sexta-feira, 14 de junho de 2013

TINTAS QUE NÃO DESBOTAM SÃO INSPIRADOS EM TECNOLOGIA MAIA

Os maias podem não ter previsto o fim do mundo, mas eles inventaram uma tinta que se tornou a base de todos os pigmentos que usamos hoje.

Em 1931, os cientistas ficaram estupefatos ao descobrir pinturas azuis muito vivas nas ruínas de Chichen Itza, no México.

Imediatamente batizado de "azul maia", o pigmento impressionou pela estabilidade, mantendo a cor, sem desbotar, desde os tempos pré-colombianos.

Este antigo pigmento, que demonstrou ser realmente quase imune à passagem do tempo, à erosão e à biodegradação, é considerado o precursor dos modernos pigmentos híbridos.

Agora, pesquisadores da Universidade de Alicante, na Espanha, inspirados pela antiga arte da produção de pigmentos da civilização maia, desenvolveram um novo método para a produção de um tipo de nanopigmento que combina o melhor dos dois mundos, o orgânico e o inorgânico.

Os pigmentos híbridos são criados usando uma mistura de compostos orgânicos e inorgânicos, onde a cor é devida a um composto orgânico muito eficiente, mas instável à luz.

Para superar a deficiência, é usado um estabilizador inorgânico, como se fosse um revestimento do pigmento, evitando a descoloração com o passar do tempo.

Tinta para qualquer coisa
A equipe do professor Francisco Verdú já sintetizou uma paleta completa de cores dos novos nanopigmentos, que já foram devidamente patenteados.

Segundo o grupo, as propriedades dos pós coloridos garantem sua dispersão tanto em meios polares, como não polares, tornando-os úteis para várias aplicações industriais, tais como tintas para impressoras, paredes, revestimentos, têxteis, papel, fibras sintéticas ou naturais, cosméticos, materiais de embalagem poliméricos etc.

"Ao contrário dos pigmentos convencionais, que contêm metais pesados na sua composição, podendo causar reações alérgicas, processos cancerígenos, etc, os nanopigmentos híbridos estão livres de tais compostos," disse o professor.

Além disso, "a sua produção consome pouca energia e as matérias-primas empregadas são facilmente disponíveis, não-tóxicas e apresentam uma excelente resistência ao calor, à radiação ultravioleta, ao oxigênio e outros agentes ambientais, em comparação com os corantes orgânicos alternativos," concluiu o pesquisador.

Antes virarem um produto comercial, porém, os pesquisadores precisarão escalonar sua técnica de fabricação das nanopartículas híbridas do laboratório para o nível industrial.

Site Inovação Tecnológica - 23/04/2013

SÍMBOLOS MISTERIOSOS NO DESERTO CHINÊS CAUSAM POLÊMICA


Novas imagens do Google Maps revelaram misteriosos traços na superfície do deserto chinês de Gobi. A mídia especulou que talvez fossem áreas de teste militar, alvos para calibrar satélites, mapas das ruas de Washington e Nova York ou até mensagens de, ou para, alienígenas.

Acabou que eles talvez sejam mesmo para calibrar satélites espiões chineses.

Pelo menos é o que diz o pesquisador da Universidade Estadual do Arizona, Jonathon Hill, que operou muitas das câmeras usadas nas missões da NASA em Marte. Ele especula que as linhas sejam para espionagem através de satélite.

A China já era conhecida por operar satélites espiões, e vários países (incluindo os Estados Unidos) fazem isso também. Os americanos, aliás, também usam pontos de calibragem. “Por exemplo, eu achei um desses para os satélites espiões Corona, construídos na década de 60. Ele está em Casa Grande, Arizona, nas coordenadas 32° 48′ 24.74″ N, 111° 43′ 21.30″ O”.

As linhas brancas de 20 metros não são feitas de metal refletor como muitos pensavam. “Elas têm espaços entre si, onde passam canais de água naturais, e as linhas não estão perfeitamente preenchidas. Acredito que seja algum tipo de tinta”, afirma Hill.

