domingo, 30 de setembro de 2012

PÓ MÁGICO DOS ALQUIMISTAS

Londres - Não é fácil abalar a fleuma britânica. Daí a sintomática reação de Keith Moore, diretor dos arquivos da Royal Society, ao ser questionado sobre a importância do achado das pesquisadoras Ana Maria Goldfarb e Márcia Ferraz, do Centro Simão Mathias da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Cesima PUC-SP). Com a sobrancelha levantada e cauteloso, Moore respondeu: “Estava debaixo de nossos narizes, mas em 350 anos ninguém encontrou”.

Trata-se de uma pitada de pó amarelado e com odor pungente embalada num pequeno envelope colado em uma carta de 1675 endereçada ao primeiro-secretário da Royal Society, Henri Oldenburg (1515-1677), vinda da Antuérpia e enviada por um apotecário e alquimista chamado Augustin Boutens. Embora não chame a atenção, é uma valiosa e concreta amostra do alkahest, famigerado solvente universal, que foi alvo de buscas que movimentaram gerações de alquimistas e mesmo filósofos naturais como Robert Boyle e Isaac Newton.

Após revelar, em 2010, num Projeto Temático apoiado pela Fapesp, a única receita completa do alkahest (“A agenda secreta da química”, Pesquisa Fapesp n˚ 154), de 1661, a dupla encontrou agora, afirmam, “uma primeira amostra real de Luduscomposto, um alkahest, de que se tem notícia desde o século XVII”. O que é o pó?

Certamente, a Royal Society quer que a amostra seja analisada por um de seus fellows, provavelmente Martyn Poliakoff (ver entrevista na página 25), vice-presidente da instituição. “Apesar da curiosidade pessoal, como pesquisadoras em história da ciência, não pretendemos ir ao laboratório para procurar saber o que seria pelos moldes de hoje o tal pó”, fala Márcia.

“O que importa é a descoberta de mais uma evidência forte de que uma boa porção das ciências antigas, como a alquimia, persiste mesmo após o surgimento de uma nova visão de ciência (e até fizeram parte na formação desta), mantendo-se na agenda das figuras que supostamente promoveram a revolução científica que originou a química moderna. Há uma história pouco conhecida que conta que essa passagem foi mais suave e coerente e só se encerrou no século XIX”, afirma Ana.

Acima de tudo, confirma o credo das pesquisadoras que fazer a história da ciência é arregaçar as mangas e enfrentar a poeira secular dos documentos originais para dar vida a eles. Prova disso, para surpresa de Moore, é que o documento passou pelas mãos da historiadora Marie Boas, responsável, nos anos 1960, pela catalogação da correspondência de Oldenburg, por 15 anos o “faz-tudo” da Royal Society. Diante do pequeno envelope, Marie apenas anotou: “Amostra do que parece ser pirita, anexada ao texto”.

Agencia Fapesp

CIVILIZAÇÃO MAIA CRÂNIO DE CRISTAL


Em algumas ocasiões, os Antigos refletiam sobre a natureza cristalina de nosso corpo e espírito, pois eles imitavam a forma humana e seus padrões de energia, entalhando em cristal sólido.

Sem dúvida, a mais famosa e enigmática peça de cristal antigo descoberta até agora, é o Crânio de Cristal de Mitchell Hedges. Um dia, em 1927 o explorador F. A. Mitchell Hedges estava limpando o entulho do topo de um templo em ruínas na cidade maia de Lubaantum, localizada nas Honduras britânicas, atualmente Belize, quando sua filha Ana, de 17 anos, que o havia acompanhado, viu algo brilhando na poeira abaixo. Ana encontrou um crânio finamente entalhado e polido, feito de cristal de rocha, em que faltava a parte da mandíbula. Três meses depois, ela localizou a mandíbula numa escavação a 25 pés do primeiro local.

Ele corresponde aproximadamente em tamanho ao crânio humano, com detalhes quase perfeitos, mesmo restaurando o crânio com as proeminências globulares, que são características de uma mulher.

