terça-feira, 3 de agosto de 2010

WINGMAKERS SÃO OS SERES DO FUTURO

Os Wingmakers são seres humanos do futuro, ou do que consideramos tempo, são um pouco diferentes de nós e deixaram em 7 câmaras, ou cavernas, informações que dispertaram uma nova consciência na humanidade, entre elas, sua filosofia, quadros, música e etc. Eles dizem que com suas pinturas como essa acima, existem símbolos que podem nos despertar, essa idéia me lembra muito o livro de Enoch porque não há traduções de muitas palavras, pois elas tem uma função com sua pronúncia que afeta nossa consciência.

Aqui está a sua entrevista, devido ao seu tamanho não vou postá-lo aqui, por favor comece a ler a partir da 8ª mensagem, que é a parte correspondente aos Wingmakers, também há muitos textos do site traduzidos.

Eu lhe pediria para imaginar por um momento que há um Ser Supremo, conhecido como Primeira Fonte que não só criou o universo para que seja experimentado e explorado, mas também uma forma de vida arquetípica para povoar este grande universo como um portador de alma. Este arquétipo,
conhecido como terceira fonte, é a Raça Central, ou, o como foi descrito
nestes materiais, os WingMakers.

Os WingMakers vem da região mais central do grande universo, e possuem o mais profundo conhecimento das ancestrais raças humanóides, por conta de seu longo tempo no caminho evolutivo. Os WingMakers são a raça primogênita cujas raízes genéticas são humanóides, e escolheram dividir seu conhecimento
com um universo mais abrangente como qualquer sábio e responsável ancião
faria.

Aqui está um link de sua entrevista, devido ao seu tamanho não vou postá-lo
aqui, por favor comece a ler a partir da 8ª mensagem, que é a parte
correspondente aos Wingmakers, também há muitos textos do site traduzidos.

Veja também um texto da história da descoberta da câmara feito pela mulher
que foi a única a ser contactada pelo James (nome fictício de quem divulgou
o Wingmaker)

Em 1972, em uma remota região a nordeste do Novo México, um grupo de
andarilhos descobriu um artefato incomum e pictografias dentro de um obscuro canyon. Um arqueólogo da Universidade do Novo México analisou o artefato e procurou a área onde foi descoberto, mas não encontrou nenhum sinal que uma cultura pré-histórica tivesse se estabelecido no canyon. Presumiu-se que
uma tribo indígina americana, nômade, tivesse usado circunstancialmente
o canyon como habitação temporária e abandonara alguns de seus artefatos
no local.

Porém, havia duas perguntas muito enigmáticas. Todos, menos um dos
artefatos, poderiam ser datados como sendo do séc. 8 d.C. A exceção,
conhecido como o artefato " bússola ", parecia ser uma forma de tecnologia desconhecida, e foi achado entre artefatos mais típicos, como cerâmica e
ferramentas simples. A bússola estava coberta de estranhos símbolos
hieroglíficos, alguns dos quais também foram encontrados em cerâmica.
Logo depois, as pictografias que foram encontradas na área apareceram inexplicavelmente, e eram notávelmente diferentes de qualquer outro
petroglifo nativo, ou arte desenhada em pedra, descoberto no sudoeste ou
em todo continente.

Por causa destas duas anomalias, os artefatos e todo projeto rapidamente foi encampado pelo governo dos EUA, ou mais especificamente, pela Agência de Segurança Nacional (NSA). Foi decidido que estes artefatos poderiam sugerir
uma presença pré-histórica de extraterrestres na terra, e que a NSA tinha
todas ascondições e competência para iniciar uma completa expedição
científica, a fim de determinar a natureza e significado do local.

O sítio arqueológico foi totalmente pesquisado por um departamento
secreto da NSA em 1973, mas obteve poucos resultados adicionais, e
nenhum deles foi considerado como tecnologias ou evidências de uma
presença extraterrestre. Foram descobertos alguns outros símbolos
pictográficos, mas a decodificação era um processo difícil efrustrante.
Foram chamados peritos para ajudar, mas foi impossível conseguir um
consenso sobre o que as pictografias significavam. Assim, tão depressa
quanto foi avaliado como prioridade de investigação, também
rapidamente foi arquivado no NSA com o nome de Ancient Arrow.