Ele comenta que os alvos são maiores do que seria esperado, sugerindo que as câmeras espaciais têm uma resolução terrena muito ruim.

Outra imagem, não tão longe da primeira, revela um arranjo circular de objetos parecido com Stonehenge, com jatos de guerra parados no centro. “Isso é quase com certo um teste de instrumentos de radar espaciais”, afirma Hill. “Já que uma quantidade significante de retorno de radares é de diferenças nas superfícies, eles provavelmente estão testando formas de mascarar os jatos”.
Em outras palavras, os militares chineses provavelmente usam radares para determinar quanto da presença do jato é escondida pelas pedras arranjadas em seu redor. Isso poderia ensinar como esconder as operações militares de outros países, e também como encontrar as dos outros. Mas Hill afirma que como os jatos são feitos de metal, eles aumentam muito o retorno para o radar, tornando difícil escondê-los.

Life'sLittleMysteries

DEBAIXO DO GELO NA ANTÁRTIDA

O continente da Antártida, que se expande por 14 milhões de quilômetros quadrados cobertos de gelo no Pólo Sul, ainda esconde mistérios fascinantes. Na história, poucos achados intrigaram tanto os geógrafos quanto a Cordilheira subglacial de Gamburtsev, situada abaixo da superfície de gelo.

Descoberta por exploradores soviéticos nos anos 1950, a Cordilheira de Gamburtsev é exatamente isso: uma cadeia de gigantescas montanhas que se estende por um comprimento de 800 quilômetros, o que a torna comparável aos Alpes, na Europa. Não se pode vê-la, na Antártida, porque está soterrada por uma camada de 4 mil metros de neve.

Ao observar todo o gelo que há na superfície, nem todo mundo lembra-se disso, mas      a Antártida é uma área primariamente feita de terra firme. E a riqueza geológica desse continente chamou a atenção de um grupo internacional de pesquisadores, que decidiram mapear exatamente o relevo que há por baixo de tanta neve.

Munidos de potentes radares cujo sinal penetra no gelo, os cientistas puderam mapear exatamente qual o desenho geográfico do chamado “continente branco”. E o resultado, que aparece ilustrado por computação gráfica, é uma maciça sequência de montanhas, lagos e geleiras, muito mais complexas do que se imaginava.

Essa complexidade, segundo os cientistas, tem muito a contar sobre a história geológica da Terra. Essa narrativa começa há cerca de 1,1 bilhão de anos, quando grandes porções de terra do planeta se uniram para formar um ex-supercontinente, chamado Rodínia. O que aconteceu a seguir foi uma série de dobramentos geológicos, nos quais o pico das montanhas erodia, mas a base das cordilheiras permanecia firme.

Esse processo se repetiu ainda algumas vezes. A cada novo dobramento, o ponto mais alto da Antártida (que hoje é a Cordilheira de Gamburtsev) ia ficando um pouco mais elevado. A configuração atual, que teria sido originada há cerca de apenas 35 milhões de anos, surgiu com a criação de geleiras, que soterraram paulatinamente a cadeia de montanhas nascida ali.

Esse foi o grande mistério solucionado: até antes dessa pesquisa, não se sabia o motivo de haver montanhas “jovens” instaladas no coração da Antártida. Isso ainda está apenas no campo da teoria, mas as providências para comprová-la já foram tomadas: os cientistas planejam um projeto para retirar amostras de rocha de Gamburtsev.


Um mapeamento mais detalhado da região, conforme explicam os pesquisadores, pode fornecer respostas geológicas que a ciência ainda desconhece. Para obter essas informações, um batalhão de cientistas está instalado em Gamburtsev, equipado com o melhor que a tecnologia tem a oferecer. 

BBC

SILÍCIO É A CÉLULA TRONCO DO REINO MINERAL

O silício é um elemento químico que foi descoberto por Berzelius em 1824. Por aparecer em pequenas proporções na composição das plantas e dos animais é pouco estudado e por isso foi denominado de o mineral desconhecido.