Em 1970, o conservador e restaurador de arte Frank Dorland teve permissão para submeter o crânio de cristal a testes conduzidos nos Laboratórios Hewlet Packard em Santa Clara, Califórnia. Destes testes e de estudos cuidadosos feitos pelo próprio Dorland, o crânio revelou muitas anomalias. Quando submerso em álcool benzílico, com um feixe de luz passando através, tanto o crânio como a mandíbula vieram do mesmo bloco de quartzo. O que impressionou muito as pessoas envolvidas no teste é que eles perceberam que o crânio havia sido entalhado com total desrespeito ao eixo natural do cristal no quartzo.

Na cristalografia moderna, o primeiro procedimento é sempre determinar o eixo, para prevenir fraturas e quebras durante o processo subsequente de moldar a forma. Então, parece que quem fez o crânio empregou métodos pelos quais essas preocupações não são necessárias.

O artista desconhecido também não usou instrumentos metálicos. Dorland não conseguiu encontrar sinais de qualquer metal que deixasse marcas no cristal quando o analisou com um microscópio muito potente. Na verdade, a maioria dos metais não teria sido efetiva, pois o cristal tem uma gravidade específica de 2.65 e um fator de dureza Mhos de 7. Em outras palavras, mesmo um canivete moderno não pode fazer uma marca nele.

A partir de minúsculos padrões no quartzo próximos das superfícies esculpidas, Dorland determinou que o crânio foi primeiramente cinzelado em uma forma rudimentar, provavelmente com o uso de diamantes. O aperfeiçoamento da forma final, a lapidação e o polimento, conforme acredita Dorland, foi feito por inúmeras aplicações de soluções de água e areia de cristal de silicone. O grande problema está em que, se este fosse o processo usado, isso significaria que haveria necessidade de um total de 300 anos terrestres de trabalho contínuo para a confecção do crânio. Devemos aceitar este fato praticamente inimaginável ou admitir o uso de alguma forma de tecnologia perdida na criação do crânio e de que atualmente não há nenhuma tecnologia equivalente.

O enigma do crânio, entretanto, não termina aqui. Os arcos zigomáticos (o arco ósseo que se estende ao longo dos lados e parte frontal do crânio) são precisamente separados da peça do crânio e agem como tubos de luz, usando princípios similares aos da óptica moderna, para canalizar luz da base do crânio para os orifícios oculares. Estes, por sua vez, são pequenas lentes côncavas que também transferem luz de uma fonte abaixo, para a parte superior do crânio. Finalmente, no interior do crânio, está um prisma e minúsculos túneis de luz, pelos quais os objetos que são colocados abaixo do crânio são ampliados e aumentam o brilho.

Richard Garvin, autor de um livro sobre os crânios de cristal, acredita que o crânio foi desenhado para ser colocado sobre um feixe de luz voltado para cima. O resultado, com as várias transferências de luz e efeitos prismáticos, iluminaria todo o crânio e faria com que os orifícios se tornassem olhos brilhantes. Dorland realizou experimentos usando esta técnica e relatou que o crânio “se acende” como se estivesse pegando fogo.

Um outro achado sobre o crânio de cristal revela conhecimento de pesos e pontos de fulcro. A peça da mandíbula se encaixa precisamente no crânio por dois orifícios polidos, que permitem que a mandíbula se mova para cima e para baixo.

O próprio crânio pode ser balanceado exatamente onde dois pequenos orifícios são trespassados de cada lado de sua base, que provavelmente antes continham suportes de suspensão. O equilíbrio nestes pontos é tão perfeito que a menor brisa faz com que o crânio balance para a frente e para traz, com a mandíbula abrindo e fechando como contra-peso. O efeito visual é o de um crânio vivo, falando e articulando.

A questão, é claro, é - para que propósito isto serve? Ele foi apenas desenhado pelo seu artista como um brinquedo inteligente ou peça de conversação ou ainda, como acredita Dorland, ele seria usado como um instrumento oracular, através dos estranhos fenômenos associados ao crânio de cristal, que desafiam explicações lógicas.

Observadores relataram que, por razões desconhecidas, o crânio mudará de cor. Às vezes, a parte frontal do crânio fica enevoada, parecendo algodão branco. Outras vezes ele se torna perfeitamente claro, como se o espaço interior desaparecesse num vácuo. Num período de 5 a 6 minutos, um ponto escuro frequentemente começa a se formar no lado direito e lentamente escurece todo o crânio, depois vai desaparecendo, tão misteriosamente como chegou.

