quinta-feira, 11 de abril de 2013

MESTRE SANAT KUMARA MESTRA VENUS


Grande Guru da semente do Cristo em todo o cosmo; Hierarca de Vênus; Ancião dos Dias, citado em Daniel 7:9, 13, 22. Sanat Kumara (do sânscrito, significando "sempre jovem") é um dos Sete Santos Kumaras, Sanat Kumara e o grupo de 144 mil almas de Luz que o acompanhou ofereceram-se como voluntários para manter a chama da Vida, em benefício dos povos da Terra. Fizeram este voto, até que os filhos de Deus respondessem ao amor de Deus e mais uma vez se dedicassem a servir sua poderosa Presença do EU SOU. O retiro de Sanat Kumara, Shamballa, foi estabelecido em uma ilha no Mar de Gobi, hoje deserto de Gobi.

O primeiro a responder à sua chama foi Gautama Buda, seguido do Senhor Maitreya e de Jesus.

Sanat Kumara é venerado no hinduísmo como um dos quatro ou sete filhos de Brahma. São retratados como jovens que permaneceram eternamente puros. Ele é considerado um dos mais antigos progenitores da humanidade. Sanat Kumara revelou sua identidade quádrupla como protetor do Cristo Cósmico nos quatro quadrantes da Matéria e nos seus próprios Portadores de Luz como :

Kãrttikeya, deus da guerra e comandante do exército de deuses
Kumãra,"o jovem santo".
Skanda, filho de Shiva.
Guha, "gruta"; assim chamado porque vive na gruta do coração.

Sanat Kumara ocupou o cargo de Senhor do Mundo até seu discípulo Gautama Buda alcançar mestria suficiente para ocupar esse cargo. Em 1 de janeiro de 1956, Gautama Buda foi coroado Senhor do Mundo e Sanat Kumara, como Senhor Regente do Mundo, retornou a Vênus e à sua chama gêmea, a Mestra Ascensa Vênus. Ali, em outra dimensão da oitava 'física/etérica' juntamente com os outros santos Kumaras, o Poderoso Vitória e suas legiões, muitos Mestres Ascensos e Portadores de Luz de Vênus - ele continua a prestar serviço com a Grande Fraternidade Branca, em benefício do planeta Terra. Em 25 de maio de 1975, a Mestra Ascensa Vênus anunciou que "permaneceria algum tempo na Terra", a fim de consagrar novamente os fogos da mãe, enquanto Sanat Kumara mantém a chama em Vênus.

Gautama Buda ocupa o cargo de Senhor do Mundo (citado como "Deus da Terra" em Ap 11:4), sucedendo recentemente a Sanat Kumara, que manteve o cargo por dezenas de milhares de anos. O seu cargo é o mais elevado na hierarquia espiritual do planeta no entanto, o Senhor Gautama é na verdade o mais humilde dentre os Mestres Ascensos. A níveis interiores, ele mantém a chama trina, a centelha divina, para aquelas correntes de vida que perderam o contato direto com sua Presença do EU SOU e que criaram tanto carma negativo que tomaram-se incapazes de magnetizar Luz suficiente da Divindade, para manter a encarnação física de suas almas na terra. Através de um fio de luz muito fino que interliga seu coração aos corações de todos os filhos de Deus, o Senhor Gautama alimenta a chama tremeluzente da Vida, que deveria arder no altar de cada coração com uma amplitude maior de amor, sabedoria e poder, estimulada pela consciência do Cristo em cada um.

Gautama Buda recebeu o manto de Senhor do Mundo, conferido por Sanat Kumara, hierarca do planeta Vênus, que manteve a posição de Senhor do Mundo desde as horas negras da história da Terra. Conhecido como o Ancião de Dias, Sanat Kumara ofereceu-se como voluntário para vir à Terra há milhares de anos, quando conselhos cósmicos haviam decretado a dissolução do planeta. Tamanho era o distanciamento da humanidade da lei cósmica que os Senhores Solares haviam determinado que nenhuma outra oportunidade seria concedida à humanidade, que havia ignorado e esquecido obstinadamente a Chama de Deus em seus corações. A exigência da Lei para que a Terra fosse salva era que alguém qualificado como o "Cordeiro" encarnado estivesse presente na oitava física para manter o equilíbrio e a chama trina da Vida em benefício de cada alma viva. Sanat Kumara ofereceu-se para desempenhar esta missão.

