quarta-feira, 26 de maio de 2010

BOTÃO DE ROSA CÓSMICO


O satélite Wise, que explora partes do espaço com a ajuda de telescópio infravermelho, enviou à Agência Espacial Americana, uma imagem descrita pela Nasa como um botão de rosa cósmico florescendo com estrelas jovens. As estrelas, de poucos milhões de anos (consideradas jovens pela Nasa) são os pontos azuis à direita, e estão 'amadurecendo' fora da nuvem de poeira que deu origem a elas.

A porção vermelha que seria o “botão de rosa” é a poeira aquecida pelas estrelas azuis. E a folha que envolve o botão – a parte verde da imagem – é uma densa nuvem de poeira. Ela é composta por hidrocarbonetos aromáticos, substância encontrada em churrasqueiras, chaminés ou qualquer lugar onde tenha ocorrido combustão.

Os pontos vermelhos dentro da nebulosa verde indicam uma nova leva de estrelas se formando, provavelmente como conseqüência da compressão e do calor das estrelas novas. Um remanescente de supernova indica que uma estrela com muita massa também explodiu nessa área, “estourando” a nuvem e fazendo com que ela adquirisse essa forma de botão de flor.

Tudo isso está a aproximadamente 3.300 anos-luz da Terra. O Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), é um satélite da Nasa que carrega um telescópio infravermelho que irá ajudar pesquisadores a estudar partes do Sistema Solar, Via Láctea e do Universo mais difíceis de serem observadas com outros telescópios

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI128222-17770,00.htmL

COSMOS A VIDA SEMPRE EXISTIU

Nebulosa Tarântula

"O Cosmos é tudo o que existe, que existiu ou que existirá."
Carl Sagan.

Todos os seres vivos da Terra, das baleias azuis às menores bactérias, são descendentes de um único ancestral que viveu há mais de 3,8 bilhões de anos.  Em 1821 o francês Sales-Gyon de Montlivault sugeriu que a vida terrestre poderia ter se desenvolvido a partir de "sementes vindas da Lua". O alemão Herman Richter pouco depois ampliou a idéia ao imaginar que cometas e meteoritos teriam a capacidade de agir como um sistema de transporte cósmico, recolhendo microorganismos flutuantes e levando-os para os diversos mundos. Em 1908 o cientista sueco Svante Arrhenius cunhou o termo panspermia, que significa "sementes por toda a parte", para designar o conceito de que a vida na Terra seria na verdade o desdobramento de um processo cujas origens estão no espaço.

Durante anos a panspermia foi vista como mera curiosidade pelos estudiosos da origem da vida e hoje ainda é considerada com muitas reservas. Na última década, porém, o avanço na pesquisa espacial mostrou que pelo menos o material orgânico necessário para formar um ser vivo é abundante no cosmos.

Surgiram duas novas evidências. Graças aos dados obtidos por um aparelho a bordo da sonda americana Stardust, que atravessou a cauda do cometa Wild-2 , pesquisadores do Instituto Max Planck anunciaram ter encontrado moléculas similares às co-enzimas PQQ, consideradas um pré-requisito para a vida e encontradas em todos os seres vivos com exceção das arqueobactérias. Pouco depois foi a vez de um time de cientistas liderados pelo alemão Uwe Meierhenrich divulgar a descoberta de seis tipos de diaminoácidos em análises feitas no meteorito Murchinson, que caiu na Austrália em 1969. "Os tijolos essenciais à vida foram forjados no espaço", disse Meierhenrich a GALILEU. Mas por enquanto tais afirmações ainda estão longe de desfrutar de unanimidade na comunidade científica.


A passagem do cometa Halley em 1986 foi um dos fatores que levaram os cientistas a olhar com mais interesse as especulações sobre a possível influência do espaço no surgimento da vida na Terra. "Até então pensava-se que os cometas eram apenas bolas de neve sujas", explica o astrônomo do Sri Lanka Chandra Wickramasinghe, que vive na Inglaterra. "As análises do Halley mostraram que havia muita matéria orgânica em sua estrutura."

Wickramasinghe foi aluno de um dos mais famosos físicos do século 20, o inglês Fred Hoyle (1915-2001). Os dois começaram a criar suas próprias idéias sobre uma possível origem cósmica para a vida a partir do estudo da poeira cósmica ainda na década de 1970. Partindo das análises das alterações sofridas pelos raios infravermelhos gerados no centro da Via-Láctea, ambos foram pioneiros em sugerir a existência de matéria orgânica em nuvens interestelares, fato hoje confirmado.

