segunda-feira, 29 de julho de 2019

MAIOR GALÁXIA DO UNIVERSO

ASTRONAUTAS RUSSOS TRAÇAM O MAIOR MAPA DO UNIVERSO

EXPANSÃO DO UNIVERSO AUMENTA COM NOVO CÁLCULO CÓSMICO

O universo está expandindo, mas a que taxa? O valor, já muito debatido no meio científico, acabou de ficar ainda mais misterioso: um novo cálculo feito com dados do telescópio espacial Hubble chegou à conclusão de que a constante é um número “no meio” do que foi divulgado por estudos anteriores, e a questão permanece em aberto.

A equipe de Wendy Freedman, da Universidade de Chicago (EUA), fez a nova medição da constante de Hubble usando um tipo de estrela conhecido como “gigante vermelha”.

Utilizando observações feitas com o próprio Hubble, a nova medição indicou que a taxa de expansão do universo próximo é de pouco menos do que 70 quilômetros por segundo por megaparsec (km/seg/Mpc). Um parsec é equivalente a 3,26 anos-luz de distância.

Essa medida é somente um pouco menor que o valor de 74 km/seg/Mpc determinado por um estudo recente da Universidade Johns Hopkins e do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial, que havia utilizado a técnica mais precisa para fazer tal cálculo até então.

Algumas pesquisas recentes têm sugerido que o espaço entre as galáxias está se esticando mais rápido que a teoria prevê. Essa discrepância entre previsões e observações têm levado os cientistas a reconsiderarem o modelo para a expansão do universo.

O universo está expandindo mais rápido do que pensávamos e ninguém sabe a causa
Um desafio na medição da taxa é que é bastante complicado calcular distâncias espaciais tão grandes com precisão. Vários estudos conseguiram fazer isso, mas chegaram a valores diferentes.

Em 2001, a equipe de Freedman chegou ao valor de 72 km/seg/Mpc, usando estrelas Cefeidas para calcular distâncias. Mais recentemente, cientistas usaram o fundo de microondas cósmico para fazer o cálculo, e chegaram ao valor de 67,4 km/seg/Mpc, bem distante do valor de 74 km/seg/Mpc medido pelo estudo da Universidade John Hopkins, que também usou as variáveis Cefeidas.

“Naturalmente, surgem questões sobre se a discrepância está vindo de algum aspecto que os astrônomos ainda não entendem sobre as estrelas que estamos medindo, ou se nosso modelo cosmológico do universo ainda está incompleto”, disse Freedman. “Ou talvez ambos precisem ser melhorados”.

No novo estudo, os pesquisadores utilizaram gigantes vermelhas, estrelas que terminam sua vida muito luminosas, em um estágio de evolução que nosso próprio sol alcançará daqui a bilhões de anos.
Em certo ponto, a estrela passa por um evento catastrófico chamado “flash de hélio” no qual sua temperatura sobe centenas de milhões de graus e sua estrutura é rearranjada, o que diminui sua luminosidade. Ao medir essa luz, os astrônomos podem calcular distâncias espaciais com eficácia.

A constante de Hubble foi medida comparando distâncias em relação a velocidade que certas galáxias pareciam estar se movendo para longe. O resultado foi um valor de 69,8 km/seg/Mpc, o que não resolve o mistério – só o complica ainda mais.

“Nosso pensamento inicial era que, se há um problema a ser resolvido entre as Cefeidas e o fundo de microondas cósmico, então o método da gigante vermelha poderia ser o desempate”, disse Freedman.

A NASA está preparando uma missão que deve ser lançada na metade de 2020, o Wide Field Infrared Survey Telescope (WFIRST), e esse instrumento pode finalmente ser o desempate tão esperado para a taxa de expansão do universo.
O telescópio WFIRST, com sua resolução semelhante à do Hubble e visão 100 vezes maior do céu, irá permitir aos cientistas coletar novos e melhores dados sobre supernovas, Cefeidas e gigantes vermelhas, potencialmente levando a medições mais precisas das distâncias entre galáxias.


Revista Científica The Astrophysical Journal.

PLANTAS USAM FÍSICA QUÂNTICA PARA SOBREVIVER

Cientistas internacionais estudam a capacidade que as plantas e outros seres vivos têm de utilizar a física quântica para sobreviver. Os pesquisadores garantem que essa característica é vista em sistemas biológicos molhados e encharcados. Nos últimos anos, vários estudos sobre plantas têm sugerido que a física as ajuda a sobreviver.