Sanat Kumara contou a história de como devotos venusianos ofereceram-se como voluntários para acompanhá-lo e encamar entre a humanidade, para ajudá-lo a manter a chama: "A alegria da oportunidade misturou-se à tristeza provocada pela sensação da separação. Eu havia optado por um exílio voluntário em uma estrela sombria. E conquanto ela estivesse destinada a ser a Estrela da Liberdade, todos sabiam que para mim aquilo seria como uma longa noite escura da alma. Então, subitamente, dos vales e montanhas surgiu um grande número de meus filhos. Eram as almas dos cento e quarenta e quatro mil aproximando-se do nosso palácio de luz. Formaram uma espiral cada vez mais próxima de doze companhias entoando o cântico da liberdade, do amor e da vitória. (... ) Observando da varanda, Vênus e eu, vimos a décima terceira companhia vestida de branco. Era o clero real da Ordem de Melquizedeque. (... ) Quando todos se reuniram, anéis e anéis e anéis envolvendo nosso lar, e após o término do hino de louvor e adoração a mim, seu porta-voz postou-se diante da varanda dirigindo-se a nós em nome da grande multidão. Era a alma daquele que vocês conhecem e amam hoje como o Senhor do Mundo, Gautama Buda. E ele disse-nos: Ó Ancião de Dias, ouvimos falar da graça que Deus te concedeu neste dia e de teu compromisso de manter a chama da Vida até que algumas evoluções na Terra possam ser aceleradas e mais uma vez renovem os seus votos para serem portadores da chama. ó Ancião de Dias, tu és o nosso Guru, nossa própria vida, nosso Deus. Não te abandonaremos sem conforto. Nós iremos contigo."

Assim, eles vieram para a Terra com Sanat Kumara e legiões de anjos, precedidos por outra comitiva de Portadores de Luz que preparou o caminho e estabeleceu o retiro de Shamballa - a Cidade Branca - em uma ilha do mar de Gobi (hoje o deserto de Gobi). Ali, Sanat Kumara ancorou o foco da chama trina, estabelecendo o fio inicial de contato com todos os habitantes da Terra, estendendo raios de luz de seu coração para o deles. E ali os voluntários de Vênus encamaram em véus densos da carne, para acompanhar as evoluções da Terra até a vitória de sua promessa. O primeiro dentre os Portadores da Luz não-ascensos da oitava física a responder ao chamado do Senhor do Mundo foi, compreensivelmente, Gautama e junto a ele estava Maitreya. Ambos trilharam a senda do Bodhisattva até o estado de Buda, Gautwna concluindo a corrida em 'primeiro lugar' e Maitreya em 'segundo'. Assim, os dois se tornaram os primeiros discípulos de Sanat Kumara; o primeiro acabou sucedendo-o no cargo de Senhor do Mundo, e o outro tomou-se o Cristo Cósmico e Buda Planetário.

No momento da transferência do manto de Senhor do Mundo, em 1 de janeiro de 1956, Gautama Buda assumiu a responsabilidade de sustentar a linha da vida das evoluções da terra através da chama de seu próprio coração, e Sanat Kumara, como Senhor Regente do Mundo, retomou à sua estrela, Vênus, onde mantém intensa atividade de envolvimento com o serviço da Grande Fratemidade Branca no planeta Terra. O cargo anterior de Gautama, de Cristo Cósmico e Buda Planetário, foi ocupado pelo Senhor Maitreya. Na mesma cerimônia, ocorrida no Retiro do Royal Teton, o cargo de Instrutor mundial, anteriormente ocupado por Maitreya, foi passado ao Senhor Jesus e a seu querido amigo e discípulo São Francisco (Kuthumi). O Senhor Lanto assumiu o cargo de Chohan do Segundo Raio em julho de 1958, anteriormente ocupado por Kuthurni, e a bem amada Nada assumiu o cargo de Chohan do Sexto Raio, anteriormente ocupado por Jesus, durante a era de Peixes, da qual ele foi também o hierarca. Saint Germain, com Pórcia, assumiu a liderança de Aquário no dia 1 de maio de 1954. Enquanto Maitreya representa o Cristo Cósmico e o Buda Planetário, Jesus detém o cargo de Cristo pessoal, grande exemplo do Santo Cristo Pessoal em cada um.

Site Saint Germain

MESTRES MANUS

Manu é uma consciência que transcendeu a individualidade e que revela o propósito de um ciclo completo de manifestação da vida planetária. Entre suas tarefas está a de gerir o nascimento das Raças e também as mudanças a serem realizadas nos diferentes escalões da obra da Hierarquia interna da Terra. É a consciência-síntese das Hierarquias encarregadas de conduzir os seres humanos à evolução cósmica. Por seu intermédio, a energia dos Jardineiros do Espaço pode ancorar na Terra e realizar o seu trabalho. O Manu é o foco receptor e irradiador da perfeição atingida pelos indivíduos que de modo mais puro exprimiram o arquétipo da Raça. Permeados pela sua energia, formam um núcleo que auxilia a transformação da humanidade como um todo e a implantação nela de novos padrões de conduta. Na literatura esotérica, o termo Manu também designa consciências regentes de um ciclo de uma ou de sete Raças.

Quando o cenário físico da Terra - que são o próprio planeta e a flora – já estava montado, ou seja, quando a vida física já se materializou, mesmo de uma forma muito etérea, o trabalho dos Elohim estava chegando ao fim.