Outros observadores viram cenas estranhas refletidas nos orifícios dos olhos, cenas de edifícios e outros objetos, mesmo quando o crânio está apoiado sobre um fundo preto. Outros ainda ouviram ruídos emanando de dentro e, ao menos em uma ocasião, um brilho distinto rodeou o crânio como uma aura por mais de seis minutos, sem que houvesse qualquer fonte de luz conhecida.

A soma total do crânio parece alterar todos os 5 sentidos físicos do cérebro. Há mudanças de cor e de luz, ele emite odores, cria sons, proporciona sensações de calor e de frio para aqueles que o tocam, mesmo quando o cristal havia permanecido a um temperatura física de 21°C sob todas as condições e produziu até sensações de sede e às vezes de gosto em poucos casos. Dorland é de opinião que o que está ocorrendo em todos estes fenômenos é que o “cristal estimula uma parte desconhecida do cérebro, abrindo uma porta psíquica para o absoluto”. Ele observa: “os cristais emitem continuamente ondas de rádio. Desde que o cérebro faz a mesma coisa, eles interagem naturalmente”. Ele percebeu também que ocorrências periódicas no crânio de cristal são devidas às posições do Sol, da Lua e dos planetas no céu.

A pesquisadora Marianne Zezelic concorda que o crânio foi usado primariamente para estimular e amplificar as capacidades psíquicas nos que o manuseavam. Ela observa: “O cristal serve como um acumulador de magnetismo terrestre. Quando se olha fixamente o cristal, os olhos entram numa relação harmônica, estimulando o magnetismo coletado naquela porção do cérebro conhecida como cerebelo. O cerebelo portanto se torna um reservatório de magnetismo que influencia a qualidade do fluxo magnético através dos olhos, originando assim um fluxo contínuo de magnetismo entre o observador e o cristal. A quantidade de energia que entra no crânio eventualmente aumenta numa tal proporção que afeta os polos do cérebro, uma região que se estende logo acima dos olhos, contribuindo para o fenômeno psíquico”.

Indo além, Tom Bearden, um especialista no campo de estudos psicotrônicos, acredita que, em mãos de um mediador qualificado e focalizador mental, o crânio de cristal também serviu, não somente como veículo para transformar o campo de energia vital em energia eletromagnética e noutros efeitos físicos, mas também auxiliou na cura, pela alteração de sua ressonância cristalina para combinar com as frequências da mente e do corpo do paciente, e afetando as energias curadoras no crânio, que então se manifestariam no campo áurico do paciente. O crânio seria usado portanto como um amplificador e um transmissor de forças de energias psíquicas e da terra (telúricas).

Observando a soma total de habilidades e conhecimento incorporados a respeito do crânio Mitchell-Hedges, a ciência moderna tropeça na maneira de explicar isto. O autor Richard Garvin sumarizou os achados com estas palavras: “É virtualmente impossível hoje – num tempo em que os homens escalaram montanhas na lua – duplicar este achado. Somente as lentes, os tubos de luz e os prismas, apresentam uma competência tecnológica que a raça humana adquiriu apenas recentemente. Na verdade, não há ninguém no globo atualmente que poderia tentar duplicar a escultura. Não seria uma questão de aptidão, paciência e tempo. Simplesmente seria impossível. Como um cristalógrafo da Hewlett-Packard disse: “Essa coisa simplesmente não poderia existir”.

Mas existe e enquanto não podemos explicar esses crânios de cristal em termos de qualquer forma de tecnologia conhecida, podemos explicá-los somente como produto de uma tecnologia muito mais adiantada que a nossa, mas que desapareceu e foi esquecida há muito tempo – a tecnologia de uma Idade de Ouro.

www.eurooscar.com

MATRIX HOLOGRAFIA DE SUA MENTE


Imaginem todas as mentes humanas cobertas por uma rede de fios de luz interligados e controlados por um Sistema Ativo Tridimensional e invisível aos olhos humanos. Sim, isso é uma realidade! O nome disso é Holograma Universal,mais conhecido como Matrix. A ciência contemporânea está próxima de desvendar esse mistério.

