domingo, 20 de março de 2011

PLANETA TERRA NÃO ESTÁ ACABANDO, ESTÁ SUPERLOTADO

Os desastres naturais estão mais frequentes ou seu efeito e percepção sobre as pessoas é que aumentou? De acordo com especialistas ouvidos pelo iG, a trinca de terremotos destruidores nos últimos dois anos está dentro das estatísticas de abalos sísmicos ocorridos no mundo. Lucas Vieira Barros, chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) afirma que a média anual é de até dois terremotos acima de oito graus na escala Richter, como foi o caso do terremoto no Japão, de 9 graus, ocorrido na sexta-feira (11) e o do Chile, de 8,8 graus, em fevereiro de 2010. O sismo que devastou o Haiti, em janeiro de 2010, teve sete graus de magnitude e matou mais de 222 mil pessoas. “As estatísticas mostram que o número de 18 tremores acima de sete graus em um ano está dentro do esperado,” afirmou Barros.

Mas o poder destruidor dos terremotos atualmente está muito ligado ao aumento da população mundial, que hoje está chegando aos sete bilhões. Para o professor do Instituto de Geofísica da USP Afonso Vasconcelos Lopes, se a ocorrência dos terremotos for analisada ao longo da década, a série de eventos não está fora do comum, “mas em curto prazo e com este poder destruidor, ela é fora do comum”.

O problema é que mais pessoas estão morrendo a cada tremor. Somando os terremotos do Chile e Haiti, foram mais de 223 mil mortos – até agora, estima-se que o desastre no Japão adicionará mais 3,3 mil a esta conta. Houve ainda o de Sumatra, em 2004, com 9.1 graus de magnitude e seguido por um tsunami, que vitimou cerca de 1228 mil pessoas. Em 2005, outro terremoto, de 8.6 graus, atingiu novamente Sumatra, juntamente com Indonésia, deixando outros mil mortos. Ainda nesta década, ocorreram outros dois grandes: na China (7.9 graus), em 2008, e no Paquistão (7.6) em 2005.

“Estes terremotos foram em áreas de alta densidade populacional, o que faz com que eles sejam tão destrutivos”, disse o professor do Instituto de Geociência da Unesp de Rio Claro, João Carlos Dourado.

O cientista lembra que terremotos acima de nove graus, ainda mais devastadores que o do Japão, tendem a acontecer a cada 40 anos. “No meio do século passado ocorreram três desta magnitude em 12 anos, só que dois deles foram no Alasca, onde havia poucos habitantes”, disse. O terceiro foi no Chile, o maior da história com 9,5 graus, que atingiu as cidades de Temuco e Valdivia em maio de 1960, matando 1.655 pessoas.

De acordo com as estatísticas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (US Geological Survey) é esperada a ocorrência de milhares de terremotos menores a cada ano. Estima-se que aconteçam 13 mil tremores entre 4 e 4.9 graus de magnitude e 130 mil entre 3 e 3.9 graus todos os anos. Barros explica que para tremores menores não é preciso tanto tempo de acúmulo de energia. “Em terremotos de baixa magnitude, a área de ruptura é pequena, a energia liberada é pequena. Já para um terremoto maior ser gerado é preciso muitos anos”, disse.

O chefe do Observatório Sismológico da UnB afirma que o importante não é o número de terremotos, mas a sua intensidade. “Terremotos de magnitude três só são percebidos se a pessoa estiver próxima a seu epicentro, coisa de 50 metros, e eles podem ocorrer em área inabitadas, ou no mar e não serem notados”, disse.

As imagens do terremoto seguido de tsunami no Japão correram o mundo. Junto com os sismos no Haiti e no Chile – ainda frescos na memória -, deram a sensação, manifestada principalmente nas redes sociais, de que tais eventos estão cada vez mais frequentes. “Não tem muito a ver com memória. A gente recebe muito mais informação e ela também chega muito mais rápido do que uma década atrás”, disse Daniela Bertocchi, pesquisadora de comunicação digital da USP.

Para a pesquisadora, a questão está ligada ao fato de estar todo o mundo falando ao mesmo tempo sobre determinado evento, seja nas redes sociais, na televisão ou pela internet, com vídeos, fotos e comentários postados por vítimas em tempo real. Segundo Daniela, essa avalanche de informação gera ansiedade e expectativa mesmo em eventos ocorridos do outro lado do mundo. “Hoje temos um terremoto seguido de tsunami. Mês passado foi a enchente. Em 2010, foram dois outros terremotos, tudo num espaço de tempo pequeno. Isto passa a impressão de que estão ocorrendo com maior frequência, embora as estatísticas digam o contrário”.

De acordo com a pesquisadora, outro fato interessante da atualidade é que mesmo é que com a velocidade da informação, boatos são noticiados e repercutidos mesmo que não sejam verdade. “O alerta de segundo tsunami que no fim não aconteceu foi noticiado ao vivo, e todo mundo começou a comentar na hora. Esta explosão de informação não volta. O problema aumenta de tamanho”, disse.

Barros, da UnB, afirma que é importante não incluir terremotos nas questões relacionadas às mudanças climáticas. “Os terremotos são fenômenos geológicos que estão dentro da terra, o fato de o clima mudar não afeta em nada a sua ocorrência. A variação de um ou dois graus na temperatura atmosférica não interfere na movimentação da crosta terrestre”, disse Barros.

Para a climatologista do Instituto de Geociências da Unicamp, Luci Hidalgo Nunes, de fato, desastres naturais como secas e enchentes estão mais frequentes, mas estão impressionando mais por atingirem mais gente. Luci argumenta que de acordo com dados de 1948, mais de 250 pessoas morreram em uma enchente na região de Além Paraíba (MG), provocada por uma chuva concentrada e de forte intensidade. Em 2011, o mesmo tipo de chuva resultou em mais de 800 mortos na tragédia da serra fluminense. “Eu não tenho dúvida de que as mudanças climáticas estão ocorrendo, mas é preciso levar em conta que também há mais gente em áreas de risco como encostas em áreas onde podem ocorrer chuvas intensas”, disse.  Portal iG

quarta-feira, 16 de março de 2011

HIPÓTESE GAIA


Na pesquisa sobre evidências de vida extra-terrestre, nos planetas mais próximos - Vênus e Marte - financiada pela NASA, o Dr. James Lovelock, um químico inglês especialista em questões atmosféricas, em conjunto com outros pesquisadores, predice a ausência de vida em Marte levando em consideração que a atmosfera desse planeta se encontra no estado de equilíbrio químico. Em contraste, a atmosfera da Terra se encontra em um estado muito longe do equilíbrio.

A composição da atmosfera terrestre é muito diferente da dos outros planetas do sistema solar.  Pesquisas sobre a análise química das atmosferas destes planetas indicaram as seguntes composições:

VÊNUS CO2   95% 
95-96% dioxido de carbono, 3-4% nitrogênio com traços de oxigênio, argonio and metano.

MARTE CO2    95%
95.3% dioxido de carbono, 2.7% nitrogênio, 1.6% argonio, somente 0.15% oxigênio e 0.03% de água.

TERRA N   77%, O    21%Terra:
77% nitrogênio, 21% oxigênio com traços de dioxido de carbono, metano and argonio.