Novos personagens estão entrando em cena. Eles se aproximam da Terra de um modo um tanto velado, pois são os tripulantes de uma nave-laboratório muito especial, a Lua e vem cumprir uma tarefa muito especial... Seus tripulantes, os Pitris, são Irmãos bem graduados dentro da organização da Fraternidade Branca. Seu trabalho está ligado com a criação de mundos e, nesse trabalho, eles representam, controlam e dirigem a energia cósmica feminina, o magnetismo. Suas próprias Presenças são a essência do magnetismo lunar.

Eles já estiveram em vários outros sistemas solares e, de lá, de sua nave-laboratório, irradiaram energia lunar para mundos que dela necessitavam. Cumprida a missão, seguiram caminho, às vezes deixando um espaço vazio e em outras vezes, deixando em seu lugar uma outra lua (desta vez natural) – aliás, a troca de luas é fato bem corriqueiro na organização de sistemas. Os Pitris Lunares estão vindo para auxiliar o planeta e suas humanidades futuras no seu processo de densificação; esse é também um dos efeitos dos raios lunares.

Os Pitris são a própria essência do magnetismo lunar; eles vêm para materializar o corpo físico denso da humanidade e desenvolver o seu psiquismo.

A Terra física, produto do trabalho dos Elohim, apresenta, nessa época, dois oceanos chamados Pantalassa e três continentes: dois na superfície, Laurásia e Gondwana e um intraterreno (Agartha).

O Planeta Terra ainda era muito etérico; não havia muita coesão atômica. Por isso, a primeira Raça humana, necessariamente, teria de ser –e foi! – bem mais alta que as demais.

No final da era Paleozóica, os Pitris estão enviando um grande facho de luz para a Terra, pois sabem que está na hora de começar os preparativos para a primeira humanidade.

Três casais (Chamas Gêmeas) de gigantes, com aproximadamente 3,50 m pisaram o solo virgem da Terra e neste instante os raios do sol central do planeta (Surya, sol intraterreno), escoando- se através da grande abertura polar, chocaram-se na muralha formada pelas nuvens da superfície e se espalharam pelo céu, decompostos em todas as cores possíveis e imagináveis - formou-se uma magnífica aurora boreal.

Os Manus decidiram que os primeiros habitantes do planeta constituiriam a Raça dos Els. O nome El é um dos nomes de Deus e também significa”elevação”.

Os três casais então se concentraram. Fecharam os olhos e com certeza fizeram alguma invocação mágica silenciosa. Os três casais – os Manus, os Instrutores e os Conselheiros se transformaram na própria aurora boreal. Seus corpos, agora transparentes de luz, irradiavam as mesmas luzes e cores do sol central, o mesmo fulgor que tingia o pólo norte.

O Pai Criador vibrando através dos tempos e dos Universos também estava presente na pessoa daqueles três casais. O casal de Manus passou a respirar mais fortemente que os outros; eles inspiravam pela boca, sustentavam o alento, expiravam pelo nariz e, a seguir, faziam nova pausa. É essa a Respiração do Fogo. E não por acaso seus cérebros passaram a arder como Surya, o sol central do planeta – um brilho suave, de infinitas nuances – que ardia sem queimar.

A Paz que existe no Centro emergiu à superfície da Terra e se estendeu para além dos espaços ocupados pela aurora boreal. Nesse momento, a temperatura da crosta terrestre igualou-se à das regiões intraterrenas; passou a ser um verão ameno.

De repente, a cabeça do casal de Manus pareceu explodir. Uma chuva de fagulhas, nas cores ouro e prata, caiu, torrencial, por todo o hemisfério norte. Choveu, choveu, choveu.

A aurora boreal terminou, a chuva também. A Lua crescente se fez visível no céu. Os Els, dentro de seus casulos de ouro e prata, pareciam-se com todos os fetos. A Lua exibiu suas outras faces muitas vezes... O sexo dos Els foi definido: era duplo, cada um deles era um casal, sempre a fêmea por dentro do corpo do macho. Depois de muito tempo, os sexos se separaram. E no seu tempo, a primeira Raça humana desabrochou.

Em qualquer lugar do Universo, a primeira expressão de todo indivíduo – falando ou pensando ou sentindo – é: EU SOU. Os Els não fugiram à regra. Mais de três milhões deles, despertando do que parecia ter sido um longo sono e repetindo: EU SOU, EU SOU...

Usando de sua Onipresença, os Mestres , envoltos num manto de invisibilidade, estavam ao lado de cada novo ser que despertava para a vida e ouviram o EU SOU . Depois do EU SOU e da inevitável identificação com a Divindade em si mesmos, os Els voltaram sua atenção para os corpos através dos quais eles estavam se expressando, bem diferentes dos humanos da atualidade; era um corpo pouco denso, de átomos pouco coesos.

Então, da aliança da Grande Vida com os Filhos-Homens fez-se a primavera. A primeira Primavera crística do planeta.

A palavra Manu significa “pai de uma raça humana”. Em permanente identificação com o Criador – para que Sua Vontade seja cumprida fielmente, os Manus constroem no éter um tipo padrão da nova Raça; um protótipo feito em três dimensões (para os mundos tridimensionais). Esse protótipo é chamado Adam Kadmon, e cada Raça humana tem o seu.