A ciência contemporânea começa a desvencilhar os mistérios que podem ser explicados pelo Modelo Quântico Informacional Holográfico do Universo. Finalmente, o mundo científico desperta para essa Nova Consciência.

O cérebro faz uma interação entre a consciência e o universo. Essa tese está embasada na teoria das redes neurais holográficas de Karl Pribram, na teoria quântica de David Bohm e na lógica da não-localidade do campo quântico de Umezawa.

O cérebro humano tem a propriedade de interagir com a natureza quântica holográfica do universo, dando ao homem a condição de adquirir informações cósmicas. O individuo muitas vezes fica sabendo de coisas através da sincronização das ondas cerebrais com a dinâmica quântica do universo. Essa interatividade entre homens e o universo tem sido mais frequente do que possamos imaginar. É justamente essa interatividade que tem ampliado a possibilidade de estarmos às portas da Plenitude dos Tempos.

A Porta de Entrada dessa interatividade é o cérebro humano. E por que?

Porque nele se processa uma avalanche de freqüências de todos os nossos sentidos – audição, paladar, olfato, visão, tato e o registro de memória. Em um centímetro cúbico do cérebro pode estocar mais de dez bilhões de bits de informação. Cientístas estão descobrindo que o cérebro por si constitui um holograma fantástico. Prova disso é a facilidade dele codificar e decodificar freqüências sendo capaz de converter borrão de freqüências em uma imagem coerente e outras proezas. O cérebro converge matematicamente todas as freqüências que recebe a partir dos sentidos. Ele utiliza o próprio princípio holográfico para realizar as suas funções.

A teoria holográfica de Karl Pribram demonstrou a existência de informação no córtex cerebral denominada Holograma neural multiplex, dependente dos neurônios de circuitos locais, que não apresentam fibras longas e não transmitem impulsos nervosos comuns. “São neurônios que funcionam no modo ondulatório, e são responsáveis pelas conexões horizontais das camadas do tecido neural, conexões nas quais padrões de interferência holograficóides podem ser construídos”.

Sua teoria holonômica do cérebro é a mais brilhante e revolucionária contribuição científica na área das Neurociências nos últimos 100 anos, pois nos conduz a repensar o processamento da informação no sistema nervoso. Tudo está holografado em dimensões pelas quais não existe o tempo e nem o espaço. Como prova, Pribram traçou uma “Equação de onda neural”, resultante do funcionamento das redes neurais holográficas.

Entretanto, no universo holográfico universal, os cérebros são porções indivisíveis de um holograma maior e interligado através dos elétrons dos átomos de Carbono dos cérebros, que instantaneamente podem se comunicar com todas as mentes humanas existentes, independente do tempo e do espaço. Esse mega holograma é a matriz que deu origem a tudo que existe no universo, enquadrando cada partícula subatômica de tudo que existe dentro dele. Seja lá o que for, esse holograma universal é um mistério a ser desvendado. Essa matriz contém toda configuração da matéria e de energia existente e moldada para se desenvolver. ( POR UM GRUPO DE DEUSES? QUE TIPO DE CRIATURA PODE CONTROLAR A MENTE HUMANA ATRAVÉS DE UM HOLOGRAMA? )

Todavia, existe um entrave, um liga-desliga, pelo qual o homem ainda não tem consciência. Para ser bem precisa, o homem ainda não possui uma Information Self Organization and Consciousness capaz dele mesmo acionar o Holograma. Será que quando ele tiver acesso a essa "manivela" o homem vencerá o binônimo Tempo e Espaço? Essa teoria foi apresentada pelo congresso de Science and the Primacy of Consciousness, da Universidade de Lisboa, em 1988.

Mas falando tanto em holograma, O que vem a ser um? É uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser. Ou seja, o objeto é banhado por dois feixes de luz de laser. O segundo feixe de luz é colocado fora da luz refletida do primeiro feixe. A área onde se combinam os dois feixes de luz é captada e vista como um rodamoinho de luzes e linhas, e, consequentemente, aparece uma imagem tridimensional do objeto original.