Vinte e um anos depois, em 1994, uma série de deslizamentos provocou uma nova abertura no local. O canyon estava em uma parte pouco conhecida dentro do parque mantido pelo estado do Novo México. Depois de sua descoberta em 1972, determinou-se que ficaria fora dos limites de visitações do parque e que seria deixado em seu estado natural. De tempos em tempos, cientistas, patrocinados pela NSA, visitavam o local com o objetivo de descobrir novas evidências, mas todas as vezes foi um fracasso.

Logo após a ocorrência dos deslizamentos, um pequeno grupo de pesquisadores do NSA visitou o canyon Ancient Arrow como pesquisa de rotina. Descobriram que os deslizamentos tinham exposto uma entrada para uma caverna escondida que conduzia para dentro das paredes do canyon.

Na parte de trás desta caverna, o grupo de pesquisa descobriu uma entrada
bem escondida no interior da parede do canyon ou estrutura de pedra do local
do Ancient Arrow. Lá eles encontraram um sistema de túneis e câmaras que
tinham sido esculpidos em pedra sólida. Havia um total de 23 câmaras, todas complexamente conectadas a um corredor interior, e cada câmara tinha uma
pintura específica, váriaspictografias, hieróglifos, e o que pareciam ser
tecnologias latentes, alienígenas.

Assim que a entrada para a caverna foi achada, foi feito um relatório que imediatamente foi guardado nos arquivos do Diretor responsável para o projeto Ancient Arrow. O projeto então passou formalmente para a jurisdição da ACIO, que organizou um grupo de pesquisa multidisciplinar a fim de avaliar a exata natureza do sítio arqueológico e tentar descobrir outros artefatos ou evidências de uma visita extraterrestre.

O ACIO é um departamento secreto da NSA. Sua sede principal é na Virgínia,
mas também tem pessoas na Bélgica, Índia, e Indonésia. Eles são totalmente desconhecidos, até mesmo para diretores seniores da NSA. O ACIO é uma organização com um baixíssimo nível de exposição dentro da comunidade
de inteligência. Seu programa de trabalho é pesquisar, assimilar, e reproduzir qualquer tecnologia ou descoberta de origem extraterrestre. Seu efetivo é
composto por cientistas desconhecidos, com salários líquidos acima de
$400,000 por ano, porconta da segurança e de seus QIs. Esta organização
secreta não só tem uma enorme capacidade intelectual, mas também detém tecnologias muito avançadas, e estão bem na frente de qualquer órgão de
pesquisa do planeta. Em resumo, são uns privilegiados.

Os artefatos encontrados no Ancient Arrow eram totalmente incompreensíveis
para o grupo de pesquisadores. Havia muitos mistérios. Por que uma cultura avançada abandonaria seus artefatos de uma forma aparentemente tão
ordenada ? Que mensagem estavam tentando transmitir ? Quais eram suas tecnologias e por que as deixaram no canyon ? Os criadores desse local se misturaram com as tribos nativasou permaneceram como uma cultura isolada?
Quem eram eles e por que vieram aqui na terra no 8º século? Eles estavam
planejando voltar ? Estes eram somente alguns dos mistérios que desafiaram
o grupo de pesquisa.

Durante os sete meses de restauração, catalogando e analisando, o projeto
Ancient Arrow era um completo enigma. Toda a atenção estava concentrada
na preservação dos artefatos, em lugar de se tentar resolver o quebra-cabeça
sobre sua origem, embora existissem muitas especulações sobre isso. Paulatinamente, o grupo de pesquisa estruturou a hipótese que uma cultura extraterrestre manteve umacolônia na terra no 8º século e se isolou dentro do
canyon Ancient Arrow. Eles tinham uma missão muito clara de deixar uma
volumosa "cápsula do tempo" que deveria ser descoberta no final do século
20. Embora a natureza exata da cápsula do tempo fosse obscura para o grupo
de pesquisa, parecia provável que se tratava de algum tipo de intercâmbio
cultural e que não havia tido nenhuma intenção  agressiva ou contra a terra
ou contra as pessoas.

