não trabalha apenas para o seu bem individual, mas para o bem de todos, porque percebe que este centro é o único Centro de tudo o que há.

Inútil arrepender-se, lamentar-se, ter vontade de estar em qualquer outro lugar diferente daquele em que se está. Em algum momento, cada indivíduo deve realizar esta tarefa. Mantendo uma firmeza de sentimentos, podemos erguer-nos e dedicar-nos, com uma decisão inabalável, ao cumprimento do nosso dever.

www.FilosofiaEsoterica.com
Régis Alves de Souza enviou esta Mensagem

RESSONÂNCIA SCHUMANN CAMPO MAGNÉTICO SOLAR

Nosso planeta tem sua freqüência ressonante, a “Freqüência de Shumann”, que dá forma ao nosso planeta. Essa “regra” vale pra TUDO no Universo. Sabemos que a Frequência Shumann está aumentando (13/15Hz). Sabemos também que nosso Campo Magnético se enfraqueceu 50% nos últimos 4 mil anos.

Uma matéria recente fala que "Cientistas descobrem que ressonância magnética pode prever o comportamento humano".

Em dezembro de 1994, a nave espacial Ulysses, da NASA, chegou ao Sol para medir seu campo magnético e ficaram perplexos ao constatar que o campo magnético solar não possuía mais seus Pólos norte e sul. Nosso Sistema Solar já está transitando pelo “Cinturão de Fótons”. Somando tudo isso, não dá pensar que se trata de uma mera casualidade cósmica. Isso tudo acontecendo ao mesmo tempo vem de encontro ao que muito se fala do Calendário Maia. Algo realmente “Colossal” está acontecendo e não tem nada a ver com “profecias”, mas sim de um Ciclo astrológico e cósmico, e isso é FATO, ponto final!!! As vibrações estão mudando.

estudoubaldi.blogspot.com

DAVID ICKE LIBERDADE DO SER VIBRACIONANDO

Na ciência moderna ou Física Quântica, descobriu-se que tudo é vibração. Vibração é energia e energia pode se manifestar em múltiplas formas. O estado dessa vibração ou energia define como se manifestará.

“O corpo físico é apenas uma roupagem genética no qual nos permite experimentar essa realidade 3D. Somos uma consciência multidimensional que anima o corpo”.

O Universo é fundamentalmente Energia em formação que vibra em diferentes freqüências e que flui organizadamente em matrizes de diferentes níveis. A maior parte da matéria da 3D é formada por água. 85% de nosso planeta é feito de água e quase na mesma proporção, o ser humano também é constituído de água. Nasce dentro de uma bolsa cheia de água e 95% de seu organismo é água. É atraves da água que se move a energia por todos os fluidos do corpo. As emoções e os sentimentos são Energia (vibrações em diferentes freqüências) que se movem em matrizes interconectadas em diferentes níveis. A palavra é uma forma de Energia, uma força vibratória. Podemos emitir tipos diferentes de energia através da palavra. Amor é uma forma de energia em freqüência alta. Ao nos sintonizarmos com ela em mesma ressonância, encontramos harmonia em tudo.

A consciência do ser humano define a realidade pela energia percebida por seus 5 sentidos. As percepções dos sentidos, repetidas a incrível velocidade no tempo (freqüência) são as que produzem a consciência. A matéria é uma ilusão que se produz em nossa mente como resultado de milhares de percepções que conjugamos para “VER” a realidade como um sólido contínuo. A matéria é luz que se densificou em uma forma e em uma categoria de vibração. Tudo que existe é luz, pois a escuridão só se produz quando a luz densificada em forma de matéria se interpõe entre o órgão sensorial e a fonte de luz. Se a qualidade de percepção dos sentidos aumenta, ou se aparece um novo sentido, a consciência se amplia mudando completamente a perspectiva de realidade.

Os sentimentos e as emoções que acompanham o ser humano aumentam ou diminuem a energia interior permitindo ou negando o acesso a outros sentidos e poderes que são fundamentais na evolução da consciência.
Vibração, Som, Luz, pensamentos, Energia são ONDAS ressonantes, e cada Vibração possui um comprimento de onda. Quanto menor a freqüência, maior o comprimento de onda. Medo tem uma freqüência baixa e Amor uma freqüência alta. Veja na foto, a comparação feita ao passarem essas ondas em nosso DNA. Nitidamente vemos que a freqüência do Amor “Toca” muito mais os Aminoácidos do DNA que a freqüência do Medo. “ Disse Deus: Faça-se a Luz, e a Luz se fez.” (Vibração)...
Conexão entre nossa energia espiritual e nosso ser físico (chakras)

Chakras vem do sânscrito e significa: Rodas ou Plexos de luz. São percebidos por videntes como vórtices (redemoinhos) de energia vital, espirais girando em alta velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Os chakras são pontos de intersecção entre vários planos e através deles nosso corpo etérico se manifesta mais intensamente no corpo físico.

Há 7 chakras principais que interpenetram nossos níveis de existência Mental, Emocional e Espiritual e qualquer desequilíbrio em qualquer um deles, automaticamente se transfere aos demais níveis. Pressionados emocionalmente, ou “estressados”, paramos de pensar racionalmente causando um desequilíbrio Emocional e logo Mental. Se esse desequilíbrio se perpetua, chegará rapidamente ao nível FÍSICO, se manifestando como uma reação química ou uma enfermidade. E é nessa hora que entra a “medicina moderna com seus remédios”, onde irão agir no ponto exato dessa reação química. Isso afeta apenas os SINTOMAS da enfermidade e não sua CAUSA.

"Matéria é apenas energia condensada numa baixa vibração. Somos todos uma consciência que percebe a si mesma subjetivamente.  A vida é apenas um sonho e nós somos a imaginação de nós mesmos".

Pensamento é vibração, que é som, que é freqüência que é ENERGIA, e essa energia vibra ao redor de nosso corpo. Sua Energia é o que você pensa. O Universo foi criado por Som/Vibração: Antigo Testamento: ...“No começo havia a Palavra e a Palavra era SOM”...
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