Veja algumas de suas propriedades:
Símbolo químico - Si
Número atômico - 14
Massa atômica    -  28.0855

O silício ocorre comumente sob a forma de óxido de silício, mais conhecido como sílica.

Em peso o silício representa mais da quarta parte da crosta terrestre e é o segundo elemento mais abundante, perdendo apenas para o oxigênio, no entanto, é pouco encontrado no ser vivo.

No quadro periódico está classificado como um metalóide ou semimetal. Têm as propriedades comuns aos metais e aos não metais.

Quando conhecemos a grande abundância do elemento na Natureza, surge o seguinte questionamento: “por que a Natureza tão sábia como é, criou o silício em tão grande quantidade e o utiliza tão pouco nos seres vivos?”.

Afirmando esta sabedoria, no livro “Microcosmos - Quatro bilhões de anos de evolução microbiana” de Lynn Margulis e Dorion Sagan, lemos o seguinte texto: “... Na verdade, apesar da depreciação natural dos seres humanos quando se encara o Homo sapiens de uma perspectiva planetária de bilhões de anos de evolução celular, poderemos resgatar algumas velhas grandezas evolutivas quando reconhecermos a nossa espécie não como de senhores, mas como de parceiros: formamos uma parceria tácita indiscutível com os organismos fotossintetizantes que nos alimentam e fornecem oxigênio e com as bactérias e os fungos heterotróficos que removem e transformam os nossos dejetos. Nenhuma determinação política e nenhum avanço tecnológico podem desmanchar essa parceria.”

Então tudo tem a sua utilidade.
Como conseqüência do primeiro questionamento surgem outros, tais como: a ciência atual, tem conhecimento verdadeiro, quais as funções do silício, ou não? Será que não é o momento de supormos que ele, o silício, é a reserva mineral capaz de substituir quaisquer outros elementos químicos, que seja necessário para suprir as exigências e deficiências dos seres vivos? Como um metalóide, possui propriedades dos metais e não metais.

A seguir serão apresentadas várias observações verificadas em plantas, animais, inclusive no homem e o leitor faça a sua apreciação, o seu julgamento.

1 - Como explicar na agricultura, a resposta dada pelas culturas quando é aplicada farinha de rocha rica em sílica?

De acordo com a adubação convencional, as adubações com NPK, consideram o nitrogênio, o fósforo e o potássio como macro-elementos, algumas vezes incluem o cálcio e o magnésio, e os demais, alguns poucos eleitos de micro-elementos, entre eles, o silício. Este último, só atualmente está tendo este privilégio. Qual a explicação a ser dada, quando não são aplicados os macro-elementos, nem tão pouco os micro-elementos, se as colheitas foram boas? De onde veio o suprimento dos macros e os micros nutrientes necessários?

2 – Como explicar, na produção de algas para criatório de peixes e camarões, o uso de farinhas de rochas ricas em sílica?

As algas retiram seus alimentos do carbono, do nitrogênio, potássio, fósforo encontrados no açúcar e nos fertilizantes, porém o uso de produtos ricos nesses elementos, onera os custos de produção, além de estar agredindo o meio ambiente, sendo necessário encontrar alternativa. O uso de farinhas de rochas ricas em sílica aumentou a produção de algas. Que explicação deve ser dada?

3 – A Geoterapia – Como explicar os imensos tipos de curas efetuadas em animais e no homem, até mesmo, doenças consideradas incuráveis pela medicina tradicional e que são eliminadas com a simples aplicação de argilas?

A Geoterapia é o ramo da Medicina Alternativa que cura as enfermidades usando argila, barro, rochas pulverizadas, etc.

Podemos dizer que é a terapia mais antiga. Segundo os ensinamentos bíblicos o homem foi feito de barro. Sabemos que isto é apenas um simbolismo, mas que representa e simplifica toda a complexidade da vida.

