domingo, 29 de agosto de 2010

EGITO ELEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

FARAÓ AKHENATON
 Eduardo Vilela é o autor deste Quadro
a quem agradeço pela sua gentileza
em permitir que esta imagem permaneça postada em nosso Blog
 http://egitoantigomitosesimbolos.blogspot.com/

Os sacerdores egípcios planejaram uma maneira de elevar a consciência de
seu povo, construindo, durante milhares de anos, uma série de templos ao
longo do rio Nilo. Os utilizavam como "livros vivos" e enciclopédias de
conhecimento para transmitir a informação acumulada, e o funcionamento
do universo durante muitas gerações para seu povo. Os templos também
serviam como pólo para o avanço de sua civilização.

Os antigos sacerdotes estruturaram uma sociedade baseada em dois
conceitos fundamentais: a reencarnação, como método divíno para que o
espírito do homem evolua na aquisição de informações sobre o universo
e a Iluminação como passo final de todo este processo.

As experiências destas vidas transformam um ser instintivo e ignorante e
um super-homem, transformam um animal inocente e primitivo em um
sábio imortal. Segundo eles, Deus organizou um plano divino baseado na reencarnação para que o homem, ao experimentar em sua própria carne,
entenda como funciona o próprio universo.

ESFINGE DE GIZÉ "ESTELA"

O indício mais antigo que se tem da existência de eventuais construções por
sob a Esfinge está estampado na Estela que Tutmósis IV (c. 1401 a 1391 a.C.)  mandou fixar na frente do monumento e que vemos acima numa foto do Canadian Museum of Civilization Corporation (CMCC).

Os arqueólogos têm dito que o palácio gravado na Estela é a representação  do templo que existe até hoje diante da Esfinge. Então, torna-se possível que a construção representada na Estela
por sob a esfinge realmente exista no sub-solo.

http://www.fascinioegito.sh06.com/

ESFINGE DE GIZÉ TELEMETRIA

Provas de que seres muito evoluídos aqui estiveram e se estabeleceram no Planeta Terra, empregando seus avançados conhecimentos os quais, por exemplo, permitiram telemetrar o nosso planeta desde o espaço sideral para construir a Grande Pirâmide no Baixo Egito, exato centro geográfico que abrange
a maior porção de terras do globo - na precisa interseção da
Longitude 30, leste de Greenwich, e do Paralelo também 30!

Verdadeiro "Livro de Pedra", cujas páginas ainda não foram totalmente decifradas, ali estão encerrados conhecimentos astrônomicos, matemáticos, além de muitos outros ainda fora
da nossa compreensão, relativos à Física, ao Tempo e também
ao Espaço..... E segundo afirmam com pleno conhecimento de
causa os verdadeiros os Rosacruzes, são herdeiros em linha
direta da Sagrada Tradição Egípcia!
O mapa acima, em 1936 revelado ao mundo por Harvey Spencer Lewis, Supremo Imperator daquela Fraternidade, foi copiado de antiqüísmos documentos secretos e mostra de maneira clara que por detrás da Estela, aos pés da Esfinge de Gi\zé, existe o portal que conduz a todo um complexo subterrâneo que perfaz a interligação entre a Grande Pirâmide e as outras  duas que lhe são próximas, conhecidas como Kéfren e Miquerinos.

Note-se que aquilo hoje conhecido como "Túmulo de Campbell" existe realmente na retaguarda da Esfinge e na verdade trata-se de um enorme respiradouro que se dirige ao subsolo!


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ESFINGE DE GIZÉ GALERIAS INTERLIGA ÁS 3 PIRÂMIDES


Os verdadeiros Rosa-Cruzes, a mais antiga fraternidade de toda a Terrasucessora em linha direta da sabedoria do Antigo Egito, SABEM e têm antigos mapas em seu poder que mostram que verdadeiramente existe  por debaixo da Esfinge, uma imensa rede de galerias templos e corredores que secretamente e desde tempos imemoriais a interligam com as três grandes pirâmides vizinhas!

A Esfinge de Gizé, é um símbolo essencialmente ATLANTE, segundo a Tradição demarcaria os lugares em que aquela perdida civilização deixou para posteridade as suas CÁPSULAS DO TEMPO onde estariam guardadas, até que os momentos se tornem propícios, todos os seus grandes conhecimentos científicos e tecnológicos; toda a sua verdadeira história, e também os elos que nos ligariam a outras humanidades benevolentes, espalhadas pelo Cosmo Infinito!
As Pirâmides, por seu turno, onde quer que se encontrem - e também segundo a Tradição - igualmente velam o simbolismo e são marcas da afiliação atlante. A Pirâmide Suprema, existiu na Atlântida, aquele perdido continente!

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PIRÂMIDES DO EGITO E O MISTÉRIO DE ÓRION

Se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura,
chegará ao número pi (3,14159...) até o décimo quinto dígito. As chances de
esse fenômeno ocorrer por acaso são quase nulas. Até o século 6 d.C., o pi
havia sido calculado só até o quarto dígito.

A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta, é a
mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente
para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios
conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola - assim com é
incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para
o enigma.

Todas as construções na planície de Gizé, estão espetacularmente alinhadas.
No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no
centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren.

No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol
nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa
toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base.

A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos
anos, por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram
alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.
Por outro lado, a Pirâmide está colocada num lugar muito especial na face
da Terra - ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo
a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano
terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são
as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No
lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos
norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas.

A Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela éo umbigo do
mundo. Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam
que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir uma igual.
Será ? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano.

Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir
uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda,
mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de
operários 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao
cume da Grande Pirâmide. Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas
pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da
empreitada, ao lado de Quéops.