A pergunta que Lovelock obviamente se fez ... Porque a atmosfera da Terra era tão diferente? Veja que na nossa atmosfera co-existem de gases muito diferentes que são reativos entre si! - especificamente metano (redutor), nitrogênio (inerte) e oxigenio (oxidante). O que acontece na Terra que permite a existência de uma atmosfera tão diferente? Quais os processos complexos que funcionam na atmosfera terrestre desde alguns bilhões de anos - que explicam este comportamento sem-igual? Como estes processos se desenvolveram e mantem até hoje um equilíbrio meta-estável muito longíquo do equilíbrio químico?

Nos anos 60 Lovelock deu os primeiros passos na solução desta incógnita, considerando o desenvolvimento da vida no planeta Terra. As primeiras formas de vida existiram nos oceanos (ou lugares onde ocorria uma interface (água-sólido-gases) e eram as mais pequenas e simples - ainda algo menor e menos complexo que uma célula. A pesquisa microbiológica contemporânea aponta para o fato de que 3 bilhões de anos atrás, as bactérias e algas com capacidade de fotossíntese começaram a extrair o dióxido de carbono da atmosfera e a liberar oxigênio nela. Gradativamente - em vastos períodos de anos de eras geológicas diferentes - o conteúdo químico da atmosfera foi alterado fugindo do domínio do dióxido de carbono, para a prevalência de uma mistura de nitrogênio e oxigênio - e assim conseguindo estabelecer e manter uma atmosfera que poderia favorecer um maior desenvolvimento da vida orgânica - movida pela combustão aeróbica - tal como ocorre nos animais e seres humanos. A vida na Terra explica o fluxo continuo de consumo e reposição dos gases da atmosfera terrestre, por citar um desses gases reativos, o metano: 500 milhões de toneladas por ano são produzidas pelos micro-organismos anaerobicos e os vulcões, para repor o metano consumido. E a Hipotese Gaia tenta dizer ao Mundo que há um mecanismo de auto-regulação da composição da atmosfera terrestre.

Numa caminhada em Wilshire, Inglaterra, Lovelock descreveu sua hipótese a um vizinho, William Golding (um novelista), e pediu conselho sobre um nome adequado para ela. Golding lembrou o nome de "Gaia" - a deusa da mitologia grega que representa a Terra - e escolhido e usado desde então. Duas décadas atrás a Hipótese Gaia foi postulada pela primeira vez .... e ainda assim ....

Há uma grande diferença entre postular uma hipótese e ter ela aceita pela comunidade científica tradicional, e, ainda mais, levando em consideração que muito trabalho de pesquisa precisava ser feito para colocar de maneira mais clara e específica o conjunto de processos pelos quais a atual atmosfera planetária evoluiu e continua a evoluir. Nesta tarefa, Lovelock foi apoiado pela Dra. Lynn Margulis, uma microbióloga norteamericana.

Em 1979 James Lovelock publicou algumas de suas idéias no livro "Gaia: A New Look at Life on Earth" no qual foi postulada de maneira mais definitiva a Hipótese Gaia.

'...as condições químicas e físicas da superfície da Terra, da atmosfera, e dos oceanos tem sido, e continuam a ser, ajustadas (activamente) para criar condições confortáveis para a presença de vida, pelos próprios elementos viventes. Isto se coloca em sentido oposto ao saber convencional que considera ocorrer o contrário, que a vida se adaptou as condições de vida planetárias existentes na Terra e, desde então, ambas evoluiram por caminhos diferentes (sem interações).

Em outra parte do livro, em relação com a definição de Gaia, achamos o seguinte: "O espectro completo de vida na Terra, de baleias a vírus e de olmos a algas podem ser vistas como partes constitutivas de uma entidade vivente única capaz de manter a composição da atmosfera da Terra adequada a suas necesidades gerais e dotada de faculdades e poderes maiores que a aquelas das suas partes constivas ... [ Gaia pode ser definida como] um ente complexo que inclui a biosfera terrestre, atmosfera, oceanos, e solo; e a totalidade estabelecendo um mecanismo auto-regulador de sistemas cibernéticos com a finalidade de procurar um ambiente físico e químico ótimo para a vida no planeta."

E, em outra seção, encontramos especulações em relação a Gaia, uma delas com muito apelo para os grupos ecológicos, que, ao mesmo, provocou as mais duras críticas da comunidade cientifica para Hipótese Gaia: "Até que ponto nossa inteligência coletiva é também uma parte de Gaia? Será que os humanos, como espécie, constiuem um sistema nervoso de Gaia e que uma mente pode conscientemente antecipar mudanças no meio ambiente?

A Hipótese Gaia foi considerada uma das idéias mais desafiadoras desta segunda metade do século XX, e enquanto lutava para ser admitida formalmente nas cências tradicionais nos anos 70 e início dos 80, certamente consiguiu provocar um bom debate. Durante este período, Lovelock preparou uma segunda publicação.

Depois de uma década da publicação do primeiro livro e quase vinte anos depois de que ele meditou, pela primeira vez, sobre a natureza intrínseca dos sistemas vivientes para conseguir colocar claramente em evidência a operação que ocorre dentro dos ecossistemas terrestres, Lovelock publicou um segundo livro com o título "The Ages of Gaia". Nele a apresentação de suas idéias está mais madura, e enriquecida pela pesquisa e informações de outros. E, além do mais, a interconectividade de todos os sistemas naturais terrestres - não apenas a atmosfera - começava a emerger na sua análise das questões originais.

Assim, vemos a Lovelock evoluir e refinar a definição da natureza de Gaia: "O nome do planeta vivente Gaia, não é um sinônimo para a biosfera - essa parte da Terra onde se pode observar a existência de seres viventes. Também não pode ser confundida com a biota, que é simplesmentes a coleção de todos os organismos viventes individuais. A biota e a biosfera tomadas juntas formam uma parte porém não completam Gaia. Assim como a carapaça é parte do caracol, assim as rochas, o ar e os oceanos são parte de Gaia. Gaia, como iremos ver, possui continuidade, com laços nas origens da vida e no futuro, entanto a vida perssista. Gaia, como um ser planetário, tem propriedades que não são necessariamente discerníveis se continuamos nosso enfoque de ver apenas as partes do sistema sem pensar nas suas interconexões. Não veremos as propriedades de Gaia apenas conhecendo espécies individuais ou populações de indivíduos vivendo juntos ... Especificamente, a Hipótese Gaia diz que a temperatura, oxidação, estado, ácidez, e certos aspectos das rochas e das águas são mantidas constantes, e que esta homeostase é mantida por meio de processos intensos de de retro-alimentação, operados automáticamente e inconscientemente pela biota."

Lovelock continua, dizendo ... "Você pode achar difícil de engulir a noção que uma coisa grande aparentemente inanimada como a Terra está viva. Por suposto, você pode dizer, a terra é quase toda ela rocha, e maior parte dela incandescente. A dificuldade pode ser diminuida se você permite que a imagem de um árvore grande (como a sequoia) entre na sua mente. A árvore esta, sem dúvida, viva, ainda que 99% dela este morta. A enorme arvore é uma sucessão de anéis cilíndricos de material lenhoso morto, feito de lignina e celulose pelos ancentrais de uma camada muito fina de células viventes que constituem a cortiça da árvore. De esse mesmo modo podemos perceber que muitos dos atomos das rochas que estão lá embaixo no magma foram um dia parte da vida na superfície terrestre, a fina camáda de vida, em continua evolução, da qual todos vemos."