Essa foi a primeira Raça criada na Terra. Com o passar dos tempos outras se seguiram. As três primeiras Raças Raízes, a dos Els, a dos Issim e a dos Aben não mais existem sobre a Terra. Cada Raça-Raiz tem um período determinado para desenvolver- se, ou seja, uma Roda Cósmica, correspondente a sete ciclos de 2.000 anos.

MANUS
4a. Raça Raiz : Deus e deusa Himalaya
Foco de Luz: Templo da Sabedoria e Paz Iluminada
Local: No interior da Cordilheira do Himalaia
Chamas: Azul e Dourada
Atributos : Poder e Sabedoria
Música-chave: 6a. Sinfonia “Pastoral (Beethoven)

5a. Raça Raiz : Lord Vaivasvata e Lady Elysia
Foco de Luz: No Plano etérico, sobre a Grécia
Local: Grécia
Chama: Verde
Atributos : Verdade
Música-chave: Adágio for Strings (Samuel Barber)

6a. Raça Raiz : Deus e Deusa Meru
Foco de Luz: Templo da Iluminação
Local: Nas proximidades do Lago Titicaca, na América do Sul
Chama: Dourada
Atributos : Sabedoria
Música-chave: Quadros de uma exposição (Moussorgsky)

7a. Raça Raiz : Lord Sainthrhu e Lady Mercedes
Foco de Luz: Templo da Sétima Raça-Raiz
Local: No Plano etérico, sobre a Malásia
Chama: Violeta
Atributos : Transmutação
Música-chave: A Montanha Misteriosa, Sinfonia no. 2 (Hovhaness)

www.caminhosdeluz.org

MESTRE AFRA PATRONO DA RAÇA NEGRA


Há muito tempo, Afra ofereceu a Deus seu nome e prestigio, com o intuito de patrocinar um vasto continente e um povo poderoso. Esse continente é a África.

Afra foi o primeiro membro da raça negra a fazer a ascensão. Ele retornou para Deus, reunindo-se com a chama ao final de uma vida de devoção e serviço. Quando ascendeu, pediu para ser conhecido simplesmente como “um irmão” – frater em latim. Assim, “um frater” tornou-se a palavra “Afra”.

O continente africano recebeu o seu nome – Afra. Ele é o patrono da África e também da raça negra. Há muito tempo fazia parte do que então era conhecido como as raças azul ou violeta – porque sua pele tem um tom sutilmente azul ou violeta. Essas almas viviam em uma civilização espiritualmente avançada que existiu no continente africano.

Afra viveu há 500 mil anos em uma antiga civilização que existiu no continente à qual hoje chamamos de África.

Percebendo a situação difícil de seu povo, Afra encarnou entre ele para procurar salvá-lo. Primeiro, tentou descobrir qual o traço de caráter que lhe faltava, que ele percebia ser seu tendão de Aquiles. Ele identificou o ponto de vulnerabilidade como a sua falta de fraternidade: eles seguiam o exemplo de Caim, em vez do exemplo de Abel.

Afra sabia que muitas pessoas do seu povo haviam perdido a chama trina, assim como muitas pessoas hoje a estão perdendo pela expressão da raiva e da discórdia. Ele bem sabia que, para reacender essa chama, eles precisariam seguir a senda da fraternidade. Precisariam cuidar uns dos outros de forma totalmente caridosa, com profundo amor originado no Espírito Santo, como um raio gerado diretamente do coração de Deus. E a única forma de conseguir ensiná-los a ser um irmão para com seu próximo foi ser ele mesmo um irmão para todos.

E foi o que fez. Por ser esse exemplo, ele foi crucificado pelo seu próprio povo. Infelizmente, é o que freqüentemente acontece no mundo – o irmão não reconhece o próprio irmão. Pelo contrario, as pessoas se determinam a destruir o exemplo da senda de cristicidade e, por isso, as pessoas procuraram destruí-lo.

Afra foi o Cristo em meio ao seu povo, mas eles não o conheceram. Estavam cegos pela ânsia de poder, buscavam o poder humano e o poder dos anjos caídos.

Rejeitado por seu povo, Afra saiu de cena. Voltou ao coração de Deus no ritual da ascensão, tornando-se o mestre ascenso que hoje conhecemos simplesmente como Afra, nosso irmão da luz.

Na união da fraternidade, todos os povos reunidos, não importando a sua raça ou origem, podem afirmar junto com o mestre Afra:

Summit Lighthouse do Brasil

MERKABA E A BÍBLIA

Apesar de Merkaba ser usualmente considerada uma palavra egípcia, ela também aparece na língua hebraica. Nas versões inglesas da Bíblia, é geralmente traduzida como "carruagem ". As letras hebraicas que formam a palavra Merkaba são Mem-Resh-Caph-Beth, da palavra raíz Resh-Caph-Beth, que significa "viajar". Mer-Ka-Ba e duas palavras relacionadas, mer-kab e re-kev, são geralmente traduzidas como "carruagem" ou às vezes como "vagão", mas ela são realmente equivalentes à palavra inglesa "vehicle" (veículo) ou "condução" , isto é, algo que transporta você a algum lugar. Esta raíz veio para o hebraico moderno na palavra rakevet, que significa "estrada de ferro".