Após a restauração do local, o grupo de pesquisa levou quase dois anos
para decifrar e obter um significado parcial dos artefatos das câmaras. As
23 câmaras pareciam estar ligadas para formar alguma mensagem específica
ou um claro objetivo Na vigésima terceira e última câmara, eles recuperaram
um pequeno disco ótico que seimaginou conter informações digitais que
poderiam conter a chave para decifrar os artefatos. Cientistas analisaram o
disco, mas não conseguiram concluir como acessar seu conteúdo.

Foram chamados os melhores peritos de informática do ACIO para tentar
acessar o disco codificado, todavia não tiveram êxito. Durante mais alguns
meses tentaram acessá-lo por todos os meios possíveis, mas também não
funcionou. O projeto Ancient Arrow, pela primeira vez depois de quase um
ano, tinha chegado num beco sem saída e o ACIO resolveu rapidamente
não mais colocar recursos no projeto.

Depois de mais dois meses de esforços inócuos, foi decidido que a tecnologia
para acessar o disco simplesmente não existia. O disco ótico e todos o outros artefatos encontrados seriam colocados cuidadosamente em um armazém
seguro, até que descobrissem uma tecnologia capaz de abrir o disco para
avaliar seu conteúdo. Assumiu-se que o disco continha mapas estelares,
índices de tradução, glossários, e todas as respostas para os vários mistérios
de seus criadores, talvez o mais importante, suas intenções com respeito à terra.

O disco ótico era considerado como sendo a chave para se entender o
significado da cápsula do tempo, mas o ACIO não tinha muita alternativa
a não ser guardá-lo até obterem uma tecnologia que conseguisse abri-lo.
Porém, havia dois cientistas no grupo de pesquisa que levantaram a
hipótese de que o disco poderia ser abertocaso se entendesse o
significado das pinturas feitas nas parede de cada uma das 23 câmaras.
E para tanto, a solução não seria um aparato tecnológico, mas sim o
entendimento de sua linguagem e a tradução das mesmas, e isso seria
suficiente para abrir o disco.

Depois de muita discussão, o ACIO concordou em permitir que dois
pesquisadores fizessem uma cópia do conteúdo da cápsula do tempo. A réplica
da cápsula do tempo consistia em desenhos detalhados e fotografias de todos
os artefatos de cada uma das 23 câmaras, incluindo fotografias detalhadas e de
alta resolução das pinturas dasparedes. Permitiu-se aos dois cientistas que continuassem a pesquisa, mas que mantivessem o máximo segredo e
informassem suas descobertas diretamente para o Diretor Geral do ACIO.

O disco ótico foi armazenado com toda segurança dentro do ACIO. O projeto
foi oficialmente colocado como indefinido, e todo o pessoal ligado ao projeto
foi realocado novamente (com promoções) para projetos diferentes. Não se
falaria mais sobre o projeto Ancient Arrow até que se disponibilizasse
tecnologias, ou outros meios, que pudessem abrir o disco ótico e ter acesso
a seus conteúdos.

Os cientistas passaram quase cinco meses trabalhando em parceria tentando,
sem sucesso, decodificar os artefatos do Ancient Arrow e conseguir os meios
para abrir o disco ótico. Durante esse período, o ACIO experimentou
regularmente tecnologias novas ou diferentes tecnologias, mas também não
foram felizes.

Um dia, no final do verão de 1996, um dos cientistas (perito em lingüística) teve
um insight de como abrir o disco ótico associando os símbolos das pinturas
das paredes a um texto Sumeriano antigo. Apesar de ser uma língua extinta, o cientista conheciasuficientemente bem o Sumeriano para decodificar os
símbolos das pinturas, e, colocando as 23 palavras na mesma ordem das
câmaras, conseguiu finalmente abrir o disco ótico.

A conexão entre o idioma Sumeriano e a cápsula do tempo era o milagre que
o ACIO estava esperando. Um simples conjunto de 23 palavras extraiu mais
de 8,000 páginas de dados do disco ótico. Infelizmente, os dados eram incompreensíveis, pois não havia nenhum tipo de caracter no computador
que fosse compatível com os hieróglifos e as peculiaridades do idioma. Dessa
forma, precisou-se desenvolver um índice de tradução que levou mais uns seis meses.