Enquanto as comunidades científicas continuavam a debater o nível de aceitabilidade da Hipótese Gaia, a perspectiva global ou holística do conceito capturava a imaginação das pessoas de diversos locais e campos de atuação. O conceito colocado na Hipótese Gaia nutriu e deu suporte aos paradígmas da "Nova Era". As culturas indígenas que olham a natureza da Terra como um espíritu sagrado, e outros que percebiam ou intuiam uma "unidade" na natureza, aqueles preocupados com o meio ambiente - as árvores, os rios e os oceanos, aqueles que buscam idéias com conteúdo revolucionário, aqueles que buscam um marco de referência religioso criaram uma audiência multicultural e multidisciplinar sempre crescente.

As aplicações não-científicas do conceito floreceram por toda parte, e elas tendiam a reduzir, em muito, o interesse nas questões científicas originais da hipótese, suas análises e as implicações da mesma.

Ainda que, estes mal entendidos eram inevitáveis nas colocações iniciais para especificar a hipótese, devido a sua natureza holística intrinsica e ao alcance do conceito global que intenta mostrar. Não obstante, fico evidente que o conceito era de interesse (prático e teórico) de muitas disciplinas e motivo de projetos inter-disciplinares. O problema era ganhar especificidade necessária.

Os céticos arguiam (e ainda o fazem) que Gaia tinha uma abordagem teleológica - que supõe um designo manifesto ou propósito na natureza da biosfera - em particular a administração - e isto era contrário a a posição aceita pela maioria - partidários da doutrina Darwiniana que apoia a seleção natural. A Dra. Lynn Margulis tinha sempre muito que dizer neste particular, sobretudo em relação a sistemática da evolução Darwiniana nos menores e mais antigos seres viventes na Terra. Na sua pesquisa e na publicação citada, Lovelock combata a postura Darwiniana tradicional com considerações ecológicas:

"A teoria ecológica aumentou seu escopo e profundidade. Tomando as espécies e seu ambiente juntos como um sistema unitário podemos, por primeira vez, construir modelos ecológicos que são matemáticamente estáveis e incluir grande número de espécies competidoras. Nestes modelos uma maior diversidade conduz a uma melhor regulação."

E, depois, en alguma página do livro "The Ages of Gaia" ... "Quando a atividade de um organismo favorece o ambiente tanto quanto ao próprio organismo, então sua proliferação será favorecida, eventualmente, o organismo e mudança ambiental associada a ele pasa a ter uma extensão maior ou global. O inverso também é verdadeiro e qualquer espécie que afete de maneira adversa o ambiente está destinada ao fracaso (como espécie); porém a a vida continuará."

De fato o que descobrimos é que a partir da análise do comportamento sistémico de nosso planeta, evidência-se a possibilidade da Terra de manter sua temperatura global razoavelmente constante no decorrer do tempo a pesar de um tremendo fornecimento de energia de seu sol e decontar com uma grande energia no interior do globo, graças aos mecanismos cibernéticos de fluxo, conversão de energia e retro-alimentação, nos quais todos os seres viventes participam e os micro-organismos e as plantas desenvolvem um papel muito importante, muitas vezes negado.

No último livro de James Lovelock (GAIA. Uma ciência para curar o planeta, 1992), ele aponta também sintomas de mal-funcionamento do sistema e a necessidade de um processo de remediação para preservar as espécies ameaçadas de extinção entre as quais pode-se incluir a humana.

PLANETA TERRA CUMPRE SEU RITUAL GEOLÓGICO

MESTRE MATERIALIZADO

Gaia, o planeta Terra, é um ser vivo. Que pulsa, sente e dispõe de uma engrenagem funcional semelhante à dos seres vivos. E, como todo ser vivo, é finito. A vida de Gaia é cíclica, como atestam as eras geológicas que possuem características definidas e distintas. O holoceno, período planetário da atual era quaternária, teve início há 12 mil anos, quando ocorreram as últimas glaciações que duraram 100 mil anos. O planeta caminha para uma nova era glacial. A ciência já registrou o aumento da temperatura global e o comprometimento da camada de ozônio.

O destino de Gaia voltou a intrigar pesquisadores e leigos desde a tsunami que dizimou milhares de vida na Ásia. Depois veio o ciclone extratropical com características de furacão, em Santa Catarina, morte nos Estados Unidos por uma chuva de lama e o terremoto no Irã. Gaia está visivelmente perturbada. Ou estaria revoltada com as barbáries contra ela praticadas? Catástrofes existem desde o início dos tempos. A maior talvez tenha sido o dilúvio bíblico que dizimou a quarta raça atlante.

Independente de profecias e dos avanços da ciência, Gaia cumpre o seu ciclo de nascimento e morte. E à humanidade cabe entender e vivenciar esses momentos impactantes não só pela destruição ambiental, pelas perdas humanas, mas, sobretudo pela dor dos sobreviventes. Pelas tentativas de reconstrução interna e externa.

Segundo a gnose, sabedoria esotérica, a nossa raça ária é a quinta a habitar o planeta Terra. Como as anteriores, ela vai sucumbir com uma catástrofe. Mas antes do final dos tempos, ainda vão habitar a Terra, a sexta e sétima raças. Para Samael Weor, o papa do conhecimento gnóstico, a raça ária vai perecer pelo fogo: terremotos e vulcões, tudo em consonância com uma ordem cósmica, universal e geológica.

E em meio a esse suceder de desastres ambientais, fica a pergunta sem resposta: pode o homem (leia-se a ciência) evitar as catástrofes anunciadas em prosa, verso, centúrias, psicografias e canalizações?

Os antigos maias o chamam de Estrela Baal e profetizaram que, devido à sua maior proximidade em 2005, vai produzir mudanças eletromagnéticas e uma grande quantidade de fenômenos climáticos, ecológicos, ambientais, biológicos, físicos, químicos e psico-sociais, antes sem uma causa aparente. Vão se observar graves problemas de natureza gravitacional na Terra.

A vidente norte-americana Jeane Dixon previu: “Haverá muitas mudanças geológicas e geográficas, bem como inúmeros terremotos. Onde agora existe água, haverá terra, e onde agora há terra, haverá águas revoltas e violentas, que correrão e destruirão tudo que encontrarem à sua passagem”.

O planeta pede socorro. James Loveloc, cientista e autor da teoria de Gaia, conclui que séculos de abuso através da descarga de hidrocarbonetos, desmatamento e poluição do ar vão tornando o planeta um objeto, como Marte. “Nossa preocupação deve ser com o ecossistema que mantém a vida aqui mesmo na Terra.

Uma das conseqüências física da tsunami no sudeste da Ásia foi uma pequena alteração na inclinação do eixo da Terra. A constatação veio dos pesquisadores do Centro de Geodesia Espacial da Agência Espacial Italiana, respaldados nos dados mundiais telemétricos enviados por laser aos satélites.

Os cientistas calculam que a alteração foi de cerca de dois milésimos de segundo, o que corresponde a cinco ou seus centímetros em linha reta. A medição foi feita na direção do epicentro do terremoto. Nas primeiras análises, não se detectou nenhum efeito na direção do meridiano de Greenwich, explicaram fontes do centro espacial.

Os cientistas consideram que a variação é muito pequena, por isso não terá repercussões sobre o clima. Richard Gross, geofísico do Laboratório de Jato-Propulsão da Nasa, na Califórnia, avaliou que uma movimentação de massa em direção ao interior da Terra durante o terremoto fez o planeta girar três microsegundos, ou um milionésimo de segundo, mais rápido e se inclinar 2,5 cm em relação a seu eixo. “Quando uma grande placa tectônica sob o Oceano Índico foi forçada para baixo de outra fez com que a Terra mais compacta girasse mais rápido", disse Gross.