Isso acontece porque as plantas são capazes de colher 95 por cento da luz solar que absorvem, convertendo instantaneamente a energia solar em energia química, em 1 milhão de bilionésimo de segundo. Esse processo é chamado de fotossíntese.

De acordo com um novo estudo da Science, em bactérias púrpura, que também fazem fotossíntese, as plantas usam a mecânica quântica para conseguir uma eficiência quase perfeita. A partir da física quântica, os pesquisadores acreditam que a energia das partículas elementares da luz, chamadas de fótons, encontram um caminho mais eficiente para a planta produzir hidratos de carbono.

Em um sistema físico, a coerência pode ser ilustrada com um par de pêndulos que transferem continuamente a energia de um para o outro, de um modo coerente. Quando um fóton excita as moléculas dentro de uma célula, a energia segue caminhos diferentes, procurando, simultaneamente, a forma mais eficiente para a ocorrência da reação química. Este princípio é conhecido como sobreposição quântica.

Estudos foram feitos com vários sistemas vivos. O teste na chamada bactéria púrpura Rhodopseudomonas acidophila mostrou que os princípios de coleta de luz para sobreviver também acontece a partir de um fluxo de energia. A pesquisa foi liderada por Niek van Hulst, do Instituto de Ciências Fotônicos em Castelldefels, na Espanha.

Greg Engel, professor de química na Universidade de Chicago, que não esteve envolvido no estudo, afirmou que o elemento mais interessante da pesquisa foi aprender que a transferência de energia fotossintética realmente funciona. A partir do estudo, será possível encontrar novos princípios para controlar o fluxo de energia através de sistemas moleculares.

A descoberta pode ajudar também a construir as bases para a criação de uma caminho que possibilite o uso das células fotovoltaicas mais eficientes para gerar eletricidade, com a ajuda da fotossíntese artificial.

Livescience.

NRT VÍDEOS


Mantra Om Mani Padme Hum


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Imhotep Energia Taquiônica


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Comandante Ashtar Sheran


Comandante Ashtar Além do Mito e da Lenda esta Deus


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Federação Galáctica - Avatares e Magos


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Historia Sideral Viajante do Universo


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Paradoxo do Nosso Tempo


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A capacitação  profissional e humana através da Terapia Holística


Terapia Holística e a Capacitação Profissional


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Terapeuta Holística Neusa Rocha Teles 

segunda-feira, 24 de junho de 2019

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS 24 06 2019

NEBULOSA DA CHAMA 
Iluminada por uma estrela com 20 vezes a massa do Sol

Por favor, clicar nos links abaixo:





























GENE HUMANO PODE CONTER O NOME DE DEUS

NEBULOSA CAPACETE DE THOR

https://youtu.be/cZVt-F_XF_Q


Deus não criou o homem à sua imagem e semelhança, conforme diz a Bíblia. Seus filhos apenas compartilham os atributos do seu nome que estaria gravado em suas células. É o que sustenta o escritor e pesquisador Gregg Braden ao ligar os alfabetos bíblicos, hebraico e árabe à química moderna.

Aí, diz ele, encontra-se um código perdido, um alfabeto traduzível que é a chave para os mistérios de nossa origem e vive conosco desde sempre. A pesquisa de Braden revela que os elementos hidrogênio, nitrogênio, oxigênio e carbono, que formam o nosso DNA, podem ser substituídos por letras das antigas línguas.

“Com isso, o código da vida se transforma em uma mensagem eterna. Traduzida, ela mostra que as letras do antigo nome de Deus estão codificadas como informação genética em cada célula da vida”, sustenta o pesquisador em seu novo livro

A chave para traduzir o código do DNA para uma linguagem significativa é aplicar a descoberta que converte os elementos em letras.“Com base em seus valores equivalentes, se transforma: nitrogênio na letra hey (h); oxigênio na letra vav (v); carbono na letra gimel (g); nitrogênio na letra hey (h); hidro
gênio na letra hebraica yod (y).