O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com
as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.  Para surpresa geral, as pedras
foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu,
apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento do know-how da época,
que teve de ir sendo desvendado na base da tentativa e erro. O que frustrou o sucesso da empreitada foi o tempo. Não deu. Se a equipe dispusesse de alguns
dias a mais, além dos 45 dias determinados, teria construído uma
Grande Pirâmide em escala.

Robert Bauval e Adrian Gilbert tem um estudo astronômico sobre as pirâmides.
Os dois publicaram suas descobertas preliminares no livro THE ORION
MYSTERY, editado pela Heinemann. Eles também fizeram um documentário
para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto. Os
pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências
foram reforçando sua teoria, mais e mais gente a foi aceitando.

Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar
que os "respiradouros" da Pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação
de Órion, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides
era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no
Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o "cinturão" de Órion.
A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de
sua pesquisa.

As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval. Ele é um engenheiro
egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria), e passou
a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio. Por muitos anos
ponderou sobre o significado de Sah, a Constelação de Órion e sua ligação
com as pirâmides.

Bauval sabia que a aparentemente inconsistente disposição das três pirâmides
em Gizé não era acidental. Muitos concordavam que o alinhamento, embora
incomum não era um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios
tinham. Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava
passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto. Num
desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também
era astrônomo amador, apontou para a Constelação de Órion, que se levantava
atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formam o
cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta. Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo. Enquanto o amigo explicava, Bauval ia vendo a luz - o alinhamento das
três estrelas correspondia perfeitamente ao das Pirâmides de Gizé !

Inicialmente Bauval usou o programa de astronomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 A.C. O software foi suficiente para clarear a
mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta. O programa Skyglobe
também pode colocar a Via-Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer
isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria. Gizé está à oeste do
Nilo, da mesma forma que Órion está a "oeste" da Via-láctea, e na mesma
proporção em que Gizé está para o Nilo.

Bauval colocou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as
estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro,
elas mudaram em declinação -antes estavam abaixo do equador celeste, a
cerca de 10 graus de declinação. A astronomia é fundamental na Teoria da
Correlação de Bauval.

Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso
leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é
conhecido pelo nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela
Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela
Polar marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava
Thuban, da constelação Draconis.

Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste. Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão
do universo. As estrelas não estão paradas no espaço - elas têm o que se
chama de movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção a Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as
Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço. A mudança da
posição de uma estrela está em função, entre outras coisas, de sua distância
do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil
anos-luz Terra.

Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e
se põem em tempos diferentes. Mas elas retêm sua forma característica por
causa da distância. É muito importante entender que o céu era diferente no
tempo das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual,
embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças
aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta
no tempo, o que permitiu a Bauval verificar e construiu sua teoria. As relações
que tal descoberta implica são fascinantes.

Os egípcios eram dualistas, tudo em que pensavam e em que acreditavam
tinha sua contraparte - causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste,
morte e renascimento - e nada era visto isoladamente. Eles construíram em
Gizé uma réplica exata do Cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat.

A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar,
centrada na adoração de Ra. O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a
Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice
de uma religião estelar ainda mais antiga.

Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu
objetivo final. A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra
que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como
se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide :

"Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion,
que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com Osíris..."
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HERMES TRIMEGISTO O EGITO É A CÓPIA DO CÉU

O Egito é a Cópia do Céu,
o lugar em que se transferem e projetam cá em baixo
todas as operações que dirigem as Forças Celestes

"No entanto, virá um tempo em que parecerá que os egípcios
 honraram em vão os seus deuses, na piedade do seu coração.
Toda a sua santa adoração será privada do seu culto.
Os deuses, abandonando a Terra,
volver-se-ão para o céu, abandonarão o Egito;
este país que foi em outros tempos o domicílio das liturgias santas,
viúvo agora dos seus deuses não gozará mais da sua presença...." 
Hermes Trimegistus

O que você acabou de ler são alguns pontos de milenares registros, originários
do Antigo Egito, precisamente nas chamadas Tábuas da Esmeralda, que assim
muito reveladoramente o afirmam:

"O Egito é a Cópia do Céu"
para o qual se transformaram e se projetaram cá em baixo
certas operações de Forças Celestes

Depreende do texto, que os tais "deuses originários do céu" estiveram mesmo envolvidos nesse processo.  São registros escritos verdadeiramente muito
antigos e atribuídos a uma divindade egípcia denominada TOTH - estilizada por
uma íbis dotada de um corpo humano, ereverenciada pelos gregos sob o nome
de HERMES TRIMEGISTUS, termo este que significa "O Três Vezes Grande",
obviamente um homem, um Alto iniciado e um Sábio.
Vemos as assim chamadas Três Grandes Pirâmides de Gizé, no Egito. na foto
acima por satelite, E será que você notou como o jogo de sombras se torna
bastante sutil? As estruturas das pirâmides por acaso não representariam
nessa ocasião nada menos que TRÊS ESPAÇONAVES triangulares voando
em formação?
Uma outra tomada da mesma região, com a luz do Sol incidindo sobre outra
área, onde podemos ver as mesmas "espaçonaves", porém voltadas para
outra direção.
 
...... Para facilitar as coisas, vamos então ampliar um detalhe dessa região circunvizinha ao Planalto de Gizé. Observe bem e tente ver se nela consegue descobrir algo verdadeiramente insólito, diríamos bem ao "estilo Marte"......
..... EXATAMENTE ISSO, um enorme monumento representando um rosto que fita o espaço (negativo à direita)! Solo avermelhado, uma outra imagem de um rosto usando um toucado e somente visto do espaço. "Situada no mesmo Planalto de Gizé, EGITO, e a qual somente os satélites conseguem captar!

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