A história fica mais interessante quando nos lembramos que o mais antigo ensinamento da Kabbalah ( isto é, a tradição mística e oculta dentro do Judaismo), era a meditação Merkaba. O Talmud menciona a meditação Merkaba quando diz que Judah, o Príncipe, proibiu que fosse mencionada no Mishnah, presumivelmente por causa de seu ensinamento místico. No entanto, referências a ela no Tosefta, que é um tipo de apêndice do Mishnah, bem como alguns manuscritos remanescentes apontam a meditação Merkaba como tendo sido praticada pelo menos até o segundo século antes de Cristo.

Apesar de só podermos especular, parece que praticantes de Merkaba combinavam meditação, prece e posturas de Yoga de tal forma que eles ascendiam ou descendiam no seu Merkaba, nos seus "veículos" , a reinos onde eles literalmente viam anjos, salões celestiais, e o próprio Trono de Glória. Agora, uma pergunta que nos vem à mente é a seguinte "Onde será que os cabalistas realmente foram?" A resposta parece ser que "eles viajaram para outras dimensões da realidade".

Tanto a comunidade científica como os estudantes de misticismo e ocultismo parecem caminhar para um entendimento compartilhado de que, até onde vai a realidade, o que vemos não é tudo o que existe,isto é, a realidade física que percebemos não é a única que existe. É a única na qual estamos sintonizados, e está cada vez mais óbvio que há outras realidades, ou dimensões da realidade, como queiram,que existem simultaneamente no tempo e espaço com esta nossa. Pode-se pensar como os canais na televisão. Se alguem dissesse para você, "Minha TV não pega o canal SBS, mas na noite passada eu instalei um antena de satélite e assisti um filme no SBS", você não responderia dizendo, "Você apenas sonhou que assistiu o SBS" ou "Você apenas teve uma alucinação em que assistia o SBS". É aceitável que uma antena de satélite permita sintonizar numa freqüência que a TV não consegue. Eu diria que, da mesma forma, os praticantes de meditaçao Merkaba e os profetas também, foram capazes de dominar a arte de sintonizar dimensões de realidade diferentes e mais elevadas.

A natureza multi-dimensional da realidade, assim como a habilidade de se movimentar entre dimensões, também explicam como seres como os anjos são capazes de desaparecer à vontade, simplesmente ligando ou desligando a sua sintonização na nossa dimensão de realidade. Os devas, as fadas, os OVNIs, tudo pode ser similarmente explicado. De fato, os Mestres nos ensinam que níveis dimensionais são separados por frequências de ondas (por exemplo: a terceira dimensão tem uma freqüência de onda de 7,3cm) e 90 graus. Você pode ter ouvido histórias de OVNIs cruzando os céus, fazendo uma curva de 90 graus e desaparecendo. Os seres nesse OVNI uniram suas consciências e provocaram uma mudança específica dentro deles mesmos, relacionada com esses 90 graus. Quando eles assim o fazem por meio da respiração e de sua conexão, eles conseguem fazer um navio inteiro desaparecer e penetrar no nível dimensional em que eles estão sintonizados. Mas, voltemos à Bíblia.

O mais incrível exemplo de Merkaba é encontrado num outro livro profético, segundo Reis, na história de Elias. Na tradição judaica Elias é o mais querido de todos os profetas. Uma taça de vinho é dedicada a ele na cerimônia da Páscoa, e uma cadeira é destinada a ele nos rituais de circuncisão. Esses gestos simbólicos convidam Elias a se juntar aos celebrantes. Por que é Elias convidado e nenhuma outra figura bíblica, histórica ou lendária? Porque a tradição judaica diz que será Elias quem virá para anunciar a chegada da Redenção. Nos Evangelhos, Elias é mencionado mais de 24 vezes e é sempre em relação a isto. Por que tem Elias tal honra? Por que não Moisés, ou o Rei Davi, que afinal das contas é a raíz da linhagem que deverá produzir o Messias?

A tradição judaica afirma que Elias será o precursor do Messias porque.... ELIAS NUNCA MORREU! Assim diz a Bíblia. No segundo capítulo do segundo livro de Reis, lemos que Elias e seu discípulo Elisha, caminhavam em judá. Em Bethel, a irmandade dos profetas veio saudar Elias, e 50 membros da irmandade os seguiram até a vau do Jordão. O que era essa irmandade de profetas? A frase hebraica que os descreve é b’naiha-nevi’ im, e não aparece em nenhuma outra citação na Bíblia. Este fato por si só aponta para algo muito especial, talvez essas irmandades fossem antigas escolas de mistérios judaicas, semelhantes ás escolas de mistério do Egito e da Pérsia, onde se ensinava a fazer viagens inter-dimensionais .

