domingo, 13 de julho de 2014

DISCOS DE DROPA

Muitos mistérios ainda envolvem a humanidade em seu passado, cercando a nossa existência bem como o mundo que conhecemos em uma cortina de mistérios, já falei anteriormente sobre a construção das pirâmides, como tema do passado e sobre o Echelon como tema moderno, mas agora vamos novamente nos voltar aos mistérios do passado, mistério este que atende pelo nome de Discos de Dropa.

Em 1939, um pesquisador chinês de nome Chi Pu Tei, acompanhado de seus alunos iniciou uma exploração em uma remota cadeia de montanhas do Tibet, conhecida como Bayan Kara Ula, lá estando localizaram um conjunto de grutas, mas com
algumas características pouco usuais, estas se dividiam conforme se avançava em muitas cavernas subterrâneas, que por fim novamente se cruzavam, contudo quanto mais eles exploravam, percebiam que não se tratavam de simples cavernas, criadas pela própria natureza, mas de cavernas geradas artificialmente, um dos fatores que levaram estes pesquisadores esta conclusão foi o modo de como foi concebida a forma dada a estas cavernas, todas tinham por parâmetro a forma quadrada e cristalizada, já para aquela época com a tecnologia existente, era impossível gerar aquele tipo de estrutura artificial, pois para se gerar os cortes retos e a própria cristalização se fazia necessária a aplicação de grande quantidade de calor no caso pela composição mineral daquela região gera em torno de 1.200 graus célsius.
Localização de Bayan Kara Ula
Ainda intrigados com a descoberta os pesquisadores ao adentrarem mais a fundo no sistema de cavernas descobriram pictogramas identificados como sol nascente, montanhas, lua, o planeta Terra, as estrelas, com pontos e linhas se conectando entre si. Em seguida foi encontrada semi enterrada um disco de 22,7 cm de diâmetro. No início não havia se dado importância, pois estava no meio da terra e poeira. Então a desenterraram por completo e limparam. 
Os pictogramas representavam coisas que foram rapidamente identificados como sol nascente, montanhas, lua, o planeta Terra, as estrelas, com pontos e linhas se conectando entre si. Em seguida foi encontrada semi enterrada um disco de 22,7 cm de diâmetro. No início não havia se dado importância, pois estava no meio da terra e poeira. Então a desenterraram por completo e limparam.
Um dos Discos de Dropa, ao todo são em torno de 716 discos de diversos tamanhos.
Assim perceberam que realmente alguém muito inteligente teria feito o disco de pedra. Parece ser uma espécie de registro histórico feito por alguém que desejava deixar registrado algo histórico. O sulco era muito perfeito para ter sido feito por um ser de pouca inteligência. A datação posterior do disco de pedra surpreendeu a todos, pois mostra ser bem mais antigo do que se imaginava. Tem entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade. Isso surpreende um pouco e aumenta mais ainda seu mistério, pois torna essas pedras mais antigas do que as pirâmides do antigo Egito que tantas especulações e teorias mirabolantes trazem sobre si. Mas essa foi apenas o primeiro dos discos.
Continuando a exploração, outro disco foi encontrado com inscrições de uma pictografia estranha e nunca antes vista. Esses caracteres são de uma escrita estranha e de significado ignorado. Os caracteres gravados são quase microscópicos
e impossíveis terem sido feitos riscando se uma pedra na outra. Mesmo hoje em dia seria preciso o uso de ferramentas especiais. Os discos tinham corte perfeito, e isso há quase 12.000 anos atrás. 
Com certeza possuíam algum significado muito importante para aqueles que fizeram. No meio da maioria dos discos tem um orifício circular. Que tipo de ferramenta permitiu uma circunferência tão exata? Depois foi encontrado outro disco com outros caracteres diferentes, também indecifráveis, depois outro, e mais outro. No final foi contabilizado um total de 716 pratos. Todos eles com inscrições de estranhos caracteres. A maioria com 30 cm de diâmetro e orifício de no mínimo 20 mm Cada disco tem inscrito sulcos finos em espiral desde o centro ate a borda.·.
Os discos foram limpos, recolhidos e etiquetados. E juntos com os restos mortais dos estranhos seres foram encaminhados para Beijing (Pequim) na China. Ficaram então guardados no Museu de Pequim para posteriores pesquisas.
Era uma quantidade muito grande de discos de pedra, uma biblioteca. Precisavam guardar até que pudesse ser traduzido o significado das inscrições microscópicas. 