Hoje Wickramasinghe acredita que sejam evidências indiretas da existência de bactérias. "Um terço de todo o carbono da Via-Láctea está sob a forma de matéria orgânica complexa que, tanto do ponto do seu tamanho quanto pelas análises por espectrômetro, tem características semelhantes às bactérias", disse Wickramasinghe a GALILEU. "Outros 25% do carbono da galáxia estão sob a forma de moléculas do tipo PHA, que são comumente consideradas como subproduto da ação de bactérias. Há vida por toda a galáxia", acredita.

Essas bactérias viveriam espalhadas na poeira cósmica de que são feitos os sistemas planetários. "Nesses casos, a primeira coisa que se forma são os cometas", diz o astrônomo. À medida que os planetas se formam, sua atração gravitacional combinada mexe com os cometas. Alguns são jogados no espaço profundo, outros atraídos para colidir com as superfícies planetárias.

A pesquisa geológica mostra que houve fases no passado em que a chuva de cometas e meteoritos era bem mais forte do que é hoje. "E a pesquisa geológica mostra que justamente há 3,9 bilhões de anos, quando a vida surgiu, a Terra passava por uma fase em que sofria impactos freqüentes", raciocina Wickramasinghe.

A Terra não possui mais as crateras criadas pelo bombardeio de quase 4 bilhões de anos atrás para que se possa avaliar a freqüência com que os cometas caíam aqui. Mas a Lua sim. Em 2002 o geólogo americano David Kring analisou amostras dessas crateras lunares trazidas pelas missões Apollo e concluiu que, em sua maioria, devem ter sido criadas pela ação de asteróides, e não de cometas. O mesmo, afirma ele, deve ter ocorrido na Terra.

Mesmo excluindo-se os cometas, os defensores da panspermia apontam outras maneiras pelas quais a vida poderia chegar até aqui. A menos apoiada é a que sugere que os microorganismos seriam capazes de sobreviver por muito tempo em pleno vácuo cósmico sem nenhuma proteção contra a radiação e os raios cósmicos. Uma possibilidade mais aceita é a troca de pedras entre planetas.

Essas trocas são conhecidas desde os anos 1980 quando foram identificados meteoritos vindos de Marte. Alguns caíram aqui há 15 milhões de anos, outros há apenas 700 mil. A análise de um deles, o ALH84001, levou alguns cientistas da Nasa a afirmarem em 1996 terem encontrado fósseis de bactérias marcianas. Hoje em dia, porém, a maior parte dos estudiosos pensa que os tais fósseis foram formados por processos não-orgânicos.

Mas gente como o físico australiano Paul Davies, diretor do Centro Australiano de Astrobiologia, acredita que a vida pode sim ter surgido primeiro no planeta vermelho e chegado até aqui de carona num desses meteoritos, na época dos grandes impactos. "Devido à força dos impactos, é difícil que a vida tivesse condições para se desenvolver na superfície de qualquer planeta. Mas poderia se desenvolver no subsolo. Acontece que naquela época o interior da Terra ainda era quente demais, enquanto Marte já tinha se resfriado por ser um planeta menor", explica.

Outros argumentos favoráveis são o fato de o planeta vermelho ter possuído água e condições para o surgimento da vida há 4,5 bilhões de anos, muito antes da Terra. Desta forma a vida poderia ter surgido originalmente em Marte e atingido um grau importante de complexidade antes de ter chegado à Terra. "Sabemos que pouco depois da fase dos grandes bombardeios, a vida já existia na Terra com toda a sua complexidade bioquímica", diz Davies. "Seja lá como ela tenha surgido, aconteceu muito rápido. Para mim isso é um indício de que a vida veio de fora."

Além de responder onde a vida surgiu, é preciso explicar como. E aqui o debate toca em questões filosóficas. A visão de que reações químicas aleatórias levariam inevitavelmente ao aparecimento da vida é bombardeada por Davies. "As chances de que a combinação aleatória da matéria orgânica espacial possa produzir proteínas são de 1 em 1040000", diz.

Ele acredita que a explicação pode estar em alguma propriedade da natureza que ainda não descobrimos, mas que assegura que o cosmos não é fruto do acaso. "Acho que a existência do universo tem um propósito", diz. Wickramasinghe tem uma visão ainda mais heterodoxa: "Não acho que a vida teve um começo. Penso que ela sempre existiu".