A história continua. Elias e Elisha atravessaram o Jordão. Repentinamente uma Merkaba de fogo aparece e Elias desaparece num turbilhão. Só isso. Na terceira dimensão da realidade, na qual estamos sintonizados, Elias desapareceu!

Acontece que muitos estudiosos de tendência racionalista explicam esses versículos da seguinte maneira: Elisha teve uma "visão" de uma carruagem de guerra, de fogo, e em seu estado dissociado, ele "imaginou" algo caótico ( o turbilhão) e foi assim que ele experienciou a morte de seu mestre. No entanto, achamos muito curioso o uso dessa palavra "turbilhão" que indica, pode-se crer, que estamos lidando aqui com algo alem de uma alucinação.

Sabe-se que uma viagem inter-dimensional envolve campos energéticos girando em direções opostas, vórtices, se você preferir, ou "turbilhões", se você estiver apreciando da perspectiva da época, o ano 850 a. C. Este detalhe da história apoia a noção de que Elias viajou para algum outro lugar. Para muitos, isso parece absurdo, portanto, talvez um outro detalhe que sugira claramente que há algum mistério escondido nessa história da Ascensão de Elias. E é o fato de que esse dois versículos, e em nenhum outro lugar da Bíblia hebraica, a palavra "turbilhão" foi escrita incorretamente.

Para os estudiosos Masoretic, em Tiberius, que revisaram a pronúncia da Bíblia Hebraica no ano 900 D.C., terem errado a grafia de "turbilhão" apenas nesses dois versículos, significa que havia uma tradição oral mantida viva desde o exílio na Babilônia, isto é, por 1 400 anos se dizia, "Soletre como s’oroh em qualquer outro lugar na Bíblia, mas nestes dois versículos soletre suh-orah"! A sobrevivência desta estranha pronúncia, diligentemente transmitida oralmente de geração a geração, após tantas andanças e mudanças do povo judeu, indica que há algo muito especial nesses versículos.

Qualquer interpretação de documentos e tradições tão antigas, está sempre aberta a questionamentos. No entanto, parece óbvio que esta tradição contínua de grafia errada dessa palavra hebraica que significa turbilhão, foi feita para alertar para o fato de que há algo muito esquisito nesta história. Seria pedir muito dizer que isto significa para nós: Não aceite que Elisha tenha tido uma visão de uma carruagem de guerra de fogo, e um turbilhão no qual Elias parece ter desaparecido.

Imagine, ao invés, que Elias entrou numa Merkaba, um veículo forma-pensamento, e ascendeu para fora de nossa dimensão de realidade, em campos de energia movendo-se em direções contrárias, o turbilhão, sem deixar seu corpo físico.

Num pouco conhecido texto da Kabbala, a Midrash para Provérbios, o Rabino Ishmael diz:

Se aparecer perante o Senhor alguem que tenha estudado o Talmud, o Santo Senhor dirá a ele: "Meu filho, já que você estudou o Talmud, por que também não estudou a Merkaba, para perceber o meu esplendor? Pois nenhum deleite tenho eu na minha criação que iguale aquele que me é dado quando estudiosos olham alem da Torah e vêem e crêem e meditam sobre:

Meu trono, e o hashmal visto por Ezequiel, e as torrentes de fogo sob meu trono, e as pontes que os atravessam, e os ofanim ( um tipo de anjo ), e os gilgalim (outro tipo de anjo ). E não é para isso a minha grandeza, e a Minha glória e a Minha beleza: para que meus filhos conheçam Meu esplendor vendo tudo isto?

O Rabino Ishmael conclui:
E isto é o que o Rei Davi queria dizer quando escreveu os Salmos: "Ó Senhor, quão variada é tua Obra!

Site Saint Germain

MERKABA SIGNIFICA CARRUAGEM EM HEBRAICO

A palavra Merkaba é composta de três palavras menores - Mer, Ka, e Ba que, assim como as usamos, vêm de antigos textos egípcios. Essa palavra tem várias pronúncias, nos diferentes idiomas, tais como: Merkabah, Merkava e Merkavah. Apesar de haver várias pronúncias dessa palavra, geralmente podemos pronunciá-la como se se tratassem de três palavras separadas ( isto é, com a mesma acentuação em cada sílaba).

"Mer" refere-se a um tipo específico de luz que foi compreendida no Egito somente na décima-oitava dinastia. Era vista como se existissem dois campos de luz girando em direções opostas, no mesmo lugar, gerados por um certo tipo de respiração.

"Ka" refere-se à interpretação do espírito do indivíduo a respeito de sua realidade particular.

Em nossa realidade específica, "Ba" é geralmente definida como o corpo ou realidade física. Em outras realidades onde os espíritos não têm corpos, Ba refere-se aos seus conceitos ou interpretação da realidade que são trazidos para eles.