Durante mais de 20 anos houve várias tentativas frustradas de decifrarem o que estava escrito nos pratos, mas sem resultado positivo. Mais de 20 anos depois, exatamente em 1962, apareceu um professor Tsum Um Nui que ficou fascinado com  a história e se propôs a gastar o seu tempo tentando decifrar o significado das gravações feitas na pedra. Com alguns colegas, constatou que os sulcos em espirais em cada um dos discos não eram riscos a esmo, mas sim uma espécie de escrita muito bem estruturada, mas desconhecida para nós. E que antes de tentar decifrar, precisaria transcrever todo o conteúdo para o papel. Assim começou o árduo trabalho de identificação dos caracteres. Foi necessário o uso de lupas para observar os caracteres e copia-los para os blocos de anotações. E assim, os discos, um a um foram analisados à lupa, para a cópia minuciosa do que estava escrito para papel. Isso facilitaria na tentativa de tradução.
Como os discos tem quase 12.000 anos de antiguidade, essa escrita seria a mais antiga já feita dentro do planeta Terra. Mesmo que desconhecida, era um sistema de escrita totalmente desconhecido da civilização atual. Conforme ia estudando os discos de pedra, o professor anotava também certas perguntas como: “como pode um povo primitivo fabricar discos tão exatos na medida?”, “como a escrita quase microscópica pode ser feitas na pedra?”, “Por que foram feitos?”, “Para que fizeram tantos discos?” e “Quem eram os seres que fizeram as pedras?” Depois de tudo copiado para papel, a equipe do professor Tsum Um Nui juntaram tudo numa espécie de livro para depois tentarem traduzir o significado da estranha escrita. Foi uma tarefa muito difícil, uma vez que os símbolos não se parecem com nenhuma forma de escrita conhecida. E muitas das inscrições estavam apagadas pela erosão, o que tornava mais difícil. E precisava colocar em ordem as pedras para poder ter certo sentido. Foi um processo demorado e nada fácil. Por fim, com muita dificuldade, fazendo suposições e imaginando significados, transformando alguns desenhos em palavras inteiras, ou mesmo frases completas, uma parte acabou formando uma suposta tradução plausível e lógica. Assim uma parte pode ser decifrada. Toda a tradução reunida pela equipe foi então traduzida para a escrita chinesa. Mas apenas uma pequena parte foi traduzida, a maior parte continua sem significado, na verdade ficou incoerente. A parte que pode ser traduzida é tão assombrosa que assusta pelo conteúdo. Tão assustadora que depois de traduzida foi recusada pela Universidade que se recusava a aceitar seu conteúdo. Recusaram-se a publicar suas pesquisas. A Universidade de Pequim analisou suas pesquisas, mas estimaram que os critérios de interpretação carecessem de argumentação cientifica. Frustrado pela recusa de publicação, Tsum Ui Nui se exilou no Japão até sua morte, pouco depois.·.
Somente três anos depois, em 1965, foi publicado não na China, mas na Alemanha pela revista “Das Vegetarische Universum”, escrito pelo filósofo Vyacheslav Saizev. E também na revista anglo-russa “Sputinik”, sobre a descoberta dos discos, seu conteúdo e a tradução feita pelo professor Tsum Ui Nui. Segundo a publicação, os discos e as escritas somente poderiam ser feitos por meio mecânico e jamais poderiam sido feitos a mão devido a sua grande precisão. E isso há 10.000 a 12.000 anos atrás. O maior disco tinha 3 metros de diâmetro e o mais leve tinha 400 gramas.
Após essas publicações, os cientistas chineses mostraram fotos dos discos Dropa que haviam sido feitos eram similares aos discos Bi, que foram encontrados aos milhares em várias regiões da China, principalmente na região sudeste. O governo sempre evitou a divulgação da descoberta de descobertas deste tipo, por isso pouco se ouvia falar sobre isso. Hoje em dia ao se visitar a China, pode se ver e fotografar as pedras Dropa e pedras Bi em Museus. A diferença é que os discos Bi são pequenos, feitos de jade ou nefrita, com um pequeno orifício redondo ou quadrado no centro, e não tem hierógrafos como os discos Dropa. As maiorias dos discos Bi são do período Neolítico (século XXX A.C.) e foram encontrados antes do período da dinastia Shang. Já os discos Bi datado depois da dinastia Shang tinham inscrições de dragões, peixes e serpentes e usados em cerimônias rituais. Já os discos Bi encontrados no período Neolítico estavam em tumbas, enterrados debaixo das cabeças ou pés dos defuntos. Nenhum disco Bi tem caracteres, nem sulcos em espiral como os discos Dropa.·.