LEMBRA-TE QUE ÉS PÓ E A PÓ TORNARÁS.
SABEDORIA BÍBLICA

Quando somos lembrados através do batismo que viemos do pó e ao pó tornaremos, nunca estimamos a profundeza e sabedoria contida nestas palavras. No entanto, quando passamos a analisá-las detalhadamente, vemos que resumem todo o misterioso ciclo da vida e da "morte".

Da vida - Quando lembramos que os minerais provenientes da terra alcançam nossos corpos no momento que nos alimentamos de um vegetal ou de um animal.

Da morte - Quando lembramos que os minerais que serviram de sustentáculo para os nossos corpos, serão devolvidos para a terra.

A importância da Geoterapia é reconhecida desde os povos mais antigos e os animais irracionais a praticam preventivamente, observe os pássaros e as aves, que procuram locais onde existe uma terra fina, para ciscarem e jogarem o pó sobre o corpo e penas; os porcos criados livres, que se lambuzam e escavacam o solo com o focinho, tem a carne mais saborosa; os eqüinos deitam ao solo e se espojam de um lado, para o outro; o gado de maneira geral pratica a Geoterapia; os elefantes colocam, jogando com a tromba, uma espessa camada de lama, que além de proteger a pele contra mosquitos, os beneficia preventivamente a saúde.

No homem poderíamos citar uma série de doenças que são curadas com o uso da Geoterapia desde as ósseas, articulares, vasculares, nervosas, respiratórias, cardíacas, pulmonares, psíquicas, etc.

Até as árvores, que acidentalmente foram quebradas e toca o solo argiloso uma de suas partes, passa a desenvolver raízes e se recupera.

Alguns tipos de enxertos de plantas são feitos usando argila.
A grande maioria dos terapeutas que trabalham com Geoterapia dá prioridade às argilas mais ricas em sílica.

Diante de tantas evidências e conhecendo as propriedades químicas do silício, contando com a principal delas: “ser um metalóide, ter as propriedades dos metais e dos não metais”, não fica difícil supor que o silício se comporta como o "CURINGA" dos jogos de cartas faltou, ele substitui, preenchendo a ausência ou insuficiência de outros elementos.

A Natureza com tamanha perfeição, tudo nela é aproveitado, nada é perdido, tudo tem a sua função, a sua finalidade, como dispor de uma quantidade tão grande de um elemento químico sem uma utilidade maior, mais nobre, qual seja a de substituto universal de qualquer elemento químico na Terra?

Seria o Silício a Célula Tronco do Reino Mineral?
Para a saúde da humanidade torna-se de fundamental importância, já que as doenças são causadas pelas deficiências minerais.

Um mineral tão abundante e com semelhantes propriedades, pode ser, se bem utilizado, a solução para muitos necessitados que aguardam esperançosos o desenvolvimento da ciência para resolver seu problema.

A título de especulação, por que não se aproveitar os exemplos citados, retirados de fatos conhecidos e naturais, para tentar corrigir as seqüelas de um AVC, as deficiências de um acidentado e outras tantas doenças usando o silício. Às vezes deixa-se de combater um mal por não conhecermos qual a deficiência mineral, o silício poderia ser a solução. A reconstituição de uma medula, a recuperação de células, pode ser a deficiência de um mineral que uma suplementação em silício poderia fornecer.

A – No experimento realizado em 1987, comparando galinhas de granja alimentadas com a ração convencional, mais 5% de farinha de rocha MB-4 com 39,73% de sílica e galinhas de granja somente alimentada com a ração convencional. Todo o experimento está descrito nos livros: “MB-4 - Agricultura Sustentável, Trofobiose e Biofertilizantes” de Sebastião Pinheiro e Solon Barrozo Barreto e no livro “A Farinha de Rocha MB-4 e o Solo”, de Solon Barrozo Barreto.

Veja o que está no livro A Farinha de Rocha MB-4 e o Solo:
Do experimento, podemos tirar as seguintes opiniões:

1 - Na criação de frangos para abate não houve um aumento de peso em relação ao outro lote que justifique o investimento. Porém, tem um fator mais importante que o aumento de peso, a “qualidade” da carne era igual à de galinha de capoeira. Os ossos dos frangos do lote-1 eram mais fortes, a carne mais corada e mais saborosa do que a do lote-2.