Assim, a Merkaba é um campo de luz girando em duas direções opostas que afeta espírito e corpo simultaneamente. É um veículo que pode levar o espírito e o corpo ( ou sua interpretação da realidade) de um mundo, ou dimensão, para outro. Na realidade, Merkaba é muito mais do que isto, porque pode criar realidade assim como viajar entre realidades. Para nosso uso aqui, nós enfocaremos principalmente seu aspecto como veículo inter-dimensional ( Merkaba significa "carruagem"em Hebraico), que nos permitirá retornarmos ao nosso original elevado estado de consciência.

Uma vez tendo sido iniciado o campo de Merkaba em torno do seu corpo, ele criará um disco que se estende por 55 pés (dezoito metros mais ou menos) da base de sua columa vertebral, e que em realidade se parece muito com um disco voador. Quando você está na Merkaba, seus pensamentos e sentimentos tornam-se milhares de vêzes mais poderosos. Você também será capaz de criar um campo magnético que manterá sua memória intacta de tal maneira que você se torna imortal. Em outras palavras, não haverá solução de continuidade em sua memória. Aqueles que forem incapazes de iniciar sua Merkaba terão sua memória e sua mente apagadas quando o campo magnético em torno da Terra entrar em colapso, e terão que começar tudo de novo. Como podemos ver, não se trata de um processo como o de reencarnação. É mais como desligar um computador e perder todos os arquivos.

Você será capaz de se locomover entre os níveis dimensionais, mas perderá a consciência sobre o outro lado. No entanto, algumas pessoas altamente evoluídas ( duas, trabalhando juntas para construir Merkaba), serão capazes de levar aproximadamente 150.000 pessoas com elas.

Para ser claro, retornar ao nosso estado original é um processo natural que pode ser fácil ou difícil dependendo de nossos padrões de crenças. No entanto, só o fato de nos envolvermos com as relações técnicas de Merkaba tais como: corrigir nossos padrões de respiração ou mentalizar as conexões infinitas para todos os padrões de Vida, por exemplo, não é suficiente. Há ainda um outro fator que é até mais importante do que a própria Merkaba, é compreender, realizar e viver o Amor Divino. Porque é o Amor Divino (às vezes chamado Amor Incondicional) o fator principal que permite a Merkaba tornar-se um campo vivo de luz. Sem o Amor Divino, a Merkaba é apenas uma máquina, e essa máquina terá limitações que nunca permitirão ao espírito que a criou retornar para casa, e alcançar o mais elevado nível de consciência - o lugar onde não há níveis.

Nós precisamos experienciar e expressar o Amor Divino para podermos atingir uma certa dimensão ( e o mundo dirige-se rapidamente para aquele lugar elevado! ). Realmente, nós estamos deixando o lugar de separatividade onde nós vemos apenas a nós mesmos de dentro dos corpos olhando para fora. Esta visão terá desaparecido em breve, para ser substituida por uma nova realidade, onde todos nós teremos o sentido de unidade absoluta com toda vida; e esse sentido crescerá mais e mais na medida que nos movemos para o alto através de cada nível na nossa jornada para CASA.

Sintonia Saint Germain  

PLANETA TERRA SUPERFÍCIE SE RECICLA MUITO RAPIDAMENTE

O chão que pisamos parece permanente e imutável, mas as rochas que compõem a crosta da Terra são sujeitas a um ciclo de nascimento e morte que muda a superfície do nosso planeta.

Agora, os cientistas encontraram evidências de que esse ciclo é mais rápido do que se pensava: 500 milhões de anos, em vez de 2 bilhões.

As placas tectônicas que compõem a crosta terrestre estão constantemente disputando umas contra as outras: se roçando, se distanciando e batendo de frente.

Onde ocorrem colisões frontais, crostas oceânicas mais densas são empurradas por baixo de crostas continentais mais leves, fazendo com que a crosta derreta na feroz temperatura e pressão do manto da Terra.

Esta crosta oceânica se mistura ao resto do manto, que devido à sua alta temperatura e pressão, tem um fluxo lento que dá energia aos vulcões de todo mundo.

Praticamente todas as ilhas oceânicas do mundo são vulcões. Várias delas, como as ilhas havaianas, vieram de plumas que se originaram na parte mais baixa do manto. O processo geológico é o seguinte: rocha quente que fazia parte da crosta oceânica nasce em colunas cilíndricas de uma profundidade de cerca de 3.000 quilômetros e, perto da superfície, onde a pressão é reduzida, ela derrete e forma vulcões.

Os cientistas pensavam que este processo levava cerca de 2 bilhões de anos para se completar, mas novos dados sugerem que pode até levar um quarto desse tempo.

Os pesquisadores chegaram a essa conclusão através de uma análise química de minúsculas inclusões vítreas em cristais de lava basáltica do vulcão Mauna Loa, no Havaí. As inclusões microscópicas na rocha vulcânica continham elementos originalmente dissolvidos na água do mar que foram, então, absorvidos pelas rochas oceânicas. Isto permitiu que o processo de reciclagem fosse datado.

A idade é revelada pela razão dos isótopos (isótopos de um elemento químico têm números diferentes de nêutrons em seus núcleos) do elemento estrôncio, um número que muda com o tempo.