Já os discos Dropa têm propriedades exclusivas com alta concentração de cobalto e outros materiais que conferem às pedras uma dureza maior do que normal. Mais uma peculiaridade que os torna tão especiais. Os discos Dropa são mais resistentes do que granito, indicam uma tecnologia avançada em um tempo tão remoto. Isso reforça ainda a teoria de que para gravar as pedras eram necessários maquinário e tecnologia que não existia há 12.000 anos. Mais uma vez a única explicação seria equipamentos que teria sido trazida na espaçonave dos Dropa. E mais ainda pelo reduzido tamanho em que foram escritos. A parte ordenada e decodificada conta a história de uma máquina de viagem intergaláctica (nave espacial) que foi obrigada a pousar neste planeta, justamente nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes interplanetários eram os Dropa (Na língua chinesa, no dialeto Mandarim se pronuncia Djo-Pah). Provenientes de um universo distante e também tendo seu transporte sido danificado, tiveram que fazer uma aterrisagem forçada. O local da aterrisagem foi exatamente perto das montanhas, e com a nave estragada, não podiam mais voltar. Sua máquina voadora estava danificada demais e não podia mais levantar voo e não encontraram aqui material para concerto. Teriam de ficar no planeta e tentar sobreviver. Parecia que não podiam se comunicar com o planeta de origem.·.
Assim os Dropa resolveram se refugiar nas montanhas. Havia machos, fêmeas e crianças. E viveram nas grutas e fizeram as galerias das cavernas, onde fizeram as inscrições na parede e fizeram os discos de pedra contando o ocorrido. Suas
intenções eram pacíficas. Tentaram contato com os habitantes do planeta, mas não foram compreendidos. Os humanos que os viram os confundiram com demônios inimigos e armados de lanças os caçaram e mataram a maioria deles. Pois a
aparência dos Dropa era feia e repugnante. E causava temor aos humanos. Pois nunca haviam visto seres com aquela aparência e não compreendiam sua linguagem.
Os confundiam com demônios das antigas crenças religiosas. Os humanos que os Dropa tentaram contatar eram os nativos da tribo Han, que também habitavam em cavernas. Mas em cavernas das montanhas vizinhas. Os Han os consideravam
inimigos que estariam tentando invadir o seu território. Depois de varias tentativas, finalmente os Han compreenderam através de desenhos feitos pelos Dropa e enviados para eles sem que vissem. Por fim, após diversas tentativas de comunicação, os Han conseguiram entender as finalidades pacíficas dos Dropa. Foram admitidos pelos Han e convidados ao seu território. Assim os Dropa sobreviventes puderam viver juntamente com os Han até que todos morreram e foram enterrados nas cavernas onde viveram. Seja qual for à verdade por trás das pedras Dropa, os estudiosos e pesquisadores continuam fascinados com sua existência. A alta concentração de cobalto e a alta dureza delas aumentam o mistério acerca destes objetos. Arqueólogos e Antropólogos continuam tentando saber mais do seu significado. A sua origem continua desconhecida.·.
A maioria dos especialistas, não aceita a tradução feita por Tsum Um Nui, acreditando que ele foi influenciado por um dos diversos mitos que é sempre contado na China, onde contam que os antigos povos vieram de outras estrelas. Alguns mitos simplesmente contam que navios vindos das estrelas trazendo estranhos seres de barba branca e longa (é bom lembrar que os chineses não têm barba, no máximo tem barbicha e bigode), carecas e de olhos grandes vieram a terra e ensinaram a escrita, o cultivo do bicho da seda, as técnicas de cultivo, a utilização do fogo, o uso de ervas
curativas e criação de animais. Depois voltaram para seus navios e voltaram para as estrelas de onde tinham vindo. Tsum Um Nui é a tradução para o chinês de um nome em japonês. Outros continuam afirmando que as pedras dropas são a prova que os extraterrestes possam ter influenciado o progresso da civilização terráquea. Outros que a Terra era habitada por seres extraterrestres e sua cultura influenciou os humanos. E que as pedras Dropa seriam a primeira evidencia da sua presença no planeta.
Ainda o povo Dropa, teria se mesclado com os estranhos seres, conforme se pode visualizar na foto abaixo.
W. Saitsew, cientista russo em 1968 conduziu pesquisas nas pedras que revelaram certas peculiares. Foi ele quem descobriu a alta concentração de cobalto, e outros materiais. Estranhou que com a dureza do material conseguiram fazer inscrições sobre a pedra. Outro fato interessante foi ao verificar com osciloscópio, ficou num ritmo oscilante. A conclusão é que essas pedras são condutoras de eletricidade.
Os Dropa são citados também como Djopa (a língua encosta no céu da boca para pronunciar). Também de Drok Pa, ou Dio Pah.