Em uma imagem tridimensional holografada de um objeto cortado ao meio, a imagem vista é do objeto inteiro. Ou seja, o objeto tridimensional continua inteiro, com suas partículas interligadas uma nas outras. Cada parte de um holograma contém toda a informação contida em um todo. Todos os pedaços de um todo estão separadas, porém, existe uma camada mais "profunda" e indivisível, independente da matéria ser inanimada ou não, que é indivisível e continua sendo projetado como se fossem EIDOLONS. Esse fenômeno é sugerido por Bohm, que defendeu que as sub partículas permanecem em contato umas com as outras enviando um tipo de sinal misterioso, continuando a ser extensões do mesmo fundamento.

Então, a separação de partículas subatômicas é ilusória, pois existe um nível mais profundo de realidade pelo qual desconhecemos. É nesse nível de realidade que todas as coisas do universo estão interconectadas, incluindo todas as mentes e tudo que existe no cosmo ( vivo ou inanimado). Lembramos de uma abelha rainha sempre está conectada ao enxame, mesmo há milhões de quilômetros de distância. Essa conexão só é rompida quando a abelha rainha morre. Nessa nova realidade, o tempo e o espaço não são mensurações, pois o passado, presente e o futuro estão divididos no super holograma, mas estão existindo simultaneamente. O espaço físico também não existe.

Por isso, é fácil trabalhar com a Consciência Coletiva através da manipulação do Holograma Universal, pois a mente do homem é um Caleidoscópio de freqüências sincronizadas entre si, dentro de um mar de iguais freqüências. Toda informação que é jogada nesse holograma é passada com facilidade para todas as mentes e se processa na dimensão real. Por isso mesmo que devemos lutar com alguns paradigmas e crendices _ LEMBRANDO BEM: VAMOS COLOCAR EM NOSSAS MENTES QUE NADA DE MAL ACONTECERÁ EM 2012.

Vamos trabalhar com o Paradigma Holográfico! Vamos trabalhar com os nossos pensamentos e desejos! Vamos tomar as rédeas do Holograma Universal !

Numerosos pesquisadores como Bohm e Pribram tem notado que muitos fenômenos parapsicológicos se tornam muito mais compreensíveis em termos do paradigma holográfico, ou seja, quando explicada pela presença do holograma das mentes humanas. A telepatia nada mais é que uma conexão de mentes dos homens dentro de um mesmo holograma.

É exatamente no Inconsciente Coletivo estabelecido por Jung que se trabalha a memória coletiva e a visão mecanicista do mundo.

De fato, a visão mecanicista é uma síntese de duas tradições de pensamento baseadas no ‘insight’ místico de que a realidade é permanente e imutável. Uma destas tradições provém de Pitágoras e de Platão. A partir do século XVII, isto evoluiu para uma visão dominante através de filósofos como Copérnico, Kepler, Descartes, Galileu e Newton, com sustentação na física. E assim foi sendo implantada novas formas de pensamentos na humanidade...

Qual é a chave da incorporação da mente humana nesse holograma universal?

É a programação genética, que passa a informação codificada através do DNA, que codifica a seqüência de aminoácidos para formar as proteínas, assim ele dá a cada um uma seqüência própria e diferente das demais. Prova disso que, homens são diferentes biologicamente, ou possui campos morfogenéticos –modeladores de forma. E cada DNA têm uma espécie de memória embutida que deriva as formas prévias de uma espécie similar. Ou seja, o DNA tem memória e cria um campo chamado de Ressonância Mórfica, existindo uma conexão entre a criação de uma espécie inteira e também do comportamento que todos os seres dessa espécie venha a ter no percurso de sua vida.

A verdade é que em tudo isso existe uma boa notícia. A que o universo holográfico é mutável e por isso podemos mudar a teia da realidade através da mentalização coletiva. Assim como trabalham com nossas mentes, podemos também alterar qualquer coisa que tenha sido embutida e qualquer outra realidade. Vamos mudar a realidade que o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012?