2 - Na criação de galinhas de postura, houve um aumento grande de postura do lote-1. Além disso, fizemos uma análise comparativa entre os ovos do lote-1, do lote-2 e ovos de galinha de capoeira.

RETINOL -  MCG/DL - CAROTENÓIDES - MCG/DL
Lote 1       -  376,3 - 515,5
Lote 2       -  208,2 - 251,9
Capoeira  - 409,4 - 1.882,9

Nota-se no resultado, um aumento de retinol (vitamina A) e caroteno, nos ovos do lote-1, embora menores que os de capoeira.

3 - Nota-se com o experimento, que as galinhas do lote-2, que passaram a maior parte da vida sem receber o MB-4, responderam quando já no final da postura foi colocado o mineral à sua disposição. O que significa dizer que o MB-4 tem um poder recuperador que restabeleceu a postura do lote-2.

4 - Notou-se nas galinhas filhas, um aumento de 108.4% do lote-1 em relação ao lote-2, o que vem a comprovar a importância do MB-4, promovendo um aumento ainda maior que nas galinhas mães. Isto ocorreu pelo fato das galinhas mães serem híbridas. Mas serve para demonstrar que o MB-4 tem um poder recuperador sobre filhas de galinhas híbridas.

5 - Também foi notado que os ovos do lote 1 tem a casca mais dura que os ovos das galinhas do lote 2; como também foi constatado que a densidade dos ovos do lote-1 foi maior que a dos ovos do lote-2 e os ovos dos dois lotes tiveram densidades menores que os de capoeira.<<<<

Como explicar o aumento na resistência dos ossos, a maior resistência da casca do ovo, o maior teor de Retinol e Carotenóides? E com maior razão, quando sabemos que na base da molécula de cada substância orgânica existe um mineral?

B – O testemunho de um acidentado de moto que fraturou a perna e depois de aguardar por vários meses a calcificação do osso sem sucesso, tomou conhecimento dos benefícios da Água da Vida, resolveu passar a tomar da água.

SP-1 (A Água da Vida) é uma água rica em minerais que contém 60 mg/l de silício. Abaixo é apresentado o testemunho de Júnior:

Tenho um testemunho a lhe dar sobre meu problema (acidente). Na outra ocasião que lhe contei, falei que estava com atraso na calcificação e que se continuasse eu teria que fazer uma cirurgia. O senhor me mandou 4 tubos do Extrato da Fonte da Beleza e me indicou a deixar de comer açúcar, além de só beber a água SP-1. No momento continuei minha rotina de vida normalmente, somente usando a água e o extrato, quanto ao açúcar tentei diminuir ao máximo (cortei tudo que podia). Logo depois, não tenho a data exata, pois estou no momento no escritório (trabalho) e estou sem o exame, fiz um raio-X e que só veio a confirmar o atraso na calcificação. Meu médico logo me explicou da necessidade da cirurgia (enxerto) e nós marcamos para janeiro/2003. Como todo matuto é desconfiado, me dirigir a um outro médico no qual mostrei o raio-X e pedi a opinião dele. Ele me explicou a mesma coisa do meu primeiro médico e disse que se fosse ele que estivesse me acompanhando já teria feito a cirurgia logo aos 7-8 meses. Eu então perguntei sobre a possibilidade do organismo consegui reverter à situação (medicamentos, tratamento tópico, medicina alternativa, estímulos, etc.) e ele me disse não existir nenhum equipamento ou medicamento capaz de reverter e ainda me falou que em 10 ou 15 anos (não lembro exatamente) de medicina ortopédica somente viu um caso ser revertido, me deu praticamente nenhuma chance além da cirurgia de enxerto. Acho que isso me deixou com um certo início de depressão, passei a usar a água da vida mais intensamente (tomava vários copos de água durante o dia), passava o extrato várias vezes também, cortei praticamente o açúcar como indicado pelo senhor. Passei três meses assim e aí fui novamente a meu primeiro médico disposto a marcar o dia da cirurgia e pedir maiores detalhes da mesma, a fim de me preparar. Ele então passou um novo raio-X e também uma tomografia para obter maiores detalhes.Para surpresa de todos quando recebi o resultado do raio-X o osso estava quase que completamente calcificado, como prova a tomografia mostrou o mesmo. A falha desapareceu e só estava restando uma pequena linha que ele me falou ser normal. Foi a melhor notícia que recebi em 2002. Hoje estou aguardando o final deste mês de janeiro para repetir o exame e com fé em Deus confirmar a calcificação por completa. A cirurgia foi cancelada !!!!!!!!!<<<<