CIENTISTAS DESCOBREM GENE EM TIBETANOS QUE REMOTA A ANCESTRAIS DOS HUMANOS;

Tibetanos têm gene capaz de adaptar humanos a altitudes elevadas 
Diptendu Dutta / AFP
 
A falta de oxigênio e o cansaço físico, sintomas decorrentes do ar rarefeito, são bem conhecidos por pessoas não acostumadas a altitudes elevadas. Mas esse não é o caso dos tibetanos, conhecidos pela desenvoltura e estilo simples de vida no lugar batizado como o "teto do mundo", os Himalaias. Embora muitos achem que isso seja questão de adaptação, um artigo publicado nesta semana na revista Nature mostrou que o fenômeno também pode ser explicado pela descoberta de um gene inerente ao povo dos monges que remonta a ancestrais dos seres humanos.

Quando a maioria dos seres humanos são expostos à atmosfera com baixos índices de oxigênio, o corpo começar a produzir glóbulos vermelhos extras para circular mais ar ao redor do corpo. No entanto, isso cria sangue mais espesso que é mais difícil de bombear, elevando o risco de uma série de problemas como hipertensão e acidentes vasculares cerebrais.

Chamado de EPAS-1, a alteração genética encontrada nos tibetanos ajuda a regular as respostas do corpo para o baixo índice de oxigénio na atmosfera, interrompendo essa "reação exagerada" dos glóbulos vermelhos e aproximando a produção a um nível ótimo de equilíbrio.

Se essa condição permite alguns seres humanos a se destacarem e terem um melhor desempenho em determinados esportes com treinos intensivos de exercícios aeróbicos, para os tibetanos, ela é apenas uma parte de uma parte normal da sua composição genética.

Mas por que só os monges têm esse gene? O estudo da Universidade de Berkeley sugere que ele vem das Denisovans - um ancestral dos primeiros humanos e que só foi descoberto há quatro anos, quando cientistas sequenciaram o DNA de um osso do dedo encontrado em uma caverna siberiana.

O denisovan surgiu na Terra milhares de anos antes do seres humanos modernos e mais próximos de nós. Quando as duas espécies se cruzaram, alguns dos nossos antepassados ​​herdaram o EPAS-1 e foram capazes de prosperar no planalto tibetano. Esse caminho de adaptação ao ambiente é considerado muito mais rápido do que a longa espera pela evolução.

http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/cientistas-descobrem-gene-em-tibetanos-que-remonta-ancestrais-dos-humanos-13146137#ixzz36exzQ9n9
 

COMO OS EGÍPCIOS MOVERAM PEDRAS GIGANTES PARA FORMAR AS PIRÂMIDES


Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo.

Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.

Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.

A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.
Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:

Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.

Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua.

Agora podemos finalmente declarar o fim desta caçada científica. O estudo foi publicado na Physical Review Letters. [Universidade de Amsterdã via Phys.org via Gizmodo en Español]

Imagens por wmedien/Shutterstock; Al-Ahram Weekly, 5-11 de agosto de 2004, edição 702; Universidade de Amsterdã

Hypescience

sexta-feira, 11 de julho de 2014

OLFATO PODE SER UM EFEITO DA FÍSICA QUÂNTICA

 
Segundo pesquisadores, é possível que o nosso olfato seja baseado em preceitos da física quântica.

Isso seria possível por causa de pequenos pacotes de energia, ou “quanta”, que são perdidos por elétrons. Experimentos revelam que, quando elétrons se movem dentro de nossos narizes, próximos a proteínas, alguns quanta interagem com as moléculas do nariz e são detectados.