Com um laser desenvolvido especialmente para a ocasião, os cientistas mediram o estrôncio nas amostras de lava do Havaí e ficaram surpresos quando as descobertas sugeriram que a rocha tinha menos do que 500 milhões de anos.

“Aparentemente, o estrôncio da água do mar chegou a profundidades no manto da Terra e reemergiu depois de apenas meio bilhão de anos, em lavas do vulcão havaiano”, disse um dos autores do estudo, Klaus Peter Jochum.

OurAmazingPlanet

DIAMANTES FORNECEM INFORMAÇÕES SOBRE TERRA ANTIGA

Os diamantes podem ajudar os cientistas a desvendar segredos do nosso planeta: nas profundezas da Terra, as pedras preciosas revelam que as placas tectônicas responsáveis pelo movimento dos continentes e pelo nascimento de montanhas provavelmente ficaram ativas cerca de 3 bilhões de anos atrás.

As colisões de crescimento e deslocamento das placas tectônicas mudaram a face do planeta desde o seu nascimento, cerca de 4,5 bilhões de anos atrás. Entretanto, muito permanece desconhecido sobre como as placas eram no início da história da Terra – ou mesmo se elas já existiam ou operavam, devido à escassez de rochas daquela idade.

A maioria das rochas mais antigas da Terra é reciclada por processos de placas tectônicas, que as empurram para dentro do manto derretido do planeta, onde elas derretem e formam novas rochas.

Agora, os cientistas encontraram pistas sobre o aparecimento das placas tectônicas a partir de grãos minerais minúsculos em mais de 4.000 diamantes que se formaram 130 a 180 quilômetros de profundidade na camada do manto da Terra.

Estas gemas, trazidas à superfície por erupções vulcânicas, foram descobertas em cinco continentes pelos pesquisadores, ao longo de mais de 30 anos.

Eles abriram os diamantes e analisaram a composição de minerais em partículas tão pequenas quanto a largura de um cabelo humano. Assim, eles foram capazes de analisar quimicamente os grãos para aprender mais sobre algumas das maiores características que existem na Terra, os continentes.

3 a 3,2 bilhões de anos atrás, esses minerais se assemelhavam a peridotito, uma rocha ígnea comum no manto. Mais tarde, se tornaram mais como o eclogito da crosta oceânica, um sinal de que o material da superfície estava se misturando ao manto, muito provavelmente conforme as placas oceânicas afundavam sobre as continentais.

Isso sugere que as placas tectônicas começaram sua atividade há cerca de 3 a 3,2 bilhões de anos atrás.

Pesquisas futuras devem procurar diamantes ainda mais profundos no interior da Terra, para entender melhor os processos geológicos dentro do manto.

MSN

DIAMANTES PODEM ARMAZENAR MILHÕES DE VEZES MAIS INFORMAÇÕES DO QUE OS COMPUTADORES ATUAIS


Folhas de diamante cheias de buracos podem ser a chave para a próxima geração de supercomputadores.

Cientistas na Califórnia usaram a tecnologia disponível comercialmente do padrão de folhas grandes de diamantes, com minúsculos buracos cheios de nitrogênio. Essas folhas de diamante com nitrogênio podem armazenar milhões de vezes mais informação, e ser dezenas de vezes mais rápido, do que os atuais sistemas de computador baseados em silício.

Como as folhas de diamante seriam usadas na computação é algo que ainda não foi determinado exatamente, mas as aplicações podem variar desde a concepção mais eficiente de computadores baseados em silício até o desenvolvimento de drogas e criptografia.

O nitrogênio é encontrado em diamantes desde que há diamantes; é por isso que alguns têm uma tonalidade amarela. Por anos os cientistas usaram estes nitrogênios naturais infundido nos diamantes para estudar vários aspectos da mecânica quântica.

Um supercomputador baseado em mecânica quântica requer mais precisão do que a natureza pode oferecer, assim os cientistas têm procurado uma maneira artificial de implantar matrizes de buracos de nitrogênio precisamente modelados no interior de folhas de diamante.

A chave para um quantum de diamantes com base no computador mecânico é um elétron extra no buraco. Em um computador tradicional, a informação é codificada como um “0″ ou um “1″. Em um computador quântico baseado em diamante, a informação poderia ser armazenada no giro dos elétrons. Isto significa que as informações poderiam ser armazenadas não somente como um “0″ ou “1″, mas também na direção que o elétron está girando.

O número exato é difícil de dizer, mas os cientistas afirmam que isso poderia aumentar dramaticamente o poder de processamento em comparação com os computadores de silício atuais.

Ainda assim, os diamantes provavelmente não substituirão o silício utilizado nos computadores domésticos de hoje. No entanto, os consumidores podem se beneficiar da descoberta. Um computador quântico ajuda a modelar certos problemas extremamente complexos, segundo os pesquisadores.

Os diamantes não são uma aposta certa para um computador quântico, mas certamente são uma boa opção por causa dessa pesquisa.

MSN