Como explicar a rápida recuperação do Júnior, sem fazer cirurgia nem enxerto, sabendo que a Água da Vida contém 60 mg/l de silício e somente 2,40 mg/l de cálcio em sua composição química?

C – Depois do advento da industrialização ficou mais rápido cozinhar o arroz. O brunimento é o nome dado ao processo de retirada da película de cor escura que envolve o grão de arroz. Este “avanço” da tecnologia vem trazendo grandes prejuízos à saúde, a ponto da OSTEOPOROSE (doença que enfraquece os ossos) já ter sido promovida: “a doença do século XXI”.

A película escura que envolve o grão de arroz é de silício. Como os alimentos estão deficientes de minerais, devido ao empobrecimento do solo, origem de todo alimento para o ser vivo, a deficiência daquele elemento químico fica mais acentuada. Daí a necessidade de dar preferência ao arroz integral.

A Água da Vida contém 60 mg/l de silício e somente 2,40 mg/l de cálcio em sua composição química. Justificando o grande número de declarações apresentadas mostrando a recuperação de pessoas com doenças ósseas, tais como: osteoporose, coluna, artrose, artrite, bico de papagaio.

Como explicar o grande número de recuperações dessas doenças, se o teor de cálcio é tão baixo?

D– Recorrendo ainda aos livros informados na evidência – A – podemos citar o fenômeno observado com o leite, que devido à seca e escassez de água na região, um pequeno produtor pediu consentimento para ficar dando da água que brotava das rochas (atualmente conhecida por Água da Vida), a suas vaquinhas. Veja o que cita o livro A Farinha de Rocha MB-4 e o Solo:

No final do verão de 1995, nos arredores do Campestre a seca fez secar os açudes e um dos proprietários da região, tem umas vaquinhas leiteiras, cujo leite vende numa fábrica próxima. O proprietário das vaquinhas pediu consentimento para dar da água que brota das rochas que produz o MB-4, esta água que chamamos de MB-4 líquido, ou CM-1. A permissão foi dada. Dias depois, fomos sabedores, que o leite entregue pelo proprietário das vacas, estava causando surpresa na fábrica, pois sempre o leite trazido era de baixa qualidade e de repente, sem explicação, passou a ter excelente teor de gordura. Meses depois chegou o inverno. Os açudes encheram e as vacas, voltaram a tomar a antiga água e a dar o leite de péssima qualidade.

O mesmo fenômeno foi comprovado por várias pessoas que adicionaram um pouco de MB-4 à ração de vacas leiteiras.<<<<

As mulheres que amamentam seus bebês e tomam Água da Vida observam com grande alegria, o aumento na quantidade de leite.

Como explicar o fenômeno sem colocar a influência do silício nos dois produtos?

Diante de tantas evidências até o momento observado, não seria pelo menos prudente aprofundar essas pesquisas, já que tantas vidas dependem dessas comprovações; recuperações incompletas seriam concluídas; doenças incuráveis seriam algumas delas curadas.