Se a teoria estiver certa, seria possível criar um nariz eletrônico preciso, que detecta qualquer tipo de cheiro, superior a qualquer detector de produtos químicos.

A forma com que moléculas são “traduzidas” em cheiros já foi objeto de investigação de uma pesquisa que ganhou o Nobel. Mas como, precisamente, essas moléculas são detectadas ainda não ficou claro.

O problema com a teoria quântica do cheiro é a dificuldade de demonstrá-la. Testes com nanotubos foram feitos, para provar que a vibração dos elétrons e a liberação e captação dos quanta é algo plausível, mesmo assim, mais testes precisam ser feitos para que a teoria seja comprovada. 

[BBC]

FÍSICA QUÂNTICA GOVERNA A VIDA


A física quântica estuda as coisas pequenas, muito pequenas – sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, ou seja, moléculas, átomos, elétrons, prótons e outras partículas subatômicas.

A mecânica quântica, então, representa um conjunto de regras que governa o comportamento de partículas subatômicas. Essas partículas, como já falamos, são minúsculas, e podem viajar através das paredes, podem se comportar como ondas e podem permanecer conectadas através de grandes distâncias.

Apesar da quântica ser um ramo da física que lida com tais coisas microscópicas, muitos cientistas acreditam que ela também pode descrever fenômenos macroscópicos. É o que foi discutido no Festival Mundial de Ciência, em Nova York (EUA), dia 1 de junho.

Segundo os cientistas, um crescente conjunto de provas mostra que a mecânica quântica está envolvida em processos biológicos como a fotossíntese, a migração das aves, o sentido do olfato e possivelmente até mesmo a origem da vida. E, se toda a vida é feito de átomos e outras partículas pequenas, nada mais justo, não?

Quântica grande
Os pesquisadores achavam que as peculiaridades da física quântica não afetavam objetos macroscópicos, porque esses são muito quentes e úmidos para suportar delicados estados quânticos.

Mas fomos surpreendidos novamente: a natureza sempre dá um jeito de aproveitar as leis do universo a seu favor. “A vida é feita de átomos e os átomos se comportam de forma quântica”, disse o cosmólogo Paul Davies, da Universidade Estadual do Arizona, EUA. E não é que é verdade? Sendo assim, a biologia pode usar um pouco de quântica.

O caso dos pássaros migratórios e o caso do olfato
Se você mora em uma aérea cheia de aves migratórias, pode ver, todo ano, as exatas mesmas aves. Isso porque esses animais têm um excelente senso de navegação e direção. Não importa o quão longe eles viajem, eles podem voltar não somente para a mesma região, mas para o exato mesmo lugar onde estavam inicialmente.

E como eles conseguem tal façanha? Os cientistas apostavam que os pássaros se localizavam com base no campo magnético da Terra. Mas como eles fazem isso? Eles têm um “órgão magnético” que sente esse campo?

Não. Os pássaros tem uma carta em sua manga: o entrelaçamento quântico, ou emaranhamento. O entrelaçamento é a forma como dois objetos ficam conectados mesmo que estejam a grandes distâncias. A ação de um afeta o outro.

Claro que isso é normalmente visto em partículas subatômicas – elas compartilham características mesmo que separadas. E como os pássaros podem se aproveitar esse processo?

Segundo cientistas, isso é possível nas aves graças a uma proteína dentro de suas células, chamada criptocromo.

Nós também temos essas proteínas, mas em uma forma diferente. Nas aves e em insetos como a mosca da fruta, a criptocromo-1 regula a orientação. Nos humanos, a criptocromo-2 tem ligação, por exemplo, com nosso “relógio biológico”.

Agora, uma nova teoria diz que essa proteína dá um impulso de energia em um dos elétrons de um par emaranhado nos pássaros, separando-o de seu parceiro. Em sua nova localização, o elétron experimenta uma magnitude ligeiramente diferente do campo magnético da Terra, o que altera o spin (giro) do elétron.

Com essas informações, os pássaros constroem uma espécie de “mapa interno” do campo magnético da Terra, e podem definir sua posição e direção. A teoria ganhou apoio de uma recente experiência com moscas da fruta, que, quando ficaram sem criptocromo, perderam a sua sensibilidade magnética. Louco, mas plausível.

Outro mistério que recorre à física quântica para explicação é o sentido do olfato. Antes, cientistas pensavam que nós reconhecíamos os odores porque cada molécula aromática tem uma forma, que, quando entra no nosso nariz, se liga a receptores que as reconhecem.