Um dos mais famosos estudiosos da origem da vida, o americano Stanley Miller, sugeriu a existência de um antepassado do DNA chamado PNA (sigla em inglês para ácido peptídico nucléico). Os di-aminoácidos que Meierhenrich encontrou no meteorito Murchinson são exatamente o tipo de molécula que poderia ter formado o PNA. "Nossa descoberta é uma pequena peça num quebra-cabeças, mas se encaixa perfeitamente em nossas teorias sobre a origem molecular da vida", diz o alemão.

Ele sugere uma seqüência: os di-aminoácidos são formados no espaço pela radiação interestelar. Depois são trazidos à Terra onde entram em contato com a água. A partir daí se combinam e formam uma espécie primitiva de código genético, conhecida como PNA. O PNA leva à formação do RNA, do DNA (Galileu 142) e da primeira célula.

"Nenhum dos experimentos em Marte procurou por vida nos locais mais adequados, que ficam embaixo da superfície", acredita Davies. "O ideal é trazer amostras para examinar na Terra." "A busca por vida inteligente extraterrestre ainda é muito recente. É cedo para chegarmos a qualquer resposta definitiva', pondera Wickramasinghe. Pois é essa necessidade de mais pesquisas, reconhecida pelos próprios adeptos dessas teorias, que, por enquanto, mantém a panespermia com o status de "idéia interessante, mas muito especulativa" que desfruta dentro da comunidade científica.
Astros brilhantes
poderiam servir como viveiros para bactérias

segunda-feira, 24 de maio de 2010

SOL NUVEM DE GÁS INTERESTELAR

 

Atualmente o Sol, e todo o Sistema Solar, está viajando através de uma nuvem de gás interestelar - a Nuvem Interestelar Local - medindo cerca de 10 anos-luz de diâmetro, com uma temperatura entre 6.000 e 7.000 Kelvin. Esta nuvem está contida dentro de uma Bolha Local, muito maior, com uma temperatura na faixa dos milhões de graus

No final de 2009, a sonda espacial IBEX, da NASA, descobriu que a fronteira do Sistema Solar possui uma faixa brilhante e misteriosa.

Agora um grupo de cientistas da Polônia e dos Estados Unidos sugere que a "Faixa", resultado da emissão de átomos energéticos neutros, é um sinal de que o Sistema Solar está prestes a entrar em uma nuvem de gás interestelar com temperaturas que podem atingir a casa dos milhões de graus de temperatura.

Segundo os pesquisadores, a Faixa mostrada no mapeamento da sonda IBEX pode ser explicada por um efeito geométrico gerado conforme o Sol se aproxima da fronteira entre a Nuvem Local de gás interestelar e uma outra nuvem de gás muito quente, a chamada Bolha Local.

Se esta hipótese estiver correta, a IBEX estaria captando a matéria de uma nuvem interestelar muito quente, na qual o Sol poderá entrar daqui a cerca de 100 anos.

Desde a descoberta da "Faixa", apontada pela NASA como um dos achados mais importantes na exploração espacial feita em 2009, pelo menos seis hipóteses foram propostas para explicar o fenômeno, todas elas propondo uma relação da Faixa com os processos em curso na heliosfera ou nas suas vizinhanças.

Mas a equipe do professor Stan Grzedzielski, da Academia Polonesa de Ciências, propõe uma origem bem mais distante. "Nós vemos a Faixa porque o Sol está se aproximando de uma fronteira entre a nossa Nuvem Local de gás interestelar e uma outra nuvem de gás muito quente"diz Grzedzielski.

Os átomos neutros energéticos (ENA: Energetic Neutral Atoms), registrados pelos sensores da IBEX, originam-se de íons (prótons) sendo acelerados da Bolha Local, que é extremamente quente, quando eles trocam carga com os átomos relativamente frios "evaporando-se" da Nuvem Interestelar Local.

Os recém-criados ENAs não têm carga elétrica e, portanto, podem viajar livremente em linha reta a partir do seu local de nascimento, sem sofrer alterações induzidas pelos campos magnéticos presentes. Segundo os pesquisadores, alguns deles podem atingir a órbita da Terra, quando então foram detectados pela sonda IBEX.

A Bolha Local é provavelmente um remanescente de uma série de explosões de supernovas que ocorreram alguns milhões de anos atrás e, portanto, não só é muito quente (pelo menos alguns milhões de graus), mas também turbulenta.