A Terra é um organismo “vivo” e nós os seres vivos fazemos parte dela, tal qual outros seres vivos menores, vivem em nosso organismo em franca parceria conosco, muito embora sintamos dificuldade em aceitar. Não seria o momento de revermos as nossas posições e a nos espelhar na Terra, procurando, depois de comprovado, a restabelecermos as nossas próprias reservas de silício para suprir alguma necessidade futura, como é o caso atual Dela (a Terra)? Os solos estão empobrecidos, falta-lhes minerais, mas as reservas abundantes de silício estão disponíveis em todo o planeta, prontas para suprir as carências e corrigir as deficiências.

Considerando como certa a suposição de que o SILÍCIO é verdadeiramente o "CURINGA" dos jogos de cartas, ou a célula tronco do reino mineral, faltou, ele substitui, preenchendo a ausência ou insuficiência de outros elementos minerais, explica, justifica e principalmente dá oportunidade de se possuir um elemento mineral com propriedades superiores, já que pode substituir qualquer outro, além de mostrar porque é tão abundante na Natureza.

Arapiraca - AL, maio de 2005.
Geólogo Solon Barrozo Barreto


Abraços Fraternais
Vicente Chagas

projetovega.blogspot.com/

SILÍCIO EMITE LUZ VISÍVEL PELA PRIMEIRA VEZ


Computação fotônica
O silício é o material-maravilha por excelência - há quem diga que estamos na Era do Silício, tal é a importância do elemento para a moderna tecnologia.

Até agora se poderia dizer que, mesmo para um elemento tão versátil, nem tudo seria possível - como emitir luz, por exemplo.

Mas agora o silício se desdobrou e conseguiu colocar mais essa propriedade em sua longa lista de feitos memoráveis.

Pesquisadores conseguiram, pela primeira vez, fazer com que o silício "bruto", sem dopagens, emitisse luz.

E ele o fez de forma a não deixar dúvidas, emitindo luz de largo espectro na faixa visível, em temperatura ambiente.

Este é um passo importante para a longamente esperada mesclagem de componentes eletrônicos e fotônicos no interior dos processadores, levando aos computadores fotônicos.

Ao trocarem dados por luz, em vez de eletricidade, os processadores fotônicos serão muito mais rápidos e consumirão muito menos energia.


Tirando luz do silício
Alguns semicondutores emitem luz quando são energizados - eles produzem fótons, em vez de produzir calor. Este fenômeno é comum e usado, por exemplo, nos diodos emissores de luz, ou LEDs

Infelizmente, o silício não é um desses semicondutores, produzindo muito poucos fótons - em compensação, ele gera muito calor.

O problema é que os semicondutores bons em emitir luz, os chamados cristais fotônicos, como o sulfeto de cádmio, têm uma condutividade elétrica muito ruim, e não são compatíveis com a tecnologia usada na fabricação dos processadores.

Isto mostra a importância do feito de Chang-Hee Cho e Ritesh Agarwal, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Foto do emissor de luz de silício, funcionando a temperatura ambiente. 

Eles deram um jeito de escapar da encruzilhada fotônica encapsulando o silício em vidro e prata.

O revestimento de prata permite o espalhamento de ondas de elétrons conhecidas como plásmons de superfície, ondas que são essencialmente uma combinação de elétrons oscilantes e luz, e que ficam confinadas na interface entre a prata e o silício.

Com o diâmetro correto do fio de silício, o revestimento de prata cria pacotes de ressonância e campos eletromagnéticos altamente confinados - em outras palavras, luz, que sai pelo nanofio de silício.

"Quando combinamos as portadoras imediatamente, então nós produzimos luz no silício," disse Agarwal.

Mas nem tudo está pronto, porque o emissor de luz de silício está sendo excitado por um laser azul, que é a forma mais simples de gerar os plásmons de superfície.

O próximo passo da pesquisa é fazer com que tudo isso funcione excitando o silício diretamente com eletricidade.

"Quando você faz o próprio silício emitir luz, você não precisa ter uma fonte de luz externa no chip. Nós poderemos excitar o silício eletricamente e ter o mesmo efeito, e poderemos fazer isso com fios entre 20 e 100 nanômetros de diâmetro, o que é compatível em termos de escala com os componentes eletrônicos atuais," concluiu o pesquisador.