Só que alguns cheiros têm moléculas de formas idênticas, mas odores completamente diferentes por causa de uma pequena alteração química (por exemplo, um único átomo de hidrogênio na molécula é substituído por uma versão mais pesada conhecida como deutério).

Apesar de afetar o peso da molécula, isso não altera a sua forma, mas muda seu odor. Como sabemos a diferença? A teoria reside na capacidade de partículas quânticas de agirem como ondas. “A teoria é que mesmo que a forma da molécula seja a mesma, como sua química mudou ligeiramente, vibra de uma forma diferente. E este tipo de natureza ondulatória, que é um tipo puramente quântico de efeito, faz com que o receptor no nariz seja capaz de perceber a diferença”, diz Seth Lloyd, engenheiro mecânico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA).

Sendo assim, alguns pesquisadores estão apostando todas as suas fichas na física quântica para explicar todo tipo de mistério que cerca a biologia, inclusive o início do início da vida. Como surgiu a vida da “não vida”, do nada?


A vida é um estado distinto da matéria, portanto, há cientistas que creem que essa distinção seja quântica. Por outro lado, há os que pedem cuidado: nem tudo que é envolto em dúvida e mistério é sinônimo de física quântica. 

[LiveScience, FísicaUSP

FÍSICA QUANTICA ILUSÃO DE TEMPO E ESPAÇO MATRIX


"Não existe o que chamamos de 'matéria', toda matéria surge e existe apenas em virtude de uma força que leva as partículas de um átomo vibrar e manter equilibrado esse diminuto sistema solar que é o átomo. Temos de aceitar a existência de uma mente consciente e inteligente por trás dessa força. Essa Mente é a matriz de toda a 'matéria' ”.- Max Planck [Criador da Física Quântica].
 
Quando Buda disse “Tudo é ilusão”, ele não quis dizer que nada é real. Ele quis dizer que as nossas projeções mentais sobre o que achamos que é a realidade são ilusões, ele quis dizer que os elementos que formam o universo e cada forma que nós vemos(Solida, liquida, gasosa ou plasmática), se forem pegas e vistas no nível subatômico, elas não existem de fato. Portanto tudo que vemos é uma ilusão, por causa de seu molde ou forma, não por sua essência real.

Graças a física, a 
física quântica e a lógica, podemos começar entender de forma cientifica e simples como a realidade funciona e que esse termo pode ser muito relativo. Todo universo conhecido é composto por átomos, e os átomos não são sólidos. Os elétrons orbitam em volta do núcleo, mas eles nunca se encostam, assim como você nunca encostou em nada na sua vida, pois os elétrons que orbitam o átomo se repelem(cargas iguais se repelem e o elétron é uma partícula negativa), logo o que você sente é nada mais que impulsos elétricos que trafegam em nosso sistema nervoso em direção ao cérebro, que decodifica esses impulsos. 

 
Toda essa "realidade física" de 3 dimensões(Altura, larguraprofundidade = Espaço. São 4 se você contar o Tempo. Não confundir Dimensões com Densidades/Planos) é percebido por nossos 5 sentidos, visão, audição, olfato, tato e paladar, que por sua vez são todos apenas sinais elétricos interpretados por nossos cérebros.

Um bom exemplo são as imagens que você está vendo no seu computador, que são criadas a partir da interpretação de códigos binários (Sistemas binários) ou seja 1s e 0s. Como podem meros números criarem tudo que vemos digitalmente? Como criaram isso? Foi possível porque a mente humana é programada para reproduzir padrões, a realidade digital é uma réplica mais ou menos similar a realidade que chamamos de física.
Sendo assim, podemos afirmar que TUDO que ocupa espaço é parte de um código. Nossos corpos são um conjunto de códigos. Esse conglomerado ou esse conjunto de códigos está contido numa "chave biológica" chamado DNA, o nosso Código Genético.