Com isto, os prótons na Bolha Local, que estão próximos à fronteira com a Nuvem Local, arrancam elétrons dos átomos neutros e zarpam em todas as direções, alguns deles chegando à IBEX.

"Se nossa hipótese estiver correta, então nós estamos capturando átomos que se originaram de uma nuvem interestelar que é diferente da nossa," maravilha-se o Dr. Maciej Bzowski, chefe da equipe polonesa da IBEX.

Mas se esses átomos neutros estão sendo criados ao longo de toda a fronteira entre a Nuvem Local e a Bolha Local, por que enxergamos uma Faixa? "É um efeito puramente geométrico, que observamos porque o Sol está atualmente no lugar exato, a cerca de mil unidades astronômicas da fronteira entre as nuvens," propõe Grzedzielski.

"Se a fronteira entre as nuvens for plana, ou melhor, ligeiramente inclinada em direção ao Sol, então ela aparece mais fina em direção ao centro da Faixa e mais grossa nas laterais, exatamente onde vemos a borda da Faixa. Se estivéssemos mais longe da fronteira, não veríamos nenhuma faixa, porque todos os ENAs seriam reionizados e se dispersariam no gás da Nuvem Local," explica o cientista.

Isto significaria que o Sistema Solar poderá entrar na nuvem de milhões de graus - a Bolha Local - já no próximo século. Mas, segundo os pesquisadores, não há razões para preocupações. "Não há nada de incomum, o Sol frequentemente atravessa várias nuvens de gás interestelar durante sua viagem galáctica," afirma Grzedzielski.

Essas nuvens têm densidade muito baixa, muito menor do que o melhor vácuo obtido nos laboratórios da Terra. Uma vez lá dentro, a heliosfera se adaptará, podendo encolher um pouco. O nível de radiação cósmica entrando na magnetosfera também poderá subir um pouco, mas nada mais.

"Talvez as gerações futuras tenham também que aprender formas melhores de proteger seus equipamentos contra uma radiação espacial mais forte," conclui Grzedzielski.  Site Inovação Tecnológica

domingo, 23 de maio de 2010

ALINHAMENTO DA ESTRELA DE OITO PONTAS CRUZ GALACTICA-CRUZ TERRENA


O corajoso THE HISTORY CHANNEL, sem quaisquer tipos de comprometimentos ou censuras, e sempre à frente abordando temas altamente relevantes, veio a abordar em um dos seus sempre excelentes documentários, o LIVRO PERDIDO DE NOSTRADAMUS - colocando em exame o seu conteúdo por parte de cientistas e pesquisadores sérios, altamente credenciados, os quais fizeram a decodificação e as interpretações das suas espantosas mensagens dirigidas ao futuro.

Mediante o acurado estudo das Centúrias, como também das intrigantes seqüências de imagens contidas nesse valioso e muito importante livro, tais cientistas e pesquisadores ficaram verdadeiramente perplexos, além de extremamente chocados com a exatidão de tudo aquilo que tiveram diante dos seus olhos - algo absolutamente impossível de ter sido conhecido nos distantes anos em que vivera Michel de Nostradamus.... E, no entanto, ele misteriosamente sabia e revelou!
E uma das primeiras imagens dessa seqüência, o SOL, enfatiza a sua grande importância na data em que se produzirá a grande transformação no nosso planeta!
E essa grande transformação estará associada a uma ESTRELA DE OITO PONTAS, algo muito preciso e além de tudo muito significativo, pois.....
No Céu existe uma grande e imutável Cruz. Ela é fixa, não se move. Forma-se do Centro da nossa Galáxia, a Via Láctea - para a extremidade dessa mesma Galáxia, sendo completada desde o ponto central do Equador Celeste até o extremo Sul do mesmo Equador. Por sinal, é chamada de "A Cruz Divina"
E esta é a chamada "Cruz Mundana" - aqui em baixo, na Terra, sendo formada pelos ângulos do Equinócio e do Solstício....
O alinhamento entre "Cruz Divina" e a "Cruz Mundana" é um alinhamento que acontece APENAS UMA VEZ, a cada 13 mil anos,formando justamente uma ESTRELA DE OITO PONTAS - e AGORA, esse alinhamento está se POSICIONANDO PARA UMA NOVA OCORRÊNCIA.... precisamente a se produzir no vindouro ano de 2012! 
Essa outra imagem do Livro Perdido de Nostradamus nos mostra um escorpião e um cordeiro. Numa alusão ao céu.... E no momento futuro exato em que o nosso Sistema Solar estará situado em uma constelação muito específica.....