www.sintoniasaintgermain.com.br

BUDA CELESTE ESTÁTUA ESCULPIDA EM METEORITO

O Buda espacial tem no peito uma suástica, um símbolo milenar, adotado ao inverso pelos nazistas - o que talvez explique seu interesse na estátua. [Imagem: Elmar Buchner]
Buda espacial
Uma antiga estátua budista tem tudo para integrar o roteiro de algum filme no melhor estilo Indiana Jones.
Ela já era valiosa por ter mais de 1.000 anos de idade, além de possuir em seu currículo o fato de ter sido retirada de seu sítio original por uma expedição nazista, em 1938.
Agora, Elmar Buchner e seus colegas da Universidade de Stuttgart, na Alemanha, fizeram uma descoberta que dará um novo sentido ao valor espiritual da estátua.
Pesando cerca de 10 quilogramas, o artefato foi esculpido não de uma rocha qualquer, mas de um meteorito.
E não de um meteorito qualquer, mas de um siderito, uma classe muito rara de meteoritos de ferro.
Estátuas de meteoritos
A estátua representa o deus Vaisravana, também conhecido como Jambhala no Tibete, o rei budista do norte, um dos quatro reis celestiais da mitologia budista.
Não se sabe onde a estátua foi encontrada. Ela faz parte de uma coleção particular, e só se tornou disponível para estudos em 2009.
"A estátua foi esculpida em um meteorito de ferro, de um fragmento do meteorito Chinga, que caiu na fronteira entre a Mongólia e a Sibéria cerca de 15.000 anos atrás," disse o Dr. Buchner.
Apesar de interessante, e aumentar o valor histórico da imagem, o fato não é inédito.
Os meteoritos já foram usados por muitas culturas ancestrais, incluindo os Inuítes, da Groenlândia, e os aborígenes da Austrália. Acredita-se que também a chamada Pedra Negra, em Meca, na Arábia Saudita, seja um meteorito.
Site Inovação Tecnológica

sábado, 29 de setembro de 2012

MONGES TIBETANOS ESTUDAM CIÊNCIA


Monges e monjas tibetanos passam suas vidas estudando o mundo íntimo da mente, e não o mundo físico da matéria. Mas, por um mês no trimestre passado, um grupo de 91 deles se dedicou ao estudo do reino corpóreo da ciência.

Em lugar de analisarem textos budistas sobre o karma e o vazio, os monges aprenderam sobre a lei do movimento acelerado de Galileu, cromossomos, neurônios e o Big Bang, entre outros tópicos muito diversificados. Muitos dos integrantes do grupo, formado por pessoas dos 20 aos 40 e tantos anos, jamais haviam aprendido ciência e matemática. Nos mosteiros budistas do Tibete, o currículo se mantêm inalterado e inconteste há séculos.

Para tornar o desafio ainda mais difícil, alguns dos monges tinham domínio bastante limitado do inglês e precisavam recorrer a tradutores tibetanos a fim de absorver o curso intenso de quatro semanas sobre física, biologia, neurociência, matemática e lógica oferecido pelos professores da Universidade Emory, em Atlanta.

Mas os monges transformaram as aulas, que aconteciam em período integral, numa forma de experiência prática. No campus de uma faculdade budista aqui em Dharamsala, Índia, o lar do Dalai Lama no exílio, monges e monjas em seus roupões carmesim conduziram experiências com pêndulos, recolheram plantas nos sopés das montanhas do Himalaia para aprender sobre a seleção natural e inclinaram suas cabeças calvas por sobre os microscópios para observar um mundo que lhes era desconhecido.

Os monges e monjas tibetanos passam 12 horas ao dia estudando filosofia e lógica budista, recitando orações e debatendo textos religiosos. Mas a ciência vem sendo objeto de uma campanha especial de estímulo iniciada pelo Dalai Lama, que há muito vem advogando a adoção de métodos modernos de educação nos mosteiros e escolas tibetanos no exílio, sem que isso implique em abandonar as tradições tibetanas. A Índia abriga uma população ao menos 120 mil tibetanos, a maior comunidade estrangeira de pessoas oriundas do país.

A ciência pode parecer contraditória com relação aos rituais religiosos tibetanos. A reencarnação de altos sacerdotes tibetanos é identificada por meio de sonhos e augúrios. O Dalai Lama atribui ao oráculo do país a informação que o ajudou a fugir do Tibete em 1959, enquanto as tropas chinesas avançavam contra a capital, Lhasa.