Devido a perfeição de toda criação em sua total complexidade, é seguro dizer que a estrutura do universo em que nós estamos tem um design inteligente por trás de sua criação. Como vimos(A Ciência da Espiritualidade), existem padrões específicos que se repetem em todos os aspectos da vida em uma forma, ou de outra. Esses padrões são partes da estrutura, e são as chaves para compreendermos melhor a nossa consciência e como funciona essa matrix complexa que é a existência em si, mas isso é algo para o futuro, vamos manter o foco no tópico.Também é importante destacar que esse texto expressa apenas uma visão sobre como essa estrutura de tempo e espaço funcionam, não é algo definitivo, vocês devem tirar suas conclusões.
Tempo e Espaço

A física cartesiana considera espaço-tempo um sistema de coordenadas, dando a entender que o tempo também é um "local". Segundo a física cartesiana o universo funciona como uma máquina perfeita, um relógio cósmico com todas as suas engrenagens funcionando harmônica e automaticamente, sem intervenção de nenhuma força externa(a não ser a que originou essa estrutura).
Se for assim, então tudo já está determinado? 
Se tudo já está determinado como podemos fazer escolhas?
Essa questão é a principal questão que quero abordar nesse texto: 

Escolhas.
O "relógio" que chamamos de universo é perfeito(do Latim: Perfetus - completo, acabado, feito, sem defeito, ideal), significando que está completo, não pode ser modificado, pelo menos não de dentro da estrutura. Essa afirmação não quer dizer que a sua vida já foi determinada, mas sim todas as possibilidades que a sua vida pode tomar dentro dessa máquina estão determinadas. Para entender isso é necessário compreender que somos nós que estamos atravessando o tempo e espaço, vivenciando sequências de eventos relativos a nossas escolhas(a nível consciente e subconsciente) Pesquisar:
Gato de Schrödinger


A estrutura de Tempo e Espaço existe dentro da
 singularidade, apesar de parecer ser externo a ela.

Stephen Hawking cita no livro Uma Breve História do Tempo, "assim como o universo teve um princípio, nós poderíamos supor que tenha um Criador", o criador que ele cita não é o deus bíblico, mas sim a Singularidade, a força por trás do Big Bang. Também cita "estas leis(padrões pré-estabelecidos) podem ter sido decretadas originalmente por "deus", mas parece que ele tem deixado o universo evoluir segundo elas e não interveio até agora".


Um exemplo muito interessante que ele usou para explicar essa estrutura é o seguinte:Imagine uma bola com dois pontos, um representando o "começo"(Big Bang, a matéria sendo "expelida") e o outro o "fim"(A matéria sendo comprimida). Dentro dessa bola estão TODOS os eventos possíveis, e todas as possibilidades 
para esses eventos, sempre respeitando as leis da estrutura.
 
Hawking disse que mesmo que a bola tenha um "começo" e um "fim", ela nunca termina, está sempre existindo, pois todos os momentos estão dentro dela. Isso 
é o UM, a existência em si.


Seguindo essa lógica, se torna evidente que só pode ser a nossa consciência que está em constante movimento através dessa realidade, o tempo não está em movimento, nós estamos. Com isso em mente, é importante destacar a importância de percebermos a eminente presença no agora, pois toda a percepção do passado está na nossa mente em forma de lembranças e formas-pensamento que montam a estrutura do Ego, e todo futuro existe somente como projeções criadas baseadas em experiências passadas ou vindo da imaginação em si, a conexão com a sua Fonte.

Cada momento é imóvel por natureza, nossa consciência vivencia momento após momento, assim como quando nós vemos um filme, vivenciamos frame por frame

Toda experiência é uma possibilidade valida para o universo, a variações geradas pelas nossas escolhas criam infinitas realidades paralelas, levando em consideração que cada movimento que fazemos é uma escolha, que todo acontecimento é algum tipo de intenção consciente ou não, fica óbvio então que existem infinitas realidades paralelas que nós trocamos infinitas vezes por dia. Cada realidade paralela pode ser considerada como UM FRAME de todo o “filme” que é o conjunto de todas possibilidades dentro da nossa realidade. 

A maquina do corpo humano foi programada pra se manter em uma linha de eventos similares pra evitar que o programador dentro do corpo fique louco antes de compreender o que está acontecendo. 

 
A idéia de continuidade só existe por causa da ilusão de tempo e espaço. Na realidade, todos eventos são simultâneos, ou seja, existem no agora, esse momento universal é a nossa essência, é o que está observando a si mesmo
 
Nós somos os observadores, os programadores dessa Matrix, seguindo a ilusão de continuidade por questões de aprendizado.