Finalmente, quando o índice de tradução foi programado no computador, os
dados, apesar de poderem ser impressos ou vistos no monitor em sua forma hieroglífica, ainda precisavam ser traduzidos para o inglês. E esse processo
de tradução era extremamente tedioso e não podia ser facilitado pelos
computadores, devido à sutileza do idioma e sua complicada conexão com
as pinturas e representações pictográficas que estavam em outros lugares do
Ancient Arrow.

Assim que as traduções parciais começaram a ser feitas, percebeu-se que até
mesmo dentro do disco ótico havia uma segmentação dos dados em 23
unidades. Cada unidade parecia corresponder a uma câmara específica. Assim
que as duas primeiras câmaras começaram a ser traduzidas, ficou claro que
cada unidade continha documentos filosóficos e científicos, poesia, música, e
uma introdução para a cultura e identidade de seus criadores.

Os criadores da cápsula do tempo se referiram a eles mesmos como
WingMakers (Fabricantes de Asas). Representavam uma versão futura da humanidade que vivia mais ou menos há 750 anos no nosso futuro. Eles se
diziam os portadores de cultura, ou aqueles que trazem as sementes das
artes, ciência, e filosofia para a humanidade. Eles tinham deixado um total
de sete cápsulas do tempo em várias partes do mundo,para serem
descobertas de acordo com um plano muito bem arquitetado.Aparentemente
o objetivo deles era ajudar as próximas gerações de humanos a desenvolver
uma cultura global; um sistema unificado de filosofia, ciência, e arte.

No início de 1997, o cientista do ACIO, que tinha descoberto o código de
acesso para o disco ótico, estranhamente tornou-se solidário com a missão
dos WingMakers. Estava totalmente convencido que o ACIO nunca divulgaria
a descoberta com o público, e achava que essa descoberta era significativa
demais para ficar escondida. Ele também declarou que estava se comunicando
com os WingMakers e que eles estavam observando o progresso do ACIO e
que, no momento adequado, tornaria público a cápsula do tempo e seus
conteúdos.

Essa afirmação incomodou o ACIO e particularmente o diretor do projeto
Ancient Arrow, a ponto de recomendar uma licença ao cientista e
sumariamente tirou-o do projeto. O cientista teve medo que suas memórias
fossem alteradas ou até mesmo destruídas completamente, e desertou do
ACIO, o que nunca ninguém tinha feito antes.

Logo após sua deserção, ele desapareceu. Porém, antes disso, alguns de seus materiais relativos aos WingMakers e a cápsula do tempo, foram dados a uma jornalista que ele selecionara ao acaso.

O autor deste documento é aquela jornalista. Eu estou de posse de fotografias, música, poesia, arte, índices de tradução, cópias de documentos secretos, e
uma variedade de textos filosóficos traduzidos, todos oriundos do projeto
Ancient Arrow. Tomei todos os cuidados para permanecer incógnita, portanto
não posso ser localizada. Estou convencida que esses materiais estão sendo exibidos contra a vontade de uma organização secreta, que provavelmente tem poderes que mesmo nosso governo desconhece.

Antes do cientista do ACIO me contatar (a quem daqui por diante vou chamar
de Dr. Anderson), eu tinha muito pouco interesse, para não dizer nenhum, em assuntos relacionados com viagem no tempo, extraterrestres, ou qualquer
coisa semelhante. No início, quando ouvi a história pela primeira vez, me
pareceu uma coisa absurda, mas mantive minha objetividade jornalística, e
me encontrei com o Dr. Anderson. Relutantemente conclui que seria
improvável que uma pessoa fabricasse essa história com um tal nível de
detalhes e evidências que a corroboravam, e que ainda desejava permanecer incógnito.

Dr. Anderson tinha trazido arquivos de fotografias e desenhos de tecnologias estranhas, que mostravam símbolos esquisitos gravados em sua superfície. Relatórios de pesquisas que faziam referencias a tábuas de tradução,
protocolos cifrados, mapas estelares, e dezenas de memorandos da Diretoria
do ACIO discutindo o projeto Ancient Arrow. Tudo, incluindo cerca de 400
páginas de textos filosóficos, tinha uma autenticidade que eu não podia negar
ou ignorar.

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WINGMAKERS É A RAÇA PRIMOGENITA



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