Mas o líder espiritual tibetano considera que ciência e budismo sejam "abordagens investigativas" complementares, ambas "dirigidas ao mesmo grande objetivo, a busca pela verdade", como escreveu o líder religioso em "The Universe in a Single Atom" o universo em um único átomo, seu livro sobre "como a ciência e a espiritualidade podem servir ao mundo". O Dalai Lama enfatiza que a ciência é especialmente importante para os religiosos que estudam a natureza da mente e o relacionamento entre cérebro e mente.

A resistência inicial de alguns monges importantes e o medo de diluição dos estudos tradicionais nos mosteiros se reduziram gradualmente. Agora, o Dalai Lama espera que, com a ajuda da Universidade Emory e de outros programas, a ciência se torne parte de um novo currículo, que incluirá livros científicos em tibetano e tradutores especializados, para resultar em uma geração de líderes religiosos com uma boa fundação de conhecimento científico.

Existem outros motivos para integrar a ciência ao budismo tibetano. Os tibetanos estão registrando o 50° aniversário de seu exílio, este ano, e o retorno à pátria parece continuar improvável. A necessidade de manter a identidade cultural tibetana viva, mas também moderna e relevante, está ganhando urgência à medida que o Dalai Lama, 73, envelhece.

"Caso nos mantenhamos isolados, desapareceremos", disse Lhakdor, diretor da Biblioteca de Obras e Arquivos Tibetanos, em Dharamsala. O Dalai Lama mesmo declarou em muitas ocasiões que o isolamento com relação ao mundo foi um fator que facilitou a queda do Tibete diante da agressão chinesa. Lhakdor também vê semelhanças e não contradições entre a ciência e o budismo. Como no budismo, "a abordagem da ciência em geral se baseia em constatações isentas realizadas por meio de observação, análise e da descoberta da verdade", ele apontou.

Há outros líderes ainda mais francos quanto à necessidade de aprender ciência. "O século 21 já chegou", diz Tenzin Lhadron, uma monja de 34 anos e muito franca, que se inscreveu no curso de ciências deste ano. "Todo mundo é influenciado pela ciência. Nós queremos saber do que se trata".

Ela não conta com qualquer educação formal, a despeito dos 19 anos que dedicou aos estudos do budismo em um monastério em Dharamsala. Para ela, a matemática apresenta séria dificuldade; frações e porcentagens são algo de completamente novo. "Mas vou tentar aprender", ela prometeu.

A Iniciativa Emory de Ciência para o Tibete, que responde pelos cursos que estão sendo realizadas agora, está em seu segundo ano. Ela foi precedida por um programa conhecido como "Ciência para Monges", criado em 2001 com o apoio de Bobby Sager, um filantropo de Boston. A pedido do Dalai Lama, o programa anterior trouxe professores de ciências de diversas universidades norte-americanas para lecionar a monges tibetanos na Índia.

O programa original se desenvolveu e resultou em um plano apoiado pela Universidade Emory com o objetivo de introduzir a ciência nos mosteiros tibetanos da Índia, nos próximos anos, com a ajuda da biblioteca tibetana de Dharamsala.

A iniciativa da Emory resultou em um manual científico bilíngue em inglês e tibetano, produzido por professores da universidade e tradutores vinculados à biblioteca. Conferências de tradução resultaram em um glossário científico que introduziu termos como "eletromagnetismo", "mudança climática" e "clonagem" no idioma tibetano.

O programa original de ciência para monges se transformou em um seminário anual de liderança científica com duas semanas de duração, dirigido a estudantes avançados que desfrutam todos do título "geshe", o equivalente a um doutorado para os religiosos tibetanos. Este ano, o evento culminou com a primeira "feira de ciências" já realizada em Dharamsala, entre os dias 22 e 24 de junho.

Os monges fizeram apresentações sobre ondas sonoras, as origens do universo e a forma pela qual o cérebro trabalha. A Universidade Emory projeta o curso de verão como um programa de cinco anos, com aulas gradativamente mais avançadas, nos anos posteriores, para os novos estudantesUm terceiro programa, conhecido como "o encontro entre a ciência e o dharma", desde 2002 envia alunos de pós-graduação de universidades europeias para os mosteiros tibetanos na Índia, onde eles lecionam ciência básica. Quando alguns dos monges se matriculam nos programas científicos mais avançados, eles já passaram por alguns anos de instrução científica.