Ouniverso segue padrões pré-estabelecidos, é natural pensar que todos momentos já estão de certo modo pré-estabelecidos também, digo de certo modo pois como foi dito antes, isso não diz respeito a sua experiência, essa é a caracteristica desse universo, existem infinitas possibilidades de sequências de eventos dentro dessa estrutura, nossas escolhas que nos direcionam através desse mar de possibilidades, mas toda experiência que nós humanos temos é necessariamente uma experiência no presente, o resto são projeções na nossa mente.
 
O tempo não está em movimento, os anos de sua vida não foram a lugar algum VOCÊ FOI!  Nós estamos limitados a receber apenas uma pequena porção de informação
"bits" porque o nosso corpo não consegue conter tanta luz/energia/informação, isso destruiria o Ego antes dele estar pronto pra ser transformado.
 
Nós somos os programas sencientes criados para vivenciar e descobrir o universo, somos como sementes germinando para um dia brotar pra fora do Tempo e Espaço, talvez seja por isso nosso planeta se chama Terra(Earth), e por isso estamos passando por todas essas dificuldades/oportunidades, para aprendermos a sermos Luz na Escuridão e transformar a sujeira que criamos(Individual e coletivamente).


A existência de infinitas probabilidades, não significa que existe possibilidade de cada pessoa vivenciar sua própria realidade paralela especifica dentro do Multiverso (totalidade de universos possíveis), isso significa que cada um de nós está na sua própria simulação de realidade, criado pela sua própria consciência.

Obviamente existem eventos onde nossas consciências "colapsam", se chocam em outras palavras, mas mesmo dentro desses eventos existem inúmeras possibilidades a serem vivenciadas, cada consciência vivencia aquilo que for relevante para ela. Nossas simulações estão interagindo umas com as outras para se auto-descobrirem.

As escolhas sobre quais experiências serão relevantes não cabem somente ao lado consciente(Ego), na verdade a maior parte é feita pelo lado subconsciente(Explicação Sobre a Dualidade). O trabalho do Ego é escolher entre as opções oferecidas pela sua Fonte, que é a responsável pela criação da experiência em si, pois tudo está acontecendo dentro da Singularidade, dentro de você. Nossa essência sabe o que é melhor pra nós, pois ela sabe de tudo. Como? Porque ela É TUDO!
 
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SEGUNDA DUPLA HÉLICE NO CORPO HUMANO


Acaba de ser encontrada a segunda "dupla hélice" no organismo humano: a estrutura está presente no retículo endoplasmático, a fábrica de proteínas nas células.[Imagem: Cell/Terasaki et al.]

A chamada "dupla hélice" do DNA - uma estrutura em formato de parafuso - sempre impressionou os cientistas pela eficiência dessa forma de guardar muitas informações em pouco espaço.

Assim, seria de espantar que a natureza tivesse usado uma solução tão engenhosa apenas uma vez.

Finalmente, graças ao aprimoramento das técnicas de microscopia, acaba de ser encontrada a segunda "dupla hélice" no organismo humano.

Dupla hélice do retículo endoplasmático
A técnica de enrolamento foi encontrada no retículo endoplasmático, a fábrica de proteínas existente no interior das células.

Até agora se acreditava que o retículo endoplasmático fosse formado por uma série de folhas empilhadas, onde cada folha seria uma membrana cravejada com as moléculas que formam as proteínas.

O novo método de imagens de microscopia, contudo, revelou uma estrutura 3D, onde as folhas se unem, organizando-se de forma semelhante a uma garagem com rampas helicoidais para ligar os diferentes níveis.

Esta estrutura permite o empacotamento muito denso das folhas do retículo endoplasmático, maximizando a quantidade de espaço disponível para a síntese de proteínas dentro dos pequenos limites de uma célula.

"A geometria do retículo endoplasmático é tão complexa que os seus detalhes nunca foram totalmente descritos, mesmo agora, 60 anos depois de sua descoberta," comenta Mark Terasaki, da Universidade de Connecticut (EUA), um dos autores da descoberta. "Nossos resultados poderão levar a novos insights sobre o funcionamento desta importante organela."

Estacionamento dinâmico
Esta estrutura de garagem otimiza o empacotamento, maximizando o número de moléculas que sintetizam proteínas - os ribossomos.

Quando a célula necessita produzir mais proteínas, ela pode reduzir as distâncias entre as folhas - imagine esse mecanismo como um estacionamento que pudesse adicionar mais níveis quando começasse a ficar cheio.

Redação do Diário da Saúde