Site Inovação Tecnológica - 11/04/2013

TECNOLOGIA PERMITE LER PAPIROS SEM DESENROLÁ-LOS

A técnica, chamada microtomografia, constrói um mapa tridimensional 
 mostrando a localização exata da tinta nos documentos. 
Encontrar um papiro antigo é o maior sonho de muitos arqueólogos. Já os historiadores querem mesmo é desenrolar o papiro e desvendar seus segredos.
O problema é que esses artefatos antigos são extremamente frágeis, e podem simplesmente se esfarelar ao serem desdobrados.
Graham Davis (Universidade de Londres) e Tim Wess (Universidade de Cardiff) não são nem arqueólogos e nem historiadores, mas encontraram uma solução para o dilema entre tentar abrir o documento antigo para ler seu conteúdo e correr o risco de destruí-lo para sempre.
Os dois pesquisadores criaram uma tecnologia que mistura imageamento de raios X e reconstrução de imagens por computador que permite ler os papiros enrolados ou dobrados, sem a necessidade de desenrolá-los ou desdobrá-los.
A técnica, chamada microtomografia, constrói um mapa tridimensional mostrando a localização exata da tinta nos documentos, capturando "fatias" do documento e transformando-as em imagens perfeitamente legíveis.
A seguir, um software combina as imagens, calculando a localização exata de cada ponto da tinta no documento desdobrado.
A esquerda, cada "fatia" lida pela microtomografia. 
À direita, a imagem totalmente reconstruída. 

Segundo os dois pesquisadores, a principal diferença entre o novo método e outras técnicas desenvolvidas anteriormente para ler documentos históricos sem desdobrá-los é a resolução sem precedentes e o alto contraste que ele fornece entre a tinta e o pergaminho.

Isto significa que a tinta aparece muito melhor contra o pergaminho, sendo realmente legível.
"Este é um marco na recuperação de informações históricas. A comunidade conservacionista é com razão muito cuidadosa com os documentos antigos, e não está preparada para arriscar danificá-los, abrindo-os. Nosso avanço significa que isso não será mais necessário," disse o professor Wess.
Segundo ele, há milhares de documentos históricos em museus ao redor do mundo que nunca foram lidos ou decifrados porque são frágeis demais para serem manuseados.
EPSRC Press Release - 06/06/2013

VIKINGS PODEM TER REALMENTE SE GUIADO PELA PEDRA DO SOL

Vikings podem ter usado rochas da Islândia, a mística “Pedra do Sol”, para navegar em alto mar. Nas lendas nórdicas, essas pedras eram citadas, pois teriam guiado os vikings até a América do Norte.

Agora, cientistas relataram que esta mística “Pedra do Sol” realmente pode polarizar a luz. Mantendo as pedras no alto, vikings poderiam tê-las usado para encontrar o sol no céu – já que não é possível identificar a posição exata a olho nu.

Os vikings eram navegadores qualificados e viajaram milhares de quilômetros entre o norte da Europa e a América do Norte. Mas sem uma bússola magnética – que não existia até o século 13 – eles tinham outras formas para se localizar durante as viagens.

Eles também não tinham estrelas para se guiar, já que em algumas regiões do norte as luzes do dia são permanentes, então o sol teria sido a melhor aposta para definir os cursos da navegação. Mesmo em dias nublados ou com mau tempo, os vikings levantavam as pedras para encontrar o sol escondido pelas nuvens, como afirmam as lendas.

No início deste ano, um estudo revisou as evidências de que cristais que formam a “Pedra do Sol” naturalmente podem bloquear seletivamente a luz de uma polarização. O cristal produz dois feixes diferentes, um “comum” e o outro “despolarizado”. Ao virarmos o cristal sobre si mesmo, quando as intensidades das duas imagens forem estritamente iguais, ele transmite a direção do sol. 

BBC