“Há muito tempo cientistas criam teorias sobre o fato de que mudanças na superfície da Terra poderia afetar sua rotação, mas nunca tiveram meios precisos para provar isso”, acrescentou o sismólogo da Caltech, Hiroo Kanamori.

Segundo Peter Leroy, professor de astrofísica da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, a inclinação do eixo terrestre não traz conseqüências para o planeta ou a humanidade. “Mudanças na rotação da terra sempre ocorrem. Existem variações
periódicas (causadas por ventos e marés); irregulares (causadas por mudanças aleatórias acumuladas, como essa causada pela tsunami); seculares (causadas pela atração da Lua) que já somam mais de três horas em mais de 2.000 anos.

O astrofísico ressalta que o pólo varia regularmente devido à precessão, em um período de aproximadamente 26 mil anos. Com isso, o deslocamento espacial do eixo chega a mais de 15 metros. “A variação causada pelo maremoto é muito pequena”, assegura Leroy.

Para Wellington Lopes Assis, professor de climatologia e cartografia temática da Uni-BH, alterações dessa natureza acontecem dentro do tempo geológico. “A inclinação do eixo terrestre é de 23 graus e 27 minutos de obliqüidade dentro do plano da eclíptica. O planeta sofre influência gravitacional de grandes astros como Saturno, Júpiter e do próprio Sol. Ciclicamente, essa atração gravitacional altera a própria órbita da terra em torno do Sol e seu eixo de inclinação. São eventos geológicos normais e cíclicos. Não vejo como essa inclinação possa afetar ou ameaçar a vida sobre a Terra”.

Era julho de 2001, quando veio um alerta de cientistas ingleses e norte-americanos: o vulcão Cumbre Vieja, inativo há 34 anos na ilha La Palma, no arquipélago das Canárias, território espanhol na África, dava sinais de vida. Não há como prever quando ele vai entrar em erupção, mas uma coisa os cientistas sabem: o deslizamento da montanha sobre o mar vai provocar ondas gigantescas que podem chegar a 40 metros de altura, o que equivale a um prédio entre seis e dez andares.

Segundo David Zee, oceanógrafo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a onda assassina pode arrasar cidades litorâneas em três continentes: litoral da Europa e da África, Flórida, Canadá e norte do Brasil. “Em nosso país, as ondas podem chegar em oito horas ao litoral norte, que fica a 4.500 quilômetros de distância das ilhas Canárias”.

No livro “Hercólubus ou Planeta Vermelho”, escrito em 1926, o vidente colombiano, Joaquín Enrique Amórtegui Valbuena, conhecido como Rabolú, surpreende ao mencionar a energia atômica, em uma época em que ela não era usada, pelo menos como artefato: “Os cientistas ignoram as conseqüências dos testes atômicos, seus ensaios no oceano. A energia atômica contaminou todo o mar e os animais que nele habitam. Há grandes fendas ao longo do mar, profundíssimas, que já estão fazendo contato com o fogo da Terra. O que os cientistas chamam de “El Niño” é exatamente isso: o contato da água com o fogo da Terra.

Para o astrofísico Peter Leroy, “os testes atômicos realizados no interior da Terra geram efeitos incalculáveis. “Infelizmente, só podemos especular sobre sua magnitude. Não sabemos quantos testes nucleares foram feitos na região da tsunami e nem a potência de cada bomba.Esses são dados secretos”.

Profecias de Edgar Cayce, o "profeta adormecido".
Londres ficará na costa
Inundação no norte da Europa
Desaparecimento da Groenlândia
Perda de uma grande parte do Japão
Inundação de diversas regiões costeiras
Mudança no eixo da Terra a partir de 2000
 Ligação por terra da América do Sul com a Antártida
Los Angeles, São Francisco e Nova York desaparecerão
Novas terras aparecerão ao largo da costa da América do Norte

GAIA A TERRA VIVA


Em nosso século, a partir do trabalho de inúmeros pesquisadores de várias áreas da ciência - especialmente em biologia e em neurologia, bem como em física e em cibernética, dentre inúmeras outras ciências que estão a contribuir enormemente para a maturação do conhecimento humano -, vemos surgir (ou ressurgir) uma nova ( ou será antiga? ) forma de compreender o mundo, forma que vai muito além da já antiquada (e ainda muito presente) concepção/entendimento/idéia de mundo como sendo um sistema mecânico e determinista, bem análogo às criações mecânicas humanas - ou seja, bem concorde com o entendimento humano no seu atual estágio cultural - e que constitui a metáfora essencial do paradigma cartesiano, estritamente adotado pela ciência moderna nos últimos três séculos.

Hoje , porém, está cada vez mais clara a idéia de que os sistemas complexos que formam um todo orgânico, vivo, possui características próprias, homeostáticas e dinâmicas enquanto conjunto, apresentando características próprias que escapam às qualidades e atributos de cada uma de suas partes constituintes, linearmente conectadas... Ou seja, um organismo, como um todo é algo mais diferenciado e com atributos próprios bem acima da soma de suas partes componentes fundamentais. É assim, num exemplo simples, que dois gases que são muito utilizados na combustão, como o oxigênio e o hidrogênio, quando unidos possuem uma nova característica bem própria que nos permite usa-los para o combate ao fogo, ao formarem a água. Além do mais, nos sistemas orgânicos vivos, a homeostase apresenta-se com características dinâmicas tais que superam o comportamento normal das "máquinas" feitas pelo homem, notadamente quanto ao grau de entropia, ou do crescimento do equilíbrio térmico, que nas máquinas convencionais é percebido pelo desgasta sempre crescente do equipamento, o que leva ao fim de sua vida útil, mas que é mantido, ao contrário, em um nível mais ou menos constante nos seres vivos.

Da mesma forma, sistemas vivos são estruturas complexas que exibem características muito próprias que "emergem" do conjunto formado por elementos possíveis de serem diferenciados. Por exemplo, pessoas e animais são formados por órgãos que são formados por células que, por sua vez, são formadas por vários elementos moleculares, alguns deles extremamente complexos, e estes, por fim, formados de átomos perfeitamente comuns e, em grande medida (senão na sua totalidade) igualmente presentes em todas as espécies de seres vivos. Ora, embora tenhamos a mesmíssima base atômica, ninguém vai dizer que existe uma igualdade funcional entre, por exemplo, uma rosa e um gato, ou entre um carvalho e um homem, muito embora, em essência, a estrutura do código da vida seja basicamente a mesma entre todos eles (o código genético, por exemplo, é escrito com as mesmas "letras" e com a mesma "sintaxe" em todos os seres vivos).

Ora, embora tenhamos um modo de manifestação física bem visível, onde os elementos estão em constante troca - nosso corpo está sempre se renovando - é o padrão que advém ou que emerge das estruturas mais elementares, enfim, as características do todo, mais do que seus elementos constituintes, que nos farão reconhecer um homem de outro homem, ou um homem de um chimpanzé, uma sinfonia ou um poema das letras impressas numa folha de papel, etc.

As idéias-chaves que possibilitaram levar-se a sério a dinâmica da organização em si, do padrão como estando muito além das características das partes físicas constituintes, foi um dos maiores marcos da ciência do século XX, similar ocorrido com a idéia de campo de energia, em Física na segunda metade do século XIX.

Dentre os vários pais desta nova visão sistêmica de mundo, citam-se Ilya Prigogine, na Bélgica, que realizou a ligação fundamental entre sistemas em não-equilíbrio e não-linearidade, como os que constituem as "estruturas dissipativas"; Heinz von Foerster, nos EUA, que montou um grupo de pesquisa multidisciplinar, o que possibilitou inúmeros insights sobre o papel da complexidade na auto-organização dos seres vivos e não vivos; Herman Haken, na Alemanha, com sua teoria não-linear do laser; Ludwig von Bertallanfy, na Áustria, com o seu trabalho pioneiro e seminal sobre a Teoria Sistêmica dos seres vivos e das sociedades, etc.; Humberto Maturana, no Chile, que se debruçou sobre as características fundamentais dos sistemas vivos. Tudo isso sem falarmos do grande desenvolvimento e importância cada vez maior da ciência da Ecologia nos últimos 50 anos e dos saltos conceituais nas ciências humanas, especialmente na Sociologia, com Michel Maffesoli, e em Psicologia, a partir de Jung.

Foi neste contexto, mais ou menos visível, mais ou menos presente (e em constante atrito com a concepção linear e estritamente mecanicista do paradigma cartesiano então - e ainda - vigente, muito útil à ideologia do capitalismo) que o químico norte-americano James Lovelock fez uma descoberta magnífca, talvez a mais bela do século na área das ciências biológicas, que lhe permitiu formular um modelo surpreendente de auto-organização não-linear, global e ecologicamente sublime, onde todo o planeta Terra surge como sistema vivo, auto-organizador.

As orígens da modernaTeoria de Gaia (nome da antiga deusa grega pré-helênica que simbolizava a Terra viva) se encontram nos primeiros dias do programa espacial da NASA (Capra, 1997, p. 90). Os vôos espaciais que começaram na década de 60 permitiram aos homens modernos perceberem o nosso planeta, visto do espaço exterior, como um todo integrado, um Holos extremamente belo.... Daí as primeiras palavras dos astronautas serem de deslumbramento e emoção, muito longe do linear e frio linguajar técnico-científico presente nas operações de pesquisa e de lançamento dos veículos espaciais. Todos nós lembramos das poéticas palavras de Yuri Gagarin: "A Terra é azul"... Pois bem, esta percepção da Terra em toda a sua poética beleza, foi uma profunda experência espiritual, como muitos dos primeiros astronáutas não se cansaram de dizer, mudando profundamente as suas concepções e seu modo de relacionamento com a Terra. De certa forma, este deslumbre foi o passo inical do resgate da ideia muito antiga da Terra como um organismo vivo, presente em todos as culturas e em todos os tempos (Capra, obra cit., p. 90; Campbell, 1990; Eliade, 1997).

Posteriormente, a NASA convidaria James Lovelock para ajudá-la a projetar instrumentos para a análise da atmosfera e, consequentemente, para a detecção de vida em Marte, para onde seria enviada uma sonda Viking.

A pergunta capital para Lovelcok, dentro deste contexto, era: "Como podemos estar certos de que o tipo de vida marciano, qualquer que seja ele, se revelará aos testes de vida baseados no tipo de vida terrestre, que é o nosso referencial?". Este questionamento o levou a pensar sobre a natureza da vida e como ela poderia ser reconhecida nas suas várias possibilidades.

A conclusão mais óbvia que Lovelock poderia chegar era a de que todos os seres vivos têm de extrair matéria e energia de seu meio e descartar produtos residuais em troca. Assim, pensando no meio terrestre, Lovelock supôs que a vida em qualquer planeta utilizaria a atmosfera ou, no caso de os haver, os oceanos como o meio fluido para a movimentação de matérias-primas e produtos residuais. Portanto, poder-se-ia ser capaz de, em linhas gerais, detectar-se a possibilidade da existência de vida analisando-se a composição química da atmosfera de um planeta. Assim, se houvesse realmente vida em Marte (por menor que fosse sua chance) a atmosfera marciana teria de revelar algumas combinações de gases características e propícias à vida que poderiam ser detectadas, em princípio, a partir da Terra. Ou, em outras palavras, qualquer planeta, para possibilitar a vida, necessita de um veículo fluido - líquido ou gasoso - para o transporte ou movimentação de componentes orgânicos e inorgânicos necessários à troca de materiais e resíduos resultantes da vida, pelo menos no nível e na dimensão do que se reconhece por vida dentro de nosso atual grau de conhecimento. Este meio fluido deve, portanto, aparesentar uma somatória de características básicas.

Estas hipóteses foram confirmadas quando Lovelock e Dian Hitchcock começaram a realizar uma série de análises da atmosfera marciana, utilizando-se de observações feitas na Terra, comparando os resultados com estudos semelhantes feitos na nossa atmosfera. Eles decobriram algumas semelhanças e uma série de diferenças capitais entre as duas atmosferas: Há muito pouco oxigênio em Marte, uma boa parcela é constituida de Dióxio de Carbono e praticamente não há metano na atmosfera do planeta vermelho, ao contrário do que ocorre aqui. Lovelock postulou que a razão para tal retrato da atmosfera de Marte é que, em um planeta sem vida, todas as reações químicas possíveis já ocorreram há muito tempo, seguindo a segunda lei da termodinâmica - a da entropia que já foi exposta acima - e que estabelece que todos os sistemas físico-químicos fechados tendem ao equilíbrio termo-químico, ou de parada total de reações. Ou seja, ao contrário do que ocorre na Terra, há um total equilíbrio químico na atmosfera marciana, não ocorrendo reações químicas consideráveis hoje em dia.

Já na Terra, a situação é totalmente oposta. A atmosfera terrestre contém gases com uma tendência muito forte de reagirem uns com os outros, como o oxigênio e o metano, mas que, mesmo assim, existem em altas proporções, num amálgama de gases afastados do equilíbrio químico. Ou seja, a pesar da contínua reação entre os gases, seus compoentes continuam presentes em proporções constantes em nossa atmosfera.Tal estado de coisas deve ser causado pela presença de vida na Terra, já que as plantas (terrestres e aquáticas) produzem constantemente oxigênio, e os outros organismos formam os outros gases, de modo a sempre se repor os gases que sofrem reações químicas. Em outras palvras, Lovelock provou que a atmosfera da Terra é um sistema aberto, afastado do equilóbrio químico, caracterizado por um fluxo constante de matéria e energia, influenciando e sendo influenciada pela vida, em perfeito biofeedback!

Eis as palvras de Lovelock do exato momento de sua descoberta: "Para mim, a revelação pessoal de Gaia veio subitamente - como um flash ou lampejo de iluminação. Eu estava numa pequena sala do pavimento superior do edifício do Jet Propulsion Labortatory, em Pasadena, na Califórnia. Era outono de 1965, e estava conversando com Dian Hitchcock sobre um artigo que estávamos preparando... Foi nesse momento que, num lampejo, vislumbrei Gaia. Um pensamento assustador veio a mim. A atmosfera da Terra era uma mistura extraordinária e instável de gases, e, não obstante, eu sabia que sua composição se mantinha constante ao longo de períodos de tempo muito longos. Será que a Terra não somente criou a atmosfera, mas também a regula - mantendo-a com uma composição constante, num nível que é favorável aos organismos vivos?"

A auto-organização típica dos sistemas vivos, que são sistemas abertos e tão longe do equilíbrio químico postulado pela segunda lei da termodinâmica tão cara aos físicos clássicos como uma lei universal (que, de fato, parece ser para os sistemas fício-químicos fechados), é a base da teoria de Lovelock. É conhecido dos cientistas que o calor do sol aumentou em cerca de 25 por cento desde que a vida surgiu na Terra mas, mesmo assim, a temperatura na nossa superfície tem permanecido praticamente constante, num clima favorável à vida e ao seu desenvovimento, durante 4 bilhões de anos. A próxima pergunta é: e se a Terra, tal como ocorre com os organismos vivos, fosse capaz de se auto-regular, fosse capaz de manter sua temperatura assim como o grau de salinidade dos seus oceanos, etc? Vejamos o que Lovelock nos diz:

"Considere a teoria de Gaia como uma alternativa viável à 'sabedoria' convencional que vê a Terra como um planeta feito de rochas, oceanos e atmosferas inanimadas, e meramente, casualmente, habitado pela vida. Considere-a como um verdadeiro sistema, abrangendo toda a vida e todo o seu meio ambiente, estritamente acoplados de modo a formar uma entidade auto-reguladora"

Nas palavras de Lynn Margulis: "Em outras palvras, a hipótese de Gaia afirma que a superfície da Terra, que sempre temos considerado o meio ambiente da vida, é na verdade parte da vida. A manta de ar - a troposfera - deveria ser considerada um sistema circulatório, produzido e sustentando pela vida.... Quando os cientistas nos dizem que a vida se adapta a um meio ambiente essencialmente passivo de química, física e rochas, eles perpetuam uma visão mecanicista seriamente distorcida, própria de uma visão de mundo falha. A vida, efetivamente, fabrica, modela e muda o meio ambiente ao qual se adapta. Em seguida este 'meio ambiente' realimenta a vida que está mudando e atuando e crescendo sobre ele. Há interações cíclicas, portanto, não-linerares e não estritmamente determinísticas".

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

ARCANJO METATRON TEMPESTADE PERFEITA


Os superfuracões constituem um dos mecanismos mais importantes de elevação de freqüência que estão ocorrendo agora no seu planeta.

Na verdade eles são destinados a carregar os oceanos com energias magníficas. Eles não são destinados a ir para a terra, quando aparece um furacão, é como se o mundo inteiro ficasse focalizado em onde ele vai aterrissar e o que ele vai destruir. Os peritos predizem em que praia ele vai chegar.

Então, com tal concentração global, o furacão é realmente puxado para a praia, como esperado pelos seres humanos que o observam com fascinação e terror e, desta forma, o atrai para eles.

O verdadeiro propósito destas tempestades é aumentar a energia das águas e permitir que se expandam eletricamente. Se elas permanecem no mar, a energia elétrica é simplesmente conduzida como uma correnteza suave para uma grande porção do planeta.

Desta forma, ela não é conduzida para a terra pelo vento e pelas ondas, mas pela sua corrente energética, de modo que possa alcançar muito mais seres. Existe o que é chamado de Tempestade Perfeita, a mistura perfeita de correntes eletromagnéticas. À medida que ela se move pelos campos da humanidade, ela é benéfica para ascensão da freqüência do planeta e também para toda a humanidade.

Houve alguns furacões muito poderosos há vários anos atrás na Costa do Golfo, e existe um, esta semana, que está dirigido para Houston. Seria correto dizer que, quando uma energia se concentra de uma forma tão organizada, ela tem uma consciência?

Chamar isto de consciência não é apropriado. Existe uma ciência, uma percepção, um conhecimento que se junta. Um cardume de peixes tem este tipo de ciência, por ser uma unidade trabalhando. Ela tem ciência, sim, correto; unidade que trabalha por um propósito comum, em harmonia por um objetivo comum, um propósito comum, uma unidade feita de vários componentes individuais. Isto não é a mesma coisa que uma consciência, uma energia sucinta que se expande e se torna uma mente muito capaz, que verdadeiramente deseja se tornar mais, e está imbuída daquilo que é chamado de Mente Divina. Isto é consciência!

Existiram e existem literalmente milhões de pessoas, particularmente na Costa do Golfo, rezando para que se suavizasse o impacto dos furacões que ocorreram há três anos atrás, e daquele que está acontecendo agora, e eu realmente acredito que isto pode ter um impacto.

Em essência, também se pode rezar pelo bem mais elevado, significa permitir que a mudança eletromagnética benéfica, que é o verdadeiro propósito dos furacões, permaneça no mar; que eles se dissipem e diminuam antes de alcançar a terra. Vejam, eles são muito necessários, mas não são tão necessários na terra.

No entanto, a reação das massas é rezar com medo Como já dissemos, o que amplia e atrai os furacões para determinados locais, é o medo das pessoas. Uma consciência de grupo, um enorme campo de emoção de medo concentrado é o que de fato os atrai para a terra também.

Como você diz, existem milhões rezando, mas o que a maioria está projetando é o medo: "Não queremos isto, não desejamos isto, mande-o embora!" Mas a emoção principal por trás da reação deles é o medo, e esse medo magnetiza o acontecimento, o medo atrai aquilo que se teme.

Toda a ocorrência do furacão se transforma num evento de mídia, e as massas especialmente as da Costa do Golfo, grudam-se na tela da televisão e nos rádios. Os meteorologistas desenham modelos que mostram a direção do furacão e fazem previsões do local onde ele vai chegar na terra. E então a área-alvo torna-se magnetizada. Desta forma, uma energia de consciência de massa, de interferência emocional humana pode se tornar enorme, que acaba tocando e afetando, de algum modo, o curso natural dos acontecimentos.

As tecnologias que permitem alertar as pessoas da chegada de tempestades são, em si mesmas, úteis, benéficas. Mas o engrandecimento dramático que certas mídias fazem da ocorrência, até certo ponto remodelando-a para que se transforme numa oportunidade de sensacionalismo, que capture a atenção do espectador. Isto é feito de um jeito que exacerba o medo e o drama.

O medo concentrado, quando acumulado em um certo grau de inércia, pode e realmente magnetiza e atrai a energia do furacão, em níveis variados.

Se a energia emocional maciça não fosse baseada no medo, ela realmente poderia ter o efeito de fazer com que o furacão se mantivesse no mar, ou chegasse à terra com uma energia muito menos potente.

Se a reação da população estivesse sintonizada com orações pelo bem mais elevado e a inofensividade, sem pânico nem medo, o efeito teria uma influência muito benéfica na "ocorrência natural". Poderia dissipá-la em vez de ampliá-la.

Qual é o propósito mais elevado dos furacões? O propósito é ampliar as energias harmônicas e expandir o aumento e ressonância das freqüências sobre as áreas do planeta que são cobertas de água, e que representam dois terços da superfície da Terra.

Os tornados cumprem esse propósito no solo. Ciclones, tufões, furacões e tornados, todos eles têm uma rotação em forma de vórtice e este padrão específico limpa e intensifica a energia, não só na superfície dos mares e solos, mas levando-a às profundezas do planeta nesse formato de vórtice giratório.

Suas velocidades e tamanhos têm proporções específicas e se dispersam em áreas muito maiores do que aquelas que eles atravessam. Eles suprem de energia as Linhas Ley e Axiotonais, numa grande proporção, para que possam alcançar muito mais seres. Há uma perfeição nisto, portanto, de um ponto de vista mais elevado, o que está acontecendo está em perfeita ordem. é a mistura perfeita de correntes eletromagnéticas. A imperfeição que lhe é atribuída vem realmente do ponto de vista da dualidade, do mal-entendimento e do medo.

Dissemos-lhes que a principal causa do aquecimento global é o aumento da rotação do núcleo interno fundido da Terra. O aumento da rotação aumenta a massa do núcleo interno da parte externa do núcleo interno, que tem rotação contrária. E o calor gerado tem um efeito profundo na capa, que então afeta a proporção do eixo de rotação.

O mecanismo desta mudança de torque está aumentando a rapidez da seqüência do tempo o aumento da massa do núcleo interno aumenta a descarga iônica que vocês chamam de Ressonância Schumann.

Atualmente este ajuste não está completo, existe um desequilíbrio no centro do planeta, dentro do próprio núcleo, relacionado à forma em que o núcleo gira, tanto no sentido horário quanto anti-horário. Então precisa haver equilíbrio na Terra também.

Do contrário, sem este equilíbrio, a Terra não pode se mover verdadeiramente para as oitavas superiores, na preparação exigida para que receba as dimensões mais elevadas. O paradoxo e a grande realidade desconhecida das massas da humanidade é que sem tal equilíbrio do eletromagnetismo, haveria muito mais mudanças na Terra.

Primeiro haveria um terremoto, depois um furacãoe um tornado para equilibrar. Depois um outro terremoto,seguido de um furacão e um tornado, criando um padrão próprio, que não ajudaria em nada.

Há uma energia antecipatória de como o eletromagnetismo se movimenta pelo planeta, circulando pelo sistema de grade e depois permeando a Terra e, em seguida, equilibrando-a internamente também.

Isto não é feito necessariamente para prevenir as mudanças na Terra, mas, para trazer equilíbrio onde o equilíbrio é apropriado. Se não houvesse um ajuste no desequilíbrio, isto levaria a cataclismos em macro escala. Então é melhor que aconteçam os micro-eventos para trazer equilíbrio e, assim fazendo, prevenir o macro.Tem havido explosões solares, tempestades solares, criando aquilo que vocês chamam de ventos solares, que têm sido cada vez mais intensos, alguns dos maiores jamais registrados.

Os ventos solares, ou explosões solares colabora na ascensão do planeta, eles estão mudando a vibração que afeta a Terra. Eles mudam as freqüências nas quais as mentes humanas funcionam, fornecem a interface para acesso a dimensões superiores.

A energia que vem das explosões da massa da coroa solar está sendo absorvida pelas placas tectônicas e aumentando a ressonância vibratória da Terra. Estas trabalham especialmente com determinados pontos de força e locais sagrados,principalmente aqueles da cobertura cristalina geométrica, movimentam-se por todo o sistema de nós da Terra.

Essas explosões solares criam tal vibração, todo o fluxo eletromagnético da Terra é afetado. As marés são afetadas, as placas tectônicas, a mente da humanidade, o modo que a humanidade cria a realidade, a ilusão em que ela acredita, como os seres humanos se sentem em relação à sua própria vida,como existe uma comunidade de seres ou seres individuais tudo isto é afetado por aquilo que vem do sol, por aquilo que vem do vento solar.

Muitas pessoas têm tido grandes preocupações a respeito do aquecimento global e dos cataclismos que iriam acontecer na Terra.Vai haver um acontecimento cataclísmico ou será uma mudança mais gradual? A probabilidade atual é de que seja mais gradual, dependendo um pouco da reação da humanidade. Existe agora na Terra um cociente de luz mais elevado do que em qualquer outro momento da história do planeta, então a Ascensão está assegurada. A probabilidade é que a reestruturação se dê no micro.

A reação dos homens pode influenciar o curso, os seres humanos vão resistir, vão reagir com medo ou de acordo com o bem mais elevado? Isto vai influenciar, até certo ponto, se vai haver um grande macro cataclismo ou um micro cataclismo regional. É a Lei da Atração!

Não se enganem, queridos, as mudanças vão e precisam continuar e se público fosse devidamente conscientizado da sua co-criação, tais mudanças apropriadas poderiam acontecer com mais facilidade.

Existe uma infinidade de outras fontes de energia que estão tendo grande efeito na ascensão, além das explosões solares. É melhor dizer que o sol coordena as outras também. Quando existem outros raios de influência, estes também são absorvidos, coordenados e refletidos pelo sol.

Outros corpos celestes, planetas também afetam e influenciam o seu planeta, elas se movimentam para fora em anéis de intenção que são carregados pela intenção celestial, por assim dizer, em direção à Terra. Algumas delas são magnéticas, outras eletromagnéticas, outras são de uma matéria mais sutil a do campo de energia zero.

O maior mecanismo destas distribuições energéticas e frequênciais são os pontos de força. Particularmente, como já foi mencionado, os da cobertura geométrica estão entre os maiores deles. É a cristalização, a matriz sagrada geométrica que recebe, refina e também distribui esses harmônicos.

Este sistema planetário de nós, de locais sagrados, pontos de grade e pontos de força estão profundamente envolvido no processo de ascensão. Tanto para o planeta quanto para a humanidade "As Chaves de Enoch", contém um diagrama que mapeia isto.

A área da Ilha de Galveston é a "Cabeça da Pomba", é a área mais próxima de Houston que é capaz de carregar a Luz Celestial da qual falamos no começo desta conversa. Sobre essa Ilha, existem três Pirâmides modernas, chamadas Moody Gardens:

Primeira é um jardim botânico que contém cristais maciços
Segunda é um aquário com golfinhos
Terceira é dedicada à ciência

Quando Ronna Hermann levou um grupo para alinhar intenção com estas enormes pirâmides de vidro, criou uma espiral que vem crescendo. Essa espiral reverte a energia densa do complexo energético industrial de Houston.

As tempestades de furacões oferecem mais limpeza, e suavizam e clareiam estas energias; não como uma redistribuição, mas como uma re-calibragem, como uma suavização do pêndulo da dualidade.

Muitas cidades industriais das Américas estão sendo afetadas desta forma. quando as Crianças Índigo e Cristall assumirem seu poder, esta área servirá como um farol na Nova Energia. A Terra é uma presença onipotente, não pode ser destruída.

Quer vocês aceitem ou não, nada pode ser tirado da Terra sem que ela o permita. O homem não pode destruir a Terra, mas apenas a sua capacidade de viver nela. A Terra é tão consciente quando era uma esfera de lava incandescente quanto é agora.

As mudanças, pelo Deus Criador, que estão chegando foram combinadas e aceitas por Gaia, pela Consciência Superior Da Humanidade, orquestradas pela Consciência Da Terra, Do Sol. Saibam que tudo está em perfeita ordem. É a Tempestade Perfeita!

carmenarabela.wordpress.com

domingo, 20 de fevereiro de 2011

ARCANJO METRATON ARCA DA LEI DO UM


Saudações, Eu sou Metatron, Senhor da Luz!

TREMORES, GRADES E CODIFICAÇÃO CRISTALINA DO DISCO SOLAR

Tire um momento para sentir a energia enquanto lê estas palavras. Eu lhe asseguro que ela é verdadeira e apaziguará o seu ser, pois é enviada em tempo real, individualmente, enquanto você revê esta mensagem. Nunca se esqueça, Querido Ser Humano, que estamos com você e lhe oferecemos um vislumbre e um contato muito válido com a energia do seu aspecto mais elevado. Nós o sustentamos no amor incondicional.

Mestres, vocês estão conscientes, verdadeiramente conscientes do que está acontecendo no seu planeta. Não existe nenhum lugar na Terra, no momento atual, que esteja revelando evidências mais impressionantes da transição da Terra do que o Vórtice Cristalino de Arkansas. É um acontecimento extraordinário e está começando a ser noticiado em escala global. Não temam o que está acontecendo, pois vocês estão co-criando-o e é lindo. É a Mudança Cristalina, e este é um componente vital para a Ascensão. Vocês esperaram um longo tempo por isto e está acontecendo agora, bem diante dos seus olhos.

PULSAÇÕES CRISTALINAS
Queridos Seres Humanos, hoje um terremoto de 4.7 foi registrado pela sua mídia em Arkansas. Não se alarmem. Eles estão preenchendo a terra e o planeta com uma energia magnífica. Oh, sim, é verdade! Esses tremores são muito suaves, muito delicados, e na verdade são pulsações circulantes; elas começaram há dois anos atrás, mas estão se acelerando agora.

Os tremores que estão sendo observados em Arkansas nos últimos 6 meses, na verdade começaram numa onda cristalina menor, em 2008, por volta do 8-8-8. São Cristais Despertando. Essas “pulsações” podem ser chamadas de “tremores cristalinos” e estão chamando muita atenção… e vão deixar seus geólogos e cientistas confusos durante algum tempo. Elas se devem totalmente à ativação dos Cristais Mestres localizados nos campos de quartzo maciço de Arkansas. O imenso poder desses cristais é inimaginável e realmente capaz de “sacudir a terra”.

Isto vai continuar por 2012, com aumentos notáveis em 2011. Mas não temam; nós lhes dizemos, com certeza, que o que está ocorrendo é benéfico, e estas energias incríveis estão carregando o Vórtice Cristalino – e, na verdade, todo o planeta – com um OM energético sônico. Estes tremores, como vocês os chamam, não devastarão as terras nem trarão catástrofes; na verdade, eles são liberações controladas e oferecem maravilhosas pulsações codificadas que estão fazendo a transição do planeta, da sua natureza e paradigma dimensionais… e também da espécie humana.

Tudo o que está acontecendo está conduzindo à recodificação do Disco Solar Cristalino e ao Despertar Cristalino e Platina de Arkansas em 11-11-11. A evidência está aí, para os sábios dentre vocês, pois esta é uma conclusão incrível para aqueles da “Lei do Um”. É a razão porque muitos de vocês estão sendo atraídos para junto dessa energia, porque ela enriquece tudo que esteja dentro do seu campo e representa uma conclusão sagrada, por muito tempo esperada por tantos de vocês, os Atlantes da “Lei do Um”. Ela cria sentimentos de esperança, de cura e uma sublime familiaridade para tantos seres humanos. É a pura frequência cristalina do amor impecável, e traz a sensação do lar. Essas pulsações estão gerando-o novamente.

ARKANSAS E BRASIL
Também lhes dizemos que estas pulsações cristalinas logo estarão se acelerando no Brasil, pois Arkansas e Brasil são os maiores geradores de energia cristalina do planeta e ambos possuem dispositivos energéticos vitais, que estão desempenhando um papel importante na Transição Cristalina do planeta. Estes dispositivos são os Discos Solares Dourados Cristalinos. Estes Discos Cristalinos estão sendo recodificados em 2011 e 2012. O Disco Dourado do Titicaca foi recodificado agora e espera o alinhamento e ativação dos Discos Cristalinos em 11-11-11.

Nós lhes dissemos que Arkansas será um dos mais potentes portais-vórtices do planeta em 2012 e isto está realmente acontecendo. Os Cristais estão se sintonizando como o Disco Solar e com a Grade Cristalina.

Existem 12 “Discos” principais no planeta e algumas das suas localizações anteriores mudaram. Cada um dos 12 traz um propósito e código específicos, e cada um dos 12 alimenta 12 satélites… os 12 conectando-se com a Grade-144 numa geo-simetria complexa.

Apenas dois são verdadeiramente Discos Cristalinos. O primeiro a ser recodificado está no Vórtice Cristalino de Arkansas. Isto acontecerá em 11-11-11. O segundo está em Minas Gerais, Brasil, e será recodificado em 12-12-12, e a Rede Global será reformatada em 21 de dezembro de 2012 [21-12-12]. Este será um evento incrível que combinará o despertar dos Cristais Mestres, com a conclusão da Grade-144 e a total ligação em rede da Malha Cristalina dos Discos Solares. Nós compartilharemos mais informações sobre este processo e daremos a lista das 12 localidades num texto ampliado em que nos estenderemos mais neste tema.

OS TREMORES “INEXPLICÁVEIS” DE ARKANSAS
As pulsações cristalinas de Arkansas, que estão ocorrendo agora e ocorreram em 10-10-10, estão acontecendo em áreas de Arkansas que não são reconhecidas como zonas de falha. Estes tremores não são abalos sísmicos tectônicos típicos de zonas de falha. Eles não são um resultado da New Madrid [ ] ), das placas tectônicas, nem dos poços de injeção de água. Eles permanecerão sem explicação para os seus especialistas, em termos geofísicos, por algum tempo.

Estes tremores de pulsos de ondas não têm precedentes. São muito incomuns em inúmeros aspectos, e serão estudados durante algum tempo. Podemos lhes dizer que as pulsações cristalinas de Arkansas são acompanhadas por uma atividade piezelétrica incomum de liberação de quartzo, e inclusive criam anomalias no campo gravitacional do Vórtice Cristalino.

O “tremor cristalino” atual e o de 10-10-10 não foram precedidos pelas típicas mudanças de frequência da ressonância Schumann nem do som estridente que alerta os animais e pássaros sobre o terremoto que está chegando. Em vez disso, foi emitida uma onda de “ruído-branco” tranquilizadora, de modo que os pássaros continuaram cantando e os animais não tiveram medo.

O tremor não foi um resultado da pressão na linha de falha tectônica, no sentido usual, mas o resultado direto da pulsação da onda cristalina criando uma expansão integrativa dimensional e uma ligeira abertura nas membranas que definem tais parâmetros. Cristais foram realmente usados inadequadamente, em aplicações militares pelos “arianos” na Atlântida para desencadear terremotos. MAS ESTE NÃO É O CASO HOJE! Tranquilizem-se e tenham certeza disto, Mestres.

O que aconteceu em 10-10-10 foi um incidente relacionado com a capacidade que eles têm de acionar a luz em hiper-velocidades que provocam abalos. Assim como ondas sonoras podem criar “estrondos sônicos” quando excedem certos valores da velocidade Mach, assim também a luz cristalina pode criar uma onda inversa de velocidade induzida quando excede a velocidade “normal” da luz.

Estejam certos de que os Cristais não serão mal utilizados e suas ativações controladas não criarão nenhum efeito nocivo para a humanidade nem para a Terra Vivente. Muito pelo contrário! Ninguém das áreas de Arkansas precisa ter medo, mas estejam atentos – as anomalias vão aumentar, sem danos, benevolentemente… e continuarão a confundir seus cientistas…

Paula X, enviou esta Mensagem

BURACOS NEGROS SÃO PASSAGEM PARA OUTRO UNIVERSO

Um buraco negro supermassivo fica dentro da galáxia Centaurus A


Uma nova teoria sugere que os buracos negros são realmente "buracos de minhoca" para universos alternativos. A teoria também sugere que nosso universo possa estar situado dentro de um buraco negro que este esteja dentro de outro universo. Os buracos negros e os processos que ocorrem dentro deles há muito tempo intrigam os astrônomos e cientistas de todo o mundo.

A matéria que o buraco negro atrai não entra em colapso em um único ponto, como foi previsto, mas jorra de um "buraco branco" na outra extremidade do buraco negro, diz a teoria.

http://news.nationalgeographic.com/news/2010/04/100409-black-holes-alternate-universe-multiverse-einstein-wormholes

WORMHOLES
Paula X, enviou esta Mensagem