Precisamente em 21 de dezembro de 2012, estaremos na Constelação de Orphiucus, o Décimo Terceiro signo do Zodíaco Celeste, ao mesmo tempo em que Sagitarius estará simbolicamente apontando a sua flecha para o centro da Galáxia

Faz sentido, pois a Terra poderia mesmo parar de girar! O campo magnético terrestre é sustentado pelo seu núcleo, composto por 70 por cento de ferro - tal como ocorre, por exemplo, na Lua e até mesmo no nosso Sol. E o líquido interno em combinação com essa "bola de ferro" propicia o seu movimento de rotação - algo chamado de "efeito dínamo".

A inversão de polaridade, isto é, as troca de posição dos Pólos, é até um fenômeno normal nesse processo, ocorrendo a intervalos regulares de 300 mil anos - sendo porém um processo não abrupto e demorado para se concretizar. Sabe-se ainda que o último deles ocorreu há cerca de 780 mil anos atrás.

Os cientistas já sabem que está ocorrendo um enfraquecimento gradual do campo magnético do nosso planeta, podendo até mesmo fazer cessar o seu movimento de rotação, ou mesmo invertê-lo! E um alinhamento galático poderia acelerar esse processo, agravado ainda pela passagem de um outro corpo celeste - como seria o caso de Nibiru em 2012 - causando ainda profundas alterações em TODO o nosso Sistema Solar!

Algo que realmente preocupa os cientistas mais lúcidos, uma vez que grandes buracos no já bastante enfraquecido campo magnético do planeta, precisamente no Ártico e no Sul do Atlântico, foram detectados - assim prenunciando que grandes mudanças estão mesmo em vias de ocorrer, inclusive podendo precipitar e causar o  fenômeno das inversões polares! A última Idade do Ouro Fotônica ocorreu na era da Atlântida 

Desde os mais remotos tempos, os Mensageiros de uma distante promessa estiveram, como ainda estão, por aqui - preparando o caminho para aqueles que o seguirão!

Restará, então, apenas e tão-somente, a todos aqueles que futuramente vivenciarem os desde muito prometidos Novos Céus e uma Nova Terra, um só Coração e uma só Alma - com os Irmãos mais evoluídos, os Irmãos Luminosos - aqueles que desde muito, por nós, silenciosamente velaram - pacientemente esperaram. E os quais, MAIS UMA VEZ, voltarão para nos guiar e para nos auxiliar - enfim, e conforme uma antiga promessa, para novamente nos abraçar e também amar!
A Terra, na sua trajetória espiralada pelo Universo, atravessa campos de forças cada vez mais sublimes e sutis. Exatamente em 2012, o nosso Sistema solar penetrará de modo pleno no chamado Cinturão de Fótons - uma espécie de PORTAL DE LUZ, presente na nossa Galáxia, orbitando ao redor de PLÊIADES - ocasião em que estaremos plenamente vivenciando as sublimes vibrações da Era de Aquário - a Era da Síntese, da Sublimação do Espírito, das grandes revelações!
Um Fóton, também chamado de "Quantum de Luz", é um poderoso "pacote" de radiação eletromagnética, emitido por um átomo durante A TRANSIÇÃO DE UM ESTADO DE ENERGIA PARA OUTRO. Por outro lado, a Luz nada mais é do que um transporte de energia! E a cada 10.700 anos, o nosso Sistema Solar passa através desse Cinturão altamente carregado de partículas iônicas, denominado "Cinturão de Fótons" - esotericamente conhecido como "O Ponto Zero" - "O Grande Espírito", onde a Força de Deus se manifesta no centro de uma Criação - no nosso caso, o centro da nossa Galáxia!
 
Haverá uma mudança de consciência. A nova Energia transformará todo o planeta, assim como toda a vida, transmutando-os para outros mais poderosos e elevados estágios vibratórios, uma Oitava de Evolução acima - uma elevação a um plano mais alto e mais sublime de existência!