Essas substituições revelam que a antiga forma do nome de Deus, YH, existe como química do nosso código genético. Por meio dessa ponte entre o nome de Deus e os elementos da ciência moderna, é possível desvendar o mistério e descobrir um significado ainda maior no antigo código que vive em cada célula do nosso corpo”, sustenta Braden.

O pesquisador considera que a sua pesquisa evidencia um ato divino: “Preservada dentro de cada célula dos cerca de seis bilhões de habitantes do nosso mundo, a mensagem é repetida, muitas vezes, para formar os elementos de nossa existência. Ela está dentro de cada um de nós, independente de raça, religião ou crença”.


Descoberta pode levar à união dos povos Gregg Braden acredita que “a assinatura do antigo nome de Deus oferece um denominador comum inédito, que nos permite resolver as diferenças. Essa evidência palpável nos dá também uma razão para acreditar que a paz é viável e vantajosa. Como cidadão do mundo, somos muito mais do que as religiões, crenças, modos de vida, fronteiras ou tecnologias que nos separam. Nos momentos em que duvidamos dessa verdade imutável, basta lembrar da mensagem que trazemos no corpo. Esse é o poder da mensagem que há dentro das nossas células”.

O nome de Deus tem as mesmas letras e o mesmo sentido em todas as línguas, alega o pesquisador. Tanto a tradição judaica como a islâmica têm uma ancestralidade comum representada pelo patriarca Abraão, mas suas interpretações dos ensinamentos diferenciaram-se ao longo dos séculos.

“Mesmo levando em conta essas diferenças, o código numérico oculto dos alfabetos hebraico e árabe revela precisamente o mesmo valor e produz precisamente o mesmo segredo do nome de Deus no nosso corpo. Com isso, o código leva a mesma mensagem de esperança para as três religiões que congregam mais da metade da população do mundo: o Judaísmo, o Islamismo e o Cristianismo”.

Braden interpreta que a mensagem “Deus eterno dentro do corpo” possa ser traduzida de várias maneiras. “Seja qual for a fonte do nosso código genético, o alto grau de ordem contido na mensagem diz que existe alguma coisa “lá fora”. A mensagem que trazemos no corpo é sem precedentes como base comum para a resolução de nossas diferenças”.


Carbono nos torna diferentes de Deus “Somos o produto de elementos e moléculas que se combinaram ao acaso para produzir o milagre da vida, ou somos o resultado de um ato intencional de criação? Embora não se elucide a origem do código em nossas células, o simples fato de sua existência e a pouca probabilidade de essa mensagem ter-se formado ao acaso sugerem que há uma inteligência e uma intenção subjacente à nossa origem”, infere Gregg Braden.

O pesquisador deixa claro que, antes de escrever o seu livro, foi preciso estabelecer com a maior precisão possível o nome pelo qual a presença sobre o Monte Sinai se identificou para Moisés. Após 12 anos de pesquisas, ele concluiu que “há um nome que sobrevive como o nome pessoal de Deus: YHVH, o eterno”.

Segundo Gregg Braden, “quando substituímos os elementos modernos pelas quatro letras do antigo nome de Deus, temos um resultado inesperado, à primeira vista. Trocando h final de YHVH pelo seu equivalente químico, o nitrogênio, o oxigênio e nitrogênio (HNON), todos eles são gazes sem cor, sem cheiro e invisíveis. Substituir 100% do nome pessoal de Deus pelos elementos deste mundo cria uma substância que é uma forma de criação intangível, mas real”.

O pesquisador lembra que as primeiras definições de Deus dizem que Ele é onipresente e que, no nosso mundo, assume a forma invisível aos olhos.  “Então Ele só pode ser conhecido por meio de suas manifestações. Os primeiros capítulos do Gênesis relatam que é nessa forma não-física que o Criador estava presente no tempo da criação”.

Gregg Braden deixa claro que a humanidade compartilha das três primeiras letras antigas que representam 75% do nome do Criador, “mas a quarta e última letra do nosso nome químico nos separa de Deus. Enquanto a presença de Deus é a forma invisível e impalpável dos três gazes, hidrogênio, nitrogênio e oxigênio, a última letra do nosso nome é aquilo que nos dá a cor, o gosto, a textura e os sons do corpo: o carbono. A única letra que nos separa de Deus é também o elemento que nos torna reais no nosso mundo”.

dynavision.co.jp/gregg_e.html