sexta-feira, 20 de novembro de 2009

GOLFINHOS CÓSMICOS

Constelção de Delfin, ou Golfinho. é uma constelação pequena
no hemisfério norte, um dos objetos mais notáveis nesta constelação é uma colisão de galáxias, chamada de II ZW 96 ou CGCG 448-020. São duas galáxias espirais em um colisão de milhões de anos.

  Muito já se falou sobre a inteligência dos golfinhos, mas poucos sabem de suas ligações com o Esoterismo.

Para muitos povos primitivos, esses animais são símbolos sagrados. Talvez pelo fato de seu comportamento e personalidade já, desde cedo, terem fascinado os seres humanos. Segundo pesquisadores, referências a eles remontam aos primeiros documentos escritos.

O professor da Universidade Casper Líbero (SP) e doutor em Comunicação Flávio Calazans, grande admirador e estudioso dos golfinhos, conta que, para os povos helênicos, eles simbolizavam saúde e salvação, e muitas vezes eram associados a deuses como Hermes, Eros, Afrodite e Apolo. Tais divindades costumavam ser apresentadas cavalgando golfinhos. Já na Mesopotâmia há lendas bem mais antigas. Uma delas afirma, por exemplo, que a Babilônia teria sido fundada por deuses-golfinhos. Sobre a ilha perdida da Atlântida, citada por Platão como continente afundado, há histórias ocultistas que se referem aos animais como ancestrais divinos dos reis atlantes.

Saindo da área mística para a científica, Calazans também cita frases de grandes nomes para embasar seu fascínio. Enquanto o pesquisador e explorador submarino Jacques Cousteau os chamava de “intelectuais dos mares”, o astrofísico Carl Sagan disse uma vez que “somos a única espécie com a qual os golfinhos poderiam realizar experiências psicológicas”. O escritor norte-americano Arthur C. Clarke, por sua vez, chegou a afirmar que são animais que possuem uma literatura oral, uma história e filosofia não-escritas que revelariam uma sofisticada cultura passada de geração em geração através de seus cantos marinhos.

Outro fato relacionado por Calazans refere-se a uma experiência vivida pelo médico John Lilly em 1954. Ele mergulhou nu em água a 34 graus Celsius e, sem sentir calor nem frio, ficou boiando em um tanque escuro. Sem som, luz nem gravidade, Lilly flutuou por muitas horas durante as quais relatou ter tido visões, transes místicos e viagens astrais – o experimento é registrado no filme Estados Alterados. A força de tal vivência mudou sua visão acerca do mundo e de si próprio, levando Lilly a se dedicar a pesquisas sobre aqueles animais que vivem o tempo todo livres da gravidade, flutuando no mar. A partir desses estudos, conseguiu ensinar um casal de golfinhos filhotes a falar 30 palavras em inglês, descobrindo que, ao contrário dos papagaios, os animais articulavam frases e comunicavam-se verbalmente na língua inglesa. No livro O Centro do Ciclone, onde difunde suas pesquisas com esses fantásticos mamíferos, o médico chega a concluir que se todos do planeta tivessem consciência como a dos golfinhos, não haveria guerras, poluição ou doenças incuráveis.

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