Paulo Migliacci ME
The New York Times

DALAI LAMA EQUILÍBRIO ENTRE CIÊNCIA E RELIGIÃO

 
O Líder espiritual visita universidade para se atualizar sobre curso voltado ao ensino de ciências para monges budistas.

Dalai Lama está visitando um curso universitário na Geórgia que busca promover o equilíbrio entre ciência e espiritualidade. O líder espiritual tibetano falou em entrevista coletiva neste domingo na Universidade de Emory, em Atlanta (EUA), sede da Iniciativa de Ciência Emory-Tibet, agora em seu terceiro ano.

A iniciativa trabalha em um currículo de ciências para os monges budistas e religiosos da Índia. James W. Wagner, presidente da Universidade de Emory, apresentou hoje os livros didáticos traduzidos para o idioma tibetano para Dalai Lama.

Durante a visita de três dias, Dalai Lama ensinará, palestrará e se atualizará sobre os rumos da Iniciativa de Ciência Emory-Tibet. Ele foi nomeado professor presidencial distinto na Universidade de Emory e a visita foi o único compromisso em universidades que Dalai Lama aceitou. Sua última visita ao campus foi há três anos.

www.einstein.br

terça-feira, 25 de setembro de 2012

DALAI LAMA E A CIÊNCIA

 
Desde 2008 existe uma iniciativa de integração dos monges tibetanos às disciplinas científicas como Biologia, Neurociência, Física, Matemática, entre outras. Muitos dos monges não possuem qualquer tipo de iniciação nesses assuntos, e o Dalai Lama instaurou um projeto bilateral de cooperação com uma universidade norte-americana, a Emory University, em Atlanta.

A parceria entre o Tibete e essa instituição foi fundada em 1998, com o intuito, como está em seu site, de “aproximar o melhor das tradições intelectuais ocidentais e tibetano-budistas para seu mútuo enriquecimento e descoberta de um novo conhecimento para o benefício da Humanidade”.

Aliás, o Dalai Lama é bastante ativo nessas iniciativas, sendo inclusive nomeado Professor em Emory, no ano de 2007. No período em que ficou na universidade ministrou cursos, palestras, etc., uma vez que considera que a ciência e o budismo constituem “abordagens investigativas” complementares, “dirigidas a um mesmo grande objetivo, a busca pela verdade”, como relata em seu livro “O Universo em um Átomo” (Ediouro, 2006).

Em Janeiro de 2008 o Dalai Lama, acompanhado de uma delegação de membros da Emory University, presidiu a inauguração da Emory-Tibet Science Initiavite (Iniciativa Emory de Ciência para o Tibete) em um monastério na Índia. O objetivo é inserir o ensino de Ciências na rotina dos monges e monjas tibetanos, que passam 12 horas por dia estudando filosofia e lógica budista, recitando orações e debatendo textos religiosos.

O projeto está em seu segundo ano, e foi precedido por um programa chamado “Ciência para Monges”, criado em 2001 com o apoio de um filantropo de Boston chamado Bobby Sager

Também há outro programa em andamento, que tem por objetivo enviar estudantes de pós-graduação de universidades da Europa para os mosteiros tibetanos na Índia, onde lecionam ciência básica para os monges.

Com certeza, é uma iniciativa louvável, e que pode servir como um belo exemplo para todos, principalmente pelos que se deixam cegar ao confundir Ciência com Religião.

Faltou acrescentar outra informação a respeito da inclinação do Dalai Lama para com as Ciências, pois ele é conhecidamente um entusiasta das neurociências, encorajando, por exemplo, pesquisadores dessa disciplina a avaliar os possíveis benefícios da meditação budista para o cérebro e a mente.

Em 2006, durante sua terceira visita ao Brasil, o Dalai Lama firmou um “convênio” com a UNIFESP (mas sem moldes definidos, por enquanto), que há mais de 10 anos investiga as bases científicas das práticas relacionadas à medicina tradicional, em especial os efeitos da acupuntura, meditação e ioga para a saúde física e mental.

New York Times.