Lembremos da lenda do Unicórnio: - "O primeiro unicórnio chegou do céu, embrulhado em uma nuvem impelida por um vórtice branco. Desceu com suavidade dos céus aos campos infantis da Terra. Era dotado de um chifre de luz em espiral. Com seu chifre penetrou uma pedra, e uma fonte de vida brotou. A Terra começou a ser fecundada com coisas frutíferas, Grandes árvores floresceram. Tudo isso era intenção de Deus, e o Unicórnio, o instrumento de seu querer. Deste modo se forma o Jardim do Unicórnio, é chamado Shamagim que quer dizer "Lugar onde há Água". Deus fala ao Unicórnio então: - "Unicórnio! Você será, entre todas minhas criações, a que em memória permanente da Luz, será seu guia e guardião.

O ESPÍRITO SANTO SHEKINAH O PODER FEMININO

A Estrela de Davi fala dos 3 veículos corpo, mente e espírito. formando um portal estelar, o cristo, a Shekinah vivente. À medida que tocamos o corpo de luz dizemos 4 vezes Amém: 3 amém para a trindade e um para nós mesmos.

“O poder da alma da comunidade começa a trabalhar com a chama que é o espírito que conecta com as comunidades de luz na Terra. O poder de Shekinah, é o que toca cada um de nós para nos expandirmos para ajuda-los, curarmos uns aos outros. Manifestação final da alma-espírito que permite alcançar o mundo.

O Espírito Santo é um aspecto feminino, o ser criativo. Nos mundos superiores não há aspectos masculino e feminino, mas de função. E da mesma forma que o Pai está conectado com ordens administrativas o aspecto mãe está com o aspecto criativo.

No tempo de Pentecostes, quando a luz desceu sobre os apóstolos para que eles falassem muitas línguas, era o novo padrão de conhecimento, a presença de Deus para fazermos parte do Divino.

A Academia das Ciências Futuras traz o Espírito Santo e Shekinah, em um termo, a mãe divina como fazendo parte da fusão interna, não algo abstrato no cosmos. Muitos vêem essa luz em torno de alguém através da linguagem, do corpo, da música, da linguagem de luz. Não a luz conceitual, mas a luz interdimensional.

Ao externalizar a presença no mundo, criamos um projeto ambiental. Criamos o caos ou a capacidade de estar em harmonia com a natureza. O projeto ambiental é a nova forma de construção no mundo em conjunção com os cursos de água, áreas de árvores e florestas, honrando fauna e flora.

Lucas enviou esta Mensagem

domingo, 16 de maio de 2010

ESTRELA-COMETA PLANTA "SEMENTES" DE VIDA

Parece um cometa, mas não é. A estrela Mira, com sua longa cauda, pode ser chamada, na verdade, de "semeadora do Universo". Cruzando o espaço em velocidades supersônicas, ela deixa pedaços de si pelo caminho, verdadeiras "sementes" de novos sistemas estelares.

Uma favorita dos astrônomos há pelo menos 400 anos, ela só foi vista em toda sua magnitude agora, com o telescópio espacial Galaxy Evolution Explorer. Agora, nessa imagem divulgada pela Nasa, ela deixa claro porque foi batizada com o nome em latim para "Maravilhosa".

A cauda da estrela chega a 13 anos-luz, cerca de 20 mil vezes a distância média entre Plutão e o Sol. Cientistas ficaram chocado ao observá-la. Nunca algo do tipo foi visto em torno de uma estrela -- principalmente em uma tão conhecida.

Segundo os astrônomos, a Mira é uma oportunidade única para estudar como estrelas como o nosso Sol  geram novos sistemas solares. A cauda da estrela libera carbono, oxigênio e outros elementos químicos, essenciais para a formação de novas estrelas, novos planetas e até mesmo de vida. G1

sábado, 15 de maio de 2010

CONSTELAÇÃO DE ÓRION ESTRELAS RECÉM NASCIDAS

 
A mais nova imagem do Telescópio Espacial Spitzer, divulgada pela Nasa nesta quinta-feira (17), revela estrelas recém-nascidas brotando no que corresponde à cabeça da constelação de Órion, que representa um caçador, a 1,3 mil anos-luz da Terra.  Os astrônomos supõem que esse nascimento de estrelas pode ter sido iniciado pelas ondas de choque causadas pela explosão de uma supernova na região.

A cor esverdeada da fotografia vêm de moléculas orgânicas formadas sempre que materiais a base de carbono são queimados de forma incompleta. Os detalhes vermelhos e laranjas são partículas de poeira. Os rosas são estrelas muito jovens, que ainda estão envoltas em um casulo de gás e poeira. Por fim, os pontos azuis são estrelas da Via Láctea, visíveis